Meu amor está ao seu lado.

39 Brigas, reconciliações, brigas...


Notas iniciais
Olá! Como estão? *-* Bom, estou vindo com capítulo novo, mas antes preciso dizer que a fic está praticamente em reta final e sei, já havia dito isso, mas não tinha noção de quantos capítulos levaria até o fim e acabou sendo mais do que o esperado. Agora estamos mesmo caminhando para o fim, ): Irão notar que o tempo passou muito rápido nesse capítulo. Boa leitura e até ali em baixo. ;)

Thomas tinha um bico pequeno nos lábios e aquele seu ato infantil me fazia sentir vontade de rir, porém sabia que meu amigo iria me xingar se caso o fizesse. Estávamos no aeroporto esperando até que meu voo fosse anunciado e claro, para mim as despedidas também eram doloridas, mas achava que depois de tantas já havia me acostumado.

“Não fique assim Thomy, logo poderemos nos ver de novo” Tentei consolá-lo. Não queria vê-lo chorar.

“Sabe que isso não é verdade. Tem me esquecido nos últimos meses e me deixa preocupado, sabe disso. Tenho medo do que pode fazer estando nessa situação”

“Que situação? ” Perguntei incrédulo.

“Não me venha com essa! Sabe muito bem do que estou dizendo. Te conheço bem o suficiente para saber o que se passa dentro de si” Thomas disparou sua resposta me deixando sem palavras para retruca-lo.

“Estou bem” Disse não sabendo como bolar uma desculpa melhor. Apenas queria que ele não pudesse me decifrar com tanta facilidade. Ultimamente parecia tão fácil para todos saberem o que acontecia dentro de mim. Algo frustrante, pois eu mesmo não sabia.

“Pare com isso. Você... ” Thomas parou de falar assim que me viu morder meu lábio inferior na intenção de abafar o primeiro soluço. Meu amigo em dois passos dados se aproximou de mim envolvendo os braços em volta de meu tronco, abraçando-me com rapidez. “Você precisa parar de engolir suas dores dessa forma, isso te deixa ainda pior” Completou sua sentença.

“Tem sua vida, não preciso ser mais um peso nela” Meu orgulho sempre falaria mais alto e essa era uma certeza. De certa forma sentia vergonha de mais uma vez pedir eu ombro emprestado e me queixar das atitudes de Peter. Sempre saberia o que iria escutar em resposta e simplesmente não podia aceitar.

“Nunca vai ser um peso na minha vida. Precisa parar com isso, já conversamos” Seus braços se estreitaram me colando ainda mais contra seu corpo. No início havia resistido ao contato, contudo o retribui fortemente segundos mais tarde. “E sabe que ele não te merece, não entendo como pode continuar insistindo”

“Não é tão fácil como fala, Thomas. Eu o amo muito e não estamos junto a uma semana ou um mês, já completou um ano. Para ser mais especifico, um ano e sete meses... E-eu...”

“Tudo bem, eu entendo que não vai esquecê-lo do dia para a noite. Mas precisa enxergar que ele está te fazendo sofrer mais do que deveria colocar um sorriso em seu rosto e agora essa distância imposta...”

“Ok” O interrompi. Era difícil para mim escutar a verdade saindo da boca de outra pessoa. Se para mim me dar conta era como facadas, escutar de outro alguém parecia ainda pior. “Eu sei disso tudo, mas iremos dar um jeito, tenho esperança de que logo Peter irá provar que também está lutando”

“Espero que esteja certo” Depois de ser interrompido Thomas não insistiu mais, me sentia aliviado.

Meu voo enfim vou anunciado pelos alto falantes do local indicando o portão de embarque.

Deixei um beijo no rosto de Thomas antes de quebrar nosso abraço. Mais uma vez recebi um bico em resposta, mas não pude deixar de rir dessa vez.

“Ei idiota! Devia ficar contente por perceber que alguém fica triste com sua partida”

“Nunca disse que não estava” Retruquei ainda entre risos.

“Não deixe de me ligar, mandar e-mail ou o que for” Se minhas contas não estivessem erradas, Thomas já havia pedido a mesma coisa pela quinta vez.

“Ainda não esqueci desde a última vez em que pediu isso” Voltei a beijá-lo no rosto uma última vez. “Tchau, Thomy”

“Agradeça pelo amigo que tem, agradeça”

Apenas acenei em concordância e me afastei o vendo deixar que um pequeno sorriso lhe escapasse.

_____

Depois de deixar minhas malas em meu apartamento fui buscar Dylan no de Anthony, porém não o encontrei. Segundo seu irmão ainda não havia voltado para casa, isso desde as dez da noite do dia anterior. Vindo de Anthony era de se esperar algo do tipo.

A segunda feira passou rapidamente, quase não me dei conta dos ponteiros do relógio passando de hora em hora. Terça, quarta e quinta feira também não foram diferentes. Vivia de casa para o trabalho, certas vez desviava o caminho apenas para passar na cafeteria e poder conversar um pouco com Beth. Eram momentos como esse que me acalmavam e às vezes a solidão não me tomava por completo.

Foi na sexta feira a primeira vez que falei com Peter depois do casamento de Julie. Fui eu a ligar, depois de tentar algumas vezes em horas diferentes fui atendido.

“Oi” Ele atendeu. Por trás daquele comprimento havia um clima estranho, extremamente pesado. Sua voz me pareceu tão dura ao atender daquela forma.

“Oi” Lhe respondi. “Está tudo bem? ” Não pude evitar perguntar e não fiz apenas por costume, queria realmente saber a resposta.

“O que você acha? ” Me respondeu também como uma pergunta, com o tom de voz ainda mais duro, se fosse possível.

“Eu não sei, por isso a pergunta Peter. Mas arrisco-me a dizer que não está bem”

“Acertou” E riu. Aquele riso que escutei era pelo o que me pareceu um riso de deboche, irônico. Era quase como se a culpa fosse minha.

“O que aconteceu? ”

“Que pergunta estúpida! Tem certeza que não tem nenhum palpite? ”

“Peter, por favor, diga. Não estou entendendo o motivo para falar desse jeito e... ”

“Você queria que meu pai soubesse, não é? Pronto, ele já sabe. Feliz? ”

“Contou sobre o divórcio? “ Perguntei já sabendo que a resposta era praticamente óbvia.

“Não precisei. Parece que a primeira coisa que ele notou foi que não existia mais aliança. O que poderia fazer a não ser contar a verdade? ” O escutei suspirar longamente antes de continuar. “É assustador, Phillippe... Ele me assusta com essa forma de querer me controlar, achei que não seria assim depois de tanto tempo longe. Ele não mudou em nada” Desabafou.

“Eu sinto muito” Respondi com sinceridade. Desde a primeira vez que ouvi falar sobre Elliot, pai de Peter, soube que não era uma pessoa fácil de lidar. “Mas pense que não terá mais que sustentar uma mentira” Tentei consolá-lo.

“Você não entende. Agora ele não irá me deixar em paz, até sugeriu que fosse morar com ele e minha mãe! ”

“Ele não tem do que suspeitar, estou longe. Nunca saberá sobre nós, não se preocupe com isso”

“Eu sei... Vou tentar não pensar nisso. Espero que ele deixe isso de lado daqui a algum tempo”

Ficamos em silêncio por alguns minutos. Podia escutar um som ao fundo, deduzi ser a televisão ligada. A voz do aparelho se misturava com a respiração de Peter e pelo tempo em que ficamos assim me deixei levar por aquela distração. Sentia tanta falta dele que era quase possível qualquer outro sentimento dentro de mim se tornar nulo. Uma falta dolorosa, capaz de brincar de tortura me machucando dia após dia em que nos mantínhamos separados. Minha vontade era de arrumar minhas malas e pegar o primeiro voo até ele. Não tinha certeza de quanto tempo poderia suportar.

“Peter? ” O chamei.

“Sim? ”

“Nunca haverá a possibilidade de me mudar para a Califórnia? Sabe, para ficarmos mais perto”

“Não! ” Respondeu de imediato. “Quer dizer, já conversamos sobre isso” Consertou.

“Sei disso, mas não podemos manter essa situação por anos. Uma residência dura muito tempo... ”

“Penso nisso todos os dias” Confessou. E me fez sorrir, isso mostrava que ele se preocupava tanto quanto eu. “Quem sabe mais para frente. Mas não quero que venha a largar tudo o que tem em Nova Iorque e... ”

“O que tenho aqui? Não tenho nada se falta você”

“Eu te amo e prometo te trazer logo para perto”

“Não vou me esquecer dessa promessa” Brinquei.

“Pode parecer, mas não é fácil para mim te ter longe dessa forma. Não quero mais ser obrigado a contar os dias para estar junto de você”

“É bom escutar isso” Me sentia como se estivesse anestesiado. Me encontrava com os olhos fechados e um sorriso largo estampado no rosto. Eram poucas as vezes em que escutava algo daquele tipo. “Agora irei contar os dias apenas para me mudar logo”

Peter riu do outro lado da linha, o que me fez acompanha-lo no ato instantaneamente.

“Você não existe! ”

“Existo sim. E não irá se ver livre de mim com facilidade”

“Fala como se quisesse”

“É bom que não queira”

“É uma ameaça. Arthur? ”

“Considere como quiser” O provoquei.

“Se estivesse perto não iria escapar das minhas cócegas”

“Pela primeira vez agradeço pela distância” Respondi me deixando ser tomado pelas risadas que eram acompanhadas pelas as de Peter. “Ou não. Sinto muito sua falta”

“Também sinto a sua” Seu riso cessou junto ao meu. De uma hora para a outra a melancolia pareceu nos tomar.

“A cama está grande demais. Fria demais”

“Eu sei. Mas posso esperar até que durma”

“É sério? ” Não pude deixar de perguntar. Parecíamos estar em um daqueles filmes de comédia romântica e era muito para que pudesse acreditar.

“Sim” Respondeu como se fosse óbvio, mas esperava que ele dissesse estar apenas brincando. “Já está deitado? ”

“Estou” Me rendi. De certa forma era tranquilizante não me sentir tão sozinho naquele quarto.

Não quero fechar meus olhos. Eu não quero adormecer, porque eu perderia você, baby e eu não quero perder nada. Porque mesmo que eu sonhe com você, o sonho mais doce nunca vai ser o suficiente e eu ainda sentiria sua falta, baby. E eu não quero perder nada” O mais velho começou a cantar e me permiti fechar os olhos ao escutar sua voz rouca cantando aquela música que significava muito para mim. “Deitado perto de você, sentindo seu coração batendo. E eu estou pensando sobre o que você está sonhando, querendo saber se sou eu que você está vendo. Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos. E eu só quero ficar com você neste momento para sempre, para sempre e sempre”

Não posso dizer em que momento a canção acabou. Me deixei levar pela melodia cantada e depois de algum tempo não me lembrava de mais nada. Cai no sono facilmente e rapidamente.

Seria bom todas as noites terem sido da mesma forma.

_____

Mais uma briga. Não era a primeira naquele mês e arriscava-me a dizer que também não seria a última. Peter vinha deixado de ligar ou responder meus e-mails com regularidade e sempre que questionado me dava a me mesma desculpa, sendo essa não ter tempo. Muitas vezes ligava e seu celular caia direto na caixa postal. Os e-mails acumulados nunca eram respondidos, o que algumas vezes me deixavam extremamente preocupado imaginando se alguma coisa estivesse lhe acontecido.

Minhas noites de sono não eram mais as mesmas há muito tempo. Não conseguia dormir com facilidade e quando acontecia acordava várias vezes com a preocupação de não escutar o celular tocar caso Peter ligasse. Não conseguia entender os motivos para seus sumiços, mas era incrível como me fazia esquecê-los quando ele se desculpava dizendo não ter tempo entre o trabalho no hospital e seus estudos. Entre mim e Peter sempre existiria a fraqueza, era fácil para ele me desarmar. Não acontecia de imediato, algumas vezes demorava alguns dias até que lhe ligasse e pedisse desculpas por não ser tão compreensivo como deveria. Segundo Thomas estava completamente errado por tomar a culpa para mim, porém sabia que se não o fizesse meu noivo não abriria mão de suas razões para me procurar. Era como um ciclo vicioso, brigar e fazer as pazes, contudo cada briga me marcava e mesmo que ele não soubesse e me escutasse sendo firme, ao desligar o telefone sempre chorava.

Não estava sendo diferente naquele sábado. Mais uma vez o mais velho implicava com Anthony depois de ter dito que iria sair com eles e seus amigos. Arrependia-me profundamente depois de ter lhe contado e até mesmo de ter ligado para ele. Fazia dias que não nos falávamos e me arrisquei discando seu número antes de Anthony chegar.

“Não entendo o motivo de se manter próximo desse cara”

“Ele é meu amigo. Quantas vezes mais precisarei dizer? ” Já me encontrava impaciente com a insistência de Peter para me fazer ficar em casa.

“Não consigo confiar nele, não me sinto seguro ao saber que estão saindo juntos”

“Você tem me evitado por tanto tempo, não tem o direito de achar ruim. Por Deus, Peter, está tentando me controlar! ”

E então a ligação teve seu fim. Peter simplesmente desligou sem aviso prévio.

_____

Me encontrava com o notebook sobre minhas coxas enquanto respondia a um e-mail de Thomas. Nos falávamos com mais frequência do que antes, o que era bom. Ele passou a me responder todos os dias e então mantínhamos sempre uma conversa entre os acontecimentos do dia a dia e certas vezes respondia as inúmeras perguntas do loiro sobre mim e Peter.

Ao checar minha caixa de entrada me deparei com um e-mail de Peter, o que claro, me surpreendeu e muito pela rapidez em resposta a outro escrito por mim.

Phillippe Clarke

Para: Peter Humphrey

Vim aqui com a intenção de perguntar e dizer algumas coisas, mas bom, acho que antes de dizer qualquer coisa, tenho que te perguntar. O que é que está acontecendo? Não estou mais entendendo essa situação, ou sabe se lá se já entendi. Por que me evita dessa forma? Não lembro de termos brigado, na verdade nem consigo lembrar da nossa última conversa direito, já faz tempo. Não sei se falei alguma coisa errada, que eu saiba não. Apenas sei sobre sua implicância com Anthony. Mas se fiz algo gostaria muito que me dissesse, não estou mais aguentando isso e queria tentar resolver, já que você não parece fazer questão disso. Bom, queria muito resolver isso, se não, talvez não dê mais para continuar dessa forma. Espero uma resposta rápida.

Peter Humphrey

Para: Phillippe Clarke

Sabe, eu lembro da última conversa, e é por isso que ficamos assim. Só porque disse que não tinha tempo, você mudou, me pareceu ter ficado bravo na hora, depois trocamos pouquíssimas palavras e de repente acabou assim. Você não devia ser tão apressado ao esperar por minhas respostas. E me diga, eu que estou evitando? Por favor...

Assim que o li respondi no mesmo instante.

Phillippe Clarke

Para: Peter Humphrey

Não fiquei bravo e sim chateado. Por Deus, você faz com que eu me sinta o errado nessa história toda. Sou eu que estou te evitando então? Se foi isso que quis dizer não tem cabimento.

Não vou ser egoísta a ponto de não entender a falta de tempo, mas Peter, já faz quantos dias que não nos falamos?

Pois é, me sinto muito apressado. Sou apressado e talvez você seja calmo demais, acho que chegamos a um meio termo.

Não quero discutir isso, também porque sei que não vamos chegar a nada produtivo. Mas sabe, me passa muita coisa em mente, até mais do que devia e me sinto esquecido aqui. Também tenho minhas obrigações, porém nunca te deixei como faz, sabe disso, nunca fiquei dias sem te responder. Quer que eu me sinta como?

E é completamente impossível pra mim fechar os olhos e fingir que nós falamos no dia anterior, sinto sua falta, não peço sua atenção o tempo todo, só quero que lembre que estou por aqui ainda e que espero por você. E Peter, você faz com que eu me sinta causador de tudo isso quando só quero consertar.

Minha resposta só chegou dias depois e por incrível que possa parecer aos olhos de quem está por fora, foi o fim de mais uma discussão entre nós.

Peter Humphrey

Para: Phillippe Clarke

Bom, sei que estou muito ausente, durante a semana quase não tenho tempo para mim mesmo, agora piorou e só me sobra os finais de semana. Então amor, vou tentar ser mais presente, mas sabe que tenho os plantões, não é?

Sei que essa situação toda é péssima para você, assim como é para mim. Parece que não me importo, mas eu importo tanto. Porque eu não quero te perder, e não são só alguns dias que estamos juntos, são quase dois anos. E eu te peço desculpas. Sabe, não quero que você sofra mais com isso.

Phillippe Clarke

Para: Peter Humphrey

Não quero que pense que estou só te cobrando. Só tenho medo de te perder. Tem passado pela minha cabeça que se cansou de mim, pode se irritar comigo, mas é verdade.

Me desculpa por entrarmos nesse tipo de discussão mais uma vez.

Te amo.

Meus dias estavam entre altos e baixos. Entre idas e vindas de Peter para meu dia a dia. Era difícil para mim chegar em uma conclusão sobre nós, sentia-me deixando-me levar para qualquer direção, para o lado que o vento soprasse.

Não conseguia mais sentir a segurança de ter Peter para mim, era como estar me preparando involuntariamente para perde-lo a qualquer momento, se é que já não estava perdendo partes dele com o tempo. Já não o tinha por completo e não podia me contentar com uma metade. Metade de sua presença, metade de sua atenção ou até mesmo metade de seu amor. Eu o queria por inteiro, pois o amava por completo. Loucamente e mais do que a mim mesmo.

Fechei os olhos e os ouvidos para os conselhos de Thomas sobre dar valor a mim e abrir mão de Peter. Sempre seria mais fácil para aquele que está fora dizer o que fazer, não para mim que sentia e amava de forma intensa. De uma coisa sabia: Não estava preparado para um término.

_____

“Sim Phillippe, já respondi a essa pergunta várias vezes. Acho que deveria vir e conversar com ele pessoalmente. Vocês precisam de uma conversa decente para colocar tudo nos eixos. Faz quanto tempo que conversaram sobre você se mudar? Já deviam ter acertado isso”

Thomas insistia na ideia de ir para Los Angeles e conversar com Peter, uma vez que ele soubesse onde o mesmo residia. Segundo ele não deveria avisar sobre minha visita, caso contrário seria impedido.

“Alguns meses. Iremos fazer dois anos mês que vem”

“Viu? Muito tempo! Não podem viver assim por mais alguns meses, pode ser que não resistam até lá” Thomas ficou em silêncio por um longo tempo até completar. “E me desculpa, mas sinto que Peter não está fazendo esforço algum para mudar essa situação”

“Você está certo. Irei comprar minha passagem”

Notas finais
As coisas não melhoram para esses dois. Então me digam, acham que o Phill está errado em cobrar tanto do Peter ou o mesmo simplesmente não lhe da o devido valor? Confesso que tenho minhas duvidas. Bom, foi citado e-mais reais nesse capítulo, apenas algumas coisas foram mudadas para se encaixarem, porém quase nada para que não perdesse parte da realidade. E sim, é péssimo para mim expor dessa forma, mas ok... Beijos e até logo. Ah! Obrigado por cada leitor ainda presente.