Meu Romeu...

1 Capítulo 1 - True Love


Notas iniciais
História escrita em prol do amor!

Itália, 04/05/1857


Caro Sr. Anônimo


"Em certo momento de nossas vidas nos perguntamos se um dia teremos alguém ao nosso lado, se teremos alguém que possamos amar e que nos ame com a mesma intensidade.. A vida é dura, mas sempre nos surpreende. E graças a ela, eu tive este alguém..."

-Ano de 1790-


Maria: O não falta em nossas bocas são os suspiros depois de ler uma cantiga dessas, não é titia?

Alba: Mas é claro minha sobrinha! Seu tio me escreveu está cantiga de amor assim que nos conhecemos. Foi uma pena quando ele se foi... eu o amei muito..

Maria: Eu entendo.. queria poder fazer algo para trazer o tio Evandro de volta à vida. Como estão escritos nos livros.. Queria poder fazer algo que fizesse que a senhora se sentisse feliz.

Alba: (se aproxima de Maria e lhe dá um carinho no queixo) Minha querida, você não precisa fazer nada. Você própria é a única coisa que hoje, me faz sorrir. Me faz esquecer que tem um mundo caindo aos pedaços lá fora. Você, uma menina tão doce, meiga, que não vê maldade em ninguém... é com certeza minha maior alegria desde quando meu marido e sua mãe morreram...

Maria: (Deixando cair uma lágrima) A senhora foi o meu único consolo também. Obrigada por ter cuidado de mim tia!

A relação estabelecida entre A Condessa Alba Montreal e sua sobrinha Maria Montreal, era uma relação de mãe e filha. As duas se amavam muito. A Condessa era uma mulher conhecida pela sua beleza e carisma. Cuida de Maria desde quando a mesma era apenas uma menina.

-Algum tempo mais tarde-

A Condessa Alba estava arrumando o vestido que Maria usaria naquela noite. O Rei iria dar um baile para a celebração do casamento de seu filho mais velho, futuro rei, Bruno Maltez. Iria ser um baile muito valioso. Apenas os membros da alta sociedade e do clero estavam convidados. Todos falavam que a esposa do futuro rei Bruno era uma mulher que muitos não gostavam. Praticamente todos os dias, era recebida com cantigas de mal dizer. Era muito xingada e indesejada. Mas Fabiola não se deixava abater. Ela ignorava e tratavam com inferioridade os empregados do casarão onde iria morar.

Maria: Titia, à muitas primaveras não vou a um baile. Já perdi a prática de dançar..

Alba: Mas é claro que perdeu. Fica lendo praticamente todo o dia! (Dando um sorriso de lado enquanto termina de arrumar o vestido)

Maria: Tia, a leitura, a literatura nos proporciona novos mundos, novos ares, novas artes, novos costumes, novos...

Alba: Eu entendi meu amor. Só estou dizendo que prendeu a prática de dançar porque lê demais! Não estou criticando! Sabe que apoio incondicionalmente seu amor pela leitura! Mas fique tranquila, não vai precisar dançar. Ou melhor dizendo, não vai conseguir! Com este espartilho... duvido muito!

Maria: Pois irei dançar! Para provar a senhora que consigo! — diz Maria segura de si.

Alba: (aperta de leve o nariz de Maria) Teimosa! Não diga que não avisei! (As duas riem)

— Baile-

Ao chegarem, Alba e Maria cumprimentaram os outros convidados da festa.

Alba: Vossa Majestade. (Curva um pouco sua cabeça)

Maria faz o mesmo

Rei: Condessa Montreal! Que gosto em vê-la nesta celebração tão especial!

Alba: Não poderia deixar de vir Majestade! Me atrevo a perguntar mas, a vossa Majestade conhece minha sobrinha Maria Montreal?

Rei: Não, infelizmente ainda não! Mas que bela jovem, não?

Maria: Obrigada Majestade! (Um pouco tímida)

Maria era uma jovem de apenas 17 anos. Tinha longos cabelos castanho escuro, seus olhos eram claros. Tão verdes quanto a folha de uma árvore. Adorava poesia. Era uma jovem esplêndida.

Alba: Maria, vou comprimentar os outros convidados. Me espere aqui por favor.

Maria: Claro.

Alba se foi e Maria foi se sentar em uma cadeira. Até mesmo Maria admitia isso: nenhum ser humano é perfeito. Ela tinha um defeito terrível: era muito imperativa. Não parava quieta um segundo. Não conseguia ficar parada por tanto tempo. Então resolveu dar uma volta no jardim do casarão.

Maria: Que belas flores... (pensando alto)

X: Concordo plenamente!

Maria surpresa, perguntou quem era o rapaz.

X: Ora, me perdoe por assusta-la senhorita. Não foi minha intenção. Eu me chamo Estevão San Roman, Lorde de Buckingham.

Maria: Me perdoe, mas eu o conheço?

Estevão: Creio que ainda não nos conhecemos senhorita. Me desculpe, mas poderia dizer-me qual o nome da bela moça que está à minha frente?

Maria corou de vergonha, mas gostou da atitude do rapaz.

Maria: Bem, me chamo Maria Montreal. Sobrinha da Condessa.

Estevão: É um prazer conhecê-la. (Pega e beija a mão de Maria) E mais uma vez, me perdoe pela indiscrição.

Maria: Está tudo bem, não se preocupe.

Estevão: Perfeito! Pensei que houvesse magoado a moça que possui o mais belo sorriso que já vi em toda minha vida.

Maria não sabia o que dizer, era muita ousadia daquele homem dizer aquilo, mas Maria ficaria horrorizada se fosse outro homem, mas ela sentia algo diferente dentro dela. Como se algo de muito bom e poderoso estivesse para nascer dentro de seu peito. Seu coração havia acelerado diante das palavras do belo rapaz. Só não entendia o por quê daquilo.

A chama da paixão já foi acendida. A semente do amor já foi plantada. Os dois amantes desafortunados deixarão ela florescer?

Todos torcemos para que sim...

Notas finais
Bemmmm, de fato, usei outras expressões de outros livros, mas é uma vez na vida e outra na morte.

Espero que tenham gostado. Se não gostaram, se acham que algo precisa ser melhorado, estou disposta a ler todas as sugestões. Estou aberta à todas!

Qualquer erro ortográfico, me desculpem, o meu corretor não colabora.

bye-bye e quem sabe, até o próximo capítulo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.