Meu Primeiro Amor ?!
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Obrigada pelos reviews, autora super feliz... =D
Como prometido mais um capítulo!!
Ahhh os reviews vou responder todos até amanha... Ta?!
Boa leitura!!!
- Será que seu pai se perdeu Peeta? – disse zoando com a cara dele.
- Se ele estava te seguindo com certeza se perdeu Kat... – toma. – To brincando, meu pai é tranquilão pra dirigir.. Daqui a pouco ele ta estourando por ai... – Então ta neh, nem me atrevo a responder. Descemos do carro.
- Pai se você quiser indo... – digo a ele, sei que está cansado.
- Vou sim filha, to cansado e amanha de volta a rotina. Você ta com a chave de casa ai? – ele pergunta.
- To não, mas daqui a pouco a mamãe ta ai...
- Ok filha, fica com Deus – ele me da um beijo na testa e vira pra Peeta – Tchau garoto, prazer em te conhecer. – Nos despedimos de Johanna, e eles vão embora.
Meu celular toca...
- Oi mãe... Sim já chegamos... Ahh tah, mas não demora to sem chave... Beijo tchau – falo rápido com minha mãe.
- Era minha mãe – digo o obvio – seu pai teve que passar na padaria pra fazer não sei o que, e vão demorar um pouquinho.
- Ah sim...
- Vem vamos sentar na varanda – digo puxando ele, pra sentar no banquinho da varanda. Antes que eu pudesse sentar Peeta me puxa pela cintura, colando nossos corpos. E derrepente não sinto mais minhas pernas meu coração acelera, Peeta se aproxima lentamente, eu sei o que vai acontecer, mas a expectativa esta me corroendo, seus olhos nos meus, parece que lendo meus pensamentos, me perco na imensidão azul dos seus olhos... Involuntariamente mordo o canto dos meus lábios, fazendo Peeta desviar seu olhar para minha boca, ele da um sorriso torto e me beija. Eu já beijei antes, não era meu primeiro beijo. Mas parecia que era... Seu aperto em minha cintura se intensificou e envolvi meus braços em seu pescoço. Nosso beijo estava suave, experimentando e explorando cada sabor... Até eu sentir necessidade de algo a mais e o apertei ainda mais contra meu corpo. Ele percebendo minha necessidade, acredito que era a dele também, me apertou ainda mais e nosso beijo se tornou mais urgente, Peeta pede passagem com a língua, e eu logo cedo, ansiosa por mais dele. Suas mãos agora apertam minha cintura, tenho certeza que minha pele ficara vermelha, mas não me importo, minhas mãos começam a ganhar vida própria e saem do seu pescoço em direção a seus cabelos e nunca, e agora parte de suas costas. Mas infelizmente precisamos respirar, então nos afastamos um pouco, fico sem coragem de encara lo, já que devo estar extremamente ruborizada.. Abro os olhos e meu rosto queima ainda mais ao perceber que estamos na porta da minha casa, ainda bem que é domingo a noite, e a rua esta quase deserta, tomara que ninguém tenha visto... Peeta se afasta um pouco pra me encarar, e novamente mordo meus lábios, e ele me lança um sorriso torto... Ele me puxa novamente mas dessa vez pra sentar no banquinho a seu lado... viro de frente pra ele, ele ainda me encarando e sorrindo... formulo mil perguntas na minha cabeça, mas nenhuma sai pela minha boca.
- Katniss me fala o que ta pensando por favor???... Você ta me assustando – diz ele, agora com um sorriso meio nervoso.
- Pensei que você gostasse de loiras – digo tentando aliviar a tensão que estava se formando, e por que foi a única coisa que consegui falar. Peeta da uma risada gostosa... huuuummm tudo nele é bom, rio mais com este meu pensamento do que pela reação dele.
- Não... Prefiro UMA morena... – assinto com a cabeça, e olho para os lados, e vejo um carro conhecido apontando na esquina, Peeta segue meu olhar e percebe assim como eu, que nosso tempo a sós foi curto demais.
- Kat, quer fazer alguma coisa amanha – nossa amanha, pensei que ele falaria tipo no próximo fim de semana.
- Claro podemos sim... Mas acho melhor eles não saberem que vamos sair... Juntos... – digo, pois não quero minha mãe no meu pé.
- Ah sim... é melhor mesmo... Então te ligo amanha... – ele diz, dando um beijo na minha mão.
Passo meu número pra ele, e Tom estaciona o carro, minha mãe e Prim saem... e Peeta vai embora com seu pai e irmã...
Entro e vou pra cozinha, pego uma fruta, e vou até a sala... Prim já esta esparramada no sofá... Fico em pé, pois estou inquieta demais pra sentar... Vejo que não é boa idéia ficar aqui, pois minha mãe já esta percebendo minha inquietude. Digo a elas que estou cansada e que vou dormir... Subo as escadas devagar tentando não correr e evidenciar minha ansiedade... No meu quarto e sozinha vou conseguir pensar, e tentar entender tudo o que aconteceu em tão pouco tempo... Ansiosa demais pra deitar, separo meu pijama e vou para o meu banheiro, afim de tomar um banho e tentar relaxar um pouco, prendo os meus cabelos, pois não quero lava los novamente.. Entro na água quentinha, só então percebo que estou gelada, devido ao tempo lá fora... Daí então, começo a me questionar... Como em tão pouco tempo Peeta e eu nos envolvemos tanto, isso nunca havia acontecido comigo... Até hoje os meninos que fiquei, que não são muitos, haviam ficado um bom tempo no meu pé, até eu resolver ceder... E o beijo... Aquele beijo, aquela boca... Um frio percorre por minha espinha...
Pensando bem, Peeta não é um estranho... Eu o conheço desde criança, e como ele disse, só não o permiti se aproximar pois sempre esperava que o pior fosse acontecer... Mas mesmo assim isto não explica muita coisa, afinal fazia alguns anos que não nos víamos, apesar de morarmos em uma cidade pequena... Eu nunca fui de sair muito e frequentava sempre os mesmos lugares... A ultima vez que eu o vi foi no bar do meu pai... – Ah meu pai tem um barzinho no centro da cidade, o mais descolado, muito aconchegante... Barzinho é modo de dizer, porque não é pequeno, às vezes tem musica ao vivo, às vezes noite da pizza, jantares e festas temáticos e por aí vai... Foi lá que meu pai e Johanna se conheceram, ela era nova na cidade e precisava de um emprego, e o barzinho do meu pai, que até então era “Zinho” estava crescendo e ele precisava de funcionários... Então eles uniram o útil ao agradável... Hoje em dia mais agradável do que útil, mas enfim... Quando meu pai começou planejar noites temáticas pra aumentar o movimento tanto de turistas quanto moradores eu me empolguei e quis ajudá-lo... No começo era tudo festa, eu não saia do bar, organizava e planejava as festas, depois isto começou a atrapalhar meu relacionamento com o colégio, pois eu sempre estava cansada demais pra tudo... E também o relacionamento dos meus pais, meu pai me queria por perto então adorava as horas que eu passava no bar com ele e minha mãe odiava pois eu passava menos tempo em casa e minhas caíram ainda mais. A gota d’água como diz minha mãe, foi quando comecei a envolver Madge em minhas novas atividades... Minha mãe foi até o bar e mostrou meu boletim a meu pai... Ai a Katniss organizadora de eventos morreu naquele dia... Hoje quem cuida disso é a Johanna, e ela é muito melhor que um dia ousaria ser... – Johanna organizou uma noite “jovem”, convidou umas bandas das escolas da redondeza pra tocar no bar, e preparou uma variedade de drinques, sem álcool claro, petiscos e porções... Depois de muito insistir, minha mãe permitiu que eu fosse, ela não queria que eu me envolvesse com os eventos do bar novamente... Fazia três anos que eu havia mudado de colégio e até então não tinha visto mais ninguém... Até que Peeta entrou com uns meninos da banda no bar, ele estava lindo, estava mais alto, estava com uma camisa branca que evidenciava seu corpo definido e firme, uma calça jeans escura e um tênis preto tipo skatista e boné preto, seu cabelo estava um pouco maior do que agora e uma pequena parte de seus cabelos loiros ficava marcado acima de sua nuca por causa do boné. Peeta me viu e sorriu vindo me minha direção, e eu tonta fingi que não o vi e fui cumprimentar meus amigos do novo colégio, que já não era novo, que haviam acabado de chegar...
A banda de Peeta foi a terceira a entrar... e a galera já estava super animada...
Peeta o vocalista assumiu seu posto – Boa noite galera... – Todos gritaram cidade pequena todo mundo conhecia todo mundo... E com certeza todos conheciam Peeta... – Primeiro queria agradecer ao Benjamin e Johanna que cederam esse espaço hoje, pra que nos pudéssemos nos divertir – a galera gritou mais ainda – hoje não vamos cantar músicas de nossa autoria, mas é de uma banda famosa que acredito que todos curtem, e eu queria dedicar essa primeira música a uma garota especial – as meninas começaram a se descabelar, e eu mantinha um olhar fixo em Peeta – nós não vivemos um amor, mas ela sempre foi a “Dona do meu pensamento”... – todos gritaram reconhecendo a música e a banda, não sei porque mas senti que ao pronunciar o nome da música Peeta olhou pra mim, mas seria quase impossível ele me localizar em meio a multidão... Peeta não tinha uma voz melodiosa como a de um cantor profissional, ele tinha uma voz firme, e as vezes a voz de um garoto ao pronunciar algumas estrofes da música... —
Seremos donos do nosso amanhã se estivermos unidos
Em sintonia com os nossos sonhos
Mesmo se não formos iguais
Pois não somos iguais
Eu caminho no meio da multidão
Eu me sinto à vontade
Pois partilhamos noites, ruas e sonhos – nesta estrofe Peeta adiciona – Ainda não, mas eu continuo sonhando em partilhar – todas as meninas vão a loucura com essa declaração.
Como se fossemos iguais
Pois me faz tocar o céu, ver você sorrir
Vem lua, vem, vem dançar pra mim
Ninguém em seu lugar
Então deixa a noite seguir
Bom poder brindar que você está aqui
Dona do meu pensamento, você, nossa história
Dona do meu pensamento, você, nossa história
Observados por dragões ferozes lutamos pra sobreviver
Mas precisamos realmente saber
O real valor que a vida tem
Eu caminho no meio da multidão
Eu me sinto à vontade
Pois partilhamos noites, ruas e sonhos
Como se fossemos iguais
Pois me faz tocar o céu, ver você sorrir
Vem lua, vem, vem dançar pra mim
Ninguém em seu lugar
Então deixa a noite seguir
Bom poder brindar que você está aqui
Dona do meu pensamento, você, nossa história
Dona do meu pensamento, você, nossa história
Eu sempre vou te amar
Eu sei que eu sempre vou te amar
Dona do meu pensamento, você, nossa história
Dona do meu pensamento, você, nossa história
Houve um momento no meio da música que tive uma imensa vontade de acionar o sistema de incêndio... Pra ver se apagava o fogo daquelas meninas... Pra que gritar tanto?...
Quando a música esta quase acabando... vejo uma menina, na verdade uma louca, jogando seus cabelos de um lado pro outro e se requebrando toda, como se a música pedisse que ela fizesse isso... Ela consegue o que quer, atrair a atenção de Peeta, ele olha pra garota louca e sorri enquanto continua a cantar... Fico curiosa e tento me aproximar um pouco mais pra ver o rosto da garota louca, chego perto o suficiente para reconhecê-la... Não acredito, o que essa louca esta fazendo aqui, eu reconheceria aqueles cabelos loiros e seu olhar cínico em qualquer lugar...
- Quem deixou a Glimmer entrar??? – grito pra Mad, como se ela tivesse culpa.
- Como assim flor??... Que eu saiba não tinha lista de convidados... – ela disse tentando me mostrar que ela não tinha culpa, nem da loira estar aqui nem de eu estar morrendo de raiva.
- Desculpa Mad, só não queria ver essa garota.. Vamos embora essa festa já deu pra mim – falei já andando em direção a saída.
- Vamos, pra mim também já deu – ela diz dando de ombros. Pensei que ela fosse relutar em ir embora, mas pra minha sorte hoje ela não tava num bom dia, posso imaginar o porquê, mas resolvo ficar quieta.
Notas finais
Pessoas, eu AMO CBJR... As músicas dele sempre fizeram parte da minha vida, então essa não sera a única música deles na fic, se tiverem sugestões de músicas deles ou de outras bandas que gostem me falem por review ou MP que vou tentar encaixar na fic.. Ok?!...
Bjooos
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