Meu Vizinho Rock Star
19 Capítulo XVIII
Notas iniciais
Boa leitura.
Eu fui para o quarto de hospedes mesmo ele nem tinha se incomodado e isso era um problema. Passei o resto da noite entre breves cochilos e pensamentos muito loucos.
Desci para tomar meu café, mas houve uma surpresa a mesa não estava posta e Bertha veio me avisar que Axl queria que eu tomasse café com ele. Tive que ir ao quarto do infeliz.
- O que você quer? Seja breve, eu não vou tomar café com você. Perdi a fome. Tenho que ir para escola. – Eu metralhei as palavras nele.
- Wow! Calma. Eu só queria me redimir. Pedir desculpas. – Depois bipolar aqui era eu.
- Desculpas não conserta porra nenhuma. – Eu coloquei a mão na testa. – Se tivesse me batido quando ficou sabendo da merda toda que eu armei teria sido bem melhor. – Não era para ter dito isso em voz alta. Isso porque soou um tanto amargurado e rancoroso. Eu não podia parecer fraca.
- Que graça teria? – O nosso assunto a essa hora da manha já estava bem pesado. – Bom eu te batia e só. Você é vingativa, eu também sou. – Ele estava brincando comigo? Ou ele estava achando que podia ser tão cruel quanto eu?
- Que tipo de jogo sádico é esse? Eu me vinguei da Priscila, você só estava no caminho. – Eu apontei o dedo no nariz dele.
- Precisamos de terapia. – Como ele pode mudar de assunto tão rápido?
- Eu ia ao psicólogo. Agora seu caso já é de psiquiatra. – Dei meu melhor sorriso maldoso.
- Terapia de casal. – Isso era tortura e humilhação. Esta certo que eu disse a mesma coisa quando a diretora da minha escola me encaminhou para o psicólogo. Que saudades do Dr. Gostosão (é eu não lembrava mais o nome dele). Axl ficou me olhando como se tivesse ganhado a batalha, mas eu na verdade estava delirando no Dr.
- Isso é para casais de verdade que estão em crise real. Nós não somos um casal de verdade – Acho que o fato do meu pai ter aceitado este casamento era de fato ao invés de enxergar Axl Rose (vocalista da banda mais perigosa do mundo, bêbado, drogada) ele via um cheque em branco ambulante. Eu não podia culpa –lo ele me casou financeiramente bem. – e nossa crise não é real. – Dei um sorrisinho afetado.
- Meu amor — Como assim meu amor!? – você é tão bipolar quanto eu? – Ele tomava calmamente o suco de uva dele com aquela camisa branca. Ideia maligna.
Não deu tempo dele reagir assim que ele ia descendo o copo eu dei um tapa no mesmo. Aquela camisa nunca mais seria a mesma.
- Sua cadela! – Sempre te achei um cachorro também Axl. – Qual é o seu problema? Você quer que eu te bata porque eu realmente estou com vontade de fazer isso. – Eu nunca tinha visto Axl Rose irado, bem digamos que é uma coisa que não se deve ver e nem comentar.
- Qual é o meu problema? É você. – Bom nunca fui orientada a lidar com um homem irado. – Você apareceu lá na minha rua, botou a bosta do teu caminhão no lugar errado, comeu a vizinha que tinha uma rixa comigo e virou parte da minha vingança. Você entrou no lugar errado, na hora errado. Mas eu devia te agradecer. Aí um pelo dia a bosta do coração começou a dar palpite e o cérebro perdeu a briga. – Eu estava chorando contida. – Eu gostei de você de verdade, não era só atração carnal. A vizinha sumiu do mapa e eu não tinha mais que dividir o príncipe encantado. O príncipe encantado ia me visitar todo final de semana, ele era gentil e não espera retribuição do meu amor. Me mimava e fazia planos sobre eu vir morar com ele e superar erros do passado. Ele compreendeu o que eu tinha feito. Você não é o Axl que eu conheci. – Eu parei para respirar melhor. – Ate porque eu conheci um bêbado que me achava gostosa. Depois vi que era um cara que se apaixonava fácil e não escolhia quem ate a puta ele amava. Por fim eu vi um cara que gostou de mim de verdade. – Eu estava arrasada.
- Eu não sabia... – Eu o interrompi.
- Só porque eu não demonstre meus sentimentos não quer dizer que eu não sinta nada. Fui má com você eu admito, mas você não fica nem um pouco superior me humilhando, ma traindo e jogando isso na minha cara. Fica me diminuindo não me deixando arrumar um emprego, não gosta mais da roupa que eu uso. Nem meu pai era tão ruim comigo. Nem ele. Não quero que sinta pena de mim ou nada. Quando eu vim para cá estava disposta a mudar para melhor ou você acha que eu me comportei como uma vaquinha de presépio por quê? – Minhas palavras pareciam ferir ele.
- Acho que devia ter escutado meu empresário. Precisamos de reabilitação. Mas se pelo o que eu fiz não sei se tem conserto. Tem conserto? – Ele me olhava no fundo dos olhos.
- Eu sou forte, não porque eu não quebro, mas porque eu me reconstruo. – Cruzei meus braços.
- Isso é um sim? – Eu não tinha reparado o quão próximo seus braços estavam de mim.
- Sim, mas só se pudermos tentar de novo. – Ele não disse nada, apenas me beijou. Coisa que ele não fazia há muito tempo. Alias fizemos coisas que ate Deus duvida depois. É eu tinha perdido a aula.
Depois de tudo eu não poderia negar o café da manha estava fazendo falta. Meu estomago estava roncando.
Notas finais
O que acharam do capitulo? Não fiquem contentes. É isso mesmo aguardem muita merda pela frente. Alias muita nao UMA merda. A merda do ano. É eu vou deixar voces curiosas. Sou má MUAHAHA!
*momento cara de pau* Quem quer recomendar a fanfic?
;* ate o proximo.
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