Meu Querido Padrasto.
25 Capítulo 18
- Com quem falo? – perguntei.
- Reneé, quem está falando? – minha respiração falhou, desliguei o telefone.
- Quem atendeu? – Nicke perguntou alarmada, vendo minha cara de espanto.
- Mamãe – engolir em seco
O que ela estaria fazendo com ele? E ainda mais com o telefone DELE? Senti meus olhos marejados, mas eu não ia chorar. Devia ter alguma explicação lógica para isso, algo muito, muito convincente.
— Você pode me deixa em casa? – perdi a Nicke.
- Claro, entre – ela passou para o lado do motorista ligando o carro.
Entrei no carro, e fechei meus olhos não deixando uma lagrima se quer molhar meu rosto.
— Amiga, deve te acontecido algo... – disse Nicke.
— Aconteceu! Eles ainda estão juntos – olhei para as árvores que passavam correndo ao nosso redor. Tudo era tão verde, tudo era tão vivo. Hoje estava morto. – Eles não vão terminar, eu sei. – continuei, depois de minutos de silencio.
— querendo ou não, ele ainda gosta dela. Meses de namoro não são jogados fora de uma hora para outra por causa de outra.
- Com Edward pode ser diferente – olhou-me pelo o rabo do olho.
— Diferente? – forcei uma risada – me amando ou não, ele ainda é homem. Seu instinto másculo ainda vive.
Ela estacionou o carro em frente de casa, sem dizer mais nenhuma palavra.
- você vai fica bem sozinha?
— Vou, não vou corta meus pulsos – minha voz estava sufocada. Eu precisava do quentinho do meu quarto o mais rápido possível. – Obrigada – acrescentei, antes de sair do carro.
Minha mão tremia na maçaneta da porta, uma lagrima havia acabado de rolar.
Corri direto para o meu quarto, jogando minhas coisas por onde passava. Cheguei no quarto, passei a chave na porta, desliguei o telefone da tomada e me joguei na cama, sufocando meu rosto contra o travesseiro deixando as lagrimas finalmente rolarem.
POV EDWARD.
Eu estava no banheiro lavando as mãos quando ouço meu celular tocar no meu escritório mas logo parar, quando voltei a minha sala para ver o que estava acontecendo, vejo minha ex-namorada e sogra sentada na cadeira a frente da minha mesa com meu celular a mão.
Mas o que ela estaria fazendo aqui? E ainda mais com meu celular nas mãos?
- o que faz aqui? – fui direto ao ponto pegando Reneé desprevenida e lhe causando um susto.
- AAAH... – ela gritou – quer me matar do coração? – perguntou deixando meu celular em cima da mesa e cruzando os braços.
- o que faz aqui? – ignorei sua pergunta e perguntei novamente.
- queria conversa com você – respondeu baixinho.
- pode dizer – respondi caminhando decidido em sua direção, fiquei apoiado na mesa de braços cruzados a sua frente. Aguardando ela começa com seu discurso.
Reneé respirou fundo.
- Você tem certeza que quer termina? – perguntou com a voz falhando.
- Tenho – e realmente eu tinha.
- Edward... namoro de meses não podem ser jogados fora dessa maneira. E tudo que construímos juntos como ficara?
— Reneé quando um relacionamento não dá certo tendo ele mais de anos, não podemos insisti. Nos dois vamos sair machucado se continuamos juntos e eu não quero que sofra – eu estava sendo sincero – e o que construímos juntos podem ser reconstruído, mas agora separados. Não queira insisti nessa historia, é melhor para nos dois.
- você tem outra – afirmou
A olhei diretamente nos olhos, não neguei e nem afirmei. Apenas deixei sua afirmação jogada ao ar.
- Edward... – recomeçou.
Segurei sua mão com força, a interrompendo.
- Reneé, Isabella precisa de você mais do que nunca. Você estando comigo acabou se afastando dela, você sabe se ela esta bem? Ou se tem namorado? – pausei – você sabe se sua filha ainda é virgem? – apertei sua mão com certa força, mas sem machuca-la. – Não, você não sabe. – respondi com toda certeza que eu tinha.
E era verdade, Reneé não sabia se ela estava namorando – alias ninguém sabia – e tampouco devia saber se ela era virgem.
- sua filha não precisa apenas de amigas, ou de uma mulher que mora no mesmo teto que o dela, mas as duas mal se falam. Bella precisa de uma mãe, talvez ela tivesse algo a conta, mas você nunca estava por perto. – Reneé levantou-se da cadeira com rapidez separando sua mão da minha.
- Edward você ainda é uma criança na frente de tudo que já vivi, é apenas um rapaz de 21 anos então não me venha dizer que sou uma péssima mãe ou que não conheço minha filha, porque eu sei que conheço – falou cada palavra com veneno. – foi uma péssima ideia ter vindo, talvez não devêssemos ficar juntos. Assim deve ser melhor – acrescentou. – então ate qualquer dia – se despediu.
Esperei Reneé fica de costa para mim e começar a caminha quando perguntei, deixando paralisada no meio da sala.
- Se você se diz ser tão boa mãe, então deve saber que sua filha esta vivendo um romance proibido e que esta apaixonada pelo o cara e ele por ela. – Reneé se virou para mim assustada.
- Isso é mentira – afirmou sem muita certeza.
Dei de ombros, prantando a sementinha da duvida em sua cabeça. Ela se virou decida a caminha para a porta quando lhe fiz outra pergunta:
- Quem era no telefone? – ela parou segurando a maçaneta da porta e respondeu sem olhar para mim.
- umas de suas amantes – e saiu.
Reneé saiu da sala e logo nossa conversa desapareceu de minha mente, eu estava mais preocupado era com quem Reneé havia conversado. Peguei meu celular de cima da mesa e olhei as ligações recebidas, era um contato desconhecido sem numero. Liguei para Bella novamente, mas seu celular estava desligado, minha preocupação estava aumentando essa devia ser a vigésima chamada e seu celular estava desligado eu já havia mandado mensagens e em nenhuma ela havia me retornado.
Meus planos era ir busca-la na escola e leva-la para almoçar em algum restaurante e voltamos para casa, para namoramos um pouco. Mas o encontro com o senhor Witch havia demorado a terminar, então quando deu o horário da saída dela eu havia mandado uma mensagem pedindo para ir para casa com minha irmã e ela não respondeu de volta, liguei para seu celular e dava desligado. Ate para sua casa eu já havia telefonado, mas estava ocupado. Minha sorte era tanta que ate o telefone de Alice ninguém atendia ou dava desligado, se eu ao menos tivesse o telefone da Nicke....
Peguei a chave do carro, minha carteira e meti o celular no bolso. Eu ia descobri em que buraco ele havia entrado e saber o porquê de seu celular passa a manhã desligado. Dirigi primeiro ate sua escola só para olhar a área estava vazia a não ser por uns panfletos jogando no chão. Minha segunda procura seria ate sua casa, passei em frente a sua casa, mas não parei pois o carro de Reneé estava no estacionamento e eu não havia nenhuma mentira esfarrapada na cabeça. Minha preocupação foi esvaziando talvez ela estivesse em casa e nada de ruim tenha acontecido.
Fui em direção a minha casa para secar se Alice já havia chegado, alias já era para ela esta em casa há horas. Mas essa outra também ao atendia o celular e nem o telefone convencional.
- ALICE – gritei quando cheguei em casa.
- Na cozinha – respondeu.
Fui bufando ate a cozinha, a raiva estava ao máximo.
- porque você não atendeu ao telefone? – perguntei com raiva, minha irmã estava na cozinha de avental preparando algo que eu não queria agora.
- não estava afim – deu de ombros.
- Você não esta afim? Você o quanto eu fiquei preocupado? Você some e não atende, mas a merda do celular e cadê a Bella? Vocês duas estão fazendo greve de celular?
— Calma aí, e a Bella esta na casa dela acabei de passa lá.
- o que ela esta fazendo lá? Eu perdi para vocês duas virem aqui pra casa.
- ela estava dormindo, pelo o que a Reneé disse. E você não pediu para vimos para a casa não.
- como não? Eu mandei uma sms para a Bella.
- É que... eu não fui para a aula – sorriu amarelo.
Essa baixinha não atende ao telefone, me deixa preocupado e fico sabendo que não vai para a escola?
- Alice, você termina com o Emmett ou terei que coloca horários para você – sua boca abriu em formato de “O”.
- Horários? Está louco, Edward? E o que meu namorado tem haver com isso?
- simples, depois que começaram a namorar você desleixou-se total. Você tem duas escolhas... e não voltarei atrás. – ela sabia que eu não estava brincando. Eu tinha que ser firme com ela porque não quero que minha irmã vire uma vadia.
- Tudo bem, quais são os horários?
- dia de semana ate as 21h00minh e finais de semanas e feriados ate as 22h00min.
- você quer dizer que ate nas férias ficarei com ele ate as 22?
- é claro – concordei – a não ser se quiser ate as 20h00min – ameacei.
- não, 22h00min esta perfeito – sorriu azeda.
- e me passe seu celular.
- como é? Vai me proibir de fica sem celular também?
- é claro que não. – ela sorriu aliviada — então cadê?
- em cima do estofado – fui ate a sala peguei seu celular e a chamei. Alice ficou ao meu lado sorrindo.
Joguei seu celular de uma mão para a outra e depois mirei na parede. Jogando-o, ele se espatifou todo no chão, fazendo um barulho estranho quando quebrou.
- Se você não quer mais atender o celular, então não precisara mais dele. – respondi e subi para o quarto, deixando minha irmã na sala com a boca aberta e seu queixo tremendo, ameaçando a chorar.
Eu não era um péssimo irmão, mas tinha que manter a linha com Alice, uma adolescente com os homônimos a flor da pele. Não queria que minha casa virasse um bordel e muito menos que ela virasse uma vagabunda de quinta. Então enquanto morar em baixo do meu teto seguira minhas regras.
POV BELLA.
- Filha... Acorde – mamãe me sacudia na cama.
- nem pensar – falei grogue e virei de lado.
Ela tirou o lençol de minha cabeça e sentou ao pé da cama. Coloquei o lençol de volta na cabeça, e ela tirou, coloquei de volta, e ela tirou....
Quando eu ia coloca de novo ela surta, mandando-me parar.
— O que houve mãe? – sentei na cama, passando a mão pelo meu cabelo. Abaixando-o.
— Quero conversa com minha filha, não posso? – sorriu tristonha
- É claro... – olhei para o relógio da cabeceira, eu ainda tinha meia hora. Edward não ia se importa de eu chega tarde ao trabalho e ah dele se vier reclamar...
- Você é virgem? – mamãe perguntou pegando-me de surpresa.
Eu contava a verdade ou mentira? Verdade ou mentira, verdade ou mentira?
Optei por conta a verdade, minha vida já estava cheia de mentiras e mais uma poderia me sufocar.
— Não. – os olhos de mamãe saiu das órbitas e sua boca se abriu.
- Quem foi? – ela perguntou quase pulando da cama.
Eu queria pelo menos que ela fizesse o papel de mãe uma vez na vida será que isso a mataria? Fechei a cara e levantei da cama.
- Foi com um cara ai – entrei no banheiro e bati a porta.
Seria perdi muito se ela me brigasse por te perdido a virgindade? Disse-se que era errado? Que eu ainda era nova? Que ela não ia me perdoa por causa disso? Iria cair algum pedaço do seu corpo se ela fosse mãe uma vez? Eu acho que não.
Tomei um banho rápido, molhando bastante meu rosto para tenta sumi com o vermelho do choro.
OMG, eu iria para o trabalho e Edward estaria lá, eu não sabia como conversar com ele será que ele iria me pergunta algo? E porque eu estou nervosa? Era para ele está nervoso já que foi ELE que me deixou plantada no estacionamento da escola. Sair do banheiro e mamãe já havia deixado o quarto, me arrumei, peguei minha bolsa, e joguei o celular dentro da mesma.
Desci os degraus rapidamente, dei um beijo na testa da mamãe e entrei no carro dirigindo ate a empresa; liguei o radio e tentei me concentra na pista, mas de vez em quando minha mente vacilava pensando nele.
Estacionei o carro e sair, ligando o alarme. Caminhei ate a entrada com passos largos. Entrei no elevador e apertei o botão do meu andar, tudo parecia perfeitamente normal. Cheguei a minha sala e estava tudo calmo, abri a porta da sala de Edward e dei uma rápida espiada, não havia ninguém... Estranho.
— Procurando por mim? – pulei de susto, quando uma voz pergunta atrás de mim.
— Eu? – minha voz ficou fina. – Não, não. – sorri sem ser convencida.
Edward estava serio e de braços cruzados, engoli em seco.
— Entre – mandou.
Entrei em sua sala vacilante, calma você não fez nada de errado. O único errado dessa historia completa é ele e só ele.
— Porque não ligou o telefone hoje? Será que você esta dando uma de Alice também? Quer que eu faça a mesma coisa que fiz com o celular dela? – Epa, como assim?
— Repete? Você não fará nada com meu celular. E ele não esta desligado. – tá bom, ele estava, mas ele não precisa saber.
- Isabella você sabia que eu fiquei preocupado? Andei Forks quase toda – nossa como se ela fosse do tamanho do mundo – atrás de você. E liga essa porcaria de telefone. – ele bufava.
Serio, porque ele tem que ser tão charmoso ate quando esta com raiva de mim? Peraí... FOCO, BELLA, FOCO.
- você me deixou plantada no estacionamento. – acusei
- se você tivesse ligado seu celular você não ficaria – rebateu.
— eu te liguei, mas a Reneé atendeu.
— Isso não é desculpa.
— e também não é nenhum desculpa seu celular esta desligado. – será que eu posso arrancar sua cabeça? Minha vontade era de encher a esse rosto sexy de murros.
Cheguei perto dele e comecei a esmurrar seu peito definido e cheio de quadradinhos.
— Você me irrita, irrita, irrita.
— Te irrito tanto que você não consegue me odiar.
- AAAAAH – comecei a bate com mais força ele só fazia rir.
Edward segurou minhas mãos em cima da minha cabeça e me beijou quando eu menos esperei.
— Nunca, nunca mais deixe seu telefone desligado. – sussurrou antes de me rouba um selinho.
- Nunca mais deixarei. E você nunca, nunca, nunca mais mesmo deixe Reneé atende seu celular.
- Isso nunca mais voltara a acontecer – nos beijamos.
Nossas línguas explorando cada milímetro de nossas bocas, em uma dança sincronizadas. Uma batalha sem vencedor; mordir seu lábio inferior o que o fez geme. Sorri.
— Você tem trabalho. – bufei.
- Obrigada por estraga o clima – murmurei mal humorada.
NA NOITE DO DIA SEGUINTE.
Eu estava dirigindo atá Port Angeles para encontra Nicke, Alice, Elizah e Rose (essas duas eu ainda não conhecia), eu ia encontra-las em frente de uma loja (que eu não fazia a mínima ideia do nome) mas era na rua principal. Dizendo Nicke que elas ficariam acessando para chama minha atenção parecendo àquelas galinhas chocando ovos, eu ri muito da comparação que ela fez.
Eu estava dobrando a rua principal, quando vi duas pessoas pulando com os braços para cima e outras duas rindo. Estacionei o carro próximo a calçadas que elas estavam.
— Ate que fim – ouvi Alice disse quando sai do carro.
— Já compramos algumas coisas e quero te apresenta umas pessoas – disse Nicke eufórica.
Olhei para Alice.
— Ela tomou café? – perguntei e Alice concordou com a cabeça. Rolei os olhos, ela não poderia de jeito nenhum.
— você sabe que não pode toma café, você fica elétrica. – mas do que já é completei mentalmente.
— tanto faz – e começou a me puxa para próximo das outras. – Essas são Rosalie Hale, irmã do nosso Emmett – eu ri – e essa é Elizah não sei das quantas – a tal garota chamada Elizah riu – amiga do Jasper.
— E quem vem ser Jasper?
— Meu cunhado – respondeu Alice.
— Tudo bom, garotas? – perguntei a Rose e Elizah.
— tranquilo – respondeu Rose
— Na paz – foi a vez de Elizah.
— O que já compramos? – perguntei me referindo as quatros.
Vi Elizah abri a boca para responder mais quando ia sair algo, Alice foi mais rápida.
— Praticamente tudo, ate as mesas já encomendamos. Faltam apenas nossas fantasias. – vi pelo o canto do olho Elizah fecha a cara.
— Eu já comprei a minha – disse Elizah.
— Qual é a sua? – perguntei e ela piscou.
- surpresa – respondeu Alice e fez Rose rir..
— Só se for para elas, porque eu já vi. – comentou Rose.
— Você é convencida – ela riu e Alice revirou os olhos.
— Estou perdendo alguma coisa? – sussurrei a Nicke.
- Acho que você não é a única. – sorriu.
Fomos caminhando ate a outra esquina onde havia lojas de fantasias, eu não queria nada indecente e nem comportada e tampouco assustadora.
Entrei em uma loja junto com as garotas, e fui em direção às araras. Peguei uma roupa com a peruca e fui ao provador.
Me vesti e coloquei a peruca na cabeça, era uma personagem que eu ainda não tinha visto ninguém usar e esperava que ninguém mais usasse. Digamos que eu estava linda ao meu estilo.
Tirei tudo e coloquei na sacola preta, indo pagar.
— Vai leva o que? – perguntou-me Elizah.
— Surpresa – ela riu.
Esperei as meninas comparem suas fantasias e fomos em direção a escola, começaríamos a enfeitar tudo hoje, cada uma de nós estávamos programas a consegui algo. Eu por exemplo faria os convites e senhas, Alice cuidaria dos enfeites, Elizah das musicas, Rose e Nicke dos comes e bebes.
Mas como todas nos sabíamos que Alice não daria conta de enfeita a quadra sozinha então todas nos ajudaríamos. Fomos cada uma em seus carros em direção a escola, Alice havia dito que os pufes e as mesas já haviam chegado. Então teríamos apenas de tira do plástico e sair espalhando por toda a área.
Chegamos e já fomos colocando a mão na massa, isso teria que fica pronto hoje, amanhã seria apenas a instalação do globo para sexta feira fica tudo perfeito.
Eu e as garotas passamos o resto da noite transformando a quadra em um verdadeiro tenebroso castelo cheio criptas e esqueletos.
E foi legal passa a noite com elas, apesar de algumas indiretas da Alice e Elizah, eu não poderia esquece-se de pergunta a Alice o que havia acontecido entre as duas.
- esta ficando assustador — comentou Rose após pendurar umas teias de arranha no canto.
Viemos termina praticamente ao amanhecer nos quatro estávamos jogadas no chão admirando nossa obra prima. Eu e as meninas penduramos teias em todos os cantos e nas grades ao alto, com enormes aranhas pretas no meio — onde Nicke quase morre de susto quando joguei uma em cima dela — penduramos morcegos de borrachas pelo teto; braços e pernas ensanguentados por diversas partes. Sem esquecer-se dos puffs em preto e vermelho espalhados. Vestimos uns mortos-vivos com roupas cobertas de sangue e os espalharmos pelos os lugares mais escuros onde o jogo de luzes não alcançava.
Na entrada Elizah teve a ideia de colocar de colocamos caldeirão de bruxas fumegantes, e espalhamos praticamente múmias, caveiras, gárgulas, caixões, velas pretas e vermelhas, crânios, gatos e ratos horripilantes que por mais que sejam falsos pareciam reais.
No lado de fora da quadra, abobora esculpidas e iluminadas por velas — ate agora apagadas — e nas arvores uns pisca-pisca preto e alaranjado.
— Espero que ninguém venha aqui após o termino das aulas. Quero que tudo seja surpresa — comentou Nicke antes de boceja.
— Acho melhor imos para casa dentro de poucas horas vocês tem aula e eu tenho ensaio – Rose comentou.
Todas nos concordamos e voltamos as nossas casas, assim que cheguei em casa fui direto ao banho e cai na cama com sono.
Notas finais
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