Notas iniciais
Hey people... Não me matem, estou sumida eu sei, mas sempre que puder voltarei com um capítulo fresquinho... Estava querendo acelerar a FIC e terminar logo, mas não achei justo, então vou demorar mais um pouquinho, mas vou fazer direito kkkkk Bom este capítulo é em homenagem a alguns leitores que perguntaram de Gadge, e eu realmente havia esquecido deles =O, mas estou aqui pra me redimir e espero que gostem... Os amo!!!

Há semanas eu não o vejo, e da última vez que o vi, ele passou por mim como se não me conhecesse, tive vontade de falar com ele mas não sabia se podia, ou se devia, tem sido horrível todo esse tempo separados, sem poder sentir seu cheiro, seu toque, seus beijos. Ah só de lembrar de seus beijos, meu corpo estremece, mas o que mais sinto falta é de nossas conversas e do quanto me sentia amada e protegida em seus braços, sei que coloquei tudo a perder, fui tola, ele só me pediu em casamento fui exagerada em minhas reação, e agora estou pagando por meu erro, não meu erro em recusar seu pedido, mas achar que ignora-lo faria sentir-me melhor. Nos falamos logo após eu romper com ele, mas ele estava magoado demais, e quis dar-lhe espaço para assimilar tudo que conversamos.

Nunca fui do tipo de garota que se casa cedo, ou tem filhos cedo, isso eu deixo para Kat, ela sim é boa mãe e ótima esposa, antes eu achava que ela sofria por tudo que passou com Peeta, hoje sei que foi só uma fase, como se fosse uma preparação para o que estava por vir, este momento de felicidade que eles estão vivendo, e sinceramente espero que este momento nunca passe, pois eles merecem isso e muito mais.

Mas com Gale eu sentia que tudo isso era possível, com ele sentia que poderia ser boa em tudo que eu quisesse fazer, e eu deixei ele escapar, nunca mais nos falamos depois disso, não tenho coragem de ir atrás tenho medo de ser ignorada ou pior de saber que ele superou o que eu acho que nunca vou conseguir superar, pois a dor ainda é a mesma daquele fatídico dia.

– Vamos mãe, pai. — digo descendo as escadas da casa de meus pais.

– Ele vai estar lá filha? — ela fez a pergunta que fez meu estomago dar voltas e voltas.

– Provavelmente mãe, a família inteira estará lá. — Disse me referindo ao almoço de ano novo que Katniss e Clair estavam organizando, tentei recusar pensando na possibilidade de Gale estar lá, mas Kat fez o maior drama pois sou madrinha da Lore e ultimamente não tenho participado muito da vida da minha afilhadinha. Kat convidou meus pais e eles aceitaram, o que me deixou um pouco mais confortável, minha mãe apesar de ser uma fã incondicional de Gale, esta me apoiando e parou e pegar um pouco no meu pé, por eu ter terminado com ele.

– Vamos lá filhota, e vê se arruma as coisas viu. — este foi meu pai, ele nunca foi muito fã de Gale, não que não gostasse dele, e sim porque sou sua menininha, filha única, então já viu né.

– Pai... — Reclamei.

– Acho que estou pegando a doença de sua mãe. — Ele disse rindo e abraçando minha mãe. Eles não eram o melhor exemplo de casal, viviam brigando por qualquer coisa, e sempre pegarão muito no meu pé, mas mesmo brigando tanto nunca sequer cogitaram a hipótese de separação e sempre meia hora após a briga, estavam se acariciando e jurando amor eterno, vai entender.

– Vamos menininha do papai. — ele diz entregando as chaves do carro em minhas mãos. Eu respiro fundo e entro no carro.

O caminho até a casa do lago foi longo, não conseguia prestar atenção numa só palavra que meu pai e minha mãe diziam, nem mesmo na minha música favorita que tocava no rádio conseguia prestar atenção, o dia não estava tão bonito o sol estava tímido e algumas nuvens sinalizavam que poderia chover, ainda assim vesti uma roupa de verão um vestido florido curto e short jeans do mesmo comprimento do vestido e botas coturno, finalmente chegamos a casa e vejo a grande mesa montada em frente ao lago, sorrio involuntariamente, são muitas lembranças. Desço do carro e meu coração dispara, eu sabia que ele estaria aqui, mas sei lá não havia me preparado psicologicamente para este momento, lá estava ele lindo mesmo que de costas sentado em um banco em frente ao lago de bermuda e camisa xadrez, eu adorava aquela camisa.

– Maaaaaaaad... — ouço uma voz estérica vindo em minha direção, é a Posy minha cunhadinha, quer dizer a irmã do Gale.

– Oi minha linda, nossa como você cresceu. — Digo abraçando-a.

– É faz tempo que não nos vemos. — Ela me encara com um ar triste.

– Sim, mas estou muito feliz em te ver. — Dou-lhe um beijo e a abraço ainda mais forte.

– Sra. Undersee, Sr. Undersee. — Meu corpo enrijece e Posy solta uma risadinha e se solta do meu abraço.

– Sra. Undersee? — Minha mãe o questiona, já até imagino a cara que ela fez.

– Desculpe Carol. — Ele diz e tomo coragem de encara-lo, o que me arrependo completamente ele esta absolutamente lindo, com uma camiseta branca por baixo da camisa xadrez, cabelos meticulosamente bagunçados e um sorriso, ah é melhor deixar pra lá.

– Pode continuar me chamando de Sr. Undersee. — Meu pai brinca, quer dizer mais ou menos, mas arranca outro sorriso dele.

– Oi Madge.

– Oi Gale. — Nos cumprimentamos com um beijo no rosto e sinto aquele cheiro maravilhoso que só ele tem, que me deixa um pouco tonta, e com calor muito calor.

– Amigaaaa... — Kat vem me salvar.

– Kat, Lore... — Vou em direção a elas, e a Lore estende os bracinhos pra que eu a pegue, isso me emociona pois estou tão ausente da vidinha dela e mesmo assim ela me recepciona dessa forma.

– Ai minha afilhadinha, a dinda te ama tanto. — Digo e ela solta uma gargalhadinha.

– Mi sota Didi. — ela me pede para solta-la, só então percebo que estou quase sufocando minha afilhada. Ah e ela me chama de Didi, acha muito difícil falar Dinda muito menos Madge.

– Tudo isso é saudade da minha filha? — Kat pergunta ironica.

– Ele esta me provocando Kat. — digo choramingando e a abraço, enquanto ela solta uma gargalhada imitando a filha.

Cumprimento toda a família, fico um pouco intimidada com Hazelle, mas ela me da o abraço de sempre como se nada tivesse acontecido, e os irmãos de Gale nossa eles estão lindos, me arrisco a dizer que ambos ficaram mais bonitos até mesmo que Gale. O almoço foi muito divertido, sempre que podia o encarava mas ele nem olhava pra mim, parecia que eu nem estava ali, e em pouco tempo toda a diversão foi embora e um nó enorme se formou em minha garganta e a partir daquele momento não consegui comer mais nada, nem mesmo minha insatisfação estava conseguindo esconder.

– Mad me ajuda com a louça. — Kat diz afastando os pensamentos.

– Claro. — Esboço um sorriso, falso, mas foi um sorriso.

– Ok então, Rory, Vick e Henry vocês tiram a mesa, eu e a Mad lavamos e Prim, Rue e Posy secam e guardam.

– Sim senhora. — As crianças respondem, batendo continência.

– Nossa desde quando você ganhou esse respeito todo das crianças? — Pergunto desconfiada.

– Eu sou mãe, tenho que ser respeitada. — Ela diz categorica.

– Hey amor, obrigado por me livrar dessa hein. — Peeta diz dando um selinho em Kat.

– É obrigada priminha. — Gale diz, e eu sigo em direção a cozinha, evitando encara-lo.

– Obrigada nada, vocês dois ficaram com a tarefa mais difícil, vão ficar com os pequenos.

– Ah estava fácil demais. — ouço Peeta resmungar, antes de ver Katniss entrar na cozinha.

Katniss vem em minha direção e me abraça, não consigo segurar as lagrimas. Ela me puxa para a sala, para que ninguém possa nos ver ou ouvir.

– Chora amiga, coloca pra fora. — Ela disse e eu comecei a chorar ainda mais.
Não dissemos nada apenas ficamos ali, eu deitada em seu colo e ela acariciando meus cabelos, não sei quanto tempo ficamos ali, mas só consegui parar de chorar quando ouvi a voz do Rory.

– Kat já trouxemos toda a louça.

– Ok, obrigada meninos.

– Vamos lá, acho que agora dá pra conversar. — Levantei e sequei as lagrimas.

– Meu rosto esta muito inchado? — Pergunto.

– Esta linda como sempre. — Ela diz me dando um beijo no rosto.

– Ele não esta te ignorando porque quer, você sabe disso né? — Ela começa a dizer assim que começamos a lavar a louça.

– Sim, é porque ele não me ama mais. — outro nó se instala em minha garganta.

– Ah para né Mad, eu sou a dramática e não você, ele te ama tanto que te pediu em casamento. — Essa doeu.

– Nossa não precisava ser tão sincera. Eu sei que fui eu que coloquei tudo a perder, mas eu já paguei pelo meu erro, tem sido doloroso todos esses meses sem ele Kat, eu sinto falta de absolutamente tudo, não tem um dia sequer que eu não sinta a falta dele.

– E porque você não diz isso pra ele, tenho certeza que ele sente o mesmo.

– Ele te falou alguma coisa? — pergunto, pois ela disse isto com tanta convicção.

– Meu primo me falar alguma coisa? — ela sorri sarcástica. — Pra mim não, mas para o Peeta. — minha vez de sorrir.

– O que ele disse? — Paro no mesmo instante para encara-la.

– Peeta não quis me dizer, mas posso afirmar com certeza que ele sente muito sua falta. — uma chama de esperança se ascende em mim.

– Você acha que podemos voltar algum dia? — pergunto insegura, e o que é isso, nunca deixei transparecer este meu lado.

– Hello amiga, faz mais de um ano que vocês estão separados, e nenhum de vocês namorou desde então. Então é obvio que eu tenho certeza que vocês vão voltar, mas eu acho melhor você se apressar, como eu disse ha um ano e meio atrás, o Gale é lindo e as mulheres estão matando cachorro a grito, então se apressa amiga.

– Nossa Kat você sabe como jogar um balde de água fria, eu hein. — Digo rindo.

– Logico que não você esta sorrindo, então eu sou demais.

– Espera ai, essa é minha fala. — digo rindo. — Mudando de assunto, você lembra que temos um jantar com Finn e Annie amanha né?

– Ah meu Deus, é obvio que eu não lembro, sou mãe, só lembro de coisas que dizem respeito a minha filha.

– Realmente, você é a dramática da família. — digo revirando os olhos.

– Mas porque você entrou nesse assunto?

– Porque vamos estar só nós Kat, imagina vou ter que ficar no mesmo ambiente que ele a noite inteira, com dois casais apaixonados, não sei se vou aguentar. — Kat deu risada.

– Você acha engraçado?

– Super, mal posso esperar a reação de vocês, e eu não vou levar a Lolo então você não terá com quem se distrair, há não ser com o Gale é claro.

– Katniss, eu te odeio, é sério!

– Sera uma noite inspiradora.

– Katniss cala a boca.

– Os papeis se inverteram hein Mad... — Ela continua rindo, e eu bufando.

– É os anos passam e vocês continuam as mesmas. — Peeta entra na cozinha com a Lore no colo sonolenta.

– Que mamãe. — A Lore disse toda manhosa.

– Vem aqui minha princesa, mamãe já terminou.

– Vou chamar as meninas pra secar a louça.

Sai e vi minha mãe conversando com Hazelle, e um frio percorreu minha espinha, queria ser uma mosquinha pra ouvir o que elas estão falando, logo avisto Prim com Henry, Posy e Rue brincando no escorregador.

– Meninas, chegou a vez de vocês, podem vir secar e guardar a louça. — gritei da varanda e só percebi que Gale estava lá, quando Josh acordou assustado.

– Ai desculpe. — disse assustada. — Gale estava com Josh no colo, provavelmente ele estava dormindo e eu o acordei.

– Vão lá meninas, vou colocar o Josh pra dormir no berço. — Prim pegou o Josh do colo de Gale, e se safou da louça, espertinha.

– Desculpe, não vi que vocês estavam aqui.

– É eu percebi. — ele disse sorrindo, fico sem graça e sigo pra dentro da casa novamente.

– Mad. — Sinto um frio na barriga.

– Oi... — Me viro para encara-lo.

– Quer dar uma volta? — Ele pergunta incerto, coçando a nuca, e isso definitivamente me deixa sem ação.

– Sim, claro.

Seguimos para os fundos da casa, assim ninguém nos veria saindo, e tem algumas trilhas por lá. Caminhamos em silêncio por um longo tempo, até que ele disse.

– E como esta a faculdade?

– Tudo certo, sou uma boa aluna. — digo tentando quebrar a tensão entre nós. — E você? Esta quase se formando né?

– Sim, ultimo ano... Não vejo a hora que acabe, mas sei que vou sentir falta.

Conversamos por mais algum tempo sobre a faculdade, sobre nossos pais e seus irmãos, até que a chuva nos pegou mas estávamos longe para voltar, então Gale lembrou de uma gruta que havia ali perto, o que veio muito a calhar.

Estávamos encharcados, mas não havia o que fazer, Gale tirou a camisa e o que dizer da camiseta branca encharcada, era como se ele estivesse sem, até que ele me encarou e percebi o quanto meu vestido era transparente.

– Você se importa se eu tirar a camisa? Pra tentar secar um pouco. — eu só faltei bufar e dar de ombros.

– Claro que não, se não se importa também preciso secar um pouco meu vestido, se não vou morrer congelada. — Virei de costas para ele, e tirei o vestido, pena que estou de shorts, quer dizer ainda bem que estou de shorts, torci o vestido o máximo que pude e o estendi em uma das pedras, Gale fez o mesmo com sua camisa e camiseta, penteei meus cabelos com os dedos e o encarei, o frio passou no mesmo instante, ele me encarava sem pudor algum, então decidi agir ao estilo Gadge.

Fui até ele e o beijei, o beijo que ha tempos sonhei, e ele correspondeu com a mesma intensidade, respirar pra que? Não precisamos disso. Não sei quanto tempo nos beijamos, mas não passamos dos beijos esta não era a necessidade do momento. Continuamos abraçados e eu escondi meu rosto em seu pescoço, buscando absorver o máximo que eu pudesse do seu cheiro, como eu amo esse cheiro, o calor e cada músculo do corpo dele.

– Eu te amo, me perdoe por ser tão boba, a verdade é que sem você eu não sou eu entende... — Disse encarando-o. Ele sentou-se no chão na lateral da gruta e me puxou para sentar em seu colo.

– Eu sei exatamente o que você esta falando, eu fiquei perdido sem você e sinceramente isso me surpreendeu, não pensei que sentiria tanto sua falta. — isso elevou meu ego, só um pouco.

– Não vive sem mim. — brinquei, e ele revirou os olhos. — Que bom, porque não vejo um futuro, uma vida sem você. — Disse séria encarando ele.

– Te amo. — Ele disse antes de selar nossos labios novamente, dessa vez a necessidade foi maior e por pouco, muito pouco não chegamos ao ápice ali mesmo.

– Fica comigo esta noite? — Ele pede desejoso.

– Claro que fico. A chuva parou, vamos? — Digo já levantando e ele me puxa de volta.

– Mas já quer ir embora? — Ele pergunta confuso.

– Sim, mal posso esperar pra chegar em casa. — Digo maliciosa, e ele entende minha pressa.

– Então vamos. — Vestimos nossas roupas e saímos da gruta.

– Eu acho melhor você tirar essa roupa pra não pegar uma gripe. — ele diz.

– Aham e chegar de sutiã, meu pai vai adorar.

– Ele não, mas eu. — disse todo malicioso, voltamos de mãos dadas, aos beijos e abraços, porém quando chegamos a casa decidimos fingir que nada aconteceu.

– Onde vocês estavam? — Kat perguntou assim que entramos pela porta dos fundos da casa.

– Fomos caminhar e conversar, e a chuva nos pegou no caminho. — Gale disse para evitar mais perguntas, eu assenti com a cabeça e Katniss arregalou os olhos pra mim.

– Nossa amiga você esta toda molhada, vem aqui que vou te emprestar uma roupa. — ela diz me puxando para o quarto.

– Conta tudo sua safada. — Porque isso não me surpreende?

– Conto quando você me emprestar a roupa que prometeu, agora que me tirou de perto do meu bofe estou morrendo de frio. — Digo para provoca-la.

– Ai eu sabia. — Ela disse antes de me jogar um vestido de vó.

– Hey Kat, esse vestido é da sua vó? — Pergunto provocando-a novamente.

– É meu, mas posso pegar um da Prim ou da Rue se você quiser. — e eu começo a gargalhar.

Conto a ela tudo o que aconteceu, quer dizer quase tudo, escondo certos detalhes.

– E onde vocês vão ficar? Porque você esta na casa dos seus pais e ele nos pais dele.

– Na casa dos meus pais, eles vão sair hoje a noite, e provavelmente voltam de madrugada.

– Hum bixa sortuda. — ela me agarra e me joga na cama. — To feliz por vocês, já estava na hora.

Logo minha mãe bate na porta me chamando pra ir embora, nos despedimos de todos e quando fui me despedir de Gale, ganhei um beijo no rosto e uma pegada na cintura, tive que conter o riso parecíamos adolescentes novamente.

– Vimos que você e Gale sumiram por um tempo. — Meu pai disse quando estávamos voltando pra casa. — agi normalmente.

– Sim nos fomos caminhar e conversar um pouco. — me limitei.

– E como vocês estão? — Foi a vez da minha mãe perguntar.

– Ainda não sei, mas vamos ter outra oportunidade de conversar amanha no jantar que Finn e Annie estão organizando. Mas estou feliz em vê-lo. — Eles se contentaram com o que disse.

Ao chegarmos em casa, fui direto para meu quarto torcendo para ter trazido alguma roupa adequada para hoje, enquanto meus pais foram para o quarto deles descansar, após algumas horas eles começaram a se arrumar.

– Filha já estamos indo. — Minha mãe bateu na porta do meu quarto, e eu estava no banheiro de roupão secando meu cabelo.

– Esta bem mãezinha, se cuidem. — Dei-lhe um beijo e nos despedimos.

Assim que vi pela janela do meu quarto o carro saindo da garagem, mandei uma mensagem para Gale avisando que eles haviam saído, e corri para me trocar, se bem o conheço em poucos minutos ele estaria aqui, coloquei um vestido leve e fiz uma maquiagem básica, e logo escutei a campainha, eu sabia. Desci correndo para atende-lo.

– Olá. — Digo assim que abro a porta, e lá esta ele lindo de jeans e camiseta branca, com os cabelos arrumados e perfume exalando, não me aguento e o agarro ali mesmo na porta.

Notas finais
Vocês gostaram??? Mereço reviewsssss??? Espero que tenham gostado, estou com saudades de vcs e dos nossos lindinhoooos!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.