Meu Querido Padrasto.
27 Capítulo 19 - Parte 2
POV ELIZAH.
Bella se afastou de nós e foi ate um grupo que a chamava, ficamos somente eu e Jasper. Ahh, será que ele não poderia fazer o favor de me chamar para dançar? Ou terei que criar raízes aqui.
— Elizah, você é uma garota – ele notou.
— Até ontem eu era sim – ironizei.
— Você quer...? – ele não completou, porque outro cara parou em minha frente.
— Quer dançar? – ele sorriu, deixando a mostra todos seus dentes brancos.
— É claro – sorri, já que Jasper não me convidaria pelo menos alguém com decência teve a coragem de me chamar.
— Hey, eu ia lhe chamar para dançar – meu coração deu um pulo.
Eu iria responder, mas o cara que não sei o nome foi mas rápido.
— Foi mal cara, mas nunca se deixa uma mulher como essa como ultima opção – e saiu me puxando para a pistar.
POV NICKE
Entrei no aposento (leia-se: vestiário) e a sorte estava ao meu lado, Marcos estava sentado em um dos puffs vermelhos com o whisy na mão, olhando a parede. Estava começando a me arrepender disso, dias atrás essa era um ideia maravilhosa e agora não parecia tão boa.
Fiquei parada na porta de braços cruzados, encarando-o. Parecia que ele não me via ou não queria me ver.
Atravessei o aposento em largas passadas, ficando parada em sua frente. Obrigando-o a me olhar.
Marcos olhou-me dos pés a cabeça antes de engoli seco, eu estava atrevida com minha fantasia de vampira¹ curtissima, em tons de preto e vermelhos.
Marcos levantou-se, antes que eu tivesse a oportunidade de dizer algo ele se aproximou. Agarrando meus cabelos curtos, meu vestido curto não deixava nada para a imaginação, incluindo meus mamilos eretos levantando-se sob o material fino do cetin, a cada toque, desejo em seu olhar. Arrepiava-me. Seu olhar passou por minhas longas pernas, que terminavam em um par de saltos altos carissimos.
Quando seu olhar encontrou o meu outra vez, tentei liberar meu pescoço de suas mãos. Essa noite seria eu no comando.
- Vejo que você não é tão fiel quanto transmite ser — falei, com minhas mãos deslizando pelos seus braços másculos, sentindo cada musculo.
Marcos não respondeu, apenas me puxou para si fazendo-me perde o equilíbrio. Com um gritinho suave de surpresa cai contra ele. Ele me manteve pressionada contra ele, agarrando-me apenas com uma mão. Sua ereção dura contra a minha barriga, e a cor aumentando em minhas bochechas ele sabia que eu havia sentindo-o.
- Animada como sempre, Monize — Disse Marcos antes de abaixa sua cabeça e cheira meu perfume ("Circus"). — Sempre amei seu perfume — sussurrou. — desde o primeiro dia que o senti — continuou.
Outro gemido suave escapou de meus lábios, tentei afasta-me dele. Era para mim esta no comando e não ele, era para mim esta deixando-o louco e não o contrario. Era uma péssima, uma péssima ideia tudo isso.
- Deixe-me ir, Marcos — cravei meu salto em cima de seu sapato.
Em um rápido movimento, Marcos puxou-me para si e esmagou sua boca contra meus lábios suaves, fazendo minhas reclamações, duvidas para trás.
Uma parte minha queria ir embora, a outra queria ficar. O empurrei para trás, mas ele era mais forte, mais poderoso.
Seu beijo era duro, chegava a ser brutal. Abri os lábios e Marcos tomou vantagem colocando sua língua à força em minha boca. Mergulhou mais, enquanto eu tentava me soltar.
OMG, eu estava negando a esse homem tudo o que eu sempre quis? Eu podia não está no controle, mas sairia ganhando do mesmo modo. Comecei a beija-lo, deixando entra minha língua em sua boca e que se enredasse com a dele. Meus dedos acariciavam seu peito largo sob o terno e descansei minhas palmas em seu peito, apalpando a dobra de seus músculos duros sob as mãos. Seu calor passou através de mim e me veio à imagem dos nós dois, carne quente e suada, dois corpos em um só.
Eu gemia.
A ferocidade de nosso beijo diminuiu, Marcos mordeu meu lábio inferior, causando-me dor, que logo foi substituída por um prazer. Antes que eu pudesse recuperar-se da sua surpresa, ele empurrou sua língua no interior profundo de minha boca outra vez. Sua mão agarrando tão forte meu cabelo que pude notar meu couro cabeludo puxando e doendo.
Nesse momento eu me vi dele, fazendo tudo que poderia fazer. Imaginando seu membro entrando de frente ou de costas. Deixando ele me guiar.
Parecia que o beijo duraria para sempre. Quando Marcos finalmente voltou para trás, seus lábios estavam inchados e úmidos, seu fôlego vindo em baforadas suaves.
Eu não poderia olhá-lo fixamente pelo que ele finamente acariciou meu rosto e levantou uma sobrancelha arrogante, enquanto me observava com esses olhos azuis-céu. O som profundo e palpitante de sua voz enviou uma fervura de umidade entre minhas coxas.
– Você tem o desejo de ficar com outro? — Sua mandíbula apertada e seu rosto endurecido com uma seriedade absoluta.
- Tenho — afirmei, quase não podendo respirar.
O calor me atravessou em uma chama quente. Ainda em parte não era só cólera alagando-me, era um desejo intenso. Minha resposta o tinha animado além do que podia acreditar.
Eu não poderia acredita, que nessa festa onde só há adolescente com os homônimos aflorados, um cara casado — a quem dei em cima desde o primeiro dia — tratava-me como se fosse meu dono. Era estranho, mas isso me excitava de uma forma que nenhum outro havia feito.
Marcos falou antes que ela pudesse reagir a seu comentário de castigo.
- Você ia ser uma escrava sexual para um cara estranho? Você ia foder com alguém que não conhece Monize? — Ele me apertou contra si, cavando seus dedos fortemente em uma bochecha de meu traseiro e agarrando com força seu cabelo com sua outra mão. Ele me pressionou tão apertadamente contra ele que minhas mãos e meus seios foram esmagados contra seu peito.
- Aham — respondi baixinho — não é isso que estamos preste a fazer? — tentei mante a sensualidade em minha voz baixa.
– É verdade. Lhe desejei tanto e agora a tenho aqui.
OMG, OMG, OMG. Ele tinha me desejado? Estaria me esperando todo esse tempo? Certamente nunca havia demostrado.
- Porque me deu um fora então? Para mostra que você é o homem?
- não — beijou minha bochecha — para vê se você era realmente era mulher. — ele relaxou o seu puxão no meu cabelo.
Suas mãos deslizavam do meu traseiro ate o fim do vestindo, entrando por dentro e levantando-o. Uma onda de prazer passou pelo meu corpo e minha respiração ficando cada vez mais ofegante.
Fiquei olhando fixamente em seus olhos azuis, interminável. Entre a festa que rolava ao lado de fora do aposento e Marcos. Estava bem consciente do qual escolher.
- Faça-me sua antes que a festa termine. — e me puxou para mais um beijo, só que dessa vez mais lento, com mais sensualidade.
Fui empurrando-o para trás ate faze-lo senta em uns puff do cômodo, coloquei as duas pernas em volta de suas coxas, e praticamente sentei em cima dele. Seu membro ficou entre minhas coxas, e comecei a rebolar em cima dele, bem devagar. Ele agarrou minha cintura, tentando levanta-me e ao mesmo tempo posicionando seu membro na minha entrada. Gemi com o contato, mesmo sobre o tecido fino da calcinha. Ficamos simulando uma penetração, ambos ofegantes e suados. Nossos corpos e gemidos de puro prazer. Ele, de repente soltou minha cintura e agarrou meu cabelo, me beijando desesperado. Pareceu uma faísca elétrica, que ia em direção ao meu clitóris, arrepiando-me por inteiro.
A fricção embaixo com o contato das nossas línguas, durante o beijo, estava-me deixado molhada. Meu suco estava escorrendo entre minhas coxas. Ele desceu sua mão esquerda e posicionou em meu sexo, massageando por cima da calcinha.
Ofegante, Marcos falou entre os beijos.
- Nunca... pensei... que uma criança... feito você, poderia ser.... tao gostosa.
Ele foi empurrando a calcinha para o lado e ao mesmo tempo, tentando enfiar seu membro em mim.
- A camisinha... — disse ofegante.
Rapidamente ele tirou um pacote do bolso e me passou, enquanto desabotoava sua calça e abaixava a box. Agilmente, rasguei a embalagem, e fui colocando em volta do seu pênis. Por pouco não cabia! Era grande e grosso, o que fez aparece um sorriso em meu rosto. Ele me girou de costas e fez eu sentar em seu membro de uma vez.
PUTA QUE PARIU! Não sei se eu pensei ou gritei, mas foi a primeira coisa que eu me lembrei. Aquilo não podia ter entrado tudo. Era muita coisa. Mas como eu estava muito molhada, a dor foi logo substituída pelo prazer de ser preenchida.
Ele ficou poucos segundos, parado, respirando profundamente, e sussurrando coisas complicadas de entender. Ele começou a rebolar, me trazendo para frente e para trás, em um ritmo devagar. Aquilo era errado e gostoso.
Comecei a me movimentar mais rápido, e gemendo falei:
– Rápido, não quero perder a festa.
Ele grunhiu, começou a mordiscar minha orelha, e puxou novamente meus cabelos com uma mão, e dançando nos meus mamilos com a outra. Comecei a cavalgar mais rápido e mais forte, gemendo e arfando, sentindo um prazer incrível, onde comecei a sentir os tremores do meu clímax se aproximando.
- Goza comigo Nicke. — sussurrou.
Assim que ele o fez, meu corpo todo se tremeu e senti todos os espasmos do orgasmo fantástico que eu tive. Poucos segundos depois, com algumas estocadas mais fortes e mais profundas, senti ele gozando, dando um urro entre os meus cabelos.
Assim que nos recuperamos, levantei ofegante e tentei arrumar minha roupa e meus cabelos. Ele, com um sorriso ao mesmo tempo sacana e satisfeito ficou me observando, enquanto eu tentava me recuperar. Quando tive certeza que estava tudo no seu devido lugar perguntei:
- Ainda me acha criança? — ele riu.
- Espero que não fique com mais ninguém na festa — respondeu levantando sua box e fechando o zíper da calça.
Não respondi, e sair do vestiário sorrindo.
Eu não poderia ir para cama com mais ninguém, mas não significa que eu não trocaria alguns beijos com o medico que vi mais cerdo.
POV BELLA
Eu já estava cansada, eu queria ir para casa ou melhor para casa de Edward, e ficar aquecida em seus braços. Já eram 02h00min da manhã, liguei para ele e logo mais ele estaria aqui. Fui atrás das garotas para me despedi, passei em frente de Jasper e ouvi ele murmurar emburrado.
- é impressão minha Bella ou essa festa acaba de ficar chata? — eu nem sabia que ele estava falando comigo, mas tudo bem.
Não respondi e olhei para onde ele olhava, Elizah estava aos beijos com um carinha.
- Quem é ele? — perguntei a Jasper
- Um viado que a convidou para dançar. — pausou — era para dançar e não para comê-la. — eu ri.
- Ciúmes? — perguntei brincalhona.
Ele não respondeu, ficou quieto pensativo e sorriu duro. Entendi isso como um sim.
- Estou indo, beijo — falei a ele e me afastei.
Eu não havia achado Nicke a canto nenhum e nem me atrevia a ir ao vestiário. Fui ao estacionamento esperar ele chegar, vi seu volvo entrar pelos os portões da escola e estacionar na minha frente.
- A fim de sair daqui? — perguntei abaixando o vidro.
- Com certeza — sorri e abri a porta do carro, entrando.
Notas finais
Então, meeeeeenins, a Nicke estava merecendo um pouquinho de sexo para acabar com o fogo dela né? E eu achei apenas o link da roupa dela (está no capítulo) e não das outras, me desculpem. :( E se vocês quiserem fazer igual a Nayara, Mariana e a Barbara (mandarem recomendações) serão bem vindos. *-* KKKKKKKKKKKK.
E gurias, faltam poucos capítulos para a Reneé descobrir, mas antes vocês terão um "choque" hahahaha. o/
Se voce gostou, deixe um comentário - e se nao gostou também *-*
É isso, um grande beijo.
Ps: Eu não "comemoro" o Valentine's Day dos EUA (nem morta u_u), mas uma amiga postou uma One e eu achei interessante e estou aqui divulgando (sem ela saber, KKKK) , chama-se Give Me Love e se vocês quiserem dar uma olhada, o link está aqui: http://fanfiction.com.br/historia/332865/Give_Me_Love
E não esqueçam de comentar, caso forem ler. o/
Fale com o autor