Notas iniciais
Obrigada pelos comentários minhas lindas, fico muito feliz de saber que agrado a todas ♥ Próximo capítulo? Não esqueçam, por favor, de dar um "curtir" na minha página. Sou eu com umas amigas minhas, começamos esses dias ela ♥ https://www.facebook.com/amigas.otomes

Já passava das onze horas da noite e eu decidi descer e verificar o alçapão. Eu sei, não passava de uma curiosa, sem defesa e idéia do que poderia me esperar lá em baixo.

Enquanto eu descia as escadas, eu pensava que nada de ruim podia estar lá em baixo, mas, conforme fui chegando perto, uma pontinha de medo começou de baixo da minha coluna, subindo diretamente pro meu pescoço.

Cheguei bem perto da porta, tirei todas aquelas folhas enormes e nojentas de cima, puxei argola em cima do alçapão, que para minha surpresa estava muito leve. Nem enferrujada, nada. Como se alguém fosse ali todos os dias.

Desci as escadas que dava para um imenso corredor. As paredes pareciam ser de metal e o lugar era frio. Havia um cheiro de sangue muito forte, obrigando-me a tampar o nariz por repulsa.

Segui pelo corredor e luzes iam se ascendendo conforme eu passava. Meus passos eram bem audíveis. Fui barrada por certa porta de metal verde de tanto musgo. Empurrei a fechadura e sofri para abrir a sala.

Meus olhos fritaram com o cheiro forte de sangue. A sala havia vários ganchos, algemas, correntes, lanças, mesas, cordas. Tudo que você poderia pensar de tortura. Algumas coisas eu nem sabia o que era. Quando entrei mais pro centro da sala vi um homem devidamente pequeno. Coberto de sua própria barba e ligado a tubos que estavam dentro do seu corpo. Esses tubos iam até uma enorme tubulação que ficava logo ao teto.

Ele estava todo sujo e cortado. Magro. Horrível. Eu estava muito assustada e agora sim tinha certeza de que não deveria estar ali. Meus olhos fecharam e eu corri para a porta de onde vim.

Fui barrada pela diretora.

– Lucy Heartfillia! – Ela sorriu com escárnio. – O que faz aqui?

– Diretora, ótimo... – Eu suspirei aliviada. O cheiro de sangue entrou com força no meu nariz. – Eu achei o alçapão aqui e fiquei curiosa e entrei. Achei esse homem. Eu estou tão assustada. Pelo amor de Deus. Faça algo a respeito.

– Claro... – Agora que eu havia reparado em Minerva, ela não parecia se sentir incomoda com o cheiro. Quando ela estralou os dedos, minha fixa caiu. Dois homens vieram em minha direção e me amarraram em uma das mesas do lado do homem. – Eu ainda tenho muito que fazer! Vou deixá-la para matar depois.

– Mas senhora. Eu e meu irmão estamos com muita vontade de sangue. – Um dos homens falou.

– Basta disso. – Minerva começou. — Vocês fiquem aqui e não relem um dedo no fio de cabelo dela! – Minera sorriu. – Essa quem vai matar sou eu. Por hora, deixem-na dopada!

Um dos homens veio em minha direção e me aplicou uma injeção enorme.

Dois minutos depois eu dormi.

Autora narrando.

Assim que Erza encontrou Jellal, eles foram ao quarto dela.

– Vamos! Você precisa pegar a roupa e o comunicador. – Disse Jellal.

– Eu sei, espere. – Erza agora fechava a porta do quarto. – Vire para lá para que eu possa me trocar. – Jellal obedeceu.

– Onde está o comunicador? – Perguntou ele.

– No fundo falso do armário. Primeira gaveta.

– Ok. – Jellal pegou e o ligou. – Ligar para celular chefe. — “Processando” falou uma voz robótica.

Trinta segundos depois o processo terminou.

– Sim. – Falaram do outro lado da linha.

– O que faremos? O que quer que nós façamos? Ela ainda está lá. – Disse Erza desesperada.

– Calma. Eu estou a três minutos daí. Subam agora para o telhado. Entraremos juntos. – Disseram do outro lado da linha.

– Certo. – Erza e Jellal disseram uníssono.

Os dois subiram para o telhado e alguns segundos depois um jatinho pousou silenciosamente ao lado deles.

– Eis o plano. – Disse o chefe antes mesmo de chegar à superfície. – Vamos entrar agora. Vocês estão armados? – Os dois balançaram a cabeça positivamente. – Ok. Vamos lá, Erza, você pega ela e leva para fora, a equipe toda está vindo. Jellal, você e eu vamos acabar com quem estiver lá.

Nesse momento, os três desceram as escadas de incêndio que iam do telhado até a parte de trás do prédio. Andaram alguns metros e viram a boca do alçapão fechada.

– O sinal dela diz que é aqui. – Erza disse.

– Ok, vamos.

Abrindo a porta de lá os três tamparam o nariz. O cheiro era forte. Seguiram pelo corredor e deram de cara com uma porta. No momento em que Jellal foi forçar para abrir, dois homens apareceram por trás da porta.

– Visitas. – Um deles disse.

– Entrem. – O outro sibilou e agarrou no cabelo do azulado o jogando longe.

Na hora que entraram, o cheiro era pior ainda.

– Lucy. – Erza gritou.

– Cuide dela, eu vou ajudar Jellal.

Erza saiu correndo tentando tirar as cordas do pulso da loira, que permanecia desacordada.

Jellal pegou um dos homens e começou a esmurrá-lo. O que ele brigava era bem gordo e forte. Ele desviava bem dos golpes. Há certa hora, o azulado conseguiu ferir o rosto dele. Que ficou estressado. Pegando na barriga e o empurrando para uma das mesas.

Ele segurou bem forte no pescoço do agente e armou um soco. Jellal alcançou uma espécie de lâmina que estava ao alcance das mãos e enfiou direto no peito do mesmo que lhe enforcava, fazendo-o vacilar. O homem foi para trás e respirou fundo. Ainda com um pouco de forças, ele armou outra para cima de Jella. Que foi mais rápido e pegando outra lança enfiou direto na testa dele.

Desse jeito o homem caiu duro e estirado no chão.

Quando Jellal olhou seu superior dando uma verdadeira surra gritou.

– Makarov, cuide dele. Eu fico com esse daí.

Nesse momento, o sinal de incêndio tocou bem audível pela escola. A base devia ter chegado e estava tentando esvaziar o campus. Os três se entreolharam e se apressaram.

Assim, Jellal correu e pegou o outro cara, bem mais magro e já meio zonzo, o arrastou pela gola da blusa e o prendeu em uma das cordas no teto, deixando-o vivo para que pudesse depois, ser preso.

Com tudo resolvido, Lucy e Makarov já estavam soltos e os três saíram correndo pelo corredor, com as vítimas no colo. A base secreta toda estava lá e o campus devidamente esvaziado.

– Pegamos essa tentando fugir. – Minerva estava algemada e em mãos de um dos oficiais.

– Vejo que tinha uma menina lá também. – O sargento disse olhando a menina loira.

– Sim... – Disse Jellal. – Mas também... A águia está aqui!

Todos se silenciaram. Jellal saiu da frente, mostrando o que todos queriam ver.

– Makarov. – Disse o oficial. – Eu não acredito!

– Sim, é ele. – Disse Erza suspirando. – Finalmente.

– Com isso, nossa missão está completa. – Natsu disse vitorioso com Makarov nos braços.

Notas finais
Gostaram? To tentando desenvolver *-*