Meu amado Veela
39 Capítulo 38 Se sentindo rejeitada
Notas iniciais
Dois dias haviam se passado Hermione já sentia saudade de Draco e de seus amigos, no dia que ia ser liberada ela acordou já de tarde quase noite ela não sabia explicar, mas nestes últimos dias ela dormia muito, e mesmo tendo dormido tanto a garota ainda se sentia cansada, ela não conseguia se lembrar com clareza o que aconteceu enquanto ela estava com Marcellus, mas ele se lembrava do Sonserino em cima dela arrancando sua saia e chupando seu pescoço enquanto se esfregava nela à castanha sentiu seus olhos cheios de lágrimas, a garota se sentou na cama mesmo sentindo seus músculos protestaram, ela secou suas lagrimas e balançou sua cabeça na tentativa de espantar aquelas lembranças, ela levou as mãos aos cabelos e fez o coque frouxo na tentativa de os arruma-los, durante esses dias a castanha vinha tendo pesadelos com Marcellus. O curandeiro estagiário Augustos Pye bateu na porta, a castanha não o conhecia, pois que sempre trazia sua comida era uma mulher chamada Gabriela.
– Entre. Pediu a castanha falando um pouco mais alto para que o estagiário escutasse o homem abriu a porta entrou no quarto ele trazia uma bandeja nas mãos cheia de comida, assim que o cheiro invadiu as narinas de Hermione o estomago dala roncou e foi então que ela percebeu que não comia há horas.
– Faz um bom tempo que você não come, então eu resolvi trazer algo para você comer, a proposito eu sou o curandeiro estagiário me chamo Augustos Pye. Falou o homem, ele era alto, moreno e tinha olhos verdes e era forte.
– Prazer Augustos Pye, obrigado. Agradeceu à castanha sorrindo, o homem deu a bandeja para a garota que a colocou sobre suas pernas, ela começou a comer assim que ela colocou o último alimento na boca Augustos disse:
– Como você esta se sentido? Perguntou o homem se sentando na cama da menina. A castanha termino de engolir a comida que estava em sua boca e respondeu:
– Bem. O homem viu que havia uma sujeira no canto da boca da castanha, ele levou seu polegar até lá e limpou automaticamente as bochechas da castanha coraram e entes que ela falasse qualquer coisa a porta do quarto foi aberta.
– Vim te buscar am... Draco interrompeu sua frase ao ver o curandeiro estagiário com a mão perto da boca da castanha e ela com as bochechas coradas, Hermione se afastou do homem e sorriu.
– Amor, que bom que você veio. Falou a castanha sorrindo
– Senhor Malfoy. O Homem se levantou e cumprimentou Draco com um aperto de mão, o homem apertou a mão do mais jovem com muita mais força que o necessário, mas o loiro não esboçou nenhuma reação e fez o mesmo que homem, o curandeiro estagiário fez uma careta de dor ao sentir sua mão ser esmagada. Assim que o aperto de mão terminou o estagiário pegou a bandeja de Hermione e saiu do quarto.
– Tudo bem Draco? Perguntou Hermione receosa.
– Sim e com você? Perguntou o loiro chateado.
– Bem. Respondeu a garota pegando a mão de seu namorado.
– O que aquele cara estava fazendo aqui? Perguntou Draco tentando manter a calma.
– Ele veio trazer meu almoço. Respondeu a garota.
– E por que ele estava quase te beijando? Quis saber o loiro sentindo o lado possessivo do veela o dominar.
– Ele não estava quase me beijando, ele só estava limpa do o canto da minha boca.
–Sei. Falou Draco descrente.
– Para de ser bobo, eu só quero você. Disse a menina se aproximando do loiro, a castanha ficou de joelhos na cama e beijou o loiro, ela passou a língua no lábio inferior do Sonserino que logo os separou, a menina passou sua língua em todos os cantos da boca do loiro, o beijo que era calmo ficou voraz, as mãos do loiro que estavam na cintura da menina começou a descer em direção as nádegas da castanha, a saudade entre eles era palpável a garota apertava os ombros do garoto e se sentia quente aonde as mãos do garoto a tacavam, mas que a mão de Draco chegasse à nádega da garota ele se afastou subitamente dela, a respiração deles esta irregular.
– A Luna e Gina mandaram suas roupas. Falou o menino dando uma bolsa para a garota que ela não havia visto quando ele entrou.
– A McGonagall estava falando com o curandeiro Hipócretes Smethwyck, eu vou lá, depois eu volto. Hermione escutou tudo calada, ela estava de cabeça os olhos dela estavam cheios de lagrimas, mas Draco não percebeu, o garoto deu um beijo na cabeça da menina. Assim que viu que o loiro havia deixado o quarto, a menina começou a chorar ela estava se sentindo tão rejeitada, pois ela achava que o menino não queria tocar nela depois de Marcellus. Minutos depois a castanha se recuperou ela entrou em um banheiro que tinha em seu quarto com a bolsa que o loiro deixou, ali tinha as roupas e seu sabonete, shampoo, escova de dente e outras coisas. Hermione se despiu e abriu o registro do chuveiro, a água morna fez os músculos da menina relaxarem, Hermione pegou o sabonete líquido de morando e colocou em uma bucha que também estava na bolsa quando se deu conta seu pescoço estava vermelho e ardia pois a garota havia esfregado o local com força excessiva, os braços, e pernas da castanha estava da mesma forma, ela tinha um imensa vontade de chorar mas sabia que não podia não ali, a menina desligou o chuveiro se secou e vestiu suas roupas, a castanha deduziu que fazia muito frio lá fora pois sô havia roupas grossas e que aparentavam ser muito quentes. Já vestida Hermione peteou seu cabelo e o deixou amarado em um rabo de cavalo, a menina estava de luvas, dois casacos, uma calça preta de tecido confortável, um cachecol, a castanha se sentou na cama e não demorou muito para que Minerva e Draco entrassem no quarto.
– E bom vê-la acordada senhorita Granger. Disse a diretora, Hermione limitou-se a sorrir para a mais velha.
– O senhor Hipócretes Smethwyck já lhe deu alta, mas mandou à senhorita tomar essas poções essa verde e para dor e a rosa e para as suas lesões. Disse Minerva. Hermione acenou positivamente.
– Agora vamos. Chamou McGonagall, os dois jovens iam logo atrás da diretora logo os três se encontravam fora do St.Mungus, Hermione sentiu todo seu corpo tremer, vendo que a castanha estava com frio o loiro passou seu braço pelos ombros da menina, diminuindo minimamente o frio que ela sentia, Draco não estava com tanto frio como a castanha, pois já estava acostumado, mas a menina não pois estava sempre dentro do quarto do St.Mungus, não sai por nada e mesmo estando acorda só por dois dias a garota já se sentia sufocada naquele lugar, os três entraram em um beco escuro onde não havia ninguém.
– Se segurem em mim, iremos aparatar. Avisou Minerva Draco segurou o braço da mais velha enquanto a castanha se agarrou ao corpo do loiro, logo a sensação de estarem sendo puxados pelo umbigo os atingiu, mas logo estavam sobre o chão da sala da diretora Hermione se desequilibrou e quase foi ao chão, mas Draco a segurou a tempo.
– Tinha me esquecido de quanto era ruim a sensação de aparatar. Comentou a castanha, ainda zonza.
– Você esta bem? Perguntou Minerva preocupada.
– Estou. Respondeu à castanha.
– Não estar não, temos que voltar ao St.Mungus. Disse o loiro, segurando a menina.
– Não seja exagerado Draco, quem nunca se sentiu mal ao aparatar? Argumentou a castanha Draco não a respondeu logo ela se recompôs.
– Vamos pro nosso salão comunal Draco? Pediu a castanha ainda agarrada ao corpo do loiro.
– Vamos. Falou o garoto, antes de sair da sala da diretora Minerva entregou as poções para Draco que as pegou e saiu com a castanha, quando os dois ainda estavam próximos da sala da diretora eles encontraram Blásio, Luna, Gina e Harry.
– Harry. Exclamou a castanha, mesmo tendo visto o moreno há poucos dias garota já sentia saudade, ela se jogou nos braços dele que passou os braços pela cintura dela, a castanha escondeu a cabeça na curvatura do pescoço dele, ela ainda se sentia rejeitada por Draco, mas se sentia protegida nos braços do amigo.
– Esta tudo bem Mione? Perguntou o moreno assim que sentiu sua blusa molhada.
– Esta só estava com saudade de você. Mentiu a garota secando suas lágrimas. Harry não disse nada ele só terminou de secar as lágrimas dela e beijou a testa da castanha. Ela sorriu para ele, e então Gina a puxou para um abraço que ela correspondeu prontamente.
– Que bom que você voltou. Falou a ruiva, quando elas se separaram, foi à vez de Luna abraçar a castanha. A loirinha não falou nada, mas aquele abraçou passou confiança, para a castanha, mas uma vez os olhos de Hermione se encheram de lágrimas, mas a castanha se controlou.
– Bem vinda a Hogwarts Granger.
– Obrigado, mas chame de Hermione Zabini. Falou a garota sorrindo.
– Então me chame de Blásio. Falou o Sonserino também sorrindo.
– Vamos pro salão comunal da Grifinória? Chamou Gina alegre.
– Se vocês não se importarem eu quero ir para o meu dormitório.
– Tudo bem, mas você esta se sentindo bem Hermione? Perguntou a ruiva preocupada.
– Sim eu só estou cansada. Respondeu à castanha. Eles se despediram e então Draco e Hermione seguiram para o salão comunal dos monitores. Nenhuma palavra foi trocada entre eles, a castanha percebeu que já era noite e que nevava em Hogwarts. Hermione entrou em seu quarto com Draco em seu encalço.
– Eu vou tomar banho, você ficara ai? Perguntou ela.
– Sim. Hermione pegou um de seus pijamas e entrou no banheiro esse banho foi mais longo do que o do St.Mungus, assim que voltou ao seu quarto já vestida ela não encontrou o loiro, mas então segundos depois ele entrou no quarto da castanha estava vestido com seu pijama e tinha seus cabelos molhados.
– Esta na hora de você tomar as poções. A garota concordou primeiro ela bebeu a poção com de rosa para suas lesões e depois a verde para a dor. Ela fez caretas ao tomar as duas poções e o ato fez o loiro sorrir, a castanha ficou sonolenta, Draco se sentou ao lado da menina que já estava deitada e embrulhada os olhos delas foram se fechando aos poucos e quando estavam completamente fechados Draco se levantou e esta prestes a se retirar do quarto.
– Draco? Chamou Hermione sonolenta.
– O que amor? Perguntou o loiro carinhosamente voltando para perto da cama da menina.
– Dorme aqui comigo? Pediu a menina com a voz chorosa.
– Claro minha linda. O loiro se deitou ao lado da castanha e ela colocou a cabeça no peito dela, enquanto o garoto fazia desenhos imaginários nas costas da castanha, ela ainda estava com sono, mas havia algumas coisas que ela queria perguntar a ele.
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