Meu Viver
2 Capítulo 02: Dylan Jackson
Após a aula no laboratório químico, seguimos em direção a aula de história, que seria com uma professora novata, uma tal de Kelly, disseram ser uma senhora agradável e realmente minhas fontes são totalmente seguras.
Seguimos a sala e ela nos dividiu em grupos de cinco, e colocou cada um para liderar, seria como uma competição durante o ano, onde ela ativaria nosso interesse pela história, como ela mesma disse, então para nos colocar para pensar mais um pouco, decidiu começar com a batalha.
Me colocou em um grupo de pessoas totalmente desconhecidas e para ajudar, me pôs a liderar o tal grupinho, e para minha decepção, lançou a primeira pergunta e sorteou o primeiro grupo.
Profª Kelly: grupo 04: Molly, escolha alguém para responder a pergunta.
Olhei para todas aqueles ombros encolhidos e dei um suspiro desanimado.
—pode perguntar para mim mesmo, professora.
Vi quando ela sorriu contente.
Profª Kelly: Molly, me diga o que você sabe sobre os Indo.
Estremeci na hora, sorri sem jeito e devido aos olhares suei frio, mas por outro lado conhecia um pouco sobre o Indo, portanto havia lido algo sobre eles semana passada.
— a cultura do vale do Indo protagonizou um desenvolvimento comparável as Contemporâneas da Mesopotâmia ou do Antigo Egito, sendo responsável por uma das principais civilizações da história, que mais tarde teve estado na origem da religião hindu. Contudo por volta 1900 a.C., extinguiu-se de forma abrupta, pelo que continua a representar hoje uma grande interrogação, por enquanto em solução. No momento me recordo de apenas isso professora, sinto muito.
Os alunos ficaram surpresos pelo conhecimento, ao menos básico da moça, afinal nas férias ninguém gostaria de está revendo coisas que relembra-se a escola.
Profª Kelly: e o que sabe já é suficiente. – Ela aparenta satisfeita com a resposta. – sabe também que foi apenas em 1920 que arqueólogos britânicos e indianos descobriram os primeiros sinais do que constituía uma grande comunidade?
Eu sorri.
—sim, isso se estendeu pelo noroeste da Índia, pelo Paquistão e pelo Afeganistão, com mais de um milhão de habitantes. Após quase um século de estudos e escavações, surgiram cinco grandes cidades, inúmeras povoações e aldeias e vestígios de uma considerável atividade comercial.
A professora havia se enturmado com ela, estava satisfeita em saber que ao menos uma ganharia sua atenção todos os dias. Era ótimo ter alunos assim.
Profª Kelly: estou muito contente, por seus conhecimentos, Molly, no momento é só, na próxima aula não redirecionarei nenhuma pergunta a você, pôs sei que ao menos do básico da história você está por dentro.
Molly sorriu confiante, havia ganhado a confiança de uma professora notável tanto nas escolas quanto em universidades.
***
Após o bater do sinal, as meninas e eu seguimos a lanchonete da escola, desde sempre juntamos dinheiro para comprar tudo o que temos direito, nosso apetite é assustador.
Amy: Molly, você foi incrível, nem mesmo eu sabia sobre tudo aquilo.
Eu ri, enquanto sentava de frente a elas.
—não é que você não saiba, você somente não tem lembranças de que estudos isso ano passado.
Amy riu.
Amy: pode ser isso também. – E me deu língua.
Conversamos sobre nossas férias, onde ficamos sete dias sem nos vermos, e em pouco tempo fizeram grandes coisas, como por exemplo, Amy viajou para o Canadá com sua madrasta e padrasto, já a Kayla foi para a praia mais a família, pelo que vejo somente eu fiquei em casa cuidando do caçula e brigando com o do meio.
Enquanto riamos de nossas trapalhadas do dia-a-dia, nem notei a aproximação de um amigo nosso, o agitado Rowan Harris, conhecemos ele há três anos, desde então sempre mantemos contato, ele é uma pessoa gente boa.
Kayla: Rowan, sente-se conosco, junto do seu amigo.
Até aquele momento não os vi, pois estavam atrás de mim, mas quando sentaram do outro lado da mesa, me deparei com o garoto mais encantador que já vi em toda a minha vida.
Rowan, estava na companhia de um rapaz moreno, olhos negros e profundos, cabelo cortado baixo para mostrar mais exuberantemente o rosto dele, simplesmente ele era perfeito, seu sorriso de canto era o matante, o apaixonante o encanto perfeito, era marcante. Era por si, uma maravilha de homem.
Acredito que minhas amigas perceberam o quanto fiquei besta naquele momento, era como se meu mundo parasse naquele instante, e diante a tantas pessoas, somente ele existisse. Amy como uma boa amiga, tomou iniciativa, para que desse tempo de eu desfazer a cara de tapada.
Amy: Rowan, apresente seu amigo. – Sorriu sem jeito.
Rowan: há é mesmo, este é um amigo de longa da, Dylan Jackson, está na minha turma, entrou recentemente.
—prazer. – Eu sabia que sorria abobalhada para ele, mas era inevitável não sorrir daquela forma.
Ele mexia com minha cabeça, legal.
Dylan: é um prazer conhece-las, Rowan comentou sobre vocês mais cedo.
Que perfeição de voz rouca e sedutora.
Kayla: prazer Dylan, eu sou a Kayla, está a Amy e a com cara de idiota é a Molly.
Naquele momento despertei.
—ei, cara de idiota não, respeita. – Todos riram da cara de brava forçada que fiz.
Rowan se levantou.
Rowan: aí meninas, foi ótimo revê-las, mas tenho que terminar de mostrar a escola ao Dylan, à gente se vê por aí.
As meninas se despediram, e eu chorei internamente pela ida de Dylan, acho que me encantei.
Kayla: pode contar, se interessou pelo Dylan. – Cruzou os braços diante de mim, enquanto Amy do seu lado sorria maliciosamente.
Sorri amarelo.
—acho que sim... mas meninas, ela parece a pessoa certa, ele é incrível.
Amy riu.
Amy: você nem o conhece direito, Molly, não se iluda assim, lembra da última vez que você se interessou por alguém não é mesmo?
Eu beberiquei meu suco de caixinha e depositei em seguida sobre a mesa decepcionada.
—sim, ele dormiu com a vadia da Taylor depois de saber de meus sentimentos.
Amy: pois é, não deixa isso acontecer novamente, ao menos dessa vez, tenta conhecer o cara melhor, antes de se apaixonar e achar que é o homem de sua vida.
Olhei séria para o nada.
—pode deixar, tomarei cuidado.
Sem nem mesmo olhá-las, senti que elas sorriram satisfeita pela resposta, portanto seguimos ao ritmo escola em seguida.
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