Meu Primeiro Amor ?!

21 E tudo mudará daqui em diante...


Notas iniciais
Hey, Hey, Hey!!! Hoje quem vos fala é a Lary!
Esse capítulo está merecendo recomendações em...Olha quero agradeçer pelos reviews de todos, vou tirar um tempo para responde-los.
A Mell pediu pra agradecer também aos leitores novos e tb aos velhotes(kkkkkk).
Bem é isso, nos vemos lá em baixo!

***Enjoy!***

Durante nossas férias de nossos pais aderiram a uma rotina diferente, como as aulas já haviam começado fiquei responsável pelos horários de Prim e Rue para que elas não se atrasem para o colégio, cursos e outros compromissos. A lista de afazeres que minha mãe deixou até parecia que eles ficariam um ano fora e não duas semanas. No inicio achei divertido ser "responsável pela casa", mas depois ficou exaustivo, pois tudo sobrava pra mim, o Peeta ia pra padaria cedo e eu ficava em casa, cuidando de tudo, quando ele voltava estava cansado demais pra me ajudar e ainda tinha que estudar, preencher relatórios e planilhas da padaria, algo que ele já estava empurrando para mim, já que eu estudaria isso ano que vem.


As meninas não me ajudavam em nada sempre arranjando desculpa pra fugir das tarefas que eu deixava para elas, até que eu tive que baixar a dona Clair Hawthorne e começar a ter pulso firme, afinal além da casa eu também tinha os estudos, e não podia me descuidar deles, pois terminaríamos o curso daqui a dois meses, tanto Peeta quanto eu, tínhamos que nos dedicar. Ainda bem que não precisei pegar muito no pé delas, assim que eu me impus elas passaram a me ajudar, principalmente a Prim até porque, ela é mais velha, uma "aborrecente".


Algo que se tornou constante também foi dormir com Peeta, tínhamos receio de sermos flagrados por Rue ou Prim, mas isso impulsionava nosso desejo, e como estávamos numa rotina louca e mal ficávamos sozinhos, dependíamos das nossas noites juntos para saciar a necessidade que tínhamos um do outro. Apesar do cansaço e correria do dia-a-dia, nada nos impedia de passarmos a noite juntos, tinha dias que nossa necessidade era tão grande, que passávamos a noite em claro, somente nos amando e saciando a fome que tínhamos um do outro.


Mas como tudo que é bom dura pouco nossos pais voltaram de viagem e logo sabíamos que nossas noites não seriam mais as mesmas.


Confesso que estava com saudades da mamãe e do Tom, principalmente porque não estaria mais responsável pela casa, um alívio... Fizemos um jantar bem caprichado de boas vindas para eles, e o Peeta nos deliciou com seus doces, acho que terei que começar uma dieta urgente, morando com dois super cozinheiros e trabalhando numa padaria, não há tendência para emagrecer que aguente. Naquela mesma noite tive uma surpresa deliciosa, Peeta Mellark só de cueca na minha cama logo que saí do banho.


– Peeta o que você esta fazendo aqui? — falei baixo enquanto ia em sua direção somente enrolada na toalha, eu mal continha o sorriso imenso que se formava em meus lábios por ter aquela bela surpresa e visão no meu quarto.


– Amor, você acha mesmo que ia conseguir dormir sem você, depois de duas semanas dormindo após fazermos amorzinho bem gostoso e sentindo seu cheiro? — Uma pergunta retórica que não precisava de resposta, ainda bem, pois ele já estava em pé, me envolvendo pela cintura enquanto preenchia meus lábios com os seus.


Depois um tempo a vida voltou ao normal... Bem, na medida do possível... Ainda era estranho acordar e dar de cara com o Tom ou até mesmo com o Peeta, não tinha mais aquela coisa de: “meu namorado não pode me ver descabelada, ou desarrumada, ou estressada, de TPM”,isso acabou para o Sr. Peeta Mellark, que até então era todo paciente com minhas crises existenciais durante a TPM, mas ele sempre era muito bem recompensado.


E minhas crises de TPM só pioravam a medida que as provas finais chegavam, não que eu dependesse das notas para entrar na faculdade, mas a pressão de estudar, trabalhar, ajudar em casa, morar em outra cidade, estava me deixando mais estressada que o normal, por isso todos diziam que eu vivia numa TPM constante.


As coisas melhoraram um pouco quando finalmente terminamos o cursinho e fechamos com as melhores notas da classe, modéstia a parte fiquei em primeiro lugar das melhores notas, superando até o nerd da sala, que óbvio, era meu namorado.


– Agora promete pra mim que você vai relaxar. Se você ficar na faculdade tão estressada do jeito que esteve nas últimas semanas, você vai ficar doente, Amor... – Peeta falou me abraçando por trás enquanto encarávamos o painel de recados do cursinho. Respirei aliviada por terminar esta etapa e considerando as palavras dele, que como sempre, ele tem razão.


– Eu sei amor, você tem razão. Eu tenho mesmo que aprender a controlar meu emocional... Me perdoa amor por eu ser tão chata. – disse virando para encará-lo, ele por sua vez, colocou a mão na minha testa e fez uma cara de preocupado.


– Tadinha da minha lindinha, já esta doentinha. Até me pediu perdão. – Ele mudou sua expressão de preocupado para o meu sorriso favorito.


– Ah Peeta, não fica me zoando. – Digo fazendo manha.


– não to te zoando sua marrentinha.

Voltamos pra casa e naquela noite como algumas vezes acontecia não dormimos juntos, minha mãe queria saber sobre as notas e como eu estava me sentindo, já que daqui a alguns dias iríamos até a faculdade fazer nossas matrículas e conhecer o campus e as acomodações.


Eu queria estar animada com a animação dela, na verdade eu deveria estar eufórica, mas eu estava tão cansada que parecia que estava carregando o mundo nas costas. Como estávamos no meu quarto e conversando deitadas na minha cama o cansaço me venceu e eu acabei apagando, a última frase que fazia algum sentindo e que consegui assimilar da nossa conversa foi:

– Filha amanhã temos que acordar cedo, pois teremos um dia cheio com os preparativos da festa da Prim.... — depois disso não sei se minha mãe falou mais alguma coisa, não sei se o mundo acabou, ou se a casa pegou fogo por que eu apaguei legal.


Acordo com muito sono ainda, parece que eu havia acabado de me deitar, sinto uma mão gelada em minha testa, quando tento abrir os olhos para ver quem é, simplesmente não consigo, meus olhos doem ou melhor minha cabeça inteira dói, e a sensação é horrível, tento virar meu corpo tentando achar uma posição que faça minha cabeça parar de latejar, mas pra minha tristeza meu corpo está igual ou pior que minha cabeça, pois está todo dolorido, parece que levei uma enorme surra.

– Ela está com febre e está bem alta. — ouço minha mãe dizer.- Katniss, filha.- forço meus olhos a se abrirem o que me faz ficar tonta e envia ondas de dor para minha cabeça.

– huumm... — é a única coisa que consigo dizer no momento.

– senta um pouco e toma esse remédio, vamos ver se a febre vai ceder. — ela me entrega um comprimido e um copo de água. Surpreendo-me com o ato dela, geralmente ela não nos deixa nem sair da cama direito nos arrasta pro hospital. — se a febre não ceder vamos para o hospital.- Hum dona Clair ainda está aí.

Assim que sento vejo Prim encostada no batente da porta, me encarando com um ar de preocupação, será que minha aparência está tão terrível?


– Você está com dor? – Prim pergunta se aproximando da cama.


– Sim, meu corpo está todo dolorido e minha cabeça latejando. – digo tentando engolir o comprimido com a água, pela dificuldade e pela dor que me causou acredito que minha garganta esteja inflamada.


– Vou preparar o café da manha, e trago aqui pra você. – minha mãe fala antes de sair do quarto.


– Ah... – Prim se lamenta por meu estado.


– Que foi patinha? –chamei pelo apelido que ela odiava, o que eu usava para irritá-la, quando ela me enchia muito a paciência. Ela sorri fraco e me abraça. Meu Pai do céu acho que estou morrendo, minha irmãzinha aborrecente que evita demonstrações de carinho em público, está me abraçando?


– Nada. – ela disse manhosa, ah ta nada, como se eu não conhecesse a pecinha que é minha irmã. – é que eu vou sentir sua falta... – ah é isso!


– Ah minha florzinha eu também vou sentir sua falta, muita mesmo. – digo emocionada, percebendo as verdades das minhas palavras. – Mas eu estarei aqui sempre que puder, e isto inclui seu aniversário, falando nisso... Vem aqui. – puxei para um abraço apertado. – Parabéns minha irmãzinha linda, te desejo muita saúde, felicidade, prosperidade, e muito juízo nessa cabecinha viu. – Prim fez uma cara divertida enquanto eu lhe felicitava pelo aniversario, mas quando lhe disse para ter juízo, seu olhar passou de meigo para malicioso.


– Você... – ela enfatizou. – Me falando pra ter juízo, sua moral está lá no pé, irmã. – Ãhn? Quê? Do que ela esta falando. Devo ter feito a maior cara de interrogação, pois ela logo me explicou. – Você pensa que eu não vejo o Sr. Peeta Mellark vindo toda noite pra cá. – Com febre ou sem febre, com certeza estou parecendo um pimentão, não acredito que a Prim viu, será que ela ouviu alguma coisa também, não, prefiro não pensar, saber, muito menos perguntar. Ela continuou me encarando, esperando por algo, mas pelo quê? Que eu me defendesse? Por que eu faria isso, se ela esta certa.


– Prim.– disse pausadamente, tentando elaborar algo inteligente pra falar. Mas como não estou no pique, e minha cabeça ainda dói. – ele não vem todas as noites. – digo tentando soar inocente, e ambas caímos na gargalhada.


– Ok irmã. Não precisa se explicar, até porque com um namorado igual ao Peeta eu também não iria querer sair do quarto! – O quê? Como assim? Ta muito assanhadinha essa minha irmãzinha.


– O que foi Prim, que fogo é esse menina? – disse tentando parecer séria, mas com nenhum sucesso.


– Aí eu to brincando. Mas é verdade o Peeta é lindo, você é bonita, mas ele... Nossa... – Oxe essa menina ta ficando mais velha e perdendo a noção do perigo.


– PRIM... Ele é meu namorado, vou ficar de olho em você de hoje em diante. – ela me lançou um olhar cúmplice. Sabia que ela estava brincando, pegando no pé, desde que se tornou uma "aborrecente" vivia fazendo isso, em pensar que quando ela era criança, eu era um tipo de heroína pra ela, tudo que eu fazia ela queria fazer, tudo que eu vestia ela queria vestir... – Onde foi parar aquela patinha que me seguia pra todos os lados hein? – perguntei pegando no pé dela.


– Está aqui. – ela respondeu deixando uma lágrima cair e me abraçou.


– Esta de TPM é? – perguntei brincando por causa de seu estado emotivo.


– Estou. – ela disse entre risos.


– Nossa, a Katniss deveria ficar mais vezes doente, só assim pra eu ver uma cena dessas. – Minha mãe que entrava no quarto com uma bandeja e com Rue a seguindo meio sonolenta, disse.


Minha mãe trouxe pães, torradas, frios, geleia e requeijão, e pediu para que Prim buscasse as bebidas na cozinha, pois ela já havia preparado tudo, para que tomássemos café juntas no meu quarto. Rue sentou em meu colo, colocou suas mãozinhas em meu rosto e disse:


– O que você tem Kat? – achei tão fofinha o jeitinho dela perguntar, da vontade de apertar minha irmãzinha/cunhadinha.


– Só estou um pouco doente meu amor, mas já vai passar. – disse pra pequena, que logo se distraiu com o chocolate que Prim nos trouxe e tomamos nosso café da manha no meu quarto.


– Mãe cadê o Peeta? – perguntei pois ele ainda não havia dado sinal de vida.


– Saiu com o Tom, eles foram em alguns fornecedores. E falando em sair, você acha que pode ficar um pouco sozinha, pois temos que comprar algumas coisas que faltam pra festa da Prim.


– Não mãe, não me importo. – e realmente não me importo, pois o sono que estou sentindo não é normal, por mim poderia hibernar.


– Não mãe, eu fico com ela. – disse Prim.


– Filha, não acho uma boa idéia, se eu comprar algo que você não goste, você vai surtar que eu te conheço. – Ia surtar mesmo, era capaz até de cancelar a festa se algo não a estivesse agradando. Personalidade forte a da minha irmã.


– Então eu fico com ela. – A Rue disse, e não teve como não rir.


– Filha, se você ficar ai a Katniss que vai ter que cuidar de você. – minha mãe disse dessa vez pra Rue.


– Amores da minha vida, é sério, eu fico sozinha não tem problema, provavelmente mesmo antes de vocês saírem já estarei dormindo. Afinal mãe, você me deu um remédio ou um sonífero? – Ela sorriu e me olhou maliciosamente.


– Nós voltaremos antes do almoço.


Não deu outra, antes mesmo delas saírem eu já estava dormindo.


Acordo novamente sentindo mãos frias sobre mim, mas desta vez elas não estão na minha testa, mas no meu rosto e descendo por meu pescoço. Abro meus olhos e me deparo com um anjo me encarando com seus olhos azuis, seus cabelos loiros bagunçado, seus lábios vermelhos e sua pele branca quase pálida, com um ar de preocupado, mas ainda assim um anjo. Abro um sorriso por acordar e ter essa visão.


– Eu morri? – pergunto ao anjo.


– Não brinca com essas coisas. – o anjo diz.


– Você não é um anjo? – O anjo finalmente me lança um sorriso e desfaz seu ar preocupado.


– Amor, para de graça sua febre já baixou, o que significa que você não esta delirando. – ele diz se deitando na cama comigo, enquanto eu acho graça da minha brincadeirinha.


– Mas você é meu anjo. – digo manhosa, enquanto sinto sua pele fria tocar a minha. – Tem certeza que minha febre baixou? Você está gelado.


– Tenho certeza sim minha linda, meu amor, minha vida. – ele fez drama. — Agora você vai levantar e almoçar.


– Agora que você deitou aqui comigo, ai que eu não vou mesmo. – Eu já ia beijá-lo, quando lembrei que hoje não levantei ao menos para escovar os dentes. Levanto depressa da cama, o que me faz ficar tonta.

– Eu vou tomar um banho, eu te encontro na cozinha. – digo já pegando uma toalha e ignorando a tontura e o latejar da minha cabeça.


A tarde passou tranquila, as meninas voltaram das compras e terminaram de arrumar o que faltava para a festa, seria uma típica festa de adolescente, muitas besteiras pra comer, muito refrigerante e um bolo mega exagerado que o Peeta fez pra ela. Ela se desmanchou inteirinha quando ele trouxe o bolo do jeito que ela havia pedido. Eu fiquei de molho na sala enquanto todos corriam de um lado pro outro e não me deixavam ajudar em nada, quanto trabalho, a Prim poderia simplificar e fazer igual a que fizemos para Rue, em um salão. Mas não, “é moda fazer festas em casa” como ela disse, é moda também ela limpar toda sujeira e fazer todo trabalho pesado.


A festa começou e eu continue de molho só troquei de roupa e fiz uma maquiagem básica, minha cabeça e minha garganta ainda doíam, não falei pra ninguém, pois não queria preocupá-los e também hoje é o dia da Prim, ela tem que ser o centro das atenções e não eu. Mas é claro que alguém iria perceber, geralmente eu sou a pessoa que se enturma, brinca e faz piadas. O primeiro claro que foi o Peeta.


– Amor... – ele chegou de mansinho por traz e deu um beijo no meu ombro que estava nu devido ao vestido tomara que caia que eu usava, minha pele se arrepiou e ele sorriu. – está com frio? – ele perguntou brincando por eu estar arrepiada, mas eu realmente estava com frio, só que todos diziam que fazia calor, apesar de estarmos no outono quase inverno.


– Sim um pouquinho. – mal terminei de falar, minha mãe já estava do meu lado.


– Você está melhor filha? – é melhor falar logo.


– Um pouco de dor de cabeça e de garganta. – Ela colocou mão sobre minha testa.


– Você está com febre, vamos, vou te levar pro hospital.


– Calma mãe, depois da festa nós vamos.


– Pode deixar Clair, eu a levo ao hospital. Vamos amor? – Eles não me deram alternativa.


Fomos ao hospital e não tivemos nenhuma surpresa, apenas uma inflamação na garganta o que estava causando a febre, tomei uma injeção e o medico receitou antibióticos, nunca gostei muito de hospital, não sei se era porque minha mãe trabalhava em um, ou melhor no único da cidade, onde todos me conheciam desde criança, e a cada vez que eu aparecia o que era raro, todos me tratavam como aquela menininha, ou porque odiava ficar doente.


Chegamos em casa tarde e ficamos um pouco mais na festa, Prim perguntou se eu estava bem, e expliquei a ela que era somente uma inflamação, o que a tranqüilizou e a fez curtir mais a festa. Fui para meu quarto assim que a festa acabou, tomei um banho, o que me fez sentir outra pessoa, a dor havia ido embora levando meu sonho junto. Mas o que fazer quando não se esta com sono?


A casa esta um silencio só, com certeza todos já estavam dormindo, fui na ponta dos pés até o quarto de Peeta, entrei e fechei a porta lentamente. Ele estava dormindo, o que parecia ser um sono pesado, fiquei com dó de acordá-lo, mas eu não faria nada, somente deitaria do seu lado e ficaria quietinha. Foi o que fiz, deite-me ao seu lado e me encaixei no seu corpo.


– Hum um anjo veio me visitar... – ele disse no meu ouvido.


– Sim, um anjo que esta com abstinência de você. – disse.

– Hum que bom. – ele disse me abraçando e ficou quieto. Mas eu estou com insônia, e preciso de atenção.


– Amor, você esta com sono? – pergunta idiota.


– Impossível ter sono com você desse jeito. – ele disse, acho que ele se referia a minha mini camisola tranparente. Eu queria dormir, mas naquela noite fizemos tudo menos dormir.


***

Encaro aqueles dois pontinhos vermelhos sem querer acreditar no que aquilo significava, minhas pernas estão bambas, minha cabeça esta girando causando-me náuseas, estou soando frio e ofegante, tenho certeza absoluta que minha pressão está no meu pé, sinto pingos de água em minhas mãos que estão apoiadas em meus joelhos, só então percebo que estou chorando.

Chorando porque sei que tudo mudará daqui em diante...

LEAM AS NOTAS FINAIS!!!

Notas finais
E ai gostaram? Amaram? Odiaram?
Pois minha parceira e eu decidimos que o próximo só sai com pelo menos 25 reviews ou uma recomendação! Desculpa, odiamos fazer isso, as a fic está cada vez melhor, então merece que ganhe algum crédito a mais.

Bem é só isso 25 reviews ou 1 recomendação, se não só daqui a 15 dias ou mais!
Bjs flores, até mais espero....

***** Invasão Mellanie.. kkk
Minha co-autora é demais né... kkk e tem razão... Preciso de recomendações...rsrs Tenho 75 leitores e uma média de 15 reviews por capítulo, isso desanima... Então vocês me presenteiam com muitos reviews e recomendações e eu posto mais rápido... kkkkk

Aguardo vcs nos reviews.. rsrss Bjs da Mell.. *****