Meu Querido Padrasto.
12 Capítulo 9
Notas iniciais
OMG, pode ter sido rápido, mas foi algo que nunca senti. Foram os melhores minutos de minha vida com a mão dele em mim. Imagine as artes que seus dedos conseguiram fazer comigo. Quando fossemos pra cama seria melhor do isso? Torço que sim.
Eu estava meio tonta e com o fogo aumentando ainda mais dentro de mim, eu precisava dele, de sua boca, de seu corpo.
- Com licença, vou ao toalete – falei olhando a todos na mesa.
Levantei-me meio caindo, e caminhei em direção ao banheiro.
O banheiro estava vazio, me apoiei na pia olhando meu reflexo no espelho.
- Meu deus, o que esse homem esta fazendo comigo? – falei ao meu reflexo.
- Isabella, você esta bem? – Flavia perguntou.
- Ah, eu não vi você entrar – falei.
O que essa loira quer? Não posso nem fica sozinha?
- Tudo bem, você esta bem?
- Estou, porque?
- Você parecia estranha na mesa – como ela quer que sejamos normais, quando a mão de Edward esta acariciando meu sexo?
- Não eu estava normal, minha barriga esta um pouco estranha — menti.
- Você tem o rosto de uma colega minha, eu juro. Até o seu jeito. – ela disse me pegando de surpresa.
Ri nervosa.
- Qual o nome de sua amiga?
- Renée, Renée Swan – Oh my Gosh
POV ALICE.
- Você que é a Rosalie?
- Lógico, é Alice certo?
- Aham, muito prazer.
- Igualmente – ela sorriu.
Eu queria me enterrar, eu não conseguia acreditar na vergonha que havia passado.
- O que todos estão olhando? – perguntei para a pequena platéia que se formou. – O show já terminou, podem vazar. – falei e me sentei mais vermelha do que tomate.
- Gostei dela Emmett, ela tem moral. Apesar de ter falado comigo daquele jeito e não ter machucado meu braço, porque ela tem força.- corei.
- Espero que isso seja um elogio – falei sorrindo.
- Claro que é – Rose respondeu. – posso sentar com vocês? – ela retornou a perguntar.
- Claro – respondi.
- Não – disse Emm, emburrado.
- Emmett, porque não? – falei e Rose o encarou sério.
- Porque eu pensei que seria apenas nos dois, sem ninguém atrapalhando – ele disse olhando pra Rose.
- Tudo bem, eu sei que você esta me expulsando. – ela disse rindo. – Então, Alice apareça qualquer dia desses lá em casa, para conversamos – disse diretamente a mim.
- Aparecerei, e foi um prazer conhecê-la.
- O prazer foi meu – ela sorriu – até em casa irmão – ela disse beijando-o no rosto.
POV BELLA
- Renée? Desculpe, mas eu não conheço nenhuma Renée – menti, Meu Deus quem é essa mulher? Por favor, que não seja nenhuma amiga de minha mãe.
- Então eu lhe confundi. Porque seu rosto é idêntico ao dela ou você é idêntica a ela. Mas deixe pra lá, tem certeza que você e o Senhor Cullen são apenas amigos? – engraçado, como é a facilidade dessa mulher para mudar de assuntos. – Porque ele é bem gostoso – ela disse abrindo a bolsa e procurando algo lá dentro.
Respira fundo Bella, respira fundo.
- Eu sei que sou casada, mas aposto que na cama ele dá de dez a zero no Stefan – ela continuou a dizer, quando tirou o baton da bolsa.
Tenha pena dos animais Bella, tenha pena dos animais.
- E aquelas mãos. Devem fazer milagres.
- Com certeza fazem. Fazem você ter sensações que nunca sonhara em ter. – falei me aproximando dela e puxando seus cabelos enquanto ela gritava de dor. – Preste bem atenção, se eu fosse você tomava conta do seu marido e parasse de olhar para o macho das outras – falei colocando-a em minha frente e dando-lhe um tapa.
- Isabella, alguém viva ai dentro? – Disse Flavia estalando os dedos em frente ao meu rosto.
- O que?
- Eu que pergunto, você ficou me olhando com cara de psicopata. – porque será? Ah, que pena que tudo só aconteceu em minha mente.
- Não é nada, eu só estava pensando. Mas o que voce estava dizendo?
- Você sabe se o Edward tem namorada?
- Senhor Cullen – a corrigi – sim, ele tem namorada.
- Você a conhece? – sim, a conheço muito bem.
- Não, não a conheço – menti – parece que ela é super ciumenta. Pelo o que a irmã dele conta – menti novamente. – Porque esta tão interessada nele, se você é casada?
- Gosto de novos corpos, se é que me entende – ela riu – você acha que tenho chances com ele?
- Não sabia que você curtia ser papa anjo – mudei de assunto.
- Os mais novos, na maioria das vezes são mais experientes – eu vou dar na cara dessa égua.
- Sei – falei – bom, eu vou voltar à mesa, eles podem esta preocupador. – ela concordou.
- Eu vou ficar mais um pouco, tenho que fazer uma ligação.
- Ok – concordei e sai.
Quem seria essa mulher para tocar no nome da mamãe? Eu estava receosa, será que ela conhecia a mamãe? E se conhecesse o que de mal ela poderia fazer? Acho que nada, ela não sabe quem sou, então esta tudo bem.
- Desculpem a demora – falei sentando ao lado de Edward. Olhei para a mesa procurando a comida, mas ela estava limpa.
- Eu pensei que você não fosse mais comer e mandei retirarem – disse Edward se desculpando.
- Não tem problema – sorri.
- Onde esta Flávia? – Stefan perguntou.
- No toalete, ela ficou retocando a maquiagem.
- Aposto que você fez a mesma coisa – ele disse.
Quando eu ia responder Edward me interrompe.
- Ela já é bonita de nascença – ele disse apertando minha coxa.
- É claro que ela é. Aposto que uma dama de uma beleza inacreditável deve ter vários pretendentes – ele disse. Edward travou o maxilar.
- Pensei que esse jantar fosse para tratar de negócios – fui firme.
- É claro, só estamos esperando minha mulher voltar. – ele piscou – você deve ter namorado não é?!- Edward colocou a mão em cima da mesa fechada em punho.
- A Vida intima dela só se diz direito a si – disse Edward. – e lá vem sua esposa, ela não ia gostar nem um pouco de saber que seu marido esta dando em cima de outra.
Stefan encarou Edward sério e concordou.
- Então já podemos começar – disse Edward quando Flavia sentou a mesa.
Stefan,Flavia e Edward começaram a falar sobre negócios, eu não sabia nem por onde ia, eu só concordava quando falavam comigo. Senti uma perna por de baixo da mesa alisa a minha, olhei imediatamente a Edward, mas ele estava concentrado conversando com o Stefan, e também não poderia ser ele já que o mesmo esta ao meu lado. Olhei para frente e Stefan piscou discretamente para mim.
OMG, eu mereço passar por isso.
Afastei minha perna da dele, mas ele se esticava mais por de baixo da cadeira. Será que essa porcaria de reunião não pode terminar logo?!
Olhei para Edward interrogativa.
- Podemos terminar isso por hoje? – Edward perguntou encarando os dois.
- Porque? – Stefan perguntou.
- Porque isso já esta dando dor de cabeça.
- Tudo bem, eu vou até ao seu escritório qualquer dias desses.
- Não, deixe que eu vou até o seu. Não quero ninguém dando em cima de minha secretária – disse Edward serio.
- Eu não entendi – disse Flavia.
- Deixe pra lá – disse Edward levantando-se, que foi? Aproveitei a deixa e levantei também.
Edward passou seu braço em volta de minha cintura me puxando para si.
- Tenham uma boa noite – disse Edward e saiu me puxando.
- Esta fugindo de quem? – Perguntei quando paramos na porta, e a moça devolveu meu sobretudo.
Edward tomou de minha mão e me ajudou a vesti-lo.
- Estou fugindo da Flavia – ele falou.
Eu ri.
– porque? Pensei que vovós te atraissem.
Ele rolou os olhos e segurou em minha mão, saindo do restaurante.
- Eu não gosto de vovós – ele me cortou – gosto de mulheres experientes, não tenho paciência para crianças. – Ele olhou para o lado esperando o manobrista com o carro.
Me afastei dele.
- Então eu sou um brinquedo para você? – perguntei de braços cruzados.
- Como?
- Você disse que gosta de mulheres experientes, eu não sou uma Edward. Se você não sabe ainda tenho 16 anos, ainda sou uma criança – fiz aspas no ar na palavra criança. – eu só estou servindo como passatempo?
Ele bufou.
— Não acredito que pensa isso de mim – ele disse rude
- Então me responda! – respondi do mesmo modo.
- Conversamos no carro.
- Nem pensar, não é você que tem que querer. Sou eu.
- No carro Isabella – falou encarando-me sério.
Virei meu rosto, e comecei a bater pé no chão esperando o carro. Senti o braço quente de Edward envolver em volta de minha cintura.
- Bella? – o hálito dele bateu contra meu pescoço, me deixando arrepiada.
- Conversamos no carro – repeti sua fala.
Ele bufou e apertou ainda mais minha cintura. O manobrista estacionou o carro a nossa frente.
- Obrigado – Disse Edward pegando a chave da mão dele.
Como sempre Edward abriu a porta do carro para mim. Entrei emburrada, eu não queria ser tratada como uma dama, quer dizer, querer eu queria, mas não estava acostumada a ter tanto respeito.
- Agora podemos conversar – Edward falou
Tirei meu salto e coloquei o pé em cima do banco.
- Não estou mais afim – fiz birra.
- Como é? Você faz toda aquela cena e quando estamos a sós você desiste?
- Ainda dizem que animais não pensam – ironizei.
- Isabella, você poderia parar com isso.
- Qual é agora? Vai virar meu pai? — eu sei que estava sendo criança e nem sabia o porque desse meu comportamento, acho que eu queria atrair sua atenção.
- Não, você não é nenhum brinquedo pra mim. Muito pelo contrário, você conseguiu mexer comigo Bella. – corei – se você fosse apenas um brinquedo pra mim eu já teria conseguindo ir pra cama com você desde do primeiro dia que eu te conheci. Você pode ser nova, mas tem a mentalidade e o corpo de uma mulher formada.
- O que quer dizer com isso? – murmurei não conseguindo lhe encarar.
- Estou dizendo que você é muito importante para mim – corei.
- Me perdoe por ter tido essa infantilidade com você. — pedi – eu não sei o que deu em mim.
- Você só estava sendo você mesma – ele deu uma pausa – eu me expressei mal também – ele sorriu me reconfortando.
Eu não merecia esse homem, eu aqui tratando-o com grosseria e ele me reconfortando.
- Onde vamos? – perguntei finalmente, olhando as árvores que passavam ao nosso redor voando.
- Não sei, eu disse que você ia escolher o lugar depois do jantar. Eu só estou rodando em círculos – ele riu.
- Eu não faço a mínima idéia de onde quero ir – pausei – quero ir onde quiser me levar – dito isso Edward me olhou malicioso.
Estava pensando em ir a uma pousada – ele piscou.
- Edward, você só pensa em sexo? – o adverti.
- Não, penso em bunda e seios também – revirei os olhos
- Ta bom, podemos fazer aqui mesmo – disse ele parando o carro e vindo me beijar, virei o rosto quando sua boca se aproximou da minha.
- Bella, o que ...? – o interrompi colocando um dedo em sua boca, fazendo-o se calar.
- Não diga nada – falei empurrando-o de volta a seu banco e levantando “tentando” ser sexy, coloquei minhas pernas em volta de seu corpo, sentando em seu colo.
Senti algo ganhar vida em baixo de mim, me remexi um pouco animando-o ainda mais.
- Você é muito provocante – ele disse pressionando minha cintura com força para baixo.
Ri docemente, enquanto colocava meus braços em cada lado de seu ombro.
- E você me olha e me quer – cantarolei baixinho em seu ouvido, soando sexy.
Senti Edward sorrir e gemer baixinho, esse homem ainda causaria minha morte.
Aproveitei a deixa e mordisquei sua orelha fazendo-o se arrepiar.
Comecei a beijar sua bochecha, indo para o queixo quando parei olhando-o de olhos fechados e engolindo em seco, enquanto seu amigo a qualquer momento pularia das calças para dizer um “oi”.
Continuei meu caminho até seu pescoço deixando minha mão esquerda deslizar pelo os músculos de seu braço indo em direção a sua camisa levantando-a, e arranhando sua barriga de leve com a ponta das unhas.
Voltei minha atenção para seu pescoço, beijando-o e deixando alguns chupões.
- Bella – ele gemeu, olhei para ele e o mesmo me olhava intensamente. Sem ordem minha boca atacou a sua transformando-se em uma só, com nossas línguas dançando sensualmente. Era um beijo calmo, mas cheio de fome.
I do good girls become bad. (8)
- Não atende – ele pediu quando ouvimos meu celular tocar, ainda com nossos lábios bem próximos.
- Pode ser importante – falei do mesmo modo.
Edward bufou quando me afastei para pegar o celular que estava na bolsa-carteira e não parava de tocar feito um doido. Olhei no visor e estava escrito: CASA. Meu coração bateu acelerado quando li.
- É de casa, tenho que atender.
- Tudo bem – ele disse passando a mão pelo cabelo, bagunçando-o. E deixando com um ar irresistível.
Apertei no botão verde.
- Oi mãe – falei tentando soar animada.
- Já esta vindo? – ela foi direita
- Já sim, estamos perto – menti, eu nem sabia onde estávamos.
- Ok – e desligou.
Assim, ela desligou na minha cara sem esperar eu me despedir. Fiquei um pouco olhando o nada, assimilando o que havia acabado de acontecer.
- Tudo bem? – Edward perguntou.
- Aham, temos que ir pra casa – falei dando-lhe um rápido selinho estalado.
— Temos mesmo que ir? – ele perguntou fazendo bico, enquanto guardava o celular na bolsa
- Temos – concordei – outro dia continuamos o que começamos aqui – pisquei.
— Vou cobrar – eu ri, saindo de cima de seu colo.
Edward ligou o carro e pegou a estrada principal que levava de volta a Forks. A volta foi rápida, claro com um doido no volante. Mas além disso foi engraçada, ele estava me contando sobre seu tempo de escola.
- Já brincou de verdade ou desafio? – perguntei, eu estava curiosa queria saber mais sobre ele.
- Já, e não quero falar sobre isso – ele falou olhando diretamente para frente.
- Porque?
- Porque não
- Por favor? Qual foi o pior desafio? Me conta? Juro não contar a ninguém – falei rapidamente quicando no banco.
- Se eu contar, você não toca mais nesse assunto. Ok?
- Ok – concordei imediatamente.
- Quando eu estava no ensino médio, no segundo ano com uma turma. Me desafiaram a beijar um cara – ele disse fazendo careta enquanto eu segurava o riso. – só que eu estava bêbado então nem liguei. No dia seguinte eu fiquei conhecido como gay – Edward disse com raiva.
Respira fundo Bella, você não pode rir, se não ele te mata.
Comecei a rir alto, não aguentando. Como seria ver o Edward beijando outro cara? Deveria ser nojento, mas que seria engraçado isso seria.
- Bella – ele disse sorrindo torto.
- Desculpa amor, mas isso é muito engraçado – falei entre risadas.
- Pode rir a vontade – ele falou estacionando o carro em frente à casa.
- Boa noite Bella.
- Boa noite Edward – falei beijando-o no rosto – e tenha um bom banho de água fria – falei notando o volume que ainda estava em suas calças e saindo para o vento gélido da noite.
Passei pelo o portão de casa sem olhar para trás, para o caso de mamãe estar espiando pela janela.
Entrei em casa e a mesma estava na sala assistindo tv enrolada no roupão.
- Ainda acordada? – perguntei, tirando o sapato e deixando atrás da porta.
- Aham – ela fungou quando sentei ao seu lado.
- O que aconteceu? – perguntei notando seus olhos vermelhos.
— Nada – ela disse se levantando. A segui.
- Como nada? O que aconteceu mãe? – perguntei séria.
Minha mãe não era de chorar, só quando algo a machucava muito.
- Não aconteceu nada – ela disse séria – vá para o quarto, porque dos meus problemas cuido eu. – disse rude.
Minha mãe nunca foi assim, nunca me tratou com tanta grosseria como agora, ultimamente ela estava sendo tão fria comigo.
- A senhora não é minha mãe. – falei encarando-a
- Repete, como assim não sou mais sua mãe? – ela rebateu.
- Minha mãe nunca foi fria como esta sendo agora, sempre fomos uma família. A senhora não é mais a mesma.
- Você me respeite.
- Então se dê o respeito, o que aconteceu para a senhora ficar assim? – seja quem foi que deixou dona Renée triste eu vou capar.
— Suba, Isabella, não estou a fim de ver sua cara por hoje – aquilo me machucou, era como se eu tivesse causado a infelicidade dela. Segurei as lágrimas que queriam sair.
- Tudo bem – subi as escadas correndo com o choro preso na garganta.
Ela nunca tinha sido tão fria e rude comigo, eu não havia feito nada. Nem estar em casa eu estava.
Fui em direção ao banheiro, e me despi. Entrei em baixo do chuveiro deixando as lágrimas rolarem, não é fácil você tentar ser a filha perfeita e tentar fazer tudo certo quando a sua mãe quase diz na sua cara que esta com nojo.
Desliguei o chuveiro e sai tremendo de frio, vesti meu pijama e peguei o celular colocando-o em cima do criado mudo e me “joguei” embaixo do edredom.
Fechei os olhos tentando me concentrar em tudo que havia acontecido hoje, e em tudo que pensava só tinha a ver com ele, com Edward Cullen.
Eu tinha que parar de pensar nele, parar de pensar em seu toque em minha pele. Parar de pensar em tudo que se referia a ele. Com isso coloquei minha cabeça em baixo do travesseiro com os olhos fechados.
Não demorando nem dois minutos meu celular toca.
Estiquei minha mão sobre o criado mudo sem ver, e peguei o celular. Tirei minha cabeça de baixo do travesseiro e olhei no visor
“Você tem uma nova mensagem”
Ler e Sair.
Apertei em ler.
“Boa noite linda. Sonhe comigo. rs
EC”
Ri. Com certeza sonharei com você Edward.
Pela a primeira vez eu posso dizer com toda a certeza, eu estou apaixonada pelo o namorado de minha mãe.
Foi com esse pensamento que adormeci
x.xAcordei no dia seguinte com o celular tocando, respirei fundo e levantei da cama com a maior coragem do mundo.
Arrumei minha bolsa e a cama, depois fui toma um banho. Sair do banho e fui escolhe uma roupa, o tempo estava frio então me enchi de cachecóis, com meu all star. Sentei na cama e fiquei olhando o nada quando meu celular toca, me pegando de supresa.
No viso estava escrito Edward.
- Oi ,amor – atendi.
- Te acordei?
- nao, já estou acordada olhando pra parede – ri.
- porque ?
- Estou procurando coragem para ir a escola – ele riu.
- Renée esta?
- Não, e falando nela ela te contou algo? – perguntei.
- Eu não tenho falado com ela desde a hora que fui lhe buscar. – ele deu uma pausa – porque?
- porque quando entrei em casa ela estava chorando, e me tratou super mal.
- eu não sei Bella, realmente não sei
- Ela deve esta sentido sua falta, voce devia fica mais com ela Edward e esquece a filha – sorri dura para parede.
- Voce tem razão. Ela vai começa a desconfiar – fala serio, eu estava brincando.
- pois é. Vou desligar vou para aula.
- me espera, eu te levo hoje – ele falou – e não aceito não como resposta – acrescentou quando eu estava preste a recusa o convite.
- Ok, vou desligar. Beijos.
- Ate – e desligamos.
Peguei minha bolsa e desci, esperando na porta por ele, quando meu celular toca novamente.
Atendi sem olhar no visor.
- Alô.
- E ai bonita, não vem para a escola não? – Nicke perguntou no outro lado da linha.
- Obrigada pelo o elogio, e vou sim estou esperando Edward vim me buscar.
- Hmm, ainda continua sendo a “amante” dele? – ela comentou rindo.
- esses tipos de assuntos, são melhores tratados pessoalmente – falei rindo.
- e vê se me apresenta ele, Alice não para de fala nele.
- Ok – concordei.
Vi o volvo parando em frente de casa, sorri.
- depois conversamos, ele chegou.
- Vai la amiga, beijos – e desligamos.
Rodei a chave na porta e sair em direção do carro. Abri a porta do carro e entrei.
- Bom dia – falei beijando-o.
- Muito bom dia – ele riu e ligou o carro.
- Edward temos que passar na cafeteria para comprar os cappucinos pra Nicke pra mim.
- A senhora que manda – ele disse rindo. – então sonhou comigo?
Eu ri.
- Sonhei – menti, na verdade eu nem lembro com o que tinha sonhado pior eu nem lembro se sonhei.
- Voce é uma péssima mentirosa – observou ele.
- eu nem lembro se sonhei Edward – falei a verdade e ele riu – e voce sonhou comigo? – perguntei provocativa.
- Aham.
- aé? Me conte – perdi.
- Eu sonhei que a Renée não tinha te ligado ontem, e que voce fazia o trabalho completo em mim. – eu ri.
- E no sonho eu fiz o trabalho completo?
- Fez e muito bem feito – ri alto.
- voce acha que eu mesma conseguiria fazer o que fiz no “seu sonho”? – fiz apas no ar na palavra seu sonho.
- Suas mãos são pequenas mas sem bem habilidosa. – corei.
- Voce vai comprar ou quer que eu compre? – ele perguntou quando parou em frente a cafetaria.
- Eu compro – falei saindo do carro.
- Bom dia Belle – disse Flavia a garota alta de pele escura e cabelos que parece que foi chapado a FERRO que sempre me atendia.
- Ô de sempre — perdi.
O seu nome me lembrava muito o da vaca loira oxigenada da esposa de Stefan e alias o porque estou pensando nela?
- Então Belle, o que conta de bom? – Flavia perguntou.
Eu estava muito feliz para me importa, com o nome que ela disse errado.
- Nada de mais, so que comecei a trabalhar.
- Serio? Onde? – ela perguntou animada.
- Na Cullen S.A – sorri.
- È verdade que o dono, o tal de Edward Cullen é um tremendo gato? – fechei a cara.
- Aham, mas tem dona – falei cortando suas asinhas.
Ela riu.
- eu sei, ele é namorado de sua mãe. Com todo respeito mas ele é gato.
- Eu sei – falei e peguei os capuccinos pagando em seguida.
Sair da cafeteria emburrada, como ela tem a cara de pau de falar assim do Edward? Ta certo, ele é gato mesmo, mas não precisava fica falando isso na minha cara! Será que ela não saber que eu gosto dele?
É realmente ela não sabe, nem ele saber. Ninguém sabe melhor dizer.
Edward abriu a porta do carro para mim, de dentro já que minhas mãos estavam ocupadas, entrei e coloquei os copos no porta-corpos.
- O que houve? – Edward perguntou me olhando.
- nada, e vamos não quero me atrasar.
- voce saiu de lá, emburrada. – disse ligando o carro
- porque ela não precisava me dizer que voce era gostoso, eu já sei disso.
Ele riu.
- esta com ciúmes? – ele perguntou rindo.
- Quem, eu? Lógico que não – e é verdade eu não estava com ciúmes na verdade essa palavra não existe em meu dicionário.
- voce tem certeza? – ele perguntou levantando uma sobrancelha.
Fiquei pensando um pouco, eu tinha certeza é claro que eu tinha.
- absoluta – ta eu não tinha tanta certeza assim.
- voce demorou para responder – ele disse rindo.
- voce é tão hilário Cullen – ironizei.
- e voce me acha sexy, gostoso, lindo e tesudo – ele falou.
- Meu Deuso, voce se acha o único caroso do feijão né?
- eu não me acho, eu sou – comecei a rir.
- Olha cuidado, quanto maior o sonho pior a queda – comentei entre risada.
- quem disse que eu tenho medo de cair?
- boa resposta. – tive que admiti e ele piscou. – copiou de onde? – zoei.
- voce é tão meiga comigo – disse sorrindo torto.
- pare de sorri desse jeito, voce vai acaba me matado. – OMG, não diz que eu falei isso alto! – abaixei a cabeça – por favor, não me diz que falei isso alto.
Ele riu.
- alto o suficiente para mim ouvi. – OMG. – voce cora de uma forma jamais vista – observou.
- não sabia que voce reparava em mim.
- voce ainda não acredita no quão importante é para mim, né? – respirei fundo.
- lógico que acredito – so que eu quero ser bem mais importante Edward.
- aham, to acreditando.
- Chegamos, não vai descer?
- esta me expulsando? – perguntei, pegando minha bolsa e colocando no ombros.
- lógico que não, mais a Lice não para de olhar pra cá. – olhei para onde ela estava, a baixinha não parava de pular e de rir.
- Acho melhor eu ir, antes que me puxe pelos cabelos.
- Ok – abri a porta do carro quando ele me puxa pelo o braço.
- não mereço nem um beijo de despedida? – ele fez bico.
- não é toda vez que vemos o Senhor Cullen fazendo bico. – ri.
- então aproveite, que é so hoje.
- aham – concordei, colocando minhas mãos atrás de sua nuca puxando-o para mim, começamos a nos beijar com certo atrevimento, umas mordidas aqui, uns chupões ali.
Ouvimos alguém bate no vidro da janela, aah quem é o empata foda da vez?
- Ninguém merece, quando eu vou tentar colocar minha mão dentro da tu blusa vem um e atrapalha. – eu ri.
Edward abaixou o vidro pegando Alice de supresa que estava com a cara colocada no vidro tentando olhar pra dentro.
- bonito Alice, tentando espiar. – ela riu amarelo. – eu quero minha amiga Edward, outro dia voces se comem. – disse Alice abrindo a porta do carro e me puxando.
- Alice os capuccinos – falei quando ela ia fechando a porta.
- Ah ta – ela abriu novamente e pegou.
- Eu venho te buscar – ouvi Edward falar enquanto Alice me puxava
- Obrigada – falou Nicke quando entreguei o café dela.
- Então Bella, conta. – falou Alice.
- Conta o que? – perguntei a Nicke.
- Sei la, ela esta assim desde a hora que chegou. Então não der café a ela.
- Com certeza não darei – falei segurando meu copo com força e dando um gole. – então o que quer saber?
- voce esta namorando com o meu irmão? – ela perguntou baixinho.
- não. Quero dizer eu não sei – falei devagar. É claro que não estamos namorando, ele namorar minha mãe. Ele jamais deixaria mamãe para fica comigo.
- mas como assim?
- Alice para de ser fofoqueira – disse Nicke rindo – e vamos logo entrar. – Alice bufou.
- ta bom.
- depois voce vai me conta tudinho – disse Nicke.
E depois chama a Alice de fofoqueira, eu mereço.
Fomos para nossa primeira aula de Literatura, e encontramos Emmett pelo caminho.
- Oi amor – disse Alice.
Como assim “oi amor?”
- Oi pequena – respondeu ele beijando-a.
OMG, eles se beijaram.
- O que eu perdi? – perguntei a Nicke.
- eles começam a namorar.
- quando? E porque eu não estou sabendo?
- porque voce estava se agarrando com o Edward – disse Emmett rindo.
- estava mesmo – assumi. – Quero sabe esta história completa.
- Ok madame
,
- e amor a conte sobre o nosso encontro. Acho que nenhuma das duas sabem.
- O que aconteceu? – perguntou Nicke.
Vi Alice fica vermelha e começa a ri.
- no intevalo eu conto – falou e saiu puxando Emmett em direção a sala.
- fiquei sabendo que tem um novo professor na escola! – disse Nicke – e pelo o que eu puder ver ele é bonito.
- qual o grau de beleza? De 0 à 10?
- 7 ou 8 – disse rindo.
Entramos na sala e sentamos em nossos devidos lugares. Começamos a conversar eu, Nicke, Alice e Emmett.
- Bella me pergunta uma coisa?- Emmett perguntou.
- Late. – ele revirou os olhos.
- Me pergunta se eu sou um arroz? – Hã? Que tipo de pergunta é essa?
- Voce é um arroz?
- sim, eu sou um arroz. Agora me pergunta se eu sou um feijão?
- Ta né, voce é um feijão?
- Lógico que não, eu não falei que sou um arroz? – Hã?
Emmett e Alice não paravam de rir e eu fiquei com cara de abestada junto com Nicke.
- Eu não sei se eu rio pela a burrice de Emmett ou pela a cara que a Bella fez agora – disse Alice.
- HAHA – forcei uma risada.
- eles não são normais. – afirmou Nicke
- Bom dia turma. Me chamo Marcos e a parti de hoje serei seu professor de Literatura. Abram o livro na pagina 35 e fomos um grupo de 04 pessoas para discutirem o assunto.
Alice e Emmett viraram as cadeira em nossa direção.
- Esse professor ja chega, mandando. E ainda por cima é burro – comentou Emmett enquanto eu abria o livro na pagina indicada.
- Burro porque? – Alice perguntou.
- porque ele manda fazer um grupo de 04 pessoas, não seria mais fácil ele falar um trio de quarto? – parei de procura a pagina e encarei Emmett chocado.
- o que ? – perguntei, eu não podia te ouvindo tamanha burrice, não mesmo.
- isso mesmo, eu sei que sou mais esperto que ele.
- Se voce abri essa boca pra fala mais alguma merda, faço tu engoli meu salto. Entendeu Emm? – disse Nicke ela me assusta.
- O amor de voces é tão lindo – disse Alice rindo.
- voce não imagina o quanto. – comentei.
- Voces poderiam para de conversa e ler o capitulo? – disse o professor Marcos em nossa mesa.
- claro, professor gostoso. – disse Nicke sem presta atenção no que comentou.
- O que voce disse?
Nicke levantou a cabeça rapidamente, abriu a boca mas não obteve som nenhum.
Uma palavra: Lascou-se
Notas finais
Sobre o capítulo: A Flávia conhece a Reneé e agora? Será que ela irá contar e a Reneé saberá que é a Bella? Oh my god. D:
Bem, é isso, nós vemos na segunda-feira (se tiver comentários), um grande beijo, até lá. :*
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