Meu amado Veela
17 Capítulo 17 Você não se lembra de nada?
Notas iniciais
Draco e Blásio conversavam tranquilamente no salão comunal da Sonserina, nenhum dos dois estavam com fome e por esse motivo eles não foram ao salão principal para o jantar, Draco já havia contado para Blásio sobre o beijo dele com Hermione, Draco percebeu que Blásio estava distraído naquele dia.
– Esta tudo bem com você? Perguntou Draco à Blásio.
– Está, por que a pergunta?
– Porque você esta muito distraído hoje.
– Ah, Draco o que você acha da Luna? Perguntou Blásio meio envergonhado.
– A Lovegood? Perguntou Draco.
– Sim.
– Ela parece ser legal, por quê?
– Nada não. Respondeu Blásio desconfortável, percebendo que seu amigo não estava à vontade falando daquele assunto Draco logo mudou de assunto.
Assim que Harry e Gina saíram do salão comunal dos monitores Hermione se lembrou de que a diretora McGonagall queria falar com ela, a garota saiu de seu salão comunal e foi em direção à sala da diretora de Hogwarts. Assim que chegou à frente da sala da diretora a menina bateu na porta e logo escutou um “entre” abafado.
– Licença. Disse Hermione assim que adentrou na sala , Minerva mandou a garota se sentar.
– A senhora queria falar comigo? Perguntou à castanha.
– Sim Senhorita Granger, a gente precisa conversa sobre o que aconteceu no seu quarto.
– Tudo bem. Disse Hermione.
– Senhorita Granger o que o senhor Weasley estava fazendo no salão comunal dos monitores a noite sozinho com a senhorita?
– O Rony me chamou para estudar com ele e como a biblioteca esta fechada e o salão comunal da Grifinória esta sempre cheio eu o chamei para estudar no salão comunal dos monitores
– Senhorita Granger é verdade que o senhor Weasley tentou te violentar? Perguntou a diretora temendo a resposta.
– Sim, mas...
– Eu vou chamar os senhores Weasley’s para avisa-los que o filho deles esta expulso de Hogwarts.
– Diretora não é preciso tanto... A voz de Hermione se quebrou no meio da frase, a menina não sabia o que falar para defender o ruivo.
– Senhorita Granger o que o Senhor Weasley fez é muito grave, eu lamento mais eu vou ter que expulsa-lo. A Senhorita já pode se retirar. Hermione não falou mais nada ela se levantou e saio da sala da diretora, a garota foi direto para o salão comunal da Grifinória, Hermione disse a senha para a mulher gorda e entrou no salão comunal todos que estavam ali pararam de conversa e começaram a olhar para a castanha, é claro que todos na escola já sabiam do acontecido, a garota subiu direto para o dormitório de sua amiga, assim que abriu a porta do dormitório da ruiva Hermione entrou e foi direto para a cama da Weasley, Gina já estava adormecida.
– Gina! Falou Hermione cutucando a ruiva. Gina abriu os olhos lentamente, e assim que deu de cara com Hermione a ruiva se levantou.
– Aconteceu alguma coisa Mione?
– Gina a diretora me disse que ira expulsar o Rony. Falou a castanha com os olhos marejados.
– Oh! Exclamou Gina, os olhos da ruiva também ficaram marejados. Nenhuma palavra mais foi dita, Gina começou a chora e Hermione queria fazer o mesmo, mas naquele momento ela seria forte e cuidaria de sua amiga, a castanha abraçou fortemente a ruiva, elas ficaram assim até que a ruiva pegou no sono. Hermione seguiu para seu salão comunal, a garota estava muito triste, mas ela sabia que o que o garoto fez foi imperdoável, assim que chegou ao salão dos monitores Hermione deu de cara com Draco, o garoto estava com uma xícara em uma mão e na outra um livro, o garoto estava de pijama.
– Você não foi fazer a ronda hoje? Perguntou à castanha, o loiro não se assustou com a pergunta repentina da garota, havia ouvido ela chegar.
– Fui sim. Respondeu ele olhando diretamente para os olhos da castanha, a menina abaixou a cabeça e corou violentamente assim que as lembranças do beijo invadiram a mente dela.
– Ah, acho que eu e que perdia noção do tempo. Disse ela ainda com a cabeça baixa. Draco se levantou e ficou cara a cara com a castanha, o loiro continha um sorriso de lado nos lábios e a menina continuava corada e de cabeça baixa.
– Boa noite. Disse a castanha levantando a cabeça, assim que os olhos da menina se encontraram com os de Draco, o garoto não resistiu, sem esperar nem mais um segundo o loiro uniu seus lábios ao da menina, no começo era um beijo tímido principalmente da parte da garota, mas logo o beijo foi ganhando ferocidade, Hermione colocou os braços ao redor do pescoço do menino e Draco passou os braços na cintura da menina a puxando para si, as línguas deles travavam uma batalha sem ganhadores, prevendo perde o controle Draco partiu o beijo, o garoto deu alguns selinhos nos lábios da menina e assim que se afastou da mesma ele disse:
– Boa noite. Assim que o garoto terminou de falar a menina foi rapidamente para seu quarto, sem dizer nenhuma palavra, mesmo que a menina já estivesse no quarto dela o loiro ainda conseguia ouvir a respiração entre cortada da mesma.
Molly e Arthur Weasley seguiam a diretora McGonagall pelos corredores de Hogwarts, Molly trajava um vestido elegante de cor azul que causaria inveja em muitas mulheres e Arthur também estava muito elegante, estava com um terno preto lindíssimo, quando o casal adentrou a sala da diretora, Minerva não os reconheceu. Os três seguiam em direção à ala da enfermaria que o filho do casal se encontrava, Molly e Arthur estavam muito envergonhados e decepcionados com a atitude do jovem. Assim que adentraram a enfermaria o casal foi para a única cama que estava ocupada. Molly fez uma leve caricia nos cabelos do garoto, uma lagrima escorreu dos olhos da senhora assim que viu o estado do garoto, um olho estava roxo e como ele estava sem camisa e o coberto só cobria da cintura para baixo ela percebeu que a costela estava enfaixada, Madame Pomfrey já havia conseguido reverter o ferimento da cabeça do garoto que era o que mais preocupava.
– Mã... mãe. O garoto balbuciou com certa dificuldade, lentamente o ruivo abriu os olhos.
– Como você se sente? Perguntou a mãe do menino preocupada, mesmo estando muito decepcionada com o que o garoto fez, ela ainda era a mãe dele não podia parar de se importar com o garoto.
– Mal, como eu vim parar aqui? Perguntou o garoto.
– Você não se lembra de nada? Perguntou Arthur.
– Não. Respondeu o garoto confuso.
Continua...
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