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Capítulo 16 – Uma Semana Só Nós Dois! [Parte 5]

- Uma Casa de Campo? — Perguntou a garota.

Ikuto e Amu estavam parados de frente a uma linda casa de madeira em um grande campo maravilhoso. O lugar era cheio de árvores, flores. Era realmente maravilhosa a vista.

Ikuto com a by Text-Enhance\">caixa de seu violino em suas costa e com uma mochila azul-escuro, e Amu com uma mochila cor-de-rosa com alguns detalhes da cor preta. Ambos entraram na casa e que por sinal estava toda arrumada com a maioria de móveis de madeira também. Ikuto jogou a mochila em um sofá e pôs a caixa do violino em uma cadeira que fica na sala, Amu fez a mesma coisa.

- Hum... Vou avisando: Só tem um quarto e uma cama de casal. — Diz Ikuto se aproximando da garota e sussurra em seu ouvido. — Teremos que dormi junto.

- Eehh?! — Amu ficou corada. — Ma-Mas como?! Uma casa deste tamanho só tem um quarto? Você vez de proposito! — Acusou ela apontando o dedo indicador para o rapaz.

- Não fiz. — Ikuto sentou-se em um cadeira. — Só tinha essa casa mais próxima da cidade, então o único jeito era alugar-la com um quarto. — Explicou.

- Então tá. Você pode indo guardar as coisas enquanto vou dá uma olhada na casa e aproveito e faço algo para nós comermos, tudo bem?

- Por mim tudo bem! — Respondeu ele e o mesmo levanta e pega as duas mochilas. — Ah, vê se não queima a comida!

- Baka! — Gritou Amu.

Ikuto sobe uma escada, enquanto Amu olhava cada canto daquela casa, a sala era interligada com a cozinha que era divida por um balcão com duas cadeiras, no outro lado do mesmo havia uma geladeira, um armário, um forgão e uma pia com algumas louças em cima, cada uma em seus devidos lugares. Na sala tinha uma sofá de três lugares, uma mesinha de centro de madeira e duas cadeiras, um pouco mais no meio entre a sala e a cozinha tinha uma mesa de quatro lugares com um arranjo de flores. Amu vai para um outro lugar, abriu uma porta e entra em uma sala um pouco maior, havia uma estante com vários livros, uma mesa de escritório de madeira com um abajur,e um piano antigo de calda, mas bem conservado, o mesmo era de uma cor verde-clarinho com alguns desenhos de flores. Só falta ver como era o quarto, mas Amu pensou em vê-lo mais tarde.

A garota sai daquela linda sala e vai para a cozinha fazer algum lanche. A mesma abre a geladeira e ver umas coisa, Ikuto realmente havia pensado em tudo perfeitamente. Amu tira uns pães de forma, mortadela, alface e outras coisa e monta alguns sanduíche e parte no meio, deixando em forma de triângulo.

- Ikuto! Já fiz o lanche! — Chamou a garota.

Amu não obteve resposta e estranhou. A mesma sobe as escada e vê um pequeno corredor com duas porta, uma a sua frente e a outra a sua direita, Amu abre a porta da direita e entra, não era uma quarto muito grande, era confortável, havia um guarda-roupa grande de madeira, uma cômoda, uma sacada grande que dava uma vista maravilhosa do campo e um lago, e uma cama de casal onde havia um rapaz deitado e parecia que estava dormindo. Amu se aproxima da cama e senta na beirada, observando o belo moreno. Quando a mesma a mesma ia passando a mão no rosto dele, Ikuto pegou a mão dela e a deitou ficando por cima, e ele com o seu tipico sorriso malicioso e ela corada com o coração há mil.

- Corada... — Ri ele. — porque você fica assim?

- Ér... Não sei. — Respondeu ela revirando os olhos. — Hum... E porque você estava se fazendo que dormia?

- Não sei. E então, fez o lanche? — Perguntou ele saindo de cima dela.

- Claro.

Ambos saem do quarto e vão para a cozinha. Em cima do balcão tinha um prato com alguns sanduíches e dois copos de suco. Ikuto e Amu sentaram na cadeira do balcão, o rapaz pegou o seu alimento e ficou olhando.

- Espertinha você, hein... — Diz ele ainda olhando o sanduíche. — Fez isso para não poder queimar a comida. — riu ele.

- Hahaha, muito engraçado. Então faça você a comida. — Falou Amu dando uma mordida no lanche.

- Hum... — Ikuto engoli o alimento. — Quer dar uma volta? Aqui perto tem umas casas... Aí compramos algumas coisas que falta.

- Certo!

Ambos comeram em silêncio, quando acabaram saíram daquela casa. Andando naquele campo aberto, uma vista maravilhosa, ar fresco. Não tinha nada melhor do que aquilo! Ikuto e Amu conversavam sobre diversas coisas. Quando chegaram no lugar onde queriam, compraram poucas coisas, em uma loja de peixe, um senhor de idade chamou a atenção de Ikuto, o mesmo olhou para o lado e viu Amu, a garota via as outras coisas ao seu redor. Então o moreno foi até o vendedor.

- Ora,ora,ora... — Disse o velho enquanto Ikuto se aproximava. — Não pensava em ver um Anjo Guardião por aqui.

- Do que o Senhor está falando? — Perguntou ikuto

- Sou velho e não burro! — Respondeu brincando. — Estou brincando. Sou um Anjo Caído.

- O quê?! Você é o Eugênio. É verdade que você cometeu um pecado para ficar com uma mortal?

- Sim, mais arquei com as consequência... — Falou o senhor abaixando a cabeça.

- Consequência...?

- Sim, como você sabe a minha história, quando a minha missão havia acabado... Eu não queria me separar dela, então cometi um pecado e virei um Anjo Caído... Estava apaixonado por ela, então quando fiz tal ato, fiquei com ela e mim casei... três anos depois ela faleceu. Mas estou feliz por passar os últimos anos de vida dela ao seu lado. — Ele sorri gentilmente. — A missão prega peças...

- E muita!

- Ah, Ikuto. — Chamou Amu se aproximando. — Comprei umas frutas...

- Hum... Tudo bem. — Respondeu ele. — Amu, este é um velho conhecido. Eugênio, esta é Amu.

- Prazer em conhecer, mocinha. — O senhor sorri.

- O prazer é todo meu. — Amu retribui o sorriso.

- Nos vemos outro dia, Velhote. — Diz Ikuto colocando a mão em volta do ombro de Amu.

- Espero que sim, Jya Nee! — o Eugênio acenou. — * O que você vai fazer, meu rapaz?*

No caminho de volta, Ikuto e Amu estavam de mãos dadas. Já fazia um tempinho que eles estavam andando, até que a primeira gotinha de água cai... O rapaz logo puxou a garota para debaixo de uma árvore que estava próximo de ambos. Ikuto ficou pensando sobre o que o Senhor Eugênio havia falado, sobre ser um Anjo Caído, e que isso teria as suas consequências... A chuva começou a ficar mais forte.

- Não vai parar nem tão cedo... — Murmurou Amu. — É melhor nós irmos assim mesmo.

Amu quando ia saindo de onde estava, uma mão masculina a puxou e a virou, ficando assim perto e de frente para Ikuto, que estava com a cabeça abaixada, ele levanta a cabeça dela pelo o queixo e dá um selinho, mas os dois queriam mais. Então, Ikuto a segurou pela cintura e fez com que ela ficasse mais próxima de si ,e assim ele foi a beijando e cada vez mais, foi aprofundado o beijo, Ikuto à levanta e aos poucos foi se sentando e fazendo a mesma se sentar em seu colo e assim continuando o beijo, caloroso.

Depois de um tempo, a chuva havia parado. Ikuto coloca Amu em suas costa e pega a sacola que a mesma estava, e assim foram voltando para a casa de campo, em um sussurro Amu fala:

- Ikuto... Acho que... eu te amo...

A mesma adormeceu. Poucas palavra com muito sentimentos nela, Ikuto se surpreendeu com aquilo que fez o seu coração a palpitar...