Meu amado Veela
32 Capítulo 31 Não consigo pai
Notas iniciais
Draco acordou se sentindo estranho, ele se levantou e foi ate o quarto de Hermione, como ele havia visto na noite anterior a cama não havia sido desfeita, ele voltou para seu quarto tomou banho e vestiu seu uniforme e seguiu para o salão principal assim que chegou lá o loiro olhou diretamente para a mesa da Grifinória ele não viu a castanha o que o fez franzir o cenho, mas ele não disse nada, sentou-se à mesa da Sonserina começou a comer tranquilamente, e então Filch entrou no salão principal segurando um homem pela camisa, Harry o reconheceu como um dos aurores, o moreno sabia que eles estavam cuidando para que ninguém saísse de Hogwarts.
– Diretora McGonagall eu o encontrei perto dos limites da escola. Disse o Zelador soltou o homem que foi ate a mesa onde a diretora estava e disse:
– Um de seus alunos saiu da propriedade Hogwarts e estava carregando uma garota em seus ombros ele aparatou antes de eu pega-lo. Todos os alunos o encaravam com curiosidade.
– Por que você não me avisou antes? Perguntou McGonagall.
– Por que seu zelador me deixou preso em uma sala até agora. Respondeu o homem irritado. McGonagall se levantou e chamou o homem para ir ate a sua sala, mas então ela olhou para a mesa da Grifinória e não encontrou Hermione o olhar dela se encontrou com o de Harry e ela perguntou:
– Onde está a Senhorita Granger? A voz da diretora saiu mais alta que o necessário, todos a escutaram.
– Eu não sei, a última vez que a vi foi a noite no salão comunal da Grifinória. Respondeu Harry se levantando, Draco também se levantou o loiro foi ate a diretora e disse:
– Ela não dormiu no salão comunal dos monitores, o que esta acontecendo McGonagall? Gritou o loiro.
– Ela foi levada. Disse a diretora horrorizada.
– Levada por quem? Perguntou o loiro, desesperado.
– Nós não sabemos. Disse o auror. As pessoas começaram a falar alto, todos queriam entender o que estava acontecendo, a diretora fez um feitiço para sua voz ficar mais alta.
–Silêncio, quero que todos vocês vão para seus respectivos salões comunais e não saiam de lá, todos os professores venha comigo. Assim que Minerva para de falar todos se levantaram e seguiram para seus salões comunais, Draco, Harry, Gina, Rony, Luna e Blásio ficaram com Minerva e os professores.
– O que vocês ainda estão fazendo aqui? Perguntou a diretora.
– Nós iremos ajudar a procurar a Hermione. Draco respondeu com firmeza, McGonagall viu Harry, Gina, Rony, Luna e Blásio concordarem.
– O que está acontecendo Minerva? Perguntou um dos professores.
– O senhor Ronald Wesley há algum tempo foi induzido a tacara senhorita Granger. Draco franziu o cenho ao saber que o ruivo não havia atacado a castanha de livre e espontânea vontade.
– E alguns dias a senhorita Granger foi torturada em um dos corredores, eu pedi para o Ministro que mandasse alguns aurores pra nós ajudar com a proteção de Hogwarts e ontem a noite um deles que e o senhor que esta aqui presente viu alguém sair dos limites de Hogwarts e aparatar levando uma garota sobre os ombros, e agora a senhorita Granger desapareceu. Concluiu a diretora com pesar, a mulher olhou para todos os presentes cada um estava perdido em seus pensamentos.
– Eu quero que vocês professores vão lá fora e reforcem os feitiços, ninguém entra ninguém saiu. Ordenou à diretora, os professores logo seguiram as ordens da mulher. Os outros seguiram para a sala da diretora, assim que chegou a sua sala Minerva mandou um patrono para o Ministro que logo estava em Hogwarts.
– Primeiro precisamos descobri quem a pegou para depois tentar descobri o possível esconderijo. Disse Kingsley o Ministro da Magia.
– Senhor Potter e senhoritas Weasley e Lovegood a senhorita Granger tinha algum inimigo? Perguntou o ministro.
– Não. Respondeu Gina. Draco estava sentado em uma poltrona Blásio estava ao lado dele, o loiro esta se sentindo tão culpado, ele não sabia o porquê, mas ele não sentia mais a conexão com a castanha.
– Talvez tenha sido o Malfoy, todos sabem que ele nunca gostou da Hermione. Aquele comentário carregado de veneno havia partido de Rony. Kingsley olhou para Minerva com uma expressão interrogativa.
– O senhor Malfoy esta acima de qualquer suspeita. Disse Minerva respondendo a pergunta muda do ministro.
– E por quê? Quis saber Rony.
– Eu sou um veela e a Hermione e minha companheira. Disse Draco falando pela primeira vez desde que entrou na sala da diretora, Rony e Kingsley ficaram espantados com aquela revelação o Ministro pensou por alguns minutos e disse:
– Use sua conexão com a senhorita Granger para descobri onde ela esta. Disse o Ministro.
– Eu não consigo, não sinto nada parece que minha conexão com ela acabou. Disse o loiro se sentindo derrotado.
– Vocês brigaram? Perguntou o ministro sabendo que aquilo só acontecia quando o parte-veela se sentia extremamente rejeitado, Draco afirmou confuso.
– Chame Lucius Malfoy aqui. Disse o Ministro à Minerva.
– Pra que? Perguntou Harry.
– Para ajudar o Senhor Malfoy com a conexão com a menina Granger, enquanto isso vamos tentar descobri quem a levou. Ordenou o Ministro. Minerva já havia mandado uma coruja para Lucius explicando o que estava acontecendo.
– Minerva deixa agente ir procurar a Hermione, eu garanto que nós a encontraremos. Pediu Harry desesperado.
– Eu preciso falar com os responsáveis de vocês e assim que eles autorizarem eu deixarei vocês irem. Respondeu a mulher fazendo Draco suspirar irritado.
Blásio não estava prestando atenção na conversa entre Minerva e Harry ele estava perdido em pensamentos Luna estava ao lado dele segurando a mão dele.
– Eu sei quem levou a Granger. Blásio falou olhando diretamente para Draco que franziu o cenho e gesticulou para que o amigo continuasse.
– O Midian Draco. O loiro perguntou:
– Por que ele faria isso?
– Ele deve ter descoberto que você e um veela e quis te fazer sofrer pegando a Granger.
– Quem e Midian? Luna perguntou por todos que estavam ali.
– Marcellus Midian um garoto da Sonserina. Respondeu Blásio com desdém.
– Não existe nenhum Midian e Hogwarts. Disse Minerva.
– Claro que existe no ano passado ele era o capitão do time de Quadribol da Sonserina e ficou irritado quando o Draco voltou e assumiu o posto.
– O nome dele e Marcellus Midian Lukarder. Disse a diretora se lembrando de que o garoto havia pedido pra ser chamado só pelo sobrenome de sua mãe.
– Mas ele mandaria alguém violentar, torturariam e agora sequestraria a Senhorita Granger por causa do time de Quadribol? Perguntou o Ministro confuso.
– Tudo faz sentido agora, ele me odeia por que o pai dele morreu por minha causa. Todos na sala encararam Draco, o loiro parecia mais pálido do que nunca, Blásio colocou sua mão no ombro do loiro em uma forma de conforto, antes que alguém fizesse alguma pergunta uma coruja adentrou o ambiente, ela de Lucius Malfoy ele pedia para que Minerva permitisse que ele e Narcisa aparatassem dentro da escola, McGonagall logo fez o que o homem pediu e então Lucius e Narcisa apareceram na sala à mulher correu para abraçar seu filho em uma tentativa de reconforta-lo Lucius comprimento o Ministro e Minerva, Lucius então pediu para falar com seu filho a sós, os dois Malfoy's seguiram para uma sala vazia que ficava perto da sala da diretora.
– O que esta acontecendo Draco? Perguntou Lucius assim que os dois entraram na sala.
– Eu não consigo pai. Disse o menino sentindo o choro em sua garganta.
– Me conta filho. Lucius colocou uma de suas mãos no ombro do Malfoy mais jovem.
Continua...
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