Notas iniciais
Hey amores e amoras... Tentei não demorar muito com o capítulo, mas essa semana estava um pouco zuadinha e não consegui escrever muito, mas enfim consegui termina-lo, espero de coração que gostem do capítulo e ainda não respondi os reviews, pois daria com a "língua nos dentes", e acabaria soltando algo kkkkkkkk Bom para o próximo capítulo saberemos o que se passa pela cabecinha de Peeta Mellark, portanto não o julguem viiu.. rsrs Amei cada review e vou responde-los, só peço que tenham um pouquinho de paciência comigo ok? rsrs E me mandem mais reviews, estou pensando em escrever um bônus diferente para que o dia 04/04 não passe em branco e terá uma surpresinha nas notas também... PS. Não tive tempo de betar e a Lary ta enrolada, desculpem qualquer erro de concordância e ortografia, Oks??? Então vamos logo descobrir o que aconteceu com a Lolo....

"Ponha-me como um selo sobre o seu coração; como um selo sobre o seu braço; pois o amor é tão forte quanto a morte"

Cântico dos Cânticos 8:6a NVI

A morte, muitas vezes sorrateira, ninguém sabe de onde veio, muito menos para onde vai, tão pouco sabemos quando chegará, se chegará, se vira acompanhada de uma terrível doença, ou uma estrondosa felicidade, tudo que sabemos é da imensa dor, do vazio que se sente, das lembranças. Alguns celebram a morte, outros se enterram com ela. A morte às vezes é bem vinda, mas na maioria das vezes a amaldiçoamos. Acredito numa vida após a morte, mas não como essa que vivemos muito menos aqui na terra, onde existe tanta maldade e dor, creio num lugar melhor, onde não há julgamentos, nem dor, nem pranto, muito menos a morte. Sei pouco sobre ela, mas de uma coisa tenho convicção não a desejo a ninguém, principalmente para os que ficam.

O amor nos invade, nos consome, nos permite ser melhores, desejar coisas melhores, o amor verdadeiro nos impulsiona para frente, não nos permite regredir. Há vários tipos de amor, há o amor de pai e mãe que temos a obrigação de amar, mas que amamos sem obrigação mesmo, há o amor de irmãos que são a extensão de nós mesmos, há o amor de amigos, que são a família que nos escolhemos amar, há o amor de um homem e uma mulher que as vezes começa inocente, como uma amizade, a paixão nasce assim como o desejo, e depois de amadurecido esse sentimento, se transforma em amor, há o amor pelos filhos que nasce quando se descobre estar carregando um pequeno ser dentro de você, esse amor vai além da compreensão humana, além do que os olhos podem ver e do que os ouvidos podem ouvir, além até mesmo do que o coração pode sentir. Suas mãos soam frio, sente-se um arrepio gostoso percorrer pela espinha, a ansiedade, você quer ser a mais linda e atraente, não para todos os olhos e sim para somente um par de olhos. No meu caso dois, dois pares de olhos azuis, meu céu partilhar, nunca me cansarei de ser admirada por eles. Minha filha me encara como se estivesse decorando meu rosto, cada expressão que faço é novidade para ela, que apesar de ter nascido há poucas horas mantém seus olhos azuis bem abertos e mesmo eu sabendo que ela não enxerga nada além de vultos, também a encaro na esperança de que ela saiba que sou a mãe dela.

Que susto havíamos passado, seus pulmõeszinhos não funcionaram de imediato, e ela precisou de um estimulo. Peeta viu quando a tiraram dentro de mim, com o cordão umbilical envolvido em seu pescoço, seu pequeno corpo totalmente mole, inerte. Ele sentou-se na cadeira que estava a meu lado e tudo que ele conseguia fazer era chorar, um choro sentido, algo que me desesperou ainda mais, eu queria sair daquela cama e saber o que estava acontecendo, mas meu corpo não me permitia devido a anestesia, foi quando ouvimos seu chorinho. A mais bela melodia para nossos ouvidos foi um balsamo, um alivio, era como se nada mais importasse naquele momento a não ser ouvir seu choro, um chorinho exigente e estridente. Ah minha filhinha já tem personalidade com certeza. Peeta logo se levantou e foi ao encontro da enfermeira que sorria para ele e voltou com nossa pequena nos braços. As lagrimas me impediam de vê-la com clareza, e mesmo eu tentando seca-la, elas insistiam em escorrer por meu rosto, ainda assim me esforcei para olha-la, e estava tudo lá no seu devido lugar, apesar de estar embrulhada em uma manta branca pude ver que ela era perfeita, e o Doutor Cinna anunciou que nossa Lorena Everdeen Mellark nascera com 47 centímetros e 3,200 kg.

Infelizmente minha pequena fora levada a unidade neonatal, onde ficaria em observação, faltava apenas duas semanas para seu nascimento, mas ainda assim ela era prematura, e como demorou a respirar deveria ter uma atenção especial, o doutor Cinna nos explicou. Eu ignorava a dormência de meu corpo que aos poucos voltava da anestesia, principalmente em meu baixo ventre, lugar onde levara os pontos que agora começavam fisgar. Para meu alivio e desespero também logo recuperei totalmente a mobilidade de meu corpo, o que me trouxe fortes dores, mas consegui ignora-los completamente quando trouxeram minha Lorena para mim, finalmente pegaria minha menininha, fiquei a admirar minha pequenina, seus dedinhos das mãos, seu pezinho delicado, suas bochechas rosadas, boquinha perfeita, os poucos fios de cabelo que tinha ainda não se definia se seriam loiros igual ao do pai, ou escuro igual ao meu, até que ela abriu os olhinhos e fiquei completamente extasiada, perdida em seu olhar, apaixonada pela minha filha.

Peeta que permanecia a meu lado e acariciava o rostinho de nossa filha, ganhou a atenção da pequena, que desviou seus olhos dos meus, e passou a encarar o pai.

– Obrigada pelo presente perfeito que me deu. – ele disse me encarando, seus olhos ainda vermelhos e marejados. Eu ainda não conseguia definir meu sentimento por ele naquele momento, mas não posso ignorar a dor de ver seu estado ao pensar que havíamos perdido nossa filha, ele estava inconsolável, creio que se culpava profundamente por não estar conosco, e chegar poucos minutos antes do parto. Com a mão livre acariciei seu rosto, o que suavizou mais sua expressão. – Eu te amo meu amor, vocês são minha vida... Perdoe-me por... – ele começou a falar mas fomos interrompidos por batidas na porta. Eram nossos amigos Mad, Annie, Finnick e Gale. Mad tinha um olhar aflito e Annie tinha os olhos vermelhos.

– Como vocês estão amiga? – Mad perguntou vindo até mim acompanhada de Annie.

– Agora estamos bem. – sorrio para minhas amigas, demonstrando que o susto havia passado e ela relaxou visivelmente.

– Ah então me dá aqui a princesa da madrinha. – Mad não fez cerimonia alguma ao tirar minha filha de meus braços.

– Que bom que foi só um susto amiga, encontramos o doutor Cinna na recepção e ele nos contou por alto o que havia acontecido, pois não conseguíamos falar com o Peeta. – Annie dizia ao me abraçar.

– Sim Annie, um baita susto. Mas agora esta tudo bem graças a Deus. – digo retribuindo seu abraço.

– Catnip... Parabéns, ela é muito linda. – meu primo deu-me um beijo na testa.

– Sim linda mesmo, vai dar um trabalhão hein Everdeen. – Finn que até então estava ao lado de Mad e Annie que babavam em cima da minha pequena, veio até mim, para cumprimentar-me. – Quero dizer Mellark. – ele corrigiu-se, mas sinceramente eu não havia reparado que ele havia me chamado pelo sobrenome de solteira.

– Eu também sou Everdeen. – Digo dando de ombros e Peeta que continuava ao meu lado, apenas havia se levantado para cumprimentar nossos amigos, abaixa a cabeça. – Hey vocês duas, devolvam minha filha. – tentei brincar, pois havia se instalado um clima estranho, Finn me conhece e percebeu o tom da minha voz e encarou Peeta de um jeito que conheço também, era o mesmo olhar quando algum garoto que ele não confiava se aproximava de mim, no tempo da escola, Finn sempre foi meu protetor.

– Não não, a Lolo quer ficar com a madrinha dela. – Mad disse com tom infantil na voz.

– Amor... – chamei Peeta lembrando-me de Glimmer. – Cadê a Glimmer? – pergunto e Mad para de atormentar Annie e me encara.

– Quem? – ela pergunta.

– A Glimmer me trouxe para o hospital. – digo e isso faz com que o Odair assuma sua postura de protetor. – O Peeta não estava no restaurante quando comecei a sentir as contrações e ela viu que eu não estava bem e me trouxe.

– Mentiraaa... – Mad já estava a meu lado, suplicando por detalhes com o olhar.

– Ela pediu pra avisar que tinha que ir embora, e disse que viria mais tarde provavelmente com o Haymitch e a Effie.

– Ah Glimmer é aquela loira que estava conversando com o doutor Cinna quando chegamos? Se eu não me engano foi ela que disse a ele que éramos amigos do Peeta e da Kat. Acho que ela reconheceu vocês. – disse a observadora e inocente Annie.

– Com certeza ela reconheceu a Mad. – digo sarcástica.

– Sim, com certeza foi a mim que ela reconheceu. – Mad me acompanha no sarcasmo, sempre que ela tinha oportunidade perturbava Glimmer no colégio, rimos uma para outra e uma da outra, Peeta ri também, com certeza ele lembra desse detalhe.

– Ok, parem de risadinha, estamos todos boiando aqui. – o Odair cortou nosso barato, mas Mad continuava a me encarar pedindo por informações, a encarei de volta.

– Depois eu te falo. – digo e a deixo mais curiosa ainda.

Logo o clima se suavizou e os meninos passaram a conversar, e Finn não tinha mais um olhar mortífero para Peeta, e Gale tentava conter os impulsos de Madge em tirar a Lolo do colo da Annie, foi quando ouvimos mais algumas batidas na porta, e quase chorei ao ver quem entrava por ela.

– Mãe, Pai... – não aguentei, chorei. – eles me abraçaram um de cada lado, Prim e Johanna vieram logo em seguida, enquanto Tom e Rue abraçavam Peeta.

– Você esta bem filha? – meu pai perguntou devido ao meu acesso de choro.

– Agora eu estou. – disse enquanto o abraçava novamente e via minha mãe dar um beijo em Peeta e abraça-lo também, enquanto ele deixava escapar algumas lagrimas.

– Me desculpe Annie, tenho certeza que Mad deve ter soltado a Lolo agorinha mesmo, mas eu preciso pegar minha sobrinha. – Prim disse, arrancando gargalhadas de todos, e um bico de Madge.

– Nada disso dona Primrose, ela vira primeiro para o colo da vovó. – E assim minha filha começou a ser passada de colo em colo. Meu pai me deixou um pouco afim de entrar na briga para pegar a neta, e Rue e Tom vieram me cumprimentar.

– Enfim seu pai te largou, pensei que ele não deixaria ninguém chegar perto de você norinha. – Tom disse brincalhão, dando-me um beijo e um abraço. – Parabéns minha neta é linda. – ele disse emocionado.

– Ah Tom, a mim ele largaria sim, já a Lolo eu não posso garantir. – disse apontando para meu pai que tinha Lorena nos braços e não permitia que ninguém a tirasse dele.

– Ah mas ele vai ter que largar, ainda nem peguei minha neta. – Tom disse indo até meu pai.

– Kat, você viu os olhinhos da Lolo? São iguaizinhos aos do Peeta. – Rue disse chamando-me a atenção.

– Sim são iguais aos do Peeta. – concordo com ela e passo a encarar meu marido, que apesar da expressão de cansado estava lindo e sorrindo como sempre. Ele ria enquanto Tom e meu pai “discutiam” com quem ela se parecia. Peeta percebendo que o olhava me encarou também e deixou nossos pais vindo até mim, seus olhos brilhavam e sorriam para mim, ele segurou minhas mãos e as beijou, aproximou-se mais e selou nossos lábios, apesar de ter sido um beijo rápido foi cheio de significados.

Nossa família estava toda reunida novamente e nossos amigos também, eu estava feliz apesar de não ter saído tudo conforme o esperado, no fim da tarde Glimmer apareceu com Haymitch, Effie e Cato, sim Cato veio com eles, a principio foi desconfortável Peeta e ele se cumprimentaram e confesso que prendi a respiração esperando o pior, mas não aconteceu ele nos parabenizou e se encantou com nossa pequena, Glimmer também e tive a oportunidade de agradecê-la mais uma vez, não só eu como Peeta também.

– Hey docinho desculpe por hoje, puxei o padeiro para uma reunião fora da cidade de surpresa e ele não conseguiu te avisar. – Haymitch disse quando todos estavam entretidos com a Lolo. – Pensei que seria algo rápido. – Ele disse um tanto constrangido.

– Tudo bem Haymitch. – tentei soar convincente, mas não consegui.

Não queríamos nos despedir, mas foi necessário pois o horário de visitas já havia acabado, apenas Peeta ficaria conosco, nossos pais e irmãs foram para nosso apartamento e com muito custo Mad deixou a Lolo. Peeta cantava uma musica para ela logo após a mamada, o que a deixou calminha e logo ela dormiu.

– Ainda esta com dor? – Ele perguntou assim que deixou a Lolo no berço.

– Só um pouquinho, acho que estou mais cansada do que com dor. – digo e depois bocejo o cansaço com certeza estava vencendo a dor. Peeta pegou uma cadeira e sentou a meu lado acariciando meus cabelos.

– Me perdoe amor, por hoje e pelas ultimas semanas, eu estava tão preocupado em dar de tudo pra vocês duas, que acabei priorizando meu trabalho, mas eu te prometo Katniss que isso nunca mais ira acontecer, vocês são minha vida, e que me adianta poder oferecer tudo a vocês se eu não posso estar com vocês. – ambos chorávamos baixinho, senti que Peeta tinha mais a falar, mas suas poucas palavras, seu jeito simples em dizê-las aqueceu meu coração e eu tive vontade de beijá-lo, e foi o que fiz. Um beijo caloroso como há muito não acontecia, um beijo de entrega, um beijo de alivio, um beijo de amor.

– Aiii... – gemi de dor.

– Desculpe amor, acho que nos empolgamos. – Peeta disse com um sorriso torto, pois ele já estava sentado em minha cama e ambos nos explorávamos, e ao inclinar-me para ele senti meus pontos.

– Sim, é melhor eu ficar aqui quietinha e deitadinha. – disse ao deitar-me novamente e levando as mãos ao meu baixo ventre.

Peeta voltou a sentar-se na cadeira e encostou a cabeça no meu travesseiro de forma que nos encarávamos, logo peguei no sono enquanto ele acariciava meus cabelos e acordei pouco tempo depois com o chorinho exigente de minha filha, ele estava com ela nos braços, tentando acalmá-la.

– É amor tem coisas que não vou conseguir te ajudar por enquanto. – ele sorria ao falar enquanto a trazia para mim, e a esganada abocanhou meu seio fazendo-me rir, ainda não havia me acostumado à sensação do momento, era algo tão intimo, tão divino, alimentar minha filha, ver o quanto ela é dependente de mim, fazia sentir-me a pessoa mais abençoada da face da terra, fazia sentir-me especial e única como se eu fosse a única que pudesse fazer aquilo por ela. Peeta nos encarava, seus olhos brilhando, ele olhava-me com devoção e amor, como senti falta desse olhar.

A esfomeadinha acordou mais três vezes durante a noite para mamar, e em todas às vezes Peeta participava trazendo-a para mim, cantando para ela, fazendo-a dormir novamente, participando do jeito que podia. No dia seguinte recebemos mais visitas, Cato e Glimmer vieram novamente acompanhados de Mags que se derreteu com nossa Lolo, os amigos de Peeta também chegaram enquanto eles ainda estavam aqui e ficaram um bom tempo conosco, o doutor Cinna e nossa família também estiveram o tempo todo no hospital.

O dia passou rápido e logo estávamos nos despedindo da maternidade e finalmente indo para nossa casa, meu pai, a Joh e o Tom já haviam voltado para casa levando a Rue, ela chorou, pois não queria ir embora, mas Tom conseguiu convencê-la, já Prim não tinha um que conseguia fazer isso, então ela ficou conosco, mas em alguns dias elas voltariam para casa e eu iria com elas.

– Amor você tem que ir mesmo? – Peeta me perguntou pela milésima vez.

– Sim amor, foi o que nos havíamos combinado desde o inicio, só não contávamos que a Lolo nasceria antes. – digo a ele. Ele esteve conosco todos esses dias, pois teve alguns dias de licença devido ao nascimento de nossa filha, e foram dias especiais e incríveis, mas eu sabia que a loucura de sua rotina voltaria ao normal em dois dias, faculdade, restaurante, trabalhos e provas, e eu não conseguiria cuidar sozinha da Lolo, então minhas malas e as dela já estavam prontas para voltarmos com minha mãe.

– Eu sei. – ele disse me puxando para si, e escondendo o rosto em meus cabelos, enquanto estávamos deitados de conchinha. Não demorou muito e eu já estava apagada, tinha que aproveitar as poucas horas que minha filha dormia para dormir também, pois logo ela estaria acordada para mamar.

Acordei assustada achando que havia dormido demais, que o sono me vencera e não havia escutado minha filha protestar de fome, peguei o relógio e vi que havia dormido apenas uma hora, o que me trouxe alivio, porem não sentia mais o corpo quente de Peeta a meu lado, levantei e fui até o quarto de nossa filha já que também não a vi no bebê conforto. E lá estavam eles, Peeta sentado em minha poltrona com a Lolo no colo, ele conversava com ela e ela prestava atenção em cada uma de suas palavras, seus olhos estavam atentos nos lábios do pai, que falava com serenidade.

– E é isso filhinha, você vai pra casa da vovó com a mamãe e o papai estará lá sempre que puder. – ele falava com a voz embargada, o que fez um nó instalar-se em minha garganta. – Eu vou pensar em você e na sua mamãe o dia inteiro, todos os dias enquanto estivermos longe, e quando eu estiver lá não vou soltar vocês duas por nada. – nossa Lolo fez um biquinho para chorar, como se entendesse que ficaria longe do pai, Peeta não resistiu e deixou uma lagrima escapar também, mas logo estava tentando distrair nossa pequena, foi quando ele me viu encostada no batente da porta.

– Acho que ela sentiu seu cheiro. – ele disse lançando-me um sorriso lindo.

– O cheiro de leite você quer dizer né? – zombei.

– Foi o que eu disse. – ele me acompanhou e levantou-se indicando a poltrona para que eu me sentasse, não me fiz de rogada e logo estava com minha gorduchinha nos braços enquanto ela sugava meu peito feliz, e em pouco tempo adormeceu.

Voltamos para a cama e ao invés de deitarmos de conchinha como estávamos antes, virei-me para ele, para encara-lo e passei a acariciar seus cabelos que estavam grandes, na altura dos olhos começando a formar cachos nas pontas, algo que ele não gostava mais de usar, pois o fazia parecer mais novo, passei os dedos sobre sua testa procurando desfazer as rugas que se instalavam ali, desci para seus olhos fazendo-o fecha-los, suas têmporas, demorei-me um pouco mais acariciando sua barba por fazer, isso o deixava ainda mais sexy, e como ele gostava quando passava minhas unhas por sua barba, tanto que o fez sorrir mesmo permanecendo com os olhos fechados, para encerrar inclinei-me para ele e disse ao pé de seu ouvido.

– Eu te amo, e te perdoo também... Desculpe por não ter dito antes. – e sem esperar por sua resposta selei nossos lábios. Ele me segurava delicadamente pela cintura quando interrompeu nosso beijo.

– Você ainda confia em mim? – ele perguntou, olhando no mais profundo dos meus olhos, impedindo-me de raciocinar direito, impedindo-me até mesmo de coordenar minha respiração e minhas palavras.

– Sempre. – disse somente antes de selarmos novamente nossos lábios.

Notas finais
Vocês acharam mesmo que eu mataria a Lolo??? JAMAIS, o Peeta e a Katniss talvez mas a Lolo NUNCA, NUNQUINHA hahhaha Eai gostaram??? Próximo capítulo: POV PEETA Bjos e até lá!