Meu amado Veela
34 Capítulo 33 Tortura
Notas iniciais
Quando Hermione acordou já era de tarde, ela estava zonza não sabia onde estava ela olhou para os lados e não encontrou ninguém ela estava deitada em uma cama, assim que se sentou a menina sentiu o cheiro poeira invadir suas narinas e a cama ranger fortemente, o corpo da menina estava dolorido, a cabana onde Hermione estava era simples as madeiras pareciam em péssimo estado, tudo estava coberto de poeira assim como a cama, não havia muita coisa ali só a cama, uma mesa e duas cadeiras, Hermione procurou sua varinha, mas não a encontrou, a garota estava prestes a se levantar quando ouviu a algo ranger, era a porta sendo aberta.
– Olha quem acordou. Disse Marcellus sorrindo diabolicamente.
– Quem é você? Perguntou a castanha assustada.
– Meu nome e Marcellus. Respondeu o garoto colocando alguma coisa na mesa que Hermione não viu o que era, pois o corpo do menino estava na frente.
– O que você quer comigo? Quis saber a castanha.
– Vingança. Disse o menino olhando para Hermione de um jeito completamente maldoso.
– Vingança? Repetiu à castanha.
– E vingança, contra Draco Malfoy.
– O que eu tenho há ver com isso? Perguntou à castanha.
– A Granger eu vou te contar uma história, sim? Marcellus não esperou una resposta ele continuou falando. — Meu pai era comensal da morte, Voldemort deu uma missão para ele ir ate um bairro trouxa e mataria seus pais, mas você apagou todas as memórias que eles tinham de você, mas o Draco já havia visto seus pais então Voldemort o mandou ir com o meu pai e chegando lá Draco encontrou seus pais sem que meu pai soubesse e os escondeu e então fez outro casal trouxa parecerem com eles, meu pai os matou sem saber que era o casal errado, quando eles voltaram o Malfoy foi ate o Snape que foi ate o Lord e inventou uma história sobre o meu pai ser um auror infiltrado e pediu para mata-lo por Snape ser um servo de muita confiança o Lord acreditou nele e então antes que meu pai contasse que foi enganado pelo Malfoy Snape o matou, e agora eu vou fazer o Malfoy sentir toda a dor que eu sentir. Hermione ainda processava tudo que Marcellus havia dito, uma grande alegria se apoderou do peito da garota, se o casal que foi encontrado não era os pais dela aquilo queria dizer que havia uma grande possibilidade deles estarem vivos que nem prestou atenção nas últimas palavras do Sonserino, Marcellus apontou sua varinha para Hermione e lançou um feitiço para que ela fosse amarrada a cama, ele se sentou em uma das cadeiras.
– Saber que o Malfoy era um vella me ajudou muito e foi muito bom velo desesperado quando coloquei a maldição imperius no seu amigo Weasley, o mandei violenta-la, pena que ele não conseguiu.
– O Rony estava sobre o efeito da maldição imperius? Por quê?
– Por que eu precisava ter certeza se o Malfoy era um veela e se você era a companheira dele. Respondeu o sonserino com tranquilidade.
– Você e um monstro. Gritou à castanha, o menino gargalhou.
– Sabe eu ouvir dizer que os veelas sentem toda a dor de suas companheiras, será que o Malfoy sentira isso? Perguntou o Sonserino antes de sussurrar:
– Crucio. O corpo de Hermione começou a convulsionar, a garota se contorcia e gritava de dor. Alguns minutos depois Marcellus parou o feitiço, Hermione respirava com dificuldade, o garoto se levantou e pegou um canivete sob a mesa, o garoto começou a passar o objeto sob a pele da castanha ela o olhava com medo, assim que o canivete estava sob o pulso da menina Marcellus fez mais pressão no objeto, um corte fundo foi feito e o grito de Hermione poderia ser ouvido a quilômetros de distância, enquanto a castanha chorava de dor Marcellus gargalhava em diversão, ele apontou sua varinha para o corpo da menina e sussurrou maldição cruciatus novamente só que desta vez ele não parou apos alguns minutos, Marcellus pegou o canivete e começou a perfurar a pele de Hermione enquanto ela sofria com o crucio horas depois Hermione ainda estava sobre o efeito do crucio, Marcellus olhou para o braço que ele havia cortado o pulso dela o mesmo da cicatriz que Belatriz havia feito, sorrindo o menino começou a passar o canivete sobre todas as letras reabrindo o que antes era só mais uma cicatriz, assim que ele terminou ele retirou a feitiço da menina o corpo dela estava suado e os cortes que Marcellus fez sangravam muito, Hermione sentia sua sanidade se esvaindo, ela não conseguia se mover, seu braço parecia pesar uma tonelada enquanto o resto do corpo ela nem esta mais sentido, sua voz não existia mais não depois de horas gritando. Parecia o fim e só o que a garota queria era ver o sorriso de Draco novamente. Marcellus se aproximou da menina com um chicote de coro nas mãos quando a menina menos esperou uma pancada foi desferida nas pernas dela Hermione ofegou em protesto sem voz para gritar, lágrimas silenciosas rolavam sob o rosto que Draco tanto venerava, a boca da menina estava pálida a cama que a menina se encontrava estava totalmente suja de sangue a blusa branca da menina também estava manchada de vermelho, os cortes já não jorravam tanto sangue, mas a garota ainda estava consciente, seus olhos não estavam em nenhum ponto fixo, a mente dela estava nas memórias, Marcellus pegou um alicate em cima da mesa e se aproximou das pernas da menina ele arrancou uma das unhas do pé de Hermione, o lábio inferior da menina tremeu fortemente, mas o grito que Marcellus esperava escutar não veio, a mente da menina estava longe dali, a garota se lembrava de seus pais cantando parabéns em seu aniversário de 10 anos, na felicidade e na surpresa quando no ano seguinte ela recebeu a carta de Hogwarts, em como ela, Harry e Rony se conheceram, em como ela se sentia bem na toca, ela se lembrou de Fred e George sempre completando a frase um do outros, em Gina querendo estar sempre arrumada para ver Harry, em Luna falando sobre zonzoboles, em como foi difícil apagar as lembranças de seus pais, em como Harry sorria mesmo nós momentos mais difíceis, em como ele a consolou com a noticia da morte de seus pais, na comida deliciosa de Molly, em Rony sempre falando de boca cheia, e em Draco o garoto que era cheio de preconceitos e que agora era o amor da vida dela, ela se lembrava do sorriso debochado dele, das brincadeiras, no beijo, no olhar, como a garota queria poder beija-lo agora, e dizer que o amava nem que fosse a ultima vez, mas então a garota sentiu algo em cima dela e então ela foi trazida a realidade que ela estava vivendo no momento, então ela viu Marcellus em cima dela, ele sorria só que agora não era só um sorriso maldoso era um sorriso malicioso.
– Sabe o Malfoy até que tem bom gosto. Disse o menino sorrindo e levou a mão ao seio diretor da menina onde ele deu um perto forte e brutal, só naquele momento foi que Marcellus reparou em como Hermione tinha um corpo bonito, o garoto estava a tempos sem uma garota então ele resolvem tirar o atraso com Hermione, ele puxou a sai da menina com força a fazendo em dois pedaços revelando a calcinha rosa bebê da menina, Hermione estava apavorada mais seu corpo não a respondia havia dor de mais, o olhar dela estava perdido, ela sabia o que viria a seguir e a única coisa que ela queria e que ele fosse rápido e que depois a matasse, pois ela queria viver depois daquilo.
Draco estava discutindo com Theo, Blásio e Harry o possível esconderijo de Marcellus quando ele sentiu como se ele estivesse sendo atingido pela maldição cruciatos.
– O que houve Draco? Perguntou Blásio.
– Ela esta sendo torturada, eu preciso ir pra casa. Disse o loiro com a respiração irregular.
– Hermione esta sendo torturada e você quer ir pra casa? Gritou Harry nervoso, Draco não desse nada simplesmente agarrou o braço de Theo vendo que o amigo ia aparatar Theo agarrou o braço de Blásio que pegou o de Harry logo eles estava em frente à mansão Malfoy, mas ao contrario do que Harry pensava o loiro não seguiu em direção a mesma ele correu para a floresta, Harry, Theo e Blásio seguiram o loiro.
– Ela esta por aqui eu posso sentir. Disse o loiro, e então uma dor ainda mais forte que a primeira o atingiu, eles viram vários pássaros ao longe levantando vôo.
– Os pássaros se assustaram com algo por ali. Os garotos começaram a correr, algumas horas haviam se passado Harry percebeu que os tremores do loiro não passaram o que o fez ficar apavorado com a ideia da menina esta sendo torturada por tanto tempo já se passava das dez da noite e eles ainda estavam no meio da mata, Draco sentiu seu braço doer e ele jurava que viu sangue em seu braço o menino suava, a dor era quase insuportável.
– Draco esta tudo bem? Perguntou Blásio preocupado.
– Comigo sim. Falou o menino olhando para Harry com pesar, os olhos de Harry estavam cheios de lágrimas, pois ele sabia que a dor que Draco sentia era só metade do que Hermione estava sentindo. Eles continuaram a correr e minutos depois eles encontraram uma cabana havia luzes vindas lá de dentro.
– Não faz sentido, por que ele escolheria um lugar perto da tua casa Draco?
– Eu não sei. Respondeu o loiro também intrigado.
– Talvez ele não saiba. Falou Harry.
– Eu talvez seja uma armadilha, vamos fazer o seguinte eu e o Theo vamos ver se tem alguém aos redores da casa, vocês esperam aqui 'tá'? Falou Blásio.
– 'Tá'. Responderam Harry e Draco em coro. E então Draco sentiu um dor em seu pé, ele olhou para baixo mais nada disse, alguns minutos depois Theo e Blásio voltaram dizendo que não havia ninguém aos redores da casa e então Harry deu um chute na porta e a cena que Draco e Harry viram fez o sangue deles subir a cabeça.
Continua...
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