Notas iniciais
Gente eu estou muito feliz, motivo? UMA RECOMENDAÇÃO!! Sátia Garcia, muito obrigada pelas lindas palavras na recomendação! Fiquei surpresa, afinal é a primeira vez que alguém recomenda uma fic minha tendo apenas 3 capítulo! Mas estou muito feliz!! Esse capítulo vai em homenagem a você! ♥ E já agradecendo as pessoas que favoritaram e as que comentam!! ♥ LINDOS!!! Espero que gostem!

Finalmente Jorge tinha entendido o quão bom era ter amigos, independente da classe social. Sim, se o louro havia aprendido alguma coisa nesse período, em que ninguém falava com si, era que amigos são uma das melhores coisas que a vida poderia oferecer.

Jorge ainda podia ser um garoto metido, até porque isso fazia parte dele mesmo, mas, para ele, não era mais aquele garoto arrogante com as pessoas, sim, ele estava começando a mudar, pelo menos era o que pensava.

Carmem e Daniel continuavam seus amigos, depois do ocorrido em que ficaram mais próximos. Isso tinha os prejudicado, e muito, tanto que Jorge queria parar de falar com eles, mas mudou de ideia após os dois falarem com ele.

Como esperado pelo trio, o resto da turma parou de falar com os outros dois, os fazendo sofrerem com o castigo do silencio, assim como Jorge e, mesmo não tendo falado para os amigos, o loiro se sentia mal por ter feito Carmem e Daniel sofrerem a mesma coisa que si.

Olhando para si mesmo, através do enorme espelho que tinha em seu quarto, Jorge ficou ali, e pensou consigo mesmo que tentaria mudar, não queria mais maltratar seus colegas de classe, não queria mais ser uma pessoa ruim, principalmente com Cirilo.

Sorriu e logo se jogou em sua cama, já com os olhos fechados. Já estava pronto para dormir, afinal, no dia seguinte teria aula e novas pessoas viriam para sua sala.

Aconchegou-se em seu travesseiro e logo pegou no sono, ansioso e confiante de que seria uma pessoa melhor dali em diante.

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Sorriu satisfeita com sua aparência. Maria Joaquina estava com um pequeno sorriso em sua face, não por, finalmente, ter arrumado seu cabelo da forma que queria, mas sim por ter se decido!

A patricinha finalmente havia decidido, não continuaria participando daquele maldito castigo do silencio. A garota já estava quase explodindo por dentro, pelo fato de ter deixado seu melhor amigo na mão, mas aquilo mudaria.

Sorriu, dando uma ultima olhada no espelho e saiu em direção à cozinha de sua casa. Pegaria pelo menos alguma fruta, pois não queria desmaiar de fome.

—Joana, papai já foi para o hospital? -perguntou olhando a fruteira e logo decidiu pegar uma maça.

—Já sim Majo! E sua mãe deu uma passadinha na casa de uma das amigas — respondeu Joana com um sorriso doce em direção a Maria.

—Ah, entendi! Bom eu já indo -disse colocando a mochila nas costa.

—Espera Maria, ainda é muito cedo -disse ela

—Eu sei Joana, é que eu preciso passar na casa do Jorge -respondeu a garota

—Tudo bem, mas tome cuidado okay? Agora tchau -disse dando um breve beijo na bochecha de Maria que apenas sorriu

—Tchau -falou se dirigindo a porta da mansão.

Maria Joaquina podia ser a garota mais fresca e chata na época do 3°ano, mas com o tempo finalmente tratava as pessoas de igual e até gostava quando Joana demonstrava afeto por si.

Assim que saiu de sua casa, Maria andou alguns passos e logo estava na porta de entrada da mansão dos Cavalieri. Suspirou fundo e apertou a campainha.

Estava nervosa, afinal não sabia como Jorge reagiria com sua presença. Havia percebido que ele estava muito chateado e não queria ficar sem falar com o amigo.

Sem nem Maria perceber, Alberto Cavalieri, pai de Jorge, havia aberto a porta e estava a encarando. A garota sorriu para o maior

—Oi seu Alberto! -cumprimentou ela

—Oi Maria Joaquina, pensei que nem viria mais aqui -disse Alberto demonstrando confusão

—Por quê? -perguntou Majo

—É que eu nem vi mais você e o meu filho juntos, pensei que estavam brigados -disse o homem

—Ah, bem eu vim aqui exatamente para isso. Será que eu posso falar com o Jorge? -perguntou ela ansiosa

—Claro que sim! Entre que eu vou chamar ele, ainda está se arrumando. -disse dando passagem para ela e logo foi subindo as escadas indo em direção ao quarto de seu filho.

Maria Joaquina se acomodou no sofá e logo estava olhando as unhas, demonstrando nervosismo.


—Maria Joaquina? -ouviu a voz do amigo e logo se levantou talvez envergonhada por estar ali depois de ter ignorado o amigo.

—Oi Jorge -disse o olhando ansiosa.

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Olhava para os amigos, que falavam sem parar na sala do orfanato, e pode perceber que todos pareciam bem animados, diferente de si mesma.

Cris estava bem desanimada para conhecer a nova escola e isso era pelo simples fato de ter que conhecer pessoas novas. Não que estivesse nervosa ou tímida, ou qualquer outra coisa do tipo, mas sim por saber que lá arranjaria novos amores, assim como aconteceu a sua vida inteira.

Para ser sincera consigo mesma, Cris estava cansada de ter que, sempre, que se apaixonar por alguém. Isso porque sempre que se apaixona por alguém essa pessoa nunca, repito nunca, a corresponde.

Estava até acostumada com isso e teve vezes que ate pensou que seria uma dessas tiazinhas encalhadas. Sim, talvez essa fosse sua futura relação amorosa, sentada num sofá velho e fofocando sobre a vida dos outros.

Cris riu com os próprios pensamentos e revirou os olhos.

—Cris, vamos sentar no fundo, tá? -ouviu a voz animada de Pata

—Achei que fosse preferir ir a sós com o seu namorado -disse e logo riu, Pata havia ficado envergonhada com o comentário da amiga, até parque não estava acostumada com isso.

—Não seja boba Cris! O Duda vai ir na van com a gente, aí vai eu, ele e você atrás! -sugeriu ela

—Para ficar de vela? Não, obrigada. -disse Cris

—Você fala como se eu e o Duda ficássemos se agarrando por todo canto! Nós não vamos ficar se beijando com você olhando — disse a morena

—Tudo bem Pata, eu vou atrás -disse Cris

—Ótimo! Agora vem cá, o Duda já deve estar chegando. Vamos esperar por ele lá no portão -disse Pata puxando Cris e saindo.

Cris apenas andou em direção ao portão e lá ficou com Pata durante, mais ou menos, cinco minutos. Logo Duda havia chegado.

—Oi Duda! -disse Pata dando um selinho no namorado.

—Oi Pata. Oi Cris- disse indo para frente da garota e a abraçando.

Cris não entendeu o gesto. Duda nunca foi de abraça-la. Mas logo correspondeu e saiu do abraço.

—Oi Duda -disse já ao lado de Pata, havia ficado envergonhada por ter abraçado o garoto que gosta. Mesmo que esteja tentando esquece-lo.

—Gente, vamos subir na van se não chegaremos atrasados -disse Carol aparecendo, logo atrás da mulher podia ser visto o restante das crianças.

***************

—O que foi Maria? Porque está aqui? -perguntou o loiro estranhando por ela esta ali. Há um dia ela nem ao menos falava com ele e agora estava ali, na sua casa.

—Eu vim falar com você, Jorge -respondeu Maria

—Tudo bem, pode falar -disse o garoto somente.

—Tá bom -disse e respirou fundo antes de continuar — Eu fui uma idiota Jorge, por ter parado de falar com você. E, não que isso tenha realmente uma justificativa, mas eu quero que saiba que eu só fiz isso por medo -disse ela

—Como assim, medo? -perguntou sem entender

—Eu também sofri, assim como você, lá no terceiro ano e sei como dói ser ignorado, ver eles felizes e eu triste. Isso dói Jorge! Eu tive medo de sentir isso novamente e, por isso, entrei na onda do castigo do silencio. Eu sei que pensei só em mim, mas me desculpa -disse Maria, com algumas lagrimas descendo sobre seu rosto.

—Ei Majo, calma -falou ele colocando o polegar no rosto da amiga para tirar as lagrimas dali -Está tudo bem, eu te entendo, se fosse eu no seu lugar faria o mesmo, afinal, eu sei que dói. Então, para de chorar, tá bom? -perguntou com um sorriso

Maria sorriu alegre.

—Isso quer dizer que você me desculpa? –perguntou

—Sim, eu te desculpo! -falou o loiro sorrindo

Notas finais
Gente, foi isso. Espero que tenham gostado! :D Beijos e até o próximo!