Notas iniciais
Heeey amores e amoras... Desculpem a demora, estava escrevendo o capítulo de "When I... " e comecei a escrever este a pouco teeeempo, o capítulo esta melosinho e lindinho introduzindo novos personagens... hehe Vamos ao nome do baby... Minha irmã esta grávida, mas ainda não sabemos o sexo porém os nomes já estão escolhidos, então o nome que escolhi será do meu sobrinho ou sobrinha, caso seja o mesmo sexo que o baby Peetniss (é claro... kkk) Então é uma homenagem ao meu baaaaby... Espero que gostem hehe Wol que recomendação mais linda da Bella, Obrigada minha linda... Como já havia dito, amei cada palavra, e fiquei lisonjeada em saber que a Fic é sua predileta, e te da essa sensação de fazer parte da estória, que linda me emocionei... rsrs Então este capítulo é dedicado a ti pela linda recomendação. Obrigada a todos reviews, vocês são lindos, e vou responder a cada um me desculpem pela demora ^^ E um obrigada mais que especial pra linda AnaTributo que esta comentando em todos os capítulos, achei a atitude dela muito linda, e não poderia deixar passar em branco... Fiquei "absurdada" quando vi... kkkkk Bora ler o capítuloooo....

Peeta vai até a porta para receber seus convidados e ao passar por mim diz:

– Quero saber direitinho essa historia de fetiches viu mocinha. – ele fala e me lança seu sorriso torto enquanto eu reviro os olhos.

– Vai logo amor. – digo para que ele abra a porta.

Logo seus amigos chegaram e passo a encara-los descaradamente, eles são muito diferentes do que imaginei e com certeza muito diferentes de meus amigos também. Consigo decifrar quem é quem somente pelo “apelido” que Peeta deu-lhes, a baixinha com cara de poucos amigos é a “enfezadinha”, a loira com olhos amistosos é a “nerd”, o garoto ruivo com roupas largas é o “desleixado” e o cara mais velho é o “aprendiz”, na verdade para identificar os “meninos” tive uma pequena ajuda de Peeta, lembro-me dele dizendo que o que aparentava mais experiência era o mais inexperiente.

– Galera esta é minha esposa, Katniss. – Peeta me apresenta passando uma mão por minha cintura.

– Oi Katniss é um imenso prazer conhece-la, meu nome é Delly Cartwright. – a loira se apresenta, e eu lhe acho um pouco exagerada demais.

– Eai... – a baixinha de longos cabelos negros e olhos verdes, se limita a dizer e acena com a cabeça.

– Essa é a Clove amor... E esses são Marvel e Beetee. – Peeta os apresenta e os convida para entrar.

Minha impressão sobre os amigos de Peeta... São loucos e diferentes, me admira muito formarem um grupo, Delly aparenta ser toda diplomática sempre vê o lado bom das coisas e das amizades, Clove parece-me achar toda a teoria um tédio o negocio dela é a prática, questiono-me o porque dela ser “amiga” de Delly já que as duas não tem nada haver, mas então lembro-me que Delly é a nerd da historia e vejo o porque de Clove precisar dela, porém vendo-as interagindo até parece que se dão bem. Delly ri de todas as asneiras que Clove diz, e Clove por sua vez debocha de tudo que Delly acha importante. Já os meninos são mais tranquilos, Marvel é super desligado mesmo, parece que vive no seu próprio universo alternativo diria até que usa drogas. Ok isso foi maldoso da minha parte, mas é o que parece, já Beetee é o mais velho do grupo, enquanto todos aparentam a mesma idade de Peeta e eu, ele aparenta estar na casa do 40 apesar de ser bem conservado acredito que seja por causa de sua pele morena, ele usa óculos e creio que tem um “tique” pois a todo momento arruma seus óculos que hora estão alinhados em suas têmporas e hora estão quase grudados em seus olhos.

– Mas então padeiro o que tem pra comer? – Clove pergunta, e eu não gosto muito do tom que ela usa, na verdade não fui muito com a cara dela.

– O padeiro também “pegou” na faculdade. – ele diz para mim, por causa de Haymitch todos o chamavam de padeiro, e agora até seus amigos da faculdade haviam adotado o apelido.

– Bom eu pensei em fazer varias coisas, até que me lembrei que teria mais 4 aspirantes a chefe em casa, então decidi por fazer minha especialidade e vocês podem colocar a mão massa e me mostrarem do que são capazes. – Peeta disse desafiando seus amigos.

– Ah agora falou minha língua. – disse Clove tomando lugar em nossa cozinha. Enquanto Delly anotava algumas receitas e ingredientes, acredito que seja para o trabalho deles. Marvel para minha surpresa prontificou-se a ser o próximo e logo tomou lugar ao lado de Clove e passou a ajuda-la pegando ingredientes misturando-os, e ele o fazia agilmente e com certeza sabia exatamente o que estava fazendo.

– Impressionada? – Peeta perguntou, vendo que eu prestava atenção em Marvel.

– Muito, achava que ele ficaria sentado naquela cadeira o dia inteiro. – digo admitindo meus pensamentos.

– Pois é ele é desleixado no modo de se vestir, meio “aéreo” as vezes, raramente anota as aulas e trabalhos então nem pensar, mas ele é gênio cozinhando, ele não faz testes tudo que ele faz fica realmente bom, sempre nos indica bons temperos e combinações que a principio parecem horríveis mas no final dão um toque e sabor exótico aos pratos.

– Agora estou impressionada de verdade. – digo novamente admitindo o quanto me enganei com ele.

– E você Beetee deve dar um banho neles na cozinha... – digo tentando puxar assunto, já que ele prestava atenção na minha conversa com Peeta.

– Na verdade não, eles que me dão um banho. – ele diz simpático exibindo um sorriso amarelo. – Já sou formado, na verdade tenho duas formações na área de tecnologia e desenvolvimento, trabalho para o governo. – ele falava e eu estava chocada, como assim trabalhava para o governo?

– E o que você esta fazendo em Sta Helena, numa escola de culinária? – eu perguntei chamando a atenção de todos, não sei se foi devido a histeria em minha voz, ou por eu ter menosprezado a melhor faculdade de culinária do país. Todos me olhavam perplexos menos Clove ela ria. – Ok desculpem eu sei que é a melhor faculdade de culinária do país, mas poxa vida ele trabalha no governo e já tem duas formações, o que ele esta fazendo lá. – todos ainda mantinham a mesma cara.

– Relaxa Kat, eu falei a mesma coisa pra ele... Mas nerd que é nerd, tem que mostrar que é nerd até num curso que ele não manja nada. – Clove disse cheia de intimidade e Beetee ri.

– Minha esposa Wiress e eu somos péssimos cozinheiros, mas por algum motivo gostamos de cozinhar e como ela esta muito ocupada no momento com um projeto, decidi aprender a cozinhar de verdade, assim eu ensino a ela e passamos mais um tempo juntos. – Beetee disse simplório dando de ombros, e eu o achei fofo ao falar da esposa. Mas ainda tive vontade de questiona-lo quanto a ter que estudar na CIA para aprender a cozinhar, porem guardei meus questionamentos para mim mesma.

Nosso dia e tarde foram extremamente agradáveis, nunca pensei que pessoas tão diferentes de mim poderiam ter tanto em comum. Admirei Beetee por sua inteligência e humildade que apesar de ter um cargo alto no governo, se submetia aos ensinamentos de pessoas muito mais jovens que ele, e com metade de sua experiência de vida, ele é extremamente atento e detalhista, sempre prestativo e simpático falando a todo momento dos filhos e esposa. Neste instante compreendi a amizade de Peeta com ele, Peeta o admirava, estava nítido em seus olhos, ele não era somente feliz profissionalmente, mas também bom pai e marido, e meio que pai da turma também. Marvel continuou a me surpreender, as vezes ele ficava quieto alheio a tudo e a todos, mas era só impressão minha pois do nada ele palpitava sobre o assunto que falávamos, sempre conciso, certo do que falava, se não fosse por suas roupas largadas e seu jeito “sou de outro mundo” com certeza o levaria mais a serio. Delly é a verdadeira nerd propriamente dizendo, cheia de cadernos e livros, prefere a teoria ao invés da pratica, criando formulas e receitas imaginarias, ela é uma figura, sempre que alguém preparava algo diferente ela não deixava ninguém tocar antes de mim, achei graça do modo dela, e logo vi que ela não forçava isso, era natural espontâneo, porem confesso que a atenção excessiva que ela dava a Peeta me incomodava mesmo sabendo que era o jeito dela. Clove é a graça e ao mesmo tempo o mal humor da turma, pois quando alguém fazia algo que no ponto de vista dela estava errado, sai debaixo, a baixinha virava gigante, mas era boa gente e arrancava boas risadas de todos com seu jeitinho irritadinha de ser.

– Eai amor o que achou deles? – Peeta perguntou pouco tempo depois que eles foram embora.

– Gostei deles, são muito legais e simpáticos. – disse sabendo que ele gostaria de saber que realmente gostei de seus amigos.

– Que bom amor... – ele disse me abraçando por trás.

– Mas vamos combinar né amor, é sua cara andar com esse povo nerd e se andasse com eles na época do colégio com certeza não seria popular. – digo para provoca-lo.

– Amor eles não são nerds, só a Delly é. – ele diz e eu desacredito de suas palavras.

– Só a Delly? O Beetee é super nerd, não em culinária mas é. O Marvel tem aquela cara de louco, mas na cozinha ele deixa todos impressionados, digo o mesmo da Clove ela pode ser toda irritadinha mas se transforma quando esta cozinhando. E você... – me viro para encarar seus olhos. – Você sempre foi nerd. – digo e lhe dou um selinho e ele revira olhos.

O fim de semana vai embora do mesmo jeito que chegou, rápido, aproveitamos o domingo para caminharmos no parque e comprarmos algumas coisas que ainda faltavam pro quartinho do nosso filho, algo que para mim foi cansativo, minha barriga estava enorme e as vezes o ar me faltava principalmente quando meu bebezinho resolvia se acomodar nas minhas costelas, isso causava um incomodo profundo, muitas vezes nem conseguia dormir direito, mas logo isso iria acabar e poderia finalmente ver o lindo rostinho do nosso bebê. E noites como essa quando acabávamos exagerando em compras pro nosso bebê, nosso assunto era único e exclusivamente esse, conversamos sobre que cor seriam seus olhos, seus cabelos, como seria seu narizinho, se ele seria chocólatra como a mãe, ou se lançaria na culinária como o pai, a cada pensamento o anseio de ver nosso pequeno aumentava, deixando-nos ansiosos por tê-lo logo em nossos braços. Logo pegamos no sono e dormimos de conchinha que era uma posição mais confortável para mim.

***

– Amor – Peeta respira fundo, sei exatamente o porque de seu estado aflito – só toma cuidado com o Cato tá? Eu não confio nele. – ele me pede pela milésima vez desde que acordamos e passamos a nos arrumar, ele para a faculdade e eu para o meu primeiro dia oficialmente como voluntaria do orfanato.

– Fica tranquilo amor, ele não vai me fazer nenhum mal. – digo também pela milésima vez.

– Não me refiro a atos físicos amor, você sabe, me refiro ao que ele pode te falar. Ele é manipulador, sempre quer virar o jogo pro lado dele. – Peeta disse enquanto me puxava para um beijo, olhando no mais profundo dos meus olhos.

– Tudo bem amor, vou me cuidar, não precisa se preocupar. – digo antes de lhe dar um beijo.

– Mas eu me preocupo, sempre vou me preocupar. — disse assim que nos afastamos de nosso beijo.

Nos despedimos enquanto fui para um lado e ele foi para outro, combinamos que eu ficaria com o carro, pois ele não queria que em hipótese alguma eu pegasse carona com Cato.

Cheguei ao orfanato e nem sinal de Cato, logo a Sra. Mags me recebeu agradecendo por minha vinda, e me passou uma lista do que ela achava que seria bom tanto para mim, quanto para as crianças, coisas do tipo ler para os mais novos, ajudar os mais velhos com leitura, dicção e escrita, ajuda-los a plantar na horta que eles faziam questão de ter variedades onde toda verdura e legumes que plantavam era consumido pelo próprio orfanato, entre outras atividades que envolviam musica e dança, algo que eu não era muito boa, mas ajudaria as voluntarias professoras e aprenderia também. Logo estava entrosada com as crianças e todos já me chamavam de tia Kat.

– Vizinha... – Cato disse chegando sorrateiro enquanto estávamos no jardim, as crianças plantando e como eu não aguentava ficar agachada, estava encostada no batente da porta somente admirando-os. Assustei-me e virei rapidamente.

– Cato. – disse levando a mão ao coração.

– Desculpe, não pensei que estivesse tão distraída. – ele disse preocupado.

– Eu sou distraída. – digo sorrindo, pra tentar aliviar a tensão que ainda havia entre nos.

– Já percebi. – ele também sorri – Uma surpresa te ver aqui, pensei que não viesse mais depois do que aconteceu – continuou a falar, mas não me encara mais.

– Não tinha motivos para não vir. – digo olhando para as crianças, sem prestar atenção realmente.

– Olha Katniss, foi uma grande surpresa saber que você era casada com Peeta, na verdade uma grande surpresa saber que morávamos tão perto e eu nunca a vi, desculpe minha reação ao vê-los da ultima vez, é que o Mellark... – Cato começou a falar e eu soube naquele momento que poderia saber o que acontecera para que os dois se odiassem daquele jeito, porém não saberia de quem eu gostaria, e sei que Peeta se chatearia comigo se quando me contasse eu já soubesse da historia e ainda pior, ficara sabendo pelo Cato.

– Cato... Desculpe mas eu sou uma Mellark, então se você e Peeta tiveram diferenças no passado, eu peço que deixe no passado. Eu gosto da sua amizade e agradeço o que fez por mim, mas creio que terei que me afastar de você se as diferenças que vocês tiveram atrapalhar meu voluntariado aqui, e atrapalhar também a amizade que temos um pelo outro. – sou sincera ao falar, lembro-me de todas as palavras de Peeta, mas não sou ingênua sei e posso cuidar de mim mesma, e creio que Cato entendeu perfeitamente.

– Sim você esta certa, me desculpe... Este assunto morreu. – Cato diz, e um certo arrependimento surge em mim, sei que fiz a coisa certa, mas a curiosidade não me deixa, terei que esperar ate que meu marido se sinta a vontade para me dizer o que houve entre eles.

O resto do dia foi tranquilo, conversamos um pouco mais, mas redirecionei nosso foco para as crianças algo que ele aceitou perfeitamente, o resto da semana foi do mesmo jeito Cato não ficava o tempo todo no orfanato e eu tinha mais liberdade a cada dia, hora ou outra ele me puxava para conversar, mas nunca mais tocou no assunto do que acontecera entre ele e Peeta, o que já estava deixando minha curiosidade a flor da pele, nem mesmo Peeta tocava no assunto, acho que terei que fazer uma certa pressão para saber o que houve entre esses dois, aposto que foi uma coisa muito besta e ficaria com ódio quando soubesse, por terem me escondido por tanto tempo algo tão idiota.

Finalmente chegou o dia do ultrassom e meu estomago dava pulos de ansiedade, o exame estava marcado para cedo, portanto não fui para o orfanato e Peeta não foi para aula, estávamos ansiosos, e eu com uma certeza plena de que dessa vez saberíamos o sexo de nosso bebê.

– Querida. – doutor Cinna me cumprimenta. – Como você esta?

– Estou bem doutor, ansiosa. – digo logo para que ele pare de papo e faça logo esse ultrassom.

– Isso eu já percebi. – ele diz brincalhão e cumprimenta Peeta. – Então já que estamos todos ansiosos, vamos partir logo para este ultrassom, pode deitar-se Katniis e Peeta pode sentar-se na cadeira ao lado dela. – logo me deitei e Peeta sentou apressado também e pegou minha mão.

– Pois bem vamos lá. – Cinna disse antes de despejar gel por minha barriga e posicionar o aparelho de ultrassom, meus olhos encheram-se d’água ao poder contemplar o rostinho quase nítido do nosso filho na tela, ele estava com uma mãozinha fechadinha apoiada no rosto fazendo charminho para nós, tinha muito cabelo e seus pequenos lábios formavam um biquinho como se mandasse um beijinho, olhei para Peeta e ele tinha um sorriso bobo no rosto, olhos brilhando e vidrados na tela. Voltei a olhar nosso bebê também, enquanto o doutor fazia suas medições. – Seu bebê já esta com 1,3 quilos aproximadamente e 37 centímetros, perfeito para 30 semanas de gestação... – Cinna falava mas minha atenção estava na perfeição que via na tela. – Tenho uma ótima noticia, adivinha quem perdeu a vergonha e abriu as perninhas... – agora eu prestava atenção no que ele dizia.

– Ai doutor tem certeza? – pergunto curiosa, há tempos espero para saber o sexo do meu bebê e agora que finalmente saberei me bateu um certo receio.

– Que foi amor, não quer saber o sexo? – Peeta pergunta a meu lado.

– Eu quero sim, eu acho... – digo indecisa e Peeta me encara perplexo, pois ele sabe o quanto estava ansiosa por isso.

– Ai doutor fala logo vai... – solto de repente agora Peeta revira os olhos e eu dou de ombros.

– Tudo bem então... Vocês já tem nomes? – ele pergunta.

– Noah menino e menina ainda não decidimos. – anuncio ansiosa.

– Então acho que vocês podem começar a decidir rapidamente, parabéns vocês serão pais de uma linda menininha. – a emoção me tomou por inteiro, eu não sabia se ria ou chorava, e optei pelos dois.

Olhei para Peeta que também deixava escapar algumas lágrimas e também mantinha o sorriso.

– Na verdade doutor eu já tenho um nome sim, no início da gravidez tinha plena certeza que era um menino, mas de uns tempos pra cá tenho sonhado com uma menina, somente para chama — lá de Lorena. — eu falava para o doutor mas encarava Peeta queria ver sua reação, e não me decepcionei ao vê-la, se antes ele deixava escapar algumas poucas lágrimas, agora ele chorava como uma criança, extremamente emocionado ele lutava para se recompor mas seu esforço era em vão, quanto mais ele tentava enxugá-la mais seus olhos se enchiam de lágrimas.

– Um lindo nome. — disse Cinna.

– Sim, uma homenagem a vovozinha dela, que infelizmente só conhecerá por foto, mas tenho certeza que vai amá-la também, e sempre será lembrada. — disse com a voz embargada, só então percebi o quanto estava emocionada, eu ainda encarava Peeta não queria perder uma só reação sua.

– Tem certeza amor? — ele disse contendo-se um pouco.

– Absoluta, como não amar e homenagear a mulher que te trouxe ao mundo. — ele me olhava com amor, gratidão, devoção. E eu nunca me cansara de ser tão admirada assim por ele.

Notas finais
Eai o que acharam da minha Lolo?? rsrs Geeeeeeeentem quero reviews, vocês deram uma desanimada né? :,( #magoei #xatiada rs Bjinho, e vou tentar não demorar tanto pra postar.. hehe