Meu amado Veela
8 Capítulo 8 Amigos?
Notas iniciais
Um mês havia se passado desde a primeira ronda de Draco e Hermione, e mesmo depois de tanto tempo o garoto não nunca sabia se conseguiriam se controlar, mas felizmente ele nunca perdeu o controle, ele não tinha conseguido se aproximar da garota eles só trocavam comprimentos. O garoto estava muito mal, ele tinha olheiras roxas enormes, estava muito cansado por vezes chegou a dormi na sala, toda noite era a mesma coisa ou ele não conseguia dormi ou sonhava com a garota e acordava no meio da madrugada e depois não conseguia voltar a dormi, ele também estava muito triste por esta tão perto e ao mesmo tempo tão longe da sua companheira, ele treinava com o time de Quadribol três vezes por semema, ele estava esgotado.
Essa manhã ele acordou decidido a tentar se aproximar de Hermione.
Draco e seus dois amigos chegaram à sala de poções, a sala estava cheia só avia quatro cadeiras vazias no final da sala. Draco sentou na última, Blásio ia se sentar com o loiro.
— Blásio senta ao lado do Theo. Disse o loiro sorrindo.
— Por que cara? Quis saber o moreno.
— Porque a Hermione ainda não chegou, e só tem essa mesa vazia então ela vai ter que sentar ao meu lado.
— Você não presta Draco. Disse Theo sorrindo
Depois de algum tempo o professor entrou na sala, mandou os alunos abrirem os livros na pagina 121 e 122 na porção do morto vivo, o professor estava começando a fala quando uma batida leve na porta o interrompeu.
— Desculpa o atraso professor, eu esqueci meu livro e tive que voltar para buscar. Disse Hermione na porta da sala.
— Tudo bem Senhorita Granger, sente-se ao lado do Senhor Malfoy. Disse o professor. Ela veio em direção à mesa do loiro.
— Licença. Falou a garota desconfortável. Draco limitou-se a sorrir para ela.
Assim que a garota se sentou o professor voltou a falar, ele entregou os Caldeirões para eles, a poção seria feita em duplas e Draco e Hermione ficaram juntos.
Eles pegaram os ingredientes e logo começaram a fazer a Porção que era bem fácil para eles, já que eles eram os alunos mais inteligentes da turma, se não os da escola. Hermione viu que Rony estava olhando para ela e Draco o tempo todo, o garoto estava com o rosto e a orelhas vermelhas assim como seus cabelos. Hermione esticou a mão para pegar o vidro que tinha a Raíz de asfódelo em pó no mesmo momento em que Draco foi pega-lo, as mãos deles se encontraram, a garota logo puxou sua mão. Eles foram os primeiros a terminar a porção. Hermione ficou impressionada, toda vez ela fazia par com Rony, e o garoto era um desastre em poções assim como nas outras matérias, então ela sempre acabava fazendo os trabalhos sozinha, mas com Draco foi diferente, pois o garoto era muito inteligente e não a deixou fazer a porção sozinha.
— Muito bem Senhor Malfoy e Senhorita Granger, amanhã iremos verificar se a poção ficou tão boa quanto ela aparenta, agora os senhores podem ir. Disse o professor.
— Obrigado. Disse a garota. Os dois arrumaram seus matérias e logo deixaram a sala.
— Você acha que a poção ficou boa? Perguntou a garota um pouco acanhada por estar falando com o garoto.
— Claro que sim. Disse o garoto convencido. Hermione bufou. Eles já estavam na frente do retrato do salão comunal deles, a garota falou a senha e entrou, Draco estava bem atrás dela. Hermione estava quase na porta do quarto dela, quando Draco segurou o braço dela.
— O que você quer Malfoy?
— Eu preciso falar com você Granger.
— Pode falar.
— Eu quero te pedir... Desculpa, por todas as vezes que eu te xinguei, te chamei de sang... enfim eu quero que você me desculpe por tudo, eu mudei, não sou mas preconceituoso. Será que podemos ser amigos? Perguntou o garoto.
— Malfoy, eu não posso passar por cima de tudo o que você me fez. Disse a garota.
— Deixa eu te provar que eu mudei que eu não sou mais aquele garoto preconceituoso? O garoto estava se sentindo triste, o veela achava que aquilo era uma rejeição.
— Tudo bem. Disse a garota, Draco deu um sorriso imenso e teve vontade de abraça-la, mas reprimindo esse pensamento ele estendeu a mão para ela.
— Amigos?
— Amigos. Disse ele apertando a mão dele.
Eles se sentaram no sofá que avia ali um de frente para o outro e começaram a conversa.
— Granger como...
— Me chame de Hermione. Disse ela o interrompendo.
—Então me chame de Draco. Eles riram então Draco perguntou.
— Como foi a sua infância?
— Normal eu ia ao parque todo final de semana com os meus pais, ia à escola, tinha poucos amigos, pois a maioria me chamava de dentuça ou cabelo de vassoura assim como você. Falou a garota sorrindo.
— Desculpa. Disse Draco
— Sem problemas, mas sabe o que eu mais sinto falta e de ir ao parque com os meus pais.
— E por que você não vai mais?
— Meus pais morreram na guerra. Respondeu a garota triste.
— Eu sinto muito.
— E como foi a sua? Quis saber a garota.
— Muito agitada, meu pai me ensinou a jogar Quadribol, eu tinha poucos amigos também, pois eu sempre ficava em casa só conhecia os filhos dos amigos do meu pai, adora viaja com meus pais, ajudava minha mãe no jardim de casa. Disse ele sorrindo, Hermione também estava sorrindo.
— O que foi? Perguntou o garoto.
— Nada eu só não imaginei que a sua família fosse tão... normal. Disse ela rindo Draco a acompanhou na risada. Eles ficaram conversando a tarde todo já que nenhum tinha mais aula naquele dia. Hermione não pode evitar comparar Draco e Rony, Draco era educado, conversava sobre qualquer assunto, era muito inteligente, quando ela falava algo sobre o mundo trouxa que ele não conhecia, ele logo perguntava sobre o que se tratava, ao contrario de Rony que não se interessava por nada que ela falava, e não era muito inteligente.
— Nossa já e hora do jantar. Disse a garota alarmada.
— Vamos? Perguntou o garoto.
— Vamos. Respondeu ela.
Eles saíram do salão comunal dos monitores e seguiram para o salão principal.
— Draco eu não sei como os meus amigos iram reagir, então será que a gente pode deixar em segredo essa nossa amizade?
— Podemos sim Hermione, a gente se ver na ronda. Disse o garoto sorrindo, ele deu um beijo na bochecha dela e seguiu para o salão principal, deixando uma Hermione corada para trás.
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