Meu doce Rogers
43 Amigos (Parte 2)
Respiro fundo e começo a falar meus termos para John, não vai ser fácil, mas ele querendo ou não terá que aceitar. -Primeiro: Você nunca ficará sozinho com a minha filha. Seus encontros serão sempre supervisionados.
—Acha que eu vou fazer o que? John pergunta indignado.

—Sequestrar minha filha, contar a verdade antes da hora, tentar queimar minha imagem ou do Steve.
—Então ela não saberá que sou seu pai?
—Não por agora. Quero ter certeza de que está realmente comprometido, e não usando a minha filha para mim atingir.
—Sou ser cruel agora? Ele está quase explodindo de raiva.
—Acho que sempre foi. Comento tranquilamente. –Sobre escolhas, não terá direito de opinar, eu e Steve somos os únicos que tomaremos qualquer decisão em relação a Sarah.
—Posso pelo menos escolher locais e datas para os encontros? Ele respira fundo.
—Talvez. Tenho meus compromissos, e nem sempre estarei disponível para acompanha-los.
—Então, vai estar sempre comigo e com nossa filha? John fala esperançoso.
—Sempre que eu puder, mas não alimente qualquer esperança que terá qualquer oportunidade de ser meu companheiro, Sarah é a única coisa que nos liga e nada mais.
—Você já disse isso.
—Que bom, então, mais claro em sua cabeça impossível. Acho que por enquanto é isso. Qualquer assunto judicial pode tratar diretamente com meu advogado. Já pode ir.
—Não posso ver minha filha agora?
—Mesmo que eu fosse autorizar, ela não está aqui.
—Onde a deixou? Ele se altera um pouco.
—John, a única pessoa irresponsável aqui é você. Digo sem alterar a minha voz. –Agora por favor, pode se retirar da minha casa?
—Claro. Ele tira dois cartões do bolso e deixa encima da mesa antes de ir. –Meu contato, tem meu número pessoal e o do trabalho, não hesite em ligar.
Acompanho John até a porta e quando a abro dou de cara com Clint e Sarah. John abre um sorriso e pega minha filha no colo.
—Olá pequena.
—Olá moço.
—Pode me chamar de John.
—Olá John, o que o senhor está fazendo na minha casa?
—Ele... é um amigo da mamãe e do papai querida, e veio fazer uma visitinha rápida. Intervenho antes que John fale alguma besteira.
—Ah, é. Ela diz desconfiada. –Por que eu só conheci ele hoje? Por que meu pai não cumprimentou ele mais cedo... por que...
—Ele esteve fora durante muito tempo querida. Pego ela do colo de John. -E só voltou esses dias, e por causa disso, acabamos não reconhecendo ele de cara.
Steve chega e passa a mão na cabeça de Sarah, bagunçando um pouco seus cabelos. -Aconteceu algo minha pequena? Eu ia te buscar agora pouco.
—Está tudo bem. Clint se manifesta. -Sarah insistiu em voltar antes.
Coloco minha filha no chão. -Macaquinha, seu tio Peter está aqui, por que não vai dar um abraço nele?
—Sério? Ela sorri e sai correndo.
—Ok. Falo assim que Sarah está longe o suficiente para não ouvir a conversa e Steve me abraça de lado, passando a mão pela minha cintura. –O que realmente aconteceu? Sarah vivi me pedindo para passar um tempo na sua fazenda e praticamente implora para não ir embora quando vamos busca-la.
—Bem, não sei exatamente. Minha esposa disse que ela ficou quase toda a tarde distante, malmente comeu o lanche que ela preparou e quase nem brincou com meus filhos.
—Ela não é disso. Falo preocupada.
—Foi ela que insistiu em voltar mais cedo até. Acho que ela está preocupada com você, Helena.
—Por que ela estaria preocupada com você? John pergunta.
—Você ainda não foi embora?
—Helena não me exclua desse assunto.
—Vocês vão ficar a noite toda parados na porta? Sarah fala assim que retorna e levanta os braços para que eu a pegue no colo.
—Não querida. John já está indo embora e quando a você Clint?
—Eu também já estou de saída, só vim trazer a pequena até sua casa. Me acompanha, senhor...
—Allen. Eu completo.- Uma boa noite para todos vocês.
—Também estou de saída. Peter fala passando por nós. –Boa noite para vocês também. Ele coloca sua mão no ombro de John e o conduz até o elevador.
Finalmente fecho a porta e começo a beijar loucamente o rostinho da minha filha. Ela enrosca suas mãos no meu pescoço, me abraçando, se afasta e beija minha bochecha.
—Vai ficar tudo bem mamãe. Ela sussurra e volta a me abraçar forte.
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