Meu Querido Padrasto.
18 Capítulo 13
Notas iniciais
(quem for ler, não esquece de deixar uns lindos comentários pra ela, sim? KKKK)
http://fanfiction.com.br/historia/184933/Um_Amor_Impossivel./
POV BELLA.
Acordei com uma luz forte me incomodando, abrir os olhos lentamente fazendo-os se acostuma com a claridade. Toquei no meu corpo e eu estava vestida, menos mal. Suspirei by Browse to Save\">baixo.
Eu não reconhecia o lugar onde estava, era um quarto cor de creme bem aconchegante.
Flashs da noite passada rodava em minha mente, musica alta, dança em cima da mesa, bebida, beijos com Jacob e o sexo que eu não queria.
— NÃO, NÃO, NÃO. POR FAVOR, NÃO – eu gritava colocando minha mão no rosto.
Eu não podia, não podia mesmo. Ele não podia ter feito isso.
— Hei, Bella, o que houve? – Vi Edward me olhar preocupado e tira minhas mãos do rosto.
— Por favor – funguei – só, por favor, diz que é mentira. É coisa da minha cabeça, né? Eu não fui..
— Shiii minha Bella, não chore – ele disse olhando dentro dos meus olhos.
Até então eu não havia percebido que as lagrimas eram minhas..
- Só me diz que eu não perdi minha virgindade com um estupro. – falei sufocada.
— Você era virgem? – ele perguntou se assustando e confirmando minhas suspeitas.
Por um momento eu esqueci de respirar, faltava ar em meus pulmões. Parecia que eu estava em baixo d’água procurando o céu azul que nunca era encontrado. Coloquei a mão no peito.
- Edward eu não lembro de quase nada – sussurrei.
— Bella, eu perdi para você não ir nessa droga de festa. E você fez o contrario será que você não poderia me ouvi pelo menos uma vez? – ele explodiu, levantando-se da cama e andado pelo o quarto.
— Onde estou? – perguntei com a voz fraca.
— em minha casa. – concordei com a cabeça.
— Me desculpe – sussurrei, era tantas coisas para assimilar, tantos erros.
— Você já fez a merda então tanto faz. – enxuguei as lagrimas que estavam rolando. Eu era muito estúpida, burra e idiota. Sentei na cama e abracei meus joelhos atraindo sem querer a atenção dele. Ele suspirou pesadamente.
— Bella, me perdoe eu não queria te falado daquele jeito. – ele disse fechando os olhos – so que imaginar outro cara dentro de ti, te sentindo, podendo te tocar. Me irrita, você esta fazendo-me a senti coisas, a ter sentimentos que nenhuma outra mulher conseguiu despertar. Só de imaginar alguém fazendo algo contra a tua vontade..
Eu conhecia muito bem esse sentimento, era o mesmo que eu sentia a ele, só que com uma grande diferença: “o meu era maior e mais intenso”.
- Eu te amo – sussurrei, o puxando para mim.
— Bella, eu... – fiquei de joelhos na cama e o calei com o um beijo.
Eu sabia que ele estava se forçando para dizer que também me amava, e eu não queria. Essas três palavrinhas assim como podem construí algo podem também destruí, e eu não queria que ele falasse da boca para fora.
— Não diga nada – respondi – apenas quando tiver certeza – ele sorriu e me abraçou.
Edward me puxou para cama e ficamos deitados em forma de concha por logos minutos que pareceram horas.
— Amor, posso lhe perguntar algo? – perguntei com a curiosidade visível na voz .
-Tecnicamente, você já esta me fazendo uma pergunta. Mas você pode me fazer outra – ele riu o no meu ouvindo, arrepiando os pelos do meu corpo.
Eu não fazia a mínima ideia de como pergunta a ele.
- Amor – comecei – como é a primeira vez? – olhei pra ele tentando não corar. Edward estava com a testa enrugada. – você poderia me mostra? Quero dizer, não minha primeira vez mas... – parei de falar, ele já tinha entendido.
- Bella você esta cansada e temos que ir na policia da parte do Jacobb.
— Eu não quero dormi Edward e não vamos da parte dele. Não mesmo. — minha teimosia estava ficando clara como água na voz.
— Você não sabe o que quer. – ele me cortou com a voz fria.
- Sou de maior o suficiente, para saber o certo e o errado. E eu quero você.
— Você tem certeza?
— É claro. – engoli em seco.
Edward ficou em cima de mim, beijando meu pescoço lentamente.
— Vou na farmácia, já volto – ele disse beijando meus lábios.
— Vai comprar camisinhas? – perguntei sapeca.
Edward pegou a chave do carro e a carteira enquanto me respondia.
— Não – ele sorriu torto – eu tenho um pacote ai no criado mudo.
- Então o que...? – eu não conseguia pensa em nada que ele fosse comprar na farmácia.
— A famosa pílula do dia seguinte – respondeu tenso.
— O.k – concordei – vou te esperar .
Edward sorriu mas não alcançou seus olhos, ele estava preocupado isso será visível.
O esperei sair do quarto para pensar com mais clareza, eu não lembrava de quase nada da noite de ontem, eu não lembrava o porque de ter bebido tanto e pior “ o que tinha me feito ir a cama com Jacob”.
Algo dentro de mim dizia que eu não tinha escolhas, ou ia por bem ou por mal. Eu temia, porque eu tinha certeza que havia ido por mal.
Eu estava começando a senti nojo de mim, nojo do meu corpo, eu estava suja. Marcada por ele. E além de tudo preocupada, e se eu estivesse grávida? Ou com alguma doença passada a mim?
Céus eu queria me matar! Eu fui muito otária para te caído na lábia dele. Eu quero acreditar em tudo menos que sofri um estupro. Eu deveria denuncia-lo, mas e se ele fosse um maníaco e quisesse me matar?
Passei a mão no rosto, respirando fundo. O relógio do criado mudo começou a apitar, alertando que eram 04:00 da manhã. Minha mente e nem eu mesma sabiam as que horas eu havia deixado a festa. Que droga! Que bebida era aquela que apagou tudo de minha memória?
Levantei-me da cama olhando tudo ao redor, até que Edward tinha bom gosto. O quarto era claro em cor de creme, havia uma cama no centro – onde eu estava deitada minutos atrás -, havia também uma porta no canto que eu supus ser o banheiro e outra que era o closet.
No criado mudo, tinha alguns retratos em uns dos quadros eu o reconheci imediatamente.
Era Edward e Alice Cullen, sorrindo. E em outra estava Edward e Alice juntos com mais duas pessoas que eu não conhecia.
Era um homem alto loiro lindo, gostoso e tesudo. Ele poderia ser um astro de cinema, tentei fazer minha mente lembrar se eu já o tinha visto em algum filme, seriado ou serie. Mas uma beleza de tal gênero eu havia de lembrar. A mulher que estava abraçada com Alice, tinha os cabelos meio ondulados cor de mel e o rosto em formato de coração com um sorriso amigável no rosto.
Senti os braços fortes e musculosos de Edward me abraçar por trás, e sua respiração em minha nuca.
— São meus pais, Carlisle e Esme Cullen – respondeu olhando para as fotos.
- Nem ouvi você entra – observei.
- Você estava entretida com as fotografias – respondeu olhando as fotos.
— Então, cadê? — perguntei e ele me abraçou com mais força.
- Na cozinha – ele falou e apoiei minha cabeça em seu peito.
— Mamãe, sabe o que aconteceu? – perguntei.
- Não, eu tranquei a porta do seu quarto. As 08:00 horas eu vou liga a ela, faze-la sair de casa. Para você pode entrar.
- O.k, então temos poucas horas juntos – falei e senti ele sorri.
— Vem, você tem que toma logo a pílula.
— Sim, senhor – ironizei fazendo-o rir.
Saímos do seu quarto e passamos por um corredor que tinha uma porta com a seguinte frase: “Entre e se apaixone”, parei encarando a porta rindo.
— Quarto de Alice – ele rolou os olhos.
Tinha que se de Alice com suas obras de artes, a parede do corredor era da mesma cor do quarto, estava começando a duvida que toda a casa era cor de creme.
Chegamos na cozinha, os moveis eram todos brancos, me encostei na bancada e peguei a sacola que tinha em cima da mesma, abri enquanto Edward trazia o copo d’agua. Coloquei a pílula na boca e bebi água, fazendo-a desce garganta a baixo. Edward me olhava preocupado ainda.
— Eu estou bem, sabe – lhe garanti.
— Ainda acho que você deve ir ao medico – ele falou.
— Amor, não aconteceu nada demais – me arrependi de te dito. Porque ele fechou a cara.
— Você foi estuprada e isso não é nada demais? Agora eu não sei o que é “demais”
- Não foi isso que eu quis dizer – rebati – segunda eu vou ao medico, pode fica tranquilo.
— Você garante? – concordei com a cabeça.
Edward aproximou-se de mim, ate minha costa bate na bancada com força me machucando. Segurei em sua calça jeans, enquanto ele fazia seu caminho com os lábios desde o meu pescoço ate a ponta do meu nariz.
— Você pode pensar que estou exagerando, mas não é. Eu apenas me preocupo com você.
— Eu sei – falei tonta. – Como você sabia onde eu estava? – perguntei tentando se incoerente, mas ter a boca de Edward próximo da minha era impossível.
— Eu moro com uma adolescente de sua idade. Alice já aprontou muito. – ele riu.
Levantei meu rosto, e o beijei esquecendo de tudo. Eu só o queria por hoje, Edward me carregou e eu entrelacei minhas pernas em volta de sua cintura sem quebrar o beijo, ele me carregou e colocou-me em cima da mesa.
Ele soltou minha boca, e aproximou-a perto da minha orelha fazendo meu coração bate acelerado. Seus dentes roçaram no lóbulo de minha orelha esquerda, enquanto suas mãos brincavam com a minha cintura, apertando e afrouxando. Me fazendo gemer baixo.
Eu sabia que ele não estava com presa, porque dava mordidinhas e leves puxões com os dentes.
Eu suspirava sob todo o carinho de Edward, que foi logo aumentando. Suas mãos escorregam por toda a lateral das minhas coxas, e seus beijos deixando um rastro de fogo pelo meu rosto, beijando todo o meu maxilar enquanto as pontas de seus dedos tocavam minha perna. Era tudo novo para mim, e era bom.
— Gostando, Bella? – ele perguntou, contra o canto de meus lábios.
- Cl-claro – gaguejei, sentindo minha respiração aumenta cada segundo a mais. Ele sorriu e apertou minha coxa com força.
— Você sabe o que estamos fazendo é errado?! – por favor, não agora. Não me lembre que eu posso me arrepender no futuro, só me faça vive o presente.
— Quero jogar os dados – falei fraca.
Edward não me beijou por completo, apenas o lábio superior, deixando lambidas e mordidas no centro. Eu já estava morta, entregue a ele.
E ele sabia.
Ele sorriu, e usou a ponta da língua, dando rápidas lambidas no canto da boca, causando-me arrepios. Eu já estava começando a delirar com as caricias, meu corpo começava a pega fogo, de baixo para cima.
- Po-r fav-or... – minha voz saiu tremular e entrecortada por causa da respiração, o que fez Edward sorri contra meus lábios. Cada parte do meu corpo estava arrepiado e eu estava agradecida pro esta sentada, porque minhas pernas estavam bambas.
— Por favor o que, amor? – seu sorriso estava malicioso, me deixando cada vez mais exitada.
- Eu.. – as mãos de Edward foram até o cós da minha calça , e abriram o botão rapidamente, puxando a peça para baixo e fazendo-a cair no chão, me deixando apenas com uma micro calcinha. Isso fez ele morder o lábio inferior e deixou sua excitação ainda mais apertada sob o jeans. Ele com certeza não esperava por isso.
Ainda mais porque era preta, a mesma que ele viu ontem no meu quarto.
Edward começou a acariciar minhas pernas pela a parte interna, indo do joelho ate a virilha, repetindo o caminho milhões de vezes, eu suspirava, mordias os lábios para conter os altos gemidos.
Depois de fazer diversas vezes o mesmo trajeto, me arrancando muitos gemidos, ele passou suavemente a minha calcinha encharcada, que gemi ainda mais alto pelo toque tão leve que parecia alucinação. Eu não ia aguentar muito tempo e ele sabia, por isso ele estava brincando.
- Você não sabe o quanto eu... – ele se interrompeu passando os dedos por cima do pano.
Eu não encontrava mais minha voz, eu queria responder, mas ela tinha sumido, porque além de não conseguir formular uma só palavra na cabeça, senti Edward pressionar meu clitóris descoberto, já que Edward havia feito o favor de puxar minha calcinha para o lado, e atacava aquela parte tão sensível com seu dedo indicador.
Um grito agudo saiu de minha boca, que logo foi tapada pela de Edward. O beijo era rápido assim como os movimentos de Edward com o dedo. Um, passava freneticamente com meu clitóris, enquanto o médio brincava com minha entrada molhada e inchada pela a excitação.
Meu corpo se contraria, arqueando frequentemente as costas enquanto recebia toda aquela atenção. O beijo, os toques, tudo estava me deixando entorpecida.
— É sério Ed-ward – suspirei contra o beijo – e-eu n-ao agüento m-ma-is...
- Seu pedido é uma ordem, senhorita Swan – ele sussurrou cheio de malicia contra os lábios meus e levou sua mão livre até o cinto da calça, abrindo-o e logo fazendo o mesmo com a calça e a boxer.
Sua excitação sem as roupas era bem maior. Edward tirou a camisinha do bolso e colocou em si, eu não conseguia desviar os olhos. Sem precisar de mais nenhuma palavra, ele impulsionou meu quadril para frente e me puxou pela a mesa, a deixando na ponta para que ajudasse na penetração.
Nos dois gememos juntos, agarrei os ombros de Edward. Que ainda estava de blusa, igualmente a mim. Eu não sentia necessidade de arranca-la, eu só queria dentro de mim o resto não importava. Alias tínhamos coisas mais importantes para se preocupar.
Edward colocou suas mãos em minha cintura, guiando meus movimentos, que seguiam perfeitamente os deles sem antes tocar. Eu era inexperiente nessa área, mas parecia que meu corpo já sabia os comandos.
A respiração rápida era consequência dos movimentos contínuos e ritmados que fazíamos, como se praticassem tal coisa todos os dias. Talvez pudéssemos fazer isso todos os dias. Mas esses pensamentos foram apagados no momento que os espasmos não cansavam de atingir meu corpo, com ele logo atrás, eu sentia seu corpo tremer em cada estocada e cada vez mais rápido e fundo.
Eu não conseguiria segurar por mais tempo, ate que cheguei ao orgamo. O melhor de minha vida até agora. Mas nem por isso Edward parou, ele ainda não tinha alcançado o extremo de seu prazer.
Edward me agarrou, grudando os tecidos molhados de suor das nossas camisas e me beijou rapidamente, enquanto estocava mais fundo. Eu ainda estava sensível pelo o ultimo orgasmo, o que me fez urrar de tanto prazer e Edward me preencher por completo.
Continuamos agarrados, arfando, suados e exalando a sexo puro. Algo me dizia que éramos feitos um para o outro, o jeito que nos completávamos, era incrível. Eu sabia que depois de hoje não seria apenas Edward Cullen e Isabella Swan, seriamos amantes. Íamos ser por um dia, por dois. Por uma vida.
Ficamos assim, uns logos minutos ou seriam horas?
— Vou toma um banho. Te espero no quarto – murmurei.
Edward ate então não havia saído de dentro de mim, ele saiu lentamente e me ajudou a fica em pé. Eu estava tonta, esse com certeza era o melhor momento de minha vida. Voltei pelo o corredor, tentando acalma minha respiração.
Cheguei no quarto, e fui a caça de uma tolha no closet, pegando a primeira que vi na gaveta. Fui em direção ao banheiro, e ele era dez mil vezes maior do que meu quarto, ele era todo branco. Coloquei minha roupa em cima do vaso sanitário e liguei o chuveiro e coloquei na temperatura fria, do jeito que meu fogo estava eu tinha que acalmá-lo.
Demorei um pouco no banho, quando sair eu estava enrolada na toalha e Edward na cama deitado apenas de boxe sorrindo para mim.
— Você pode me empresta alguma blusa? – perguntei mordendo os lábios.
Ele levantou-se sem dizer nada e pegou uma blusa do closet branca e me passou, vesti por cima da toalha e a tirei.
— Vem deita, temos apenas algumas horas juntos – ele segurou minha mão e me puxou para cama.
Ele deitou primeiro e eu deitei ao seu lado, apoiando minha cabeça no seu peito nu, e arranhando-o de leve com as pontas do dedo.
Não sei em qual momento a escuridão tomou conta de mim, só sei que dormi sem ouvi nada.
x.x
— Bella, amor – Edward me sacudiu levemente.
— Me deixe dormi – falei virando de lado.
Ele começou a belisca minha orelha, fazendo-me acorda.
— O que foi, amor? – bocejei, olhando para ele.
— Sua mãe esta vindo aqui.
— Não acredito que você já ligou a ela. – falei raivosa.
- Eu não liguei, ela que ligou avisando que já estava chegando.
— O.k me de apenas um minuto para toma banho.
— Ela já esta chegando.
— Como assim?
— Você apenas troque de roupa. E entre no táxi, eu te dou dinheiro.
Levantei da cama emburrada.
— Estou parecendo aquelas putas escapando da sua mulher.
— Você não é puta, mas esta escapando da Reneé – ele riu sem graça.
Fui ao banheiro onde havia deixado minhas roupas, e me vesti. Sentido falta de uma peça, olhei-me no espelho e eu estava vestida. Ate com minhas roupas intimas, mas algo fazia falta.
Joguei água no meu rosto e voltei ao quarto, ele já estava vestido.
— Estou indo. – falei e ele me passou o dinheiro do táxi.
O beijei rapidamente.
— Me desculpe – ele falou e eu dei de ombros.
Sair da casa o mais rápido que podia e fui para a frente da rua principal espera um táxi. Assim que passou entrei, quando olhei para trás mamãe tinha acabado de estacionar.
POV RENEÉ *especial*
Estacionei o carro em frente da casa de Edward e sair, eu tinha que conversar com ele, as coisas estavam ficando meio estranhas, distantes entre a gente e eu temia que ele tivesse outra.
A porta de sua casa estava aberta, sorri. Ele devia saber que eu estava chegando.
— Edward? – chamei quando entrei.
— Ah! Olá Reneé – ele disse saindo do corredor com uma xícara nas mãos. – Pensei que você fosse demorar mais um pouco. – ele estava nervoso, notei.
— O que aconteceu? – eu gostava de ser direta. Eu poderia agir como uma adolescente mas eu era adulta, já fui casada e tenho uma filha inocente a criar, eu queria que ele confiasse em mim. Pelo menos como antes.
- Não é nada.
— Você esta nervoso – falei andando em sua direção.
— não é nada... – ele pausou – apenas problemas com adolescente... Tipo Alice Cullen.
— Se quiser eu posso conversa com ela – sugeri
— Não, precisa.
— Amor, eu posso usar o banheiro? – sabe aquele sentimento que nós mulheres temos quando algo está errado e uma ideia idiota vem a cabeça? Pois é, era o me deu no momento.
— Pode ir. – disse ele.
Fui direto ao seu quarto, e olhei tudo ao redor. Eu não fazia à mínima ideia do que procurava, só sabia que procurava algo.
A cama estava bagunçada, sinal que ele havia acabado de acordar.
Fui ao banheiro e comecei a observar tudo. Mas não tinha nada de estranho, me olhei no espelho, eu já estava começando a fica paranoica, devia ser a idade. Ri do meu pensamento.
Foi quando eu olhei para o vaso, e tinha um pano preto caído no chão. Cheguei próximo e o ajuntei.
— Mas que merda era essa? – Edward tinha que me dar uma ótima desculpa para isso esta no seu banheiro ou ele se veria comigo.
Sair do banheiro e do quarto fechando as duas portas com força, assustando Edward que estava na sala.
— Ei, o que ouve?
— De quem é esse sutiã? – bufei de ódio, ele me olhou espantado.
Notas finais
E meninas, esse é o último capitulo que eu postarei hoje. Não me matem.
Motivo: Tenho mais uma fic tenho que betar váaaaarios capítulos nessa e da outra, porque irei viajar MAS VOCÊS NÃO FICARAM SEM CAPÍTULOS porque a minha melhor amiga que postará para vocês, então preciso dar vários para ela, não é? E como está tudo meio corrido, eu preciso aproveitar cada tempo que tenho aqui no notebook para corrigir para vocês. E eu estou atolada de coisas, então não dará mais para postar por hoje. Mas amanhã tem.
E bem, duas meninas recomendaram essa fic (pelo menos acho que é duas porque a segunda eu ainda não consigo ver. Quando aparecer eu agradeço, fique tranquila. ><) Enfim, Nayara Rodrigues muito obrigada pela a recomendação, você não imagina o quanto feliz eu fiquei. De verdade. Muito obrigada e acho que você é leitora nova, certo? Já que nunca a vi pelo os comentários, então se for, seja muito bem vinda também. o/
Voltando ao capítulo, meninas, se vocês gostaram deixem um comentário abaixo e nos vemos amanhã. Um grande beijo.
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