Meu Querido Padrasto.
51 Capítulo 35
Notas iniciais
Boa leitura, meninas.
UMA SEMANA DEPOIS:
Respirei fundo pela a milésima vez, e passei a mão no vestido preto. A noite ainda não havia caído e eu era a única das três meninas da casa pronta, Nicke ainda estava na banheira e Elizah... Bom, Elizah eu não sabia o que estava fazendo.
Peguei minha bolsa e fechei a porta do quarto, agora me perguntem o que eu estava fazendo... simples, Renée não sabia que eu estava em Forks e nós duas precisávamos conversar antes do casamento. Porque assim eu saberia se tinha direito a ser convidada ou não!
- Não acha que está muito cedo? – perguntou-me Jazz quando sai de casa.
- Tenho assuntos a resolver com Renée. – respondi nervosa.
- Ah sim! Boa sorte.
- Obrigada – sussurrei, passando por ele.
Minha casa pode ser perto, mas eu não estava nem um pouco a fim de andar. Peguei o primeiro taxi que passou e disse o endereço de minha mãe, não demorou muito e eu já tava o pagando.
Vi que nosso jardim estava bem agitado, havia pessoas vindo de cá pra lá e de lá pra cá. Espero que Renée tenha alguns segundos para mim.
Passei pelo o gramado e um tico de esperanças encheu-me, foi bom atravessar o gramado, era como se aqui fosse meu lugar, por mais que eu não acreditasse nisso.
A porta principal estava aberta, e dentro de casa estava tudo desarrumado. Meu Deus!
- Quem é viva sempre aparece – ouvi dizerem quando eu estava caminhando para a sala.
Me virei e dei de cara com Flavia que estava segurando um vaso de flores.
- Ah, fala sério! Você ainda continua viva? – gemi frustrada.
- Ei volte aqui... – ouvi ela me chamar, mas eu já estava pisando firme nos degraus da escada.
Supus que mamãe estaria em seu quarto, pelo menos se fosse eu, estaria. Ainda mais com os nervos endoidando.
Passei a mão no cabelo e respirei fundo. Dei leves batidas na porta, quando ouço a voz de Renée me mandando entrar.
Está tudo bem, ela não vai te comer viva. A única coisa que ela pode fazer é lhe jogar janela a baixo, pensei. OK, esse pensamento não foi animador.
- Renée... Posso entrar? – coloquei minha cabeça para dentro do quarto, e vi minha mãe segurando um vidro de perfume, quando abri mais a porta para entrar, vi o perfume escorregar de suas mãos e se despedaçar no chão.
— Bella? Meu Deus! FILHA? – ela passou por cima dos cacos de vidros e me puxou para um abraço sufocante.
Retribui o abraço com todas as forças que havia em meu ser, senti minha costa molhada, mamãe estava chorando.
- Meu deus Bella, eu... Eu pensei que você não fosse vir. – ela me soltou, olhando-me completa – você está tão linda e tão velha – gargalhei.
- Obrigada Renée. – sorri.
- Nada de Renée Bella, é MÃE. Posso ter sido uma péssima mãe, mas tenho certeza que lhe dei educação.
- É claro – eu não me aguentava de tanta felicidade, só rever minha mãe e sentir seu abraço era tudo para mim, eu sentia tanta falta. – Sabe que precisamos conversar.
- Eu sei – ela me puxou pela a mão e me fez sentar em sua cama com ela ao meu lado.
No começo havia ficado um silêncio constrangedor, eu esperava ela começar...
- Perdoe-me, apesar de saber que o que fiz e falei não há perdão. – ela disse, não me encarando.
- Claro que há mãe, tudo na vida há perdão – ou quase tudo...
- Não Bella, pare de ser compreensiva quando não mereço! Eu deveria ter assumido o papel de mãe e ter aceitado o namoro de vocês por mais que isso me deixasse com raiva. Mas sabe que o erro não foi somente meu...
- Eu sei – a encarei – foi meu também, porque eu não devia ter escondido nada, achei que fosse melhor... – ri sem jeito – não dizem que escondido é bem melhor? Eu queria provar o quão bom esse escondido poderia ser. Perdoe-me mãe.
- Você sempre esteve perdoada. – sorri.
- A senhora também – a abracei.
- E para me redimir com você, eu estou mandando você voltar para o Edward mocinha, eu sei que vocês ainda se gostam. Porque você não voltou à Forks somente por mim... – piscou.
- Não quero falar sobre isso.
- E você não falará, alias, não é para mim que você tem que dizer alguma coisa.
POV EDWARD
- Elizah isso vai dar merda – a alertei.
- Você a quer de volta ou não?
- É lógico, mas ela vai querer matar nós dois.
- Dane-se.
- Ela vai querer me jogar pela a janela do escritório – ou melhor, ela poderia se jogar da janela.
- Edward, para com isso! Você está muito frouxo, e anda se arrume logo – foi minha irmã que disse jogando minhas roupas em mim. – E você seguirá com o plano.
- Ok, Ok. Mas isso vai dar merda – eu conhecia a minha criança e sei que ela poderia ser maníaca quando quisesse.
POV Bella
Quando descemos a casa já estava toda arrumada e vazia, que bom!
- Tem um carro nos esperando lá fora, está pronta? – perguntei.
- Não, mas vamos. – saímos de casa, e dei uma rápida olhada no quintal onde seria a realização da festa. Estava tudo maravilhoso, havia uns arcos na entrada por onde os noivos passariam, uma mesa enorme cheia de comes e bebes, uma pista no meio e mesas aos redores e sem contar as flores que haviam em toda a parte.
O motorista saiu do carro e abriu a porta de trás para mamãe, ela entrou e eu em seguida, quando ele fechou a porta.
- Tudo bem, eu estou calma. Eu estou calma. – mamãe repetia.
Depois eu que sou paranoica.
O carro foi parado em frente à igreja, e mamãe segurou minha mão.
- Vai dar tudo certo mãe, acalme-se.
- Obrigada por estar aqui comigo, Bella.
Sorri em resposta, o motorista abriu a porta e mamãe saiu.
Pelo o que percebi, mamãe entraria sozinha. Ela se arrumou toda antes das portas serem abertas, passei rápida pela um brecha e sentei próximo a Nicke no final.
Marcha Nupcial iniciou, quando mamãe deu o primeiro passo ao entrar na grande igreja. Olhei para o altar e vi meu novo padrasto em pé, sorrindo.
- É um Fraque? – sussurrei à Nicke.
- Isso aí... — eu me referia à roupa que Luiz usava que era composta por paletó com a parte de trás mais longa, cinza chumbo, colete cinza claro, calça risca de giz e gravata cinza acompanhado de cravo, ou ainda, plastron de seda.
Ele estava bonito, mas não era meu tipo e mesmo que fosse eu manteria distancia. Ri do pensamento.
Procurei por onde minha vista alcançava, um cara de cabelos cor-de-cobre, mas não o achei. Achei que ele fosse vir, mas estava enganada.
- Ele não vem. – disse-me Nicke.
Bufei desanimada, mas não respondi. E tentei prestar atenção no casório.
Mas a única coisa que vi, foi todos os convidados se levantando.
- Já acabou? – perguntei a Nicke.
- Está no mundo da lua amiga? – sorri amarelo e levantei-me do banco, seguindo Nicke e Jensen, eu ainda não havia visto Alice, Jazz, Emm e Elizah. E sim, estava acontecendo alguma coisa.
Pegamos um táxi em direção à minha antiga casa, quando chegamos os convidados já estavam espalhados pelos os cantos.
- Vou pegar algo para beber, vocês querem? – perguntei a eles.
- Não, valeu – disseram eles e foram para uma mesa.
Fui até a mesa principal e peguei um dos copos de vinho e fiquei olhando a movimentação, quando Edward aparece em minha frente com um sorriso enorme.
OMG, ele não estaria me chamando para dançar não né? Ele não poderia fazer isso, ou poderia? Dane-se, eu ia dançar e acabou.
Caminhei ao seu lado com as pernas bambas, Edward nos posicionou ao meio da pista. Roubando minha mão e colocando em sua cintura e a outra segurando firmemente sua mão. Bailamos ao ritmo da musica, eu o encarando diretamente, sem nenhuma vez desviar o olhar. Eu não sabia o que estava fazendo e nem se era o certo, mas...
Pela a primeira vez em quatro anos, eu consegui esquecer-se de tudo. Esquecer-se de onde estava, quem nos olhava e até meu nome. Eu só via a pessoa maravilhosa que me guiava pela a pista. Seria nossa última dança.
- Temos que conversar – ele disse, enquanto me girava pela a pista.
- Não, não temos – ele puxou-me de volta, coloquei minha mão em seu peito.
- Sim, você sabe que temos.
- Não conversarei com você. – o soltei.
- Porque se faz de difícil?
- Não enche – afastei-me dele e fui até as meninas, não sei o que eu fiz! Eu vim aqui para tentar concertar tudo, mas parece que atrapalhei tudo.
Passei pela a Elizah e ela me segurou pelo o braço e o Emmett pelo o outro.
- Vem com a gente – e começaram a me guiar para dentro da casa, puxando-me com força.
- O que está acontecendo?
- Nada – sorriu Emmett.
- O que vocês estão aprontando? Larguem-me. – mas era ignorada.
Entramos em minha antiga casa com eles me puxando. Por mais que eu berrasse, eles não me soltavam, vi Jasper na porta do escritório e Elizah fez o sinal para ele.
- Entre. – eles me empurraram, quando a porta foi aberta e ouvi-os passarem a chave.
- ELIZAH, ABRE A PORTA AGORA – eu batia com força enquanto gritava e só ouvia o riso alto dela.
- NEM PENSAR, VOCE SÓ SAI DAÍ QUANDO EU QUISER E AFASTE-SE DA PORTA. – gemi.
Eu daria um jeito de sair daqui, nem que tivesse que pular a janela. Mas eu sairia. Foi quando a porta foi aberta novamente e empurraram Edward para dentro.
- O que você está armando? – olhei acusadora para ele.
- Eu nada, sua amiga que é doida. – ele disse tentando abrir a porta – Está trancada.
- Dê seu jeito e abra porque não quero ficar aqui. – Edward ficou forçando a porta para abrir, mas não funcionou.
- Estamos presos. — ele disse o que já era óbvio.
- Sério? Nem percebi. Eu não quero ficar trancada aqui dentro. – falei, mas ele não respondeu.
Ficamos nós dois um olhando para a cara do outro sem dizer absolutamente nada.
- Porque faz isso? Achei que me amasse – perguntou-me
Não respondi, mas meu corpo todo gritava... Gritava por ele.
- Sabe Bella, eu queria poder parar o tempo. Eu queria que nada nunca tivesse acontecido, mas eu também queria que nada nunca tivesse mudado. O meu passado é incompleto, vários pedaços que nunca formam nada. Eu me perco em mim mesmo, com os sonhos esquecidos, as promessas não cumpridas e as palavras que nunca foram ditas. Eu não queria que fosse assim. Eu nunca pedi pra me apaixonar. O mundo conspira ao seu favor. E o destino conspira contra o meu desejo. Tantas palavras, que não tem mais sentido. Amor já é uma palavra sem emoção. E tudo que restou, foram pedaços de uma vida, de um passado. Lembranças turvas e falhas, borradas por lágrimas que nunca secaram. Porque não havia ninguém ali para secá-las. Cada vez mais só. Quem eu sou, odeia o que eu me tornei. Eu não sei mais quem eu sou, não sei mais o que serei, nem o que um dia eu fui. Não sei ao certo o que eu quero. Não sei mais quem você é, não sei o que eu signifiquei e significo pra você. Então, eu paro e me pergunto estou empatando a sua vida?
- Está! — respondi rapidamente sem pensar — Não, ou... Eu não sei — minha respiração estava ofegante, como se eu estivesse corrido uma maratona inteira e o coração acelerado. – Está percebendo? Você me deixa confusa — acusei.
- Quando lhe conheci você já era assim, então não venha me culpar — brincou.
Sentei em cima da mesa do escritório o olhando. Era agora que tínhamos que colocar tudo a limpo MESMO e eu temia por essa conversa, e se não fosse coisa boa? E se não fossemos para ficarmos juntos? Tantas perguntas e nenhuma resposta.
- Antes de te conhecer, achei que eu fosse feliz. Eu tinha tudo o que sempre quis e estava preste a conhecer mais, e aquilo importava. Mas depois? Vim entender o verdadeiro significado da palavra felicidade e sei que não tenho mais, eu estava tão bem sem você. Eu estava perfeita ou pelo menos quase. Tá bom, eu me sentia vazia e com vontade de ter alguém ao meu lado, mas eu estava bem. E agora? Agora eu nem sei mais quem sou e tudo que venho conseguindo não importa mais, sabe por quê? Porque não tenho a pessoa mais importante ao meu lado. E fui tão tola que estou perdendo-a cada segundo que se passa... Eu estou me sentindo invalida Edward; invalida por não ter força de atropelar meu orgulho e dizer com todas as forças: Me perdoa e diz que ainda me ama? E que sou a pessoa mais importante de sua vida!
Ele não dizia nada, apenas me olhava... Somente isso e já estava me deixando incomodada, será que ele não poderia dizer alguma coisa? Ou pelo menos um: "cala a boca Bella, porque você merece passar por tudo isso. Você merece sofrer o quanto sofri", mas não. Ele não dizia nada.
- Isabella, você me deixa confuso, em um dia você me diz que não há mais como nós dois existirmos e no outro, você diz que me ama. Agora sou eu que não consigo te acompanhar... Se explique Bella, quer saber uma pergunta mais fácil: Você tem sentimentos, Bella?
- Mas que droga, eu tenho — eu segurava as lágrimas com o resto de forças que tinha meu corpo.
- Pelo o que?
- POR VOCÊ, EDWARD — gritei — Sempre foi por você e somente por você. Que droga, no começo foi apenas um beijo escondido, mas foi o bastante para me levar aos céus, fazer com que eu flutuasse nas mais altas nuvens e mais do que qualquer viajem, me fez perder o fôlego, começar a sonhar e perceber que agora eu te pertencia por inteiro, minha alma, meu corpo, minha mente, e acima de tudo ou mais, meu coração. Que começou a bater mais forte a partir daqueles instantes. Instantes que sempre revivo em meus pensamentos, na ausência do seu calor, quando meu organismo começa a sentir falta do veneno viciante que se esconde em teus lábios e o do toque suave dos seus lábios quando se encontram com os meus. Será que você consegue entender o quão mal sua falta me faz? Sua ausência me machuca a cada dia e a única cura que existe eu perdi, que era VOCÊ. — pausei, ele estava no mesmo lugar que eu havia entrado, ele não havia mexido um músculo se quer — Você tem noção do quanto eu te odeio também, Edward? Eu odeio o seu sorriso, seu cabelo bagunçado, o seu jeito de falar com as pessoas. Odeio o modo como rouba minha respiração ao passar, como eu não consigo encontrar palavras para explicar esse sentimento que me atormenta. Não tem o menor sentido o que eu sinto por você, e por mais maluco que pareça, eu odeio o amor que existe dentro de mim. E o mais irritante e inaceitável, é que mesmo eu odiando tudo em você, é eu não conseguir te odiar nem um pouco, nem por um segundo. Porque eu odeio a vida sem você. — eu jorrava as palavras sem respirar, era como se uma pequena pausa fizesse uma enorme merda em meu discurso, eu precisava colocar tudo para fora, o mais rápido que conseguia.
Ficamos longos minutos em silêncio, eu estava pronta para gritar para abrirem a porta, caso isso não revolvesse eu pularia a janela, eu já não tinha mais nada a perder. Aliás, a pessoa que eu tinha eu já havia perdido.
Foi no momento que notei Edward dar um passo em minha direção, sem nenhuma expressão no rosto e colocar as mãos em cada lado de minha coxa, ficando entre minhas pernas.
Ele distribuiu rápidos beijos em minha bochecha, indo em direção ao meu ouvido. Fechei meus olhos, aproveitando.
- Eu te amo desse jeito, sem jeito. Talvez eu tenha uma forma totalmente diferente de expressar o meu amor. Eu não te ver sempre, eu quero que a saudade invada nossos corações para quando matarmos essa saudade seja inteiramente intenso. Eu não digo que te amo toda hora, mas digo na hora que você precisa ouvir. Não tenho ciúmes exagerado, de me expressar, brigar ou gritar, tenho ciúmes calado, ciúmes silencioso que tomo providencia em sigilo. Eu não quero te dar presentes todos os dias, eu quero mesmo é que o dia em que eu lhe der um presente você jamais se esqueça. Eu geralmente não te procuro, eu deixo que você me procure, para que possa notar minha falta. Posso estar na maior vontade de te ligar e falar um "eu te amo", mais me controlo. Posso morrer de vontade de ir até a sua casa e dizer "passei aqui só pra te dar um beijo", mais me aguento. Posso morrer de vontade de te chamar pra vir almoçar aqui comigo "mas infelizmente ainda não posso". Pra você, e com você tenho mil planos, mais tudo em seu devido lugar, em sua devida hora. A eternidade vai ser pouco pra por todos os meus planos, todas minhas vontades, todos meus desejos, todas as minhas curiosidades com você. Eu sei que sempre vou te amar, e sei que você também vai. O que tivemos juntos não foi somente um lance, foi uma história. E que vai ficar eternamente lembrada. Eu te amo, com a certeza que você pode ir, te amo com a certeza que irá voltar. Nada e ninguém vai nos separar, tá escrito nas estrelas você nasceu pra mim, e eu nasci pra você. Falem o que for, digam o que quiser, ao meu lado é o teu lugar, e pra sempre com você eu quero estar. Desentendimentos, imprevisto só nós fizeram mais fortes ainda, isso tudo fez que nós crescêssemos que nós amadurecêssemos e que nós nunca perdêssemos a vontade de lutar. Eu sou apaixonado por você.
Será que meu corpo ainda havia lágrimas? Porque eu tinha certeza que não pararia nunca mais de chorar, eu o amava e ele sabia. Melhor dizendo, todos sabiam.
Edward levou seu rosto para frente do meu, testa com testa e um sorriso enorme estampado no rosto.
- Demorei tanto pra encontrar a pessoa perfeita, que agora não consigo mais viver sem ela. Simplesmente, penso que o amor que eu sinto por você é impossível de crescer, mas eu sempre estou enganado. A cada dia ele aumenta, e fica mais forte, resistente, e eu, mas louco por você! Quem quer que tenha dito que o amor é feito do equilíbrio, nunca teve abstinência pela outra metade, então nunca teve a chance de amar de verdade! Você é tudo para mim, e sempre foi, Isabella. E eu te amo tanto que posso parecer ser louco, mas é a mais pura verdade.
Mergulhei minhas mãos em seu cabelo, roubando-lhe um selinho.
- Não importa se esteja parecendo um louco. Porque ser for assim, também serei uma. — ri.
- Eu te amo, minha Bella.
- Então grite ao mundo.
- Eu amo você! — ele sussurrou ao meu ouvido.
O afastei, o olhando nos olhos.
- Porque sussurrou ao meu ouvido?
- Simples! Porque você é o meu mundo — e o puxei para um beijo, repleto de saudades, vontades, desejos e o melhor, amor.
Notas finais
Oh my Goood, o bom é que vocês ainda iram me aturar por mais DOIS DIAS! *-*
Eu não falarei sobre esse capítulo aqui, agora, porque eu quero falar sobre a história toda ao final do bônus na quarta-feira.
Tenham um ótimo inicio de semana e nos vemos amanhã com o Epílogo.
Que Deus abençoe cada uma de vocês e Isabella Swan Cullen, muito, muito, muito obrigada pela a linda recomendação. Estou sem palavras como todas que recebi e receberei (?) ♥ rs
Então se você gostou, deixe um comentário abaixo e nos vemos amanhã com o epílogo. Um grande beijo e até.
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