Meu amigo de mensagem via mariposa
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Era uma janela;
Bem... não era exatamente uma janela, ele sabia disso agora, talvez essa tenha sido a rasão pela qual ninguém desde os trabalhadores da mansão, aos meros convidados das grandes reuniões que seu pai organizava o viram acenar esteticamente da "janela" borboleta.
Mas desde que ele pudesse ver o lado de fora ele não se importa com o fato de ser apenas um espelho, aliás ele realmente imaginou que isso era possível apenas naqueles filmes que feliz gostava de assistir.
Bridgette dupain-cheng, Deusa! Era assim como Félix a avia apelidado, bem não que ele a chame assim copiosamente ainda mais em sua forma cívil, mas independente disso Bridgette não se considerava uma garota de tal patamar, bem... talvez ela fosse uma Deusa do puro azar, mas pelo menos quando ela se transformava em ladybug tikki se incarrega de suprir essa necessidade extrema de "sorte", que nesse momento não estava servindo para droga nenhuma!
— Mantenham o foco! Quando isso tudo acabar eu vou curar os ferimentos de todo mundo.— Bridgette(ladybug) gritou de um lado da via.
— Ótimo vamos acabar logo com isso! — Vanessa (volpina) disse ao aterrissar ao lado de Bridgette.
— Com licença as duas tagarelas vão ficar aí ou vão ajudar? Porque tipo... TEM UM POLVO ENORME QUERENDO FAZER UM SUSHI COM A GENTE! —Cris virou um pouco mais distante enquanto lutava para se desvencilhar dos tentáculos de um enorme polvo, não marinho por algum motivo, de uns sete metros.
— Hahahahah, entendi a piada.— Zoe diz não muito distante de Cris.
— Pessoal sem brigas!— Bridgette usou seu ioiô para libertar Zoe.
— Sabe o que fazer vespeira!— Vanessa gritando enquanto invocava uma ilusão para distrair o polvo de sua presa recém perdida.
— OK! Venom!— usando sua agilidade especial Zoe paralisou o polvo gigantesco.
—Lamento mais o rodízio foi interrompido.— Zoe não era a piadista mais arriscava alguns trocadilhos as vezes.
—Essa foi péssima, LADYBUG PEGUE!— Chat noir (Félix) gritou jogando um gigantesco avental para sua parceira.
— Boa jogada Gatinho!— Bridgette apanhou o avental e o destruindo libertou o akuma.
— Chega de maldades akuma! Tchau tchau borboletinha.— Bridgette estava pronta para terminar com seu trabalho.
"Miraculous Ladybug!"
Alguns minutos depois...
— Eu estou cheirando a peixe!— Zoe choramingando se jogou no sofá do QG.
— Eu nunca mais vou comer sushi na minha vida!— Cris reclamou.
— E qual foi o motivo para a acumatzação do dia Bridgette?— Félix perguntou.
— Era apenas um cozinheiro de um restaurante japonês que foi demitido por se recusar a preparar um prato. — Bridgette disse sem muito interesse.
— Mas ele não é um cozinheiro? Esse deveria ser o trabalho dele?— Vanessa perguntou.
— Bem ao que parece o "lanche" consistia em decapitar um polvo vivo e jogar sal sobre para fazê-lo... Dançar no prato por assim dizer, e por mais que fosse cultural ele parece não concordar muito com isso, a propósito ele disse que prefere macarrão. — Bridgette deu uma leve risada.
—.Acho que eu tenho uma leve lembrança de ter comido algo assim em um evento, não foi algo que eu queira repetir. — Félix comentou de forma descontraída.
— Para falar a verdade eu não sou nem um pouco fã de comida japonesa.— Cris comenta.
—E eu como vegana concordo completamente com o cozinheiro!— Vanessa se levantou de repente.
—.Bem, lamento informar mais eu sou super fã dessa Iguaria "Dançante" embora eu concorde.que possa parecer cruel .— Bridgette comenta.
— Eu não comeria, mas se é uma questão cultural por min tudo bem, por tanto que não seja por pura maldade ou entretenimento.— Zoe resolveu dar sua opinião.
—Em falar em entretenimento, quanto tempo ainda temos antes de termos que buscar nossos queridos e irritantes aprendizes?— Vanessa perguntou.
— Bem...cerca de uma hora e meias.— Cris respondeu após dá uma breve olhada em seu smartphone.
— Então vocês acham que...tipo assim... dá para tirarmos uma soneca até lá?— Zoe pergunta.
"Apoiado!!"
Na mesma cidade, nem mesmo muito longe do QG dos heróis estava o covil do vilão, óbvio o suficiente para passar despercebido, afinal poucos vêem o que está bem abaixo de seu nariz.
—Eles venceram esse com muita facilidade, a julgar pelo tamanho eu imaginei que eles teriam mais dificuldade.— O garoto de aparentemente seis sete anos de idade.
—Eu também pensei o mesmo jovem mestre.— Um pequeno ser lilás respondeu a pequena criança largada na imensa sala.
— É uma pena, eu realmente me esforcei neste aqui, papai realmente parecia frustrado desta vez.— A criança se levantou e foi até sua pequena cama e se abaixou ao lado de um pequeno criado-mudo, e a luz da janela finalmente tomando seu rosto era possível perceber que embora eles estivessem tendo um diálogo o maxilar da criança não se mecheu um único milímetro se.quer, talvez porque aquela conversa estivesse acontecendo apenas nos limites dos pensamentos dos ambos ali.
— Zangado seria uma palavra mais apropriada jovem mestre.— A criaturinha lilás respoendeu a criança novamente.
—Bem noruu, isso não importa agora, você quer umas uvas?— A criatura lilás nada respondeu apenas se aproximou do menino, provavelmente cobrando pelas uvas oferecida a segundos atrás.
A criança vestida de forma social, sendo destacado o uso de suspensórios e de uma máscara decorada com diversas pegadas felinas.
— Qual tipo você prefere? As verdes ou as mais rochinhas? — A criança pergunta.
—Qual você preferir me dar Adrien, não tenho preferências quando se trata da minha fruta favorita! — A criatura lilás respondeu.
Os olhos de "Adrien" se estreitaram denunciando um sorriso.
— Você podia me chamar assim mais vezes.— Adrien disse enquanto removia uma uma do cacho, a qual a criaturinha engoliu sem esforço algum.
— Coma mais devagar ou você vai ficar com aqueles soluços horríveis outra vez.— Adrien.o repreendeu.
—Afinal o que são alguns soluços comparado a essas frutas saborosas? — E a criaturinha abocanhou outra pequena (porém grande) fruta.
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