Notas iniciais
Gente desculpa pela demora, ta corrido o negocio!rsrrss...nao abandone a historia, espero que continue amando, quer agradecer a M julia e LQ...por estar acompanhando...continue com a gente...continue comentando, nao seja fantasma eh bom uma interação entre o autor e o leitor...e se gostarem da historia...recomendem para que outras pessoas possam conhecer também! Bjos..e espero que gostem desse capitulo.

–Elisabeth como você estar? -sentir Lucas estremecer ao meu lado.

–Alex! -dei meu melhor sorriso. -Como você está?

–Tou ótimo, melhor agora que estou te vendo! -e me olhou de uma forma que iria me agarra ali mesmo.

–Que bom, esse é o Lucas.

–Prazer! — Lucas disse em um tom frio, nunca tinha ouvido falar assim.

–O prazer é meu! -Alex segurou a mão dele em forma de cumprimento.

Percebi o clima pesado entre eles, e resolvi puxar conversa para tentar amenizar o ambiente negro que se formava entre nos. Se passou meia hora e eu apenas ouvia a música alta e minha voz, e a única coisa que recebia em troca era um aceno de cabeça, ou uma resposta vaga e mais nada de ambos. Isso já estava me deixando frustrada.

–Bom, vou ao banheiro retocar a maquiagem, prometo não demorar...se comportem!

POV LUCAS

A vi indo em direção aos banheiros, se perdendo entre a multidão, quando tive certeza que ela ja tinha sumido e não ia demorar mesmo, talvez tivesse dez minutos ou menos.

–O que você pensa que estar fazendo perto dela Benner? -peguei o copo em minha frente e levei a boca.

–Calma Alencar não vou machucar sua princesa! Pensei que tinha saído dessa vida, mas vejo que você continua perto dela. Você ja pensou no que vai dizer a ela quando descobrir que o papai dela pagar a você pra tomar conta dela? Que você sabe realmente a origem dela?

–Você acha que ela vai acreditar em você? Um estranho que mal conhece! -disse de forma despreocupada, mas tava tremendo por dentro, o que ele dizia era meia verdade.

–Nem sabemos se ela vai descobrir antes.. -ele levou o copo até sua boca.

–Antes do que?

–Bom Alencar, estamos perto do solstício, cuidado porque seu anjo pode estar correndo perigo ou melhor pode quem sabe sumir do mapa, mas me conta uma coisa ela é boa de cama? Porque gostosa ela é... Vou seguir seu exemplo, come-la um pouco nao vai mudar nada o destino dela mesmo!

Aquele comentário so foi o ápice pelo que viria depois, peguei a garrafa que tava próximo de mim, quebrei ficando apenas com o gargalo na mão, e com a outra mão empurrei a cabeça do miserável no balcão, creio que nao foi sutil, pois rapidamente se formou uma poça de sangue, e pressionei o gargalo em seu pescoço, ninguém fez menção de se meter.

–Escuta direitinho, porque não gosto de repetir coisas, você amanhã vai pegar o primeiro vôo pro buraco que nunca deveria ter saído, nao vai procurar Elisabeth, e vai esquece-la.. Ta entendendo. E como estar sua mãe? Fiquei sabendo que ela anda de ferias no Havaí.

Ele ia fazer algum movimento, foi o que fez a ponta da garrafa entra em seu pescoço, bom parece que ele queria morrer, continuei.

–E vai sumir, desaparecer.. Se por acaso te encontrar por ai ou ouvir falar de você, vou ter que ser bonzinho com você e ter que te matar! Ou pior, vou ter que fazer uma visita a dona Guadalupe. Mas será que é isso que queremos?

–Não -ele disse tão baixinho.

–Não entendi! Fala mais alto por favor.

–Por favor Lucas, eu não vou encostar nela, vou embora..mas nao me mata. -ele começou a choramingar. -Mas ele não vai deixar ela em paz tão fácil.

–Ele quem? Quero nomes caralho!

–Eu não sei, chamamos apenas de chefe! Eu nao sei demais nada! Eu juro! Mas deixa minha mãe fora disso, ela nao tem nada haver com isso!

–Então é melhor seguir meu conselho de sumir!

O larguei e ele continuou sobre o balcão, seguir o caminho foi quando a vi se espremendo entre as pessoas e rapidamente cheguei próximo dela, a única coisa que pensei foi em abraçar-la e foi o que fiz, a apertei tanto em meus braços, que acho que sentiu minha aflição.

–Ei.. Ta tudo bem Luquinha?

Ela só me chamava assim quando sabia que nao tava bem, se eu a perdesse nao teria mais nada, ela era minha parte boa... A única que eu tinha.

–Vamos embora por favor Lis!

–Só deixa me despedir do Alex.

–Ele já foi, pediu desculpas, surgiu um problema que ele teve que ir.

–Então vamos.

Seguimos o caminho inteiro em silêncio até que chegamos na porta do elevador e Lis se pronunciou.

–Ok, o que você tem?

–Eu só quero chegar em casa.

–Por que Lucas? Ta se sentindo mal?

O elevador se abriu, entramos e quando se fechou, me aproximei dela, cansei do jogo, a queria nos meus braços mesmo que seja uma única vez, não iria força-la, mas nao iria desistir tal fácil também.

–O que você quer? -ela disse em tom calmo sereno, que chegava a ser inocente de uma certa forma, o que me deixava mais louco por ela, aquele jeito de criança e ao mesmo tempo de mulher.

Me aproximei mais dela, colocando uma mão apoiada na parede do elevador, e a outra cariciando seu rosto, como ela tinha uma pele macia, me aproximei dela, colando minha boca perto do seu ouvido e disse de forma mais rouca.

–Quero você na minha cama hoje! -e me afastei dela, mas nao muito so o bastante pra enxergar seus incríveis olhos verdes nos meus, e percebi se arrepiar.

–Bom... Me convença Alencar que essa é uma excelente proposta! -ela deixou soltar um sorrisinho desafiador.

Finalmente chegamos em nosso apartamento, quando ela abriu a porta, a peguei pelo braço e fechei a porta com a mão, ela me olhava com um tom divertido nos olhos, comecei a beija-la lentamente. E me separei dela, nao era uma boa ideia.

–Isso é o melhor que pode fazer Luquinha? -deu uma gargalhada gostosa. -Pensei que você me queria em sua cama, é parece que esfriou o plano.

Se aproximou de mim, dando leves mordidas em meu pescoço.

–Você não sabe como ta sendo pra mim nao poder te fazer minha.

–Acho que moramos juntos e é você que ta andando pra trás amor, nao eu! Mas vejo que você não quer, de novo!

Aquele comentário nao tinha fundamento, mas era o que tava parecendo. Sem pensar duas vezes a agarrei, começamos de forma desesperada, arrancava suspiros e sorrisos dela, e a levei pro meu quarto onde nos amamos como se não houvesse amanhã.

Ter-la em meus braços nao tem como explicar, cada vez que ela gemia meu nome me levava ao céu, e sua pele tão macia sob a minha, realmente estava no paraíso, acordei primeiro do que ela, hoje nao tínhamos trabalho, era sábado. Brincava com o seu cabelo de forma despreocupada, quando ouvi o telefone vibrar, era de um numero desconhecido. Me levantei sem fazer qualquer barulho, pra não acordar o anjo que dormia em minha cama. Sai do quarto.

–Alô...

POV Elisa

Nossa quando foi a ultima vez que dormir tão bem assim?

Passei a mão pela cama, e não encontrei Lucas, me levantei peguei a camisa dele e me vestir.

–Lucas? Chamei mais alto.

–Tou na cozinha Lis!

Fui em direção a cozinha quando me deparo com um mega café da manhã, o que me fez dar um sorriso gigante, mas de repente meu sorriso se desfei.

–O que você quer Lucas?

–Como assim?

–Não ia fazer isso a toa...

–Bom, realmente, Lis namora comigo?

–O que?

Foi a única coisa que conseguir dizer

Notas finais
Bom espero que tenham gostado, ate a próxima e não esqueçam de dizer o que acham! Bjos no coração de todos!