Meu amado Veela
21 Capítulo 21 Apaixonada
Notas iniciais
Blásio estava cada vez mais preocupado, fazia dois dias que Draco não ia às aulas. O moreno decidiu ir falar com Hermione para saber do loiro.
– Granger. Gritou o moreno, Hermione estava seguindo para o salão principal com Luna e Gina, a dois dias a castanha não ia ao salão comunal dos monitores, ela estava fazendo de tudo para evitar o loiro.
–Granger. Gritou o moreno novamente, desta vez a castanha olhou para trás. Blásio se apressou para alcançar as três garotas.
– O que você quer Zabini?
– Eu quero saber se você viu o Draco no salão comunal de vocês?
– Não, já faz dois dias que eu não o vejo, ontem eu fiquei o esperando pra irmos fazer a ronda e ele não apareceu.
– Ontem e hoje ele não foi a nenhuma aula. Disse o moreno pensativo.
– Talvez tenha havido alguma emergência e ele foi para casa. Disse Gina vendo a preocupação da castanha.
– Deve ser isso mesmo. Disse Hermione, querendo espantar sua preocupação.
– Vamos. Chamou Gina.
– Er... Vocês podem ir eu vou falar um estante com o Blásio e já encontro você. Falou Luna sorrindo, Gina olhou para Luna desconfiada, mas nada disse.
– Tudo bem. Disse Hermione chocada pela decisão da amiga de ficar com o Sonserino. Assim que as duas Grifinórias saíram Luna perguntou:
– Blásio está tudo bem? Luna olhava atentamente para o moreno, as feições dele eram rígidas ele parecia cansado.
– Eu só estou preocupado. Luna depois nos falamos eu vou procurar o Draco. Blásio já estava se virando quando ouviu a loira o chamar.
– O quê?
– Eu posso ir com você?
– Como?
– E... Você pode precisar de ajuda. Falou a menina com as bochechas coradas.
– E... Tudo bem, vamos. Luna sorriu para o garoto e os dois começaram a andar no sentido oposto das pessoas já que todos iam em direção ao salão principal para o jantar. Quando já estavam em um corredor vazio Luna perguntou:
– A onde estamos indo?
– Ao salão comunal dos monitores. Respondeu Blásio sem olhar para menina.
– Como iremos entra se não temos a senha? A garota olhava para o sonserino com os cenho franzido.
– Draco me disse a senha. Desta vez Blásio olhou para a loira, ele continha um meio sorriso a garota olhou atentamente para o moreno e viu que esse meio sorriso não chegou aos olhos do mesmo.
Nenhuma palavra mais foi dita, assim que chegaram a frente do quadro de Marlly, Blásio disse a senha, a mulher do quadro os olhou desconfiada, mas ainda sim os deixou entra.
Luna e Blásio estavam surpresos com a beleza do salão comunal, mas logo Blásio foi até a porta onde havia escrito: Senhor Malfoy.
Blásio adentrou com calma, logo atrás dele Luna entrou, os dois jovens procuram pelo herdeiro Malfoy, mas não o encontraram, Luna estava parada na porta do quarto quando ouviu um gemido alto e sofrido. Alarmada a garota saiu de dentro do quarto, gemido foi ouvido e desta vez ele sobe de onde eles vinham.
– Blásio eu estou ouvido uns barulhos. Falou a garota baixinho. O menino nada respondeu, ele se dirigido até onde a garota estava e com o olhar a questionou de onde vinha o barulho a menina apontou para a porta ao lado do quanto de Draco, na porta havia escrito: Senhorita Granger. Os dois se entre olharam, Blásio abriu a porta com cautela, ele não queria assustar quem quer que estivesse do outro lado da porta.
Assim que a porta foi aberta os olhos dos dois jovens varreu o local e não demorou muito para eles verem o corpo de Draco jogado perto da cama que havia no quarto. Blásio correu ao encontro do corpo do amigo, Blásio virou o corpo do loiro para que ele ficasse com o rosto para cima, mas no mesmo momento que virou o garoto Blásio se arrependeu: o rosto do loiro estava coberto por sangue, ele estava pálido, os lábios roxos, ele continha também grandes olheiras roxas e fundas, o menino parecia sem vida. O loiro resmungou de dor assim que Blásio tocou seu corpo.
– Merlin o que fizeram com você Draco. O moreno com muito esforço conseguiu levantar o corpo de Draco.
– Você vai levar ele a enfermeira?
– N.. Não v... Vou c... Colocar ele no quarto... E se ele não m... melhorar ai eu o levo pra lá. Blásio respondeu com dificuldade, pois Draco era muito pesado.
Alguns minutos depois Blásio conseguiu levar Draco ao quarto dele.
– Her...mio..ne. Gemeu Draco assim que foi colocado em sua cama.
Luna estava parada na porta do quarto do sonserino, estava assustada e ao ouvir o gemido do garoto ela arregalou os olhos. Blásio tirou a camisa do loiro foi até o banheiro a molhou e assim que voltou ao quarto começou a limpar o rosto do amigo.
– O que houve com ele? Perguntou Luna baixinho e com a voz trêmula. Blásio havia se esquecido completamente da garota.
– Eu não sei. Falou o garoto com sinceridade.
– Luna vá buscar algo para ele comer enquanto eu dou banho nele. A garota nada disse apenas concordou com a cabeça, ela segui até a cozinha do castelo, a menina demorou o dobro do tempo que demoraria normalmente, ela estava confusa. Assim que chegou a cozinha um elfo veio pergunta o que ela desejava a menina pediu uma sopa e um copo de suco de abóbora assim que ficou pronto ela voltou para o salão dos monitores com não sabia a senha garota deu leves batidas logo Blásio apareceu, ela entrou no salão e foi logo ao quarto do loiro, Draco usava somente uma calça moletom, Luna corou fortemente, mas nada disse, se sentou na beirada da cama do garoto, Draco esta acordo, ele olhou para garota confuso, mas antes dele falar algo ela levantou a colher cheia de sopa só então Draco se deu conta de que estava faminto. Luna deu toda a sopa a Draco, a loira havia reparado que Draco estava bastante cansado.
– Bom eu já vou indo. Disse a loirinha caminhando em direção à porta do quarto de Draco.
– Obrigado Luna. Agradeceu Draco. Luna nada respondeu, a garota limitou-se a olhar para o loiro e sorrir, a menina logo voltou a caminhar, quando ela estava quase saindo do salão comunal dos monitores Blásio a chamou e pediu:
– Por favor, Luna, não comente o que viu aqui com ninguém, você poderia fazer isso?
– Mas por...
– Por favor, por mim? Blásio interrompeu a garota e reforçou seu pedido.
– Tudo bem. Concordou a garota depois de um longo suspiro.
Blásio deu um beijo de despedida na bochecha de Luna e assim que a loira que estava corada se foi, o moreno logo voltou para o quarto de seu amigo. O Sonserino não perdeu tempo, foi logo pedindo explicações a Draco, que deu mesmo estando fraco, logo após contar todo o ocorrido a seu amigo, Draco deixou o sono o guiar para o mundo dos sonhos, Blásio dormiu sentado em uma poltrona que havia no quarto do loiro naquela madrugada. Draco acordou gritando fazendo seu amigo acorda assustado, logo Draco o acalmou dizendo que havia sido só um pesadelo, então Blásio voltou a dormi, mas Draco não conseguiu, pois ficou pensando em seu pesadelo ele havia sonhando com Hermione deitada com Neville em cima dela á beijando.
Duas semanas depois...
Neville e Rony haviam sido liberados da enfermaria poucas pessoas ainda falavam com o ruivo entre elas estavam Gina, Dino, Lilá, Parvatil e Neville, este ultimo não acreditava que Rony seria capaz de algo tão cruel. Hermione havia voltado a dormi no salão comunal dos monitores, ela e Draco não estavam se falando, o garoto até tentou falar puxar assunto mais a garota sempre o respondia com respostas curtas e rápidas. Draco estava cada vez mais fraco, a semanas ele não treinava com o time, não conseguia dormi, não comia, não estava conseguindo dormi, as vezes quando ele conseguia dormi, acabava tendo pesadelos igual a na noite em Blásio o encontrou. Luna não havia comentado com ninguém o que viu no salão comunal dos monitores. Draco estava cada vez mais cansado, ele quase cai nos corredores, Hermione estava preocupada mais mesmo assim não podia deixa seu orgulho de lado e por isso não falava com o garoto. Gina havia percebido que a castanha estava triste, desatenta, não comia direito, ela até achava que era por que Rony ainda estava em Hogwarts mais então no ultimo dia que Hermione dormiu no dormitório da Grifinória Gina viu a amiga chorando com uma foto de Draco ao seu lado e então naquele momento Gina percebeu que Hermione estava irrevogavelmente apaixonada por Draco Malfoy e que ela já não conseguia negar nem pra si mesma.
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