Notas iniciais
Olá, como estão? Demorei um pouquinho, mas estou aqui e com um capítulo maior para compensar a demora. Preciso agradecer pelas duas novas recomendações da Zombiegirl e da Mya, muito, muito obrigado, meninas! Adorei saber que estão gostando da fic a ponto de recomendarem, me deixaram muito contente. Não imaginava que Meu amor está ao seu lado iria render tudo isso... Comentários enormes, recomendações e tal. *-* E para os leitores fantasmas, aparecem! Boa leitura.

Dez para meia noite e já estávamos todos amontoados em volta da grande arvore de natal. Tios, tias e primos que não encontrava há anos estavam presentes, assim como meus pais, Julie e Alex. Até Frankie havia sido convidado. Arrependia-me por ter privado a mim mesmo daquele momento, onde toda a casa parecia feliz. Corações leves... Mesmo que apenas naquela época do ano, cheios de bondade. Para mim era como estar sendo renovado, pronto para começar tudo novamente e dessa vez da forma certa.

Tinha certeza do que queria. Faria com que meu ano fosse o melhor desde os outros.

“No que tanto pensa?” Frankie perguntou me assustando levemente.

“Pensando no que farei daqui para frente”

“Afinal, é natal”

“Exatamente. E tínhamos o costume de fazer planos para o que viria depois”

“Quero um carro do ano e um homem perfeito na minha cama”

Por alguns segundos olhei para Frankie incrédulo. O mesmo parecia segurar o riso por conta do que disse.

Não era aquele tipo de planos que fazíamos.

“Isso parece tão fútil aos meus olhos”

“Sonhar ainda é livre” Respondeu já em meio a risadas. “Nos últimos dias do ano consegui realizar o que pedi no natal passado. Então, posso começar a ser fútil daqui para frente”

“O que pediu?” Perguntei.

“Pedi que me acertasse com você. Tinha quase certeza de que isso não iria acontecer porque não tentei fazer nada para encontra-lo, mas de certa forma nos colocaram no mesmo lugar. Talvez tenha sido o destino”

“Você não é o cara que acredita em destino”

“Não. Só não vejo outra explicação”

“Era para ser”

“Disse que seria seu carma para o resto dos seus dias. Não pensou que tinha se livrado de mim, pensou?”

“Pensei” Brinquei.

“Ei!” Frankie me repreendeu como se estivesse ofendido com minha resposta.

“Feliz natal!” Alguém gritou do outro lado da sala nos fazendo prestar atenção nos outros presentes no local.

Dei-me conta de que era meia noite ao olhar para o relógio de ponteiro em cima da lareira. Frankie foi o primeiro a me abraçar. Seus braços fortes colocaram meu corpo junto ao dele e se mantiveram firmes a minha volta. Permiti-me fechar os olhos para aproveitar aquele momento.

Era o melhor presente de natal que poderia ganhar.

“Feliz natal, baixinho” Disse baixo em meu ouvido.

“Feliz natal, babaca”

“Obrigado por ter me aceitado de volta” Voltou a dizer baixo para que apenas eu pudesse escutar.

“Só foi embora fisicamente, sempre esteve comigo, de alguma forma” Disse baixo de volta. Apertei meus braços ainda mais, parecia ter medo de nunca mais pode-lo fazer. “Te amo, Baker”

“Não vou mais a lugar algum” Selou seus lábios em minha bochecha e em seguida se afastou minimamente para que pudesse conectar seus olhos aos meus. “Eu também te amo, Arthur”

Meu amigo de infância estava de volta. Vivo em meu interior.

A vida às vezes nos presenteia com coisas simples. Um sorriso sincero, um abraço acolhedor ou uma amizade verdadeira e muitos não se dão conta de que são esses presentes de grande valor. Não é uma casa cara ou um carro que está na moda. Não é fama e dinheiro. São pequenos gestos, pequenos, mas que nos fazem felizes.

É amor.

“Também posso ganhar um abraço desses?” Meu pai perguntou já próximo.

John, o homem mais incrível que tinha em minha vida. Já com boa parte dos cabelos grisalhos e rugas por todo o rosto, porém ainda forte aos meus olhos. Poucos centímetros mais alto que eu. Como diziam ao nos ver juntos, tínhamos o mesmo sorriso. Meu pai era calado, contudo observador. Sempre esperando para dar os melhores conselhos, pois era muito racional e prezava a verdade acima de tudo. Lembro como se fosse a pouco do dia em que entrou em meu quarto e disse saber sobre meu relacionamento com Frankie. Não brigou ou achou ruim. Como já havia dito, sempre desconfiei que todos em casa sabiam que era gay. Meu velho apenas pediu que contasse para minha mãe, pois se ela descobrisse sozinha iria se chatear e claro, como todo pai me orientou e pediu que tomasse cuidado com as outras pessoas porque seria muito difícil se ouvisse comentários que me machucassem.

Sentia tanto orgulho do homem parado a minha frente que era impossível caber tudo em um Phillippe só.

“Claro que pode!” Respondi.

Vi Frankie se afastar para abraçar outras pessoas. Abracei meu pai fortemente, sendo retribuído da mesma forma.

“Feliz natal, filho” Me desejou.

“Feliz natal, pai”

“Acho bom estar aqui em todos os que virão. Não pense que isso é um pedido, porque não é” Disse sério, mas sabia que não estava totalmente bravo.

“É uma ameaça?”

“Uma ordem. Assim não precisarei mais ver sua mãe chorosa pelos cantos”

Escutar aquilo fez com que me envergonhasse, mais uma vez. Talvez tivesse sido egoísta por ter pensado apenas em mim todo aquele tempo. Nunca havia parado para pensar que sentiam minha falta ou que precisassem da minha presença. Por muito tempo não me senti amado por ninguém, apenas me afoguei em minha própria magoa e deixei que os dias corressem livremente.

“Sinto muito” Admiti.

O abraço foi quebrado por meu pai ao me escutar. Seus olhos percorreram meu rosto por um longo tempo até que se pronunciasse novamente.

Pousou uma mão sobre meu ombro e voltou a falar:

“Quero sua felicidade, isso acima de qualquer coisa” Pausou. Pareceu escolher as palavras certas e continuou. “Desde o dia que fui busca-lo na maternidade junto com sua mãe eu soube, criaria meu filho para o mundo. Sempre foi dolorido saber que quando crescesse iria sair de casa e caminhar com suas próprias pernas. Foi o que fez, não é mesmo? E todos aceitaram essa decisão, mas não queremos que se esqueça da vida que tinha, não precisa nos deixar para trás. Apenas nos inclua nessa nova jornada. É tudo o que lhe pedimos”

Não existia muito o que dizer diante daquelas palavras, por esse fato abracei meu pai novamente e com mais força. Queria que ele pudesse entender que não me afastaria mais.

“E-eu...”

“Não precisamos mais falar sobre isso” Me interrompeu. Agradeci mentalmente por isso, não conseguia mais encontrar formas para dizer que sentia muito. “Agora vá até sua mãe e a abrace. Será o melhor presente que pode dar a ela”

Assenti minimamente.

Minha mãe estava do outro lado da sala com duas de suas irmãs. Seu sorriso estava estampado no rosto, como já era de costume. Não notou minha presença logo que me aproximei, estava muito entretida com o que minha tia Mary contava.

“Mamãe?” A chamei.

“Arthur, Querido...” Passou um braço em volta da minha cintura para que pudesse me manter perto. “Escute o que sua tia está contando...”

“Nós podemos conversar?” Perguntei.

“Claro!” Respondeu entusiasmada. Se não estivesse atento teria me assustado com sua confirmação em tom agudo. “Com licença, Mary. Assim que voltar termina de me contar, certo?” Sem que recebesse uma resposta praticamente me arrastou até a cozinha vazia. “Não me assuste. Tem algo importante para contar? Tome cuidado com as palavras, já não tenho o coração tão forte quanto imagina”

“Não, mamãe. Não é nada sério” Controlei o riso prestes a escapar. Havia me esquecido de dizer que Dona Heloise era um poço de impaciência. “Acredito que não tenha sido um bom filho de um tempo para cá e gostaria de me desculpar por isso” Esperei que ela dissesse alguma coisa, mas apenas recebi um aceno de que prestava atenção. “Me senti envergonhado por perceber que fui imaturo, todos me fizeram notar o quão errado fui e queria que me desculpasse. Sinto que a magoei com minha distância. Teria sido melhor procura-la para pedir algum tipo de ajuda, porém na época fui orgulhoso e cobrei uma mudança de mim mesmo, dei as costas para as únicas pessoas capazes de me apoiar e sinto muito por isso”

“Aquela cidade é tão perigosa! Por que escolheu aquele lugar? Todas as noites rezava para que estivesse bem. Meus primeiros cabelos brancos apareceram por sua causa, sabia?” Pausou para que pudesse secar uma lágrima solitária que escorria. “Me aconselharam a deixa-lo ir, não me impor. Você sabia se cuidar, sempre soube disso... Só não pensei que demoraria tanto para voltar a ser meu filho”

“O que quer dizer?” Perguntei confuso.

“A última vez que esteve aqui, dois anos atrás, estava mudado, não era o mesmo. Senti medo de não voltar a ter meu filho novamente”

“Não mudei. Talvez só tenha crescido” Tentei me justificar.

“Sim. Penso que não estava pronta para ter um filho longe, porém vejo que está bem e que toda minha preocupação foi exagerada” Admitiu receosa.

“Hoje posso entender com mais clareza toda sua proteção, até posso dizer sentir falta”

“Falta? Ficava todo envergonhado diante dos seus amigos, sempre me fez parecer à mãe monstro!”

“Era um adolescente, mãe!”

“Teve todas as faces de um. Não sei se sinto falta” Riu da sua própria sentença.

“Eu sinto. Gostaria de poder mudar algumas coisas”

Fui observado pelos segundos que ficamos em silêncio. Minha mãe conseguia me ler facilmente. Acredito que toda mãe tem esse dom de correr os olhos por nosso rosto e entender tudo o que se passa em nossa mente. Era incrível!

“Não se muda o passado” Sua voz voltou a se tornar séria. “O que deve fazer a partir de agora é construir seu futuro. Não faça nada sem pensar, às vezes nossos erros estão ai, só em agir por impulso e você não é mais criança para isso” Um pequeno sorriso se formou, apenas um repuxar de lábios. Ato que me fez acompanha-la. “E o garoto, Frankie, é bom vê-los juntos novamente”

“Nós não estamos juntos. Não como está pensando”

“Não?” Parecia realmente surpresa.

“Mãe, por favor!”

“Qual o problema nisso? Sempre gostei do garoto. Nunca entendi o que aconteceu entre vocês”

Para minha felicidade Julie entrou na cozinha de supetão afastando qualquer pergunta que viria futuramente da parte de minha mãe. Mesmo que as coisas entre mim e Frankie estivessem bem e não existisse mais explicações para dar, não me sentia confortável para falar sobre o assunto. Esperava algum dia conseguir conversar sobre o ocorrido abertamente, porém ainda era seria difícil, pois o tempo que passei com as feridas abertas ainda me abalava.

“Só falta vocês para que começarmos a abrir os presentes. Vamos!”

Encaminhamo-nos para sala juntos, conversando sobre nada importante, apenas aproveitando ao máximo o momentos que tínhamos juntos.

Em questão de minutos todos os presentes já haviam sido abertos. Papeis de embrulho pareciam fazer parte da decoração de natal. Era hilário as caras de surpresa ao abrirem os pacotes. Tinha certeza que a minha não havia sido diferente ao abrir o que ganhei de uma das minhas tias e encontrar um suéter feito por ela com três cores diferentes e berrantes.

Contudo não me importava com os presentes que seriam esquecidos dias depois, os quais não usaria nunca. Estar ali, no meio das pessoas que me faziam sentir acolhido, com todas aquelas risadas preenchendo o local de alegria já era o mais importante.

Finalmente estava me sentindo em casa, como devia ser.

________

“Vamos, ligue para ele” Frankie disse já impaciente.

Era manhã de natal e estávamos em uma cafeteria próximo da casa dos meus pais. Frankie havia aparecido logo cedo e me acordado para, segundo ele, aproveitarmos o dia juntos. Resmungando fui obrigado a me levantar antes da hora prevista, vestir mais uma vez um casaco pesado, pois o frio ainda estava instalado e não parecia partir tão cedo. Meu amigo sempre foi muito animado, principalmente durante a manhã, fato esse que me irritava por ser o contrário dele. Até seu sorriso parecia me irritar e querer socá-lo para que se desfizesse. Mas como não teríamos muito tempo juntos aceitei me levantar e acompanha-lo até a cafeteria que nos encontrávamos. O local já era conhecido por nós, ficava também próximo ao colégio que estudamos, muitas vezes matávamos as ultimas aulas para estarmos ali conversando. Era um local de boas lembranças.

“Ligar e dizer o que? Por Deus, Frankie, deixe ser chato” Pedi pela décima vez se não houvesse contado errado.

“Lhe desejar um feliz natal como qualquer pessoa normal” Bebericou seu chocolate quente sem tirar os olhos de mim. Seu tom bravo era falso, sabia disso e até achava engraçado. Certas coisas nunca mudavam.

“Não Frankie, e chega desse assunto” Dei atenção para minha xicara já com café preto pela metade. Estava levemente irritado por sua insistência, ainda não tinha certeza de devia tentar uma nova aproximação de Peter.

“Você não era tão frouxo assim, Phill. Achei que tivesse mudado, mas vejo que se tornou um medroso” Me provocou e claro, conseguiu.

“Frouxo? Quem você pensa que é, Baker?”

“Alguém mais corajoso do que você, tenho certeza” Me olhava com um falso desprezo.

Senti meu rosto se esquentar rapidamente, dessa vez de raiva. Ele estava praticamente me desafiando a ligar, sabia que se não o fizesse teria que escutar suas piadas até que fosse embora, era quase um pesadelo. Não queria ter que aguentá-lo.

“Não sou um frouxo! Irei ligar” Retirei o celular do bolso dos meus jeans e busquei pelo número de Peter nos contatos. “Isso para que pare com essa mania de se achar melhor. Isso é irritante Frankie. Você consegue ser irritante quando quer!”

“Você me ama dessa forma, isso é o que importa”

Pode ter sido muito mal educado da minha parte, porém lhe cedi um dedo do meio e um belo xingamento. Fui respondido com risadas e dar de ombros da sua parte.

Alguns toques e rapidamente fui atendido.

“Phillippe?”

Era óbvio que ele saberia quem era, afinal, ainda devia ter meu número salvo. Não havia planejado o que falaria. Minha mente se tornou uma grande confusão ao vasculha-la em busca de qualquer coisa, era ainda mais difícil com os olhos de Frankie pousados sobre os meus, pelo menos não sorria mais.

“Oi... Er, liguei para desejar feliz natal” O moreno a minha frente soltou um risinho irritante ao me escutar. “Te acordei?”

“Não! Faz algum tempo que estou acordado. Feliz natal para você também. Como foi sua noite?” Não sabia dizer se Peter estava tentando ser educado ou se estava realmente interessado em minha resposta. Sua voz estava calma, me arriscava a dizer que sorria, pois era possível deduzir pelo seu tom.

“Tudo correu bem. Com toda aquela comida natalina e presentes indesejados, sabe?” Me permiti rir ao lembrar do suéter horroroso. “E o seu?”

“Não comemorei” Respondeu simples. Por um momento meu coração se apertou ao imaginá-lo sozinho. Não devia ter sido fácil. “Não me importo de todo jeito, troquei o plantão com um amigo que viajaria com a família e passei trabalhando” Emendou.

“Entendi...”

Frankie fazia sinais para que dissesse mais alguma coisa, sussurrava pedindo que admitisse estar sentindo saudades. Retribuía o olhando feio, o repreendendo por ser tão inconveniente.

“Tem alguém com você?” Peter perguntou, mostrando claramente ter escutado Frankie.

“N-não...Quer dizer, sim, tem! É um amigo que reencontrei aqui. Ele está te mandando um olá” Menti enquanto Frankie ria baixo a minha frente.

“Mande outro” Respondeu rápido. “É bom saber que está se divertindo” Era fácil reconhecer certo incomodo da parte dele. Resolvi ignorar.

“Sim, estou. Mas...” Pausei ligeiramente indeciso sobre o que diria.

“Mas?”

“Sinto sua falta” Disparei para que não houvesse tempo para pensar. Recebi de Frankie um aceno mostrando que estava satisfeito com o que disse.

“Sente mesmo?” Peter perguntou e ele mesmo não esperou pela resposta. “Tenho sentido muito sua falta. Sinto vontade de vê-lo desde a última vez que nos encontramos. Volta quando?”

Fiquei mudo para que pudesse alargar ainda mais o sorriso que sustentava. Peter era surpreendente! Aquelas palavras foram capazes de me arrancar o fôlego.

“Ainda não tenho certeza se passarei o ano novo por aqui, por isso não comprei a passagem de volta”

“Então terei mesmo que esperar pelo fim de janeiro para vê-lo novamente?”

“Talvez...” Respondi sincero.

“Não seja tão cruel, anjo

A essa altura já não me importava com nada a minha volta, a voz de Peter era capaz de me fazer esquecer qualquer coisa que não fosse relacionada a ele. Frankie estava calado, apenas escutando as coisas que eu dizia, havia parado com seus gestos e sussurros.

“Não estou sendo cruel, apenas não tenho certeza do que farei”

“Posso lhe dar uma sugestão?”

“À vontade”

“Volte para Nova Iorque e passe o ano novo comigo”

“Fala sério?”

“Claro que sim! Seria maravilhoso começar o ano com você ao meu lado”

“Precisarei pensar”

“Tudo bem. Se resolver voltar me avise e te buscarei no aeroporto. Espero que venha, de verdade”

“Irei pensar sobre isso, prometo”

“Não demore” Pediu.

Meu coração já dava saltos em meu peito. Ao escutar todas aquelas coisas vindas de Peter era como se houvesse inchado em meu interior, sendo extremamente grande para caber dentro de mim e por isso dava saltos para que talvez pudesse pular para fora. Sabia o motivo para isso, contudo não poderia admitir.

“Volto a te ligar. Tchau, Peter”

“Até logo, Phill. Amo você”

Sem lhe responder finalizei a ligação.

“E então?” Frankie perguntou ansioso.

“Me pediu para voltar e passar o ano novo com ele”

“E você vai, certo?” Espero por minha resposta que não veio. “Você vai, não é?”

“Não sei, Frankie. Não sei”

Deveria refazer minhas malas e pegar o primeiro voo de volta para Nova Iorque? Será que agir em função dos meus sentimentos era certo ou burrice?

A vontade de ir de encontro a Peter era do mesmo tamanho do meu medo de tentar novamente.

Dessa vez daria certo?

Notas finais
O que acham o que o Phill deve fazer, hein? *o* Até o próximo e obrigado a quem está acompanhando... Beijos!