Notas iniciais
Voltei mais cedo Já agradecendo os comentários, muito obrigada lindas. Obrigada pelas dicas, e se tiverem uma boa ideia, não deixe de falar ok?! Tô amando escrever a fic, me divirto com nosso casal. Tenham uma boa leitura

— Eu quero ela fora da minha casa, agora entenderam?

— Damon se acalme.

— Alguém pode me explicar o que é tudo isso?

Ric aponta em direção ao monte de dinheiro.

— Acho que o seu amigo pode responde isso. – indico com amargura.

— Elena, tudo bem. – Klaus toca meu braço.

— Eu preciso de ar. – digo me afastando indo em direção a porta.

Saio dá-lhe tão rápido que nem percebo quando chego no quarto, vou direto para o banheiro e me sento no chão podendo finalmente chorar, fazer aquele sentimento ruim sair de mim.

Eu odeio isso!

“ Talvez os boatos não sejam verdadeiros, porque desde que o pessoal soube da minha “missão” com Damon Salvatore, ouvir muitas coisas pelos corredores, eles não falavam diretamente comigo é claro, era estranho.

Ele não era tudo isso!

Stefan estava ausente do hospital pois April não estava bem de novo, ela tinha uma saúde frágil.

Estava indo visita-los, já era tarde, mas o mesmo disse que não tinha problema.

— Como prometido aqui estou eu. — comprimento Stefan. – E April?

— Já está dormindo. – Stefan me conduz até o sofá.

— Claro que está!

— Tudo bem?

— Sim!

— Quando retorna ao hospital?

— Amanhã.

— Que ótimo.

— Já está com saudade?

— Você sempre me lembra que preciso comer. – ele está sorrindo.

— É verdade, deve ser difícil sem mim?

— Muito. – estamos rindo, será que ele sabe que irei me ausentar do hospital? — O Klaus te falou algo esses dias?

— Não. Aconteceu algo?

— Sim!

— O quê?

— Klaus me fez uma proposta/pedido!

— Pedido. Quê pedido?

— Que eu cuide de um caso.

— É um caso muito complicado? – ele procura meu olhar, com certeza não está entendendo nada.

— Klaus me afirmou que sim!

— Ora! Elena, você não precisa se preocupar, tem muita capacidade! – encaro de lado.

— Acha que conseguirei curar Damon Salvatore? – Stefan está como se estivesse diante de um fantasma.

— Ele... ele te entregou este caso? – sua voz fica baixa.

— Sim!

— Quando?

— Lembra quando April estava no hospital? – ele afirma – Depois que deixei o quarto com vocês, Klaus estava me esperando para conversar.

Stefan se levanta e fica de costa.

— Você aceitou ou ainda está pensando em no caso?

— Já aceitei! — ele se volta todo espantado. — Hoje faz dois dias que aceitei, demorei para dá uma resposta, estava temerosa mas acabei ficando no final.

— Klaus não me comentou nada esse tempo todo.

— Talvez ele estava esperando uma resposta minha, e depois a April ficou doente, então você teve que se ausentar esses dias.

— Sim! – ele não me olha.

— Tudo bem Stefan?

— É… sim! Desculpe Elena, essa notícia me pegou de surpresa. – ele caminha em minha direção. – Klaus jamais entregou este caso nas mãos de outros profissionais.

— Acha que fiz certo em aceitar? – Stefan alcança minha mão direita, fazendo um carinho nela.

— Se Klaus o confiou a você, é porque ele confia em você, e acredita em seu potencial! – suas palavras me confortam mais.

Acho que eles tem razão ”

Estávamos errados!

E os boatos são mais que verdadeiros!

Só que em proporções maiores.

Me levanto e ligo o chuveiro. Preciso me sentir limpa. Tirar aquilo de mim.

Não me importo de molhar toda a minha roupa, eu só quero que isso pare.

— Elena?

Ouço Klaus me chamar. Já estava arrumada, me sentia melhor. Porém e agora o que faço?

Abro a porta e encontro um Klaus aflito.

— Eu sinto muito Elena.

— Você não teve culpa!

— Eu trouxe você aqui.

— Klaus, olha, eu já estou melhor.

De súbito ele está me abraçando.

— Depois do que ocorreu você esta tudo menos bem.

Meu coração está batendo tão forte. Klaus me conhecer melhor que ninguém. Me nego a chorar, isso o deixaria pior.

— Eu vou ficar! – o sinto se afastar.

— Vai? – assinto. – Onde os outros estão?

— Caroline e Alaric estão lá em baixo.

Eu preciso falar com eles, sei que eles estão deslocados depois do ocorrido.

Fecho a porta do quarto e Klaus me segue.

Quando uma cabeleira loira me avista, me agarra com tanta força.

— Eu sinto tanto Elena, jamais imaginei que ele pudesse fazer algo tão sujo.

— Nenhum de nós. – Ric argumenta desgostoso.

Eu me sentir tão humilhada, mas eles devem está se sentindo piores eu sei disso, você espera tudo dos outros mais de alguém que você ama, é horrível.

— Todo esse tempo, ele agiu de maneira horrível, comprando as aquelas, aquelas…

— Enfermeiras.

— Não era bem isso que estava para define-las Ric.

A fala de Carol me faz encarar Klaus, todas que ele contratou eram de sua confiança, ele deve está se sentido traído.

Damon jogou uma bomba onde todos ao seu redor saíram atingidos.

Porque ainda estou aqui?

Não faz mais sentido, não depois do que me aconteceu. Damon me desrespeitou sem consideração nenhuma. Se é que um dia ele teve por mim, o que acredito que nunca ocorreu.

— Elena, não precisa mais ficar aqui, você pode ir. Depois do que aconteceu não irei relutar, ninguém aqui irá. – é como se Klaus pudesse lê minha mente.

Atenção está voltada pra mim de novo.

— No final ele conseguiu! – Ric afirma se levantando e indo para perto da lareira, ele está com um copo na mão.

Minha atenção se volta para uma figura no início da sala ente o corredor e sala, acho que ela ouviu tudo.

Está encarando suas mãos enrugadas. Vou ao seu encontro e percebo que chora bem baixinho, pego em suas mãos unidas e também encharcadas com as lágrimas.

Meu peito doe muito ao vê-la assim.

— Não chore. – Madalene permanece de cabeça baixa. Céus isso está me machucando.

— Não fique assim! – ela treme.

Será que o Klaus irá encontrar outra pessoa, ou o mesmo irá ficar.

De repente uma lembrança invade a minha mente.

“ — Me prometa, que não ira desistir? ”

Olho para as nossas mãos unidas.

Eu prometi a ela. Eu não posso deixá-la assim.

Mas também não quero ficar.

Agora será mais difícil de ficar.

— Quer ajuda para arrumar suas malas? – sua voz é um sopro.

— Sim. – ela ergue a cabeça e seu olhar é uma súplica.

Ela, assim como os demais não tem coragem para pedir que eu fique.

Sutilmente limpo suas bochechas, ela os considera como se fossem seus filhos. Uma mãe é capaz tudo, aquelas que realmente fazem uso do título. Eu sempre admirei isso.

— Não acha que consiga leva-las sozinha até um quarto mais perto do quarto do Damon?

— O disse? — Madalene apertar minhas mãos.

— O seu menino ainda não está bem.

Madalene me envolve em um abraço apertado.

— Elena não precisa fazer isso.

Me afasto de Madalene.

— Eu preciso! Embora não sei se isso funcionará, Damon me quer longe daqui, e eu não posso contribuir para seu estado de uma maneira negativa, ele não me suporta e isso dificulta para sua melhora.

— Isso complica tudo! – Carol encara Ric.

— Elena não desistiu, então Damon não pode se opor a ela ficar.

— Isso é verdade. – Carol se anima. Todos estão rindo, mas como assim ele não pode se opor? É a casa dele, pode me tirar daqui quando quiser.

— Certo, no entanto Elena tem razão quanto sua presença afeta Damon de uma forma negativa. Como ela irá ajudá-lo?

— E voltamos a estaca zero. – Carol se joga no sofá.

Parece que todos voltam a se desanimarem.

Me passa uma ideia.

— Eu não preciso ajudá-lo diretamente, posso fazer sem que o saiba, claro com ajuda de todos.

— Nos ilumine Elena? – Ric faz uma cara engraçada. – Nem todos aqui são gênios. – sorrir.

— Damon pode tomar os remédios e algumas vitaminas sem precisar saber que está tomando. – a cara de interrogação se multiplica na sala de está. — Posso misturar em seu suco, chá e quantos aos mais forte precisarei que sejam manipulados. – Klaus assente.

— É uma excelente ideia Elena.

— Isso será suficiente? – Carol pergunta.

— É o que temos no momento! Fará uma grande diferença pra ele agora.

— Eu ajudarei no que precisar, todos nós. – Ric vem em minha direção. – Você realmente é mais que os olhos podem vê.

Sinto minhas bochechas vermelhas.

Todos sorriem.

— Então eu vou providenciar sua mudança de quarto querida, se me dão licença.

— Tem toda Madalene.

“ — Não é o suficiente, você não o conhece, aquele por fora não é o meu menino. Prometa Elena, eu preciso acreditar ou me firmar que você não ira deixá-lo. ”

Porque estou lembrando disso agora?

— Alô, sim, obrigado.

— O Damon está no apartamento. – Ric me faz o encarar.

— Graças a Deus!

— Ele saiu de casa? – pergunto incrédula.

— Foi uma conversa muito pesada. – Carol comenta.

— E se ele passar mal?

— Não se preocupe Elena, Damon não está sozinho. Me manterão informado se algo acontecer.

— Eu vou subir vou ajudar Madalene. Klaus preciso dos medicamentos o quanto antes.

— Claro, considere feito.

— Terminamos aqui.

— Sim. – já esta no novo quarto, ele fica de frente com o de Damon.

— Precisa de mais alguma coisa criança?

— Gostaria de conversa sobre algo.

— Do que se trata?

— Madalene, você sabia o que Damon andava fazendo com as enfermeiras? – ela fica surpresa com a pergunta. Mas no final assente.

— E porque nunca disse nada?

— Não foi fácil quando descobrir, e não seria nada fácil contar a eles. Você não viu como meu menino saiu e como os demais estavam.

— Como você descobriu?

— Foi por acaso, estava levando um lanche para ele no escritório e a porta estava entre aberta, foi quando ouvir a conversa deles. — ela suspira. — Eu quase derrubei a bandeja, eu não queria acreditar no que estava ouvido, achei que tinha escutado errado, mas quando ouvir a mulher com uma maleta e depois de uns segundos ela pegou o carro, e mais tarde Klaus informou que acharia outra pois a mesma afirmou que não era capaz de continuar. Então continuou se repetindo até chegar em você.

— Por isso me fez prometer?

— Sim! Quando Caroline me disse que Klaus traria uma médica muito conceituada eu fiquei tão esperançosa.

— Como sabia que não faria o mesmo?

— Você é diferente criança, mesmo sendo tão jovem é diferente, você tem luz. – ela segura minha mão.

— Não sou tudo isso, mas obrigada Madalene. – seu olhar fica diferente.

— Damon nunca suspeitou que você sabia?

— Não, foi melhor assim. – ela teve que viver com isso esse tempo todo, ela é uma mulher forte.

— Que bom que terminamos aqui. – falo do quarto. Quero deixar esse assunto de lado.

— Sim ficou bom, Elena você não irá processa-lo irá? – ela volta aperta minha mão.

— Não se preocupe, foi só pelo momento, eu não quero meu nome envolvido em algo assim, e também não quero ver Caroline e os outros passarem por isso.

— Obrigada Criança.

Damon ainda não voltou, faz vinte e quatro horas, Ric disse que é apenas seu orgulho ferido falando. Ele ficou de mãos atadas quando citei sobre processa-lo e eu tinha provas evidentes.

Hoje refletindo melhor não deveria ter mencionado o nome dos seus pais, esse é o motivo dele está assim. No estado que ele está foi imprudência minha, como médica, eu baixei a guarda, não tinha como prever aquilo.

Me sinto mal por isso.

Ric me garantiu que ele logo voltaria mesmo com minha presença aqui.

Como ele conseguiu eu não sei. Desta fez estava esperando o contrário.

Klaus está agilizando os medicamentos, essa semana terei o que preciso.

— A sopa ficou ótima querida.

Estava ajudando Madalene no jantar.

— Só coloquei o que você me mandou, você que está de parabéns.

Gosto de está com Madalene. Ela me inspira afeto materno.

— Besteira Elena.

— Ora é verda…

Um barulho nos assusta.

— O que foi isso Elena?

— Não faço a menor ideia.

Saio em direção a porta da frente, Madalene está bem atrás de mim.

— Damon mas o quê…

Madalene corre até ele.

Damon está completamente bêbado, está em um estado desastroso, jogado ao chão.

É a primeira vez que o vejo assim, impotente.

Mason aparece e logo socorre tirando Damon do chão.

— Levem ele para o quarto. – Mason o leva rapidamente.

— Elena. – Madalene vem apreensiva.

— Tente ficar calma sua pressão, eu vou ajuda-lo.

— O quê eu faço?

— A sopa irá ajudá-lo e chá. – ela corre para a cozinha.

E me movo para a escada, alcanço o quarto rapidamente.

— E agora Elena.

— Ele precisa de um banho Mason, parece que não faz isso um bom tempo.

Ele volta pegar Damon e arrasta-lo até o banheiro, eu vou ao quarto onde estão os remédios e pego meus aparelhos também.

Desço e pego um copo com água.

Madalene está ao telefone, falando com Caroline.

Quando retorno Mason já tinha terminado. Damon já estava vestido e coberto.

— Obrigada Mason, o resto pode deixar comigo.

Ele assente e sai.

Pego meu monitor digital e coloco em seu pulso. Pego também meu termômetro e coloco nele.

A pressão está alterada, levanto e pego uns dos medicamentos para instabilizá-lo, o termômetro apita.

— Também tem febre. – calço uma luva.

Levanto um pouco sua cabeça e abro sua boca colocando o medicamento e em seguida pego o copo com água com muito cuidado colocando pequenas porções me certifico que o pílula desceu. Seria mais eficaz um endovenoso mais eu não quero dopa-lo, ele precisa comer algo, ainda hoje, sei que não fez.

— Você não pode ficar com os cabelos molhados, pode pegar um resfriado.

Vou no banheiro, é bem grande, encontro o secador e começo secar seu cabelo.

O cabelo dele é muito macio e brilhoso também. Ele não aparenta que cuide muito deles, pelo seu estado de desleixo.

— Prontinho. – tem uma pele tão branquinha. Ele é mais bonito de perto.

— Elena? – me ergo rapidamente.

Caroline está na porta.

— Como ele está?

— No momento medicado, preciso que ele coma quando acordar, e minha presença aqui só irá atrapalhar se ficar quando despertar.

— Eu vou ficar com ele. Se precisar de ajuda eu aviso.

Assinto os deixando.

Damon já estava lúcido e também já havia comido, ainda tinha febre mais estava melhor, como Caroline me informou.

Estava na ária da piscina.

Hoje era uma noite fria, mas o vento não me incomodava, até porque o céu está repleto de estrelas completamente lindo.

Meu olhar cai sobre o lugar secreto de Damon, o labirinto. Fica mais longe vendo daqui.

Encaro a piscina é uma péssima ideia dá um mergulho agora, não posso adoecer. Talvez um outro dia quando a noite não estiver tão fria.

Fico ali apreciando o céu, posso afirmar que há muito tempo não relaxo assim.

Permaneço assim não sei quanto tempo.

Observo meu relógio e admito que tenho que entrar.

Quando estou voltando ouço vozes, acho que vem das escadas, quando aproximo o suficiente para olhar para cima fico estupefata.

Damon está aos beijos com uma mulher loira no meio das escadas.

A mulher está agarrada como um carrapato no pescoço dele.

Damon está de costa para mim.

Que coisa, há umas horas estava debilitado e agora está nessa cena constrangedora.

Se continuarem assim não vão chegar ao quarto a tempo.

Isso não é da minha conta, saio antes que eles possam me vê, acho que vou para cozinha.

Não me surpreendo ao vê-la vazia já é tarde, vou para geladeira pego um pedaço de bolo e leite.

— Acho que não foi uma boa ideia trocar de quarto. — sussurro em desgosto. – Péssima hora!

— Não me surpreende ainda está acordada Elena.

— Não posso dizer o mesmo. – Carol sorrir.

— Estava até agora vendo os novos looks da estação preciso arrumar a tempo.

— Quer alguma coisa?

— Não precisa se incomoda Elena.

— Não é incomodo nenhum, sei que deve está com fome.

— Um pouco, acho que só essa semana quebrei minha dieta umas três vezes. – comenta agoniada.

— Então uma salada?

— Por favor.

— Pode deixar.

— Sabe Elena, você deveria ir na Fashion Salvatore, irei amar te receber lá. Tem umas roupas que cairiam como uma luva em você.

— Eu não me encaixo nessas coisas.

— Você é uma mulher linda e jovem Elena, precisa mudar o visual de vez em quando. – ela vem pra cima de mim. – Deve soltar o cabelo, ele parece ser muito bonito.

Carol tenta solta o coque que sempre faço no cabelo.

Me afasto.

— É costume Carol e prático para hospital. Eu me acostumei a fazer o mesmo fora do hospital. Eu só solto ele para dormir.

— Não pode ficar assim pra sempre.

— Não vejo porque não.

— Eu ainda vou te transformar. – ela volta se sentar. – Espero que Damon esteja melhor amanhã.

— Enquanto a isso não se preocupe está melhor do que pensa.

— Você foi ao quarto dele?

— Não! – não espero a pergunta dela. – Eu o vi na escada.

— É como ele reagiu?

— Ele não me viu. – sirvo ela. – Estava com uma mulher loira.

Sento de frente com ela.

— Loira?

— Sim!

— Me conta isso melhor Elena.

Conto o que vi e Caroline escuta tudo boquiaberta.

— Não Elena acho que você se enganou.

— Eles estavam se beijando Carol, é verdade.

— Não posso acreditar nisso Elena, você estava de um ângulo e confundi-o as coisas.

— Estava nítido Caroline.

— Impossível!

— Porque é tão impossível de acreditar que Damon esteja com uma mulher? É normal, ele é livre não é? – até onde sei ele era.

— O Damon não tem ninguém.

— Ele arranjou e não contou a ninguém.

— Ele é incapaz disso, acredite em mim.

Acho que minha cara de interrogação cai quando me passa algo pela cabeça.

— O-o Damon é gay?

Caroline cai na gargalhada, me deixa mais confusa.

— O quê?

— Definitivamente o Damon não é gay. Ele pode ter se transformando em uma fera, mas isso não.

— Ele nunca mais saiu com alguém depois do acidente. – Caroline parece voar no tempo.

— Há marcas que não se curam. – digo espontaneamente.

— Sim!

Carol se levanta.

— Estava uma delícia Elena, agora eu vou sondar e vê o que aconteceu com a mulher. Tenha uma boa noite.

— Você também Carol.

Klaus me ligou me informando da boa notícia, ele foi muito rápido, estava me arrumando para ir ao hospital.

— Bom dia Madalene.

— Bom dia minha querida. Vai sair?

— Sim, Klaus já conseguiu o que pedir.

— Isso é maravilhoso.

— Sim.

— Madalene onde está meu café?

— Já vou levar ou você prefere tomar aqui?

— No lugar de sempre Madalene, estou com presa.

Só de ouvir sua voz sombria me faz tremer.

Ouço seus passos se afastando.

Grosso!

— Não faça essa cara Elena, eu já estou acostumada, o humor de Damon sempre é assim pela manhã.

— Ele deveria ter mais consideração com você.

Ela apenas sorrir e leva a bandeja.

Termino meu café pego minha bolsa. Já estava na porta, quando Madalene surge com o senhor mal humor.

Tento sair mais Madalene faz questão de me chama.

— Elena, Damon está indo para a empresa. – não olho para ele. – Como você vai buscar meus medicamentos de pressão que lhe pedir. – hã?

— O Damon poderia levá-la até lá. – O quê? De onde ela tirou isso?

— Não precisa. – digo rapidamente. Qual foi a parti do que eu é Damon não podemos ficar muito perto que ela não entendeu?!

— É claro que precisa, você está me fazendo um grande favor. – o meu olhar para ela é “ o que você pretende? ”

— E Damon não irá se importar, não é querido? – Damon parece que vai me fuzilar com olhar.

Péssima ideia Madalene!

Ele assentiu?

Ele vai me dá uma carona mesmo?

Como de costume Damon passa por mim tão rápido.

O carro já nos espera.

— Madalene o que está fazendo?

— Acho bom ir, Damon não gosta de esperar. – o quê?

Duas buzinadas me fazem seguir para o carro.

Mason abre a porta pra mim. O quê? Vou sentar do lado dele?

Me sinto sufocada!

Não digo uma só palavra, prendo minha respiração. Porque?

— Para onde senhorita? – Mason pergunta.

— Mount Sinai.

O carro está em movimento.

— Que fique claro que nada mudou, se você ainda continua em minha casa é simplesmente por causa do Klaus e dos outros. Por mim você já estaria longe daqui.

Oh Elena respira.

— Isso já estava óbvio desde o momento que aceitei o seu caso!

Mason nos olha pelo retrovisor está apreensivo.

O caminho parece que leva horas.

Mas graças a Deus a tortura passou

— Obrigada Mason!

— Não perca tempo Mason estou com presa.

Damon grita e o coitado do Mason sai feito louco.

Idiota!

Ele sabe que tanto ele como eu não somos fã da companhia um do outro.

— Elena? – não contenho o sorriso.

— Stefan.

Notas finais
Estão gostando??? Bjs