Meu Primeiro Amor ?!

26 Capítulo 27- Tudo se resolvendo...


Notas iniciais
Gente, eu(Lê-se: Lary) amei esse cap, e pra mim foi o melhor até agora, então acho q vcs vão amar.
Desculpem a demora, mas eu ia postar ontem, mas o Nyah estava com problemas nos servidores, então não deu:-(,
Obrigada a todos os reviews, eu e a Mell amamos, obrigada mesmo pelo carinho de vcs...
Gente, como estava com pressa de postar, não sei se a betagem ficou legal, entãão...

A música eu não consegui colocar o link, mas deixei o nome então quando chegar nessa parte coloquem pf pra tocar!

***Enjoy***

Apesar de saber exatamente o que tinha naquela caixinha bordô, não contive a curiosidade e tive que pegá-lo, e ao abrir a emoção tomou conta de mim, algo tão delicado que penso jamais poder usá-lo, fico analisando sua "aparente" fina textura, e o delicado diamante no centro, fazendo do anel um sonho, fico tão hipnotizada com a beleza edetalhes do anel que mal percebo que há também uma aliança de ouro junto, que pelo tamanho deve ser a dele, pego a aliança em minhas mãos e vejo em seu interior que já está gravada com o meu nome, se meu sorriso já não era pequeno, agora então esta de orelha a orelha, me custou muito colocar o anel e a aliança de volta na caixinha, mas foi preciso, antes que eu fosse pega no flagra.


Não acredito que Peeta vai fazer isso, e escondeu de mim tão bem, com certeza ele teve um trabalhão pra me dar "um perdido" e comprar este anel... Ah devo estar com cara de tonta, a mais tonta do mundo...


Decido voltar para meu quarto e tentar disfarçar a euforia que esta me corroendo, mas ainda há algo que me chama atenção na gaveta trancada de Peeta, envelopes, vários envelopes, os pegos tentando aplacar minha curiosidade, e vejo o quanto ele é bom em esconder as coisas de mim, pois também nunca comentou sobre essas várias cartas de faculdades, se antes eu precisava disfarçar minha emoção e euforia, agora não é mais necessário, com certeza isso já fez desaparecer meu estado de êxtase...


Por mais que eu não me culpe por esta gravidez, é difícil ver o sonho da pessoa amada partir assim, ele já desistiu da faculdade por mim uma vez, mas não sei se posso suportar essa segunda vez, que tem um prazo indeterminado de desistência...


Coloco os envelopes novamente na gaveta, com um enorme peso no coração e um nó na garganta, eu e minha curiosidade, ela ainda vai acabar me prejudicando... Ao recolocar os envelopes tentando seguir a mesma ordem que Peeta os deixou, encontro outro envelope, isolado e o único que esta aberto, o que me deixa ainda mais curiosa, pois todos os outros ainda estão lacrados, e esse foi o único que ele quis abrir, assim que vejo o logo estampado no envelope e o remetente, um frio percorre minha espinha, e sei que vou me arrepender de ler esta carta, mas é um mal necessário.

Pego o envelope e tranco a gaveta colocando a chave no mesmo lugar que encontrei, vou até meu quarto e separo uma roupa pra esta noite, como estou sem opções e um pouco sem cabeça para isso no momento, pego a calça que comprei com Tigris, botas de salto alto e uma camisa, pego uma toalha e vou para o banheiro levando o envelope junto comigo, tranco a porta e me sento, mas uma vez esse banheiro vai presenciar um momento decisivo na minha vida...

Respiro fundo e abro a carta... É óbvio que eu já sabia o conteúdo da carta, entro debaixo do chuveiro deixando a agua relaxar meu corpo, acho que minhas lagrimas finalmente estão secando, ou eu estou sabendo lidar melhor com elas, pois eu não chorei quando vi o anel que Peeta irá me dar provavelmente esta noite, não chorei quando vi as várias cartas de faculdades, provavelmente convidando ele para conhecer o campus e lhe oferecendo porcentagens consideráveis de bolsa de estudos, e não chorei depois de ler a carta onde ele conseguiu uma bolsa integral para estudar na The Culinary Institute of America, mais conhecida como CIA, e é somente considerada uma "Harvard" da culinária, com quem eu descobri isso? Com Peeta! Ele disse que era quase impossível conseguir uma bolsa de estudos nesta escola, integral então um sonho impossível, mas ele conseguiu e conseguiu os dois, a bolsa e integral...

Ele não pode abrir mão disso, eu não posso deixar que ele abra mão disso. Com certeza essa é uma decisão que deve ser tomada pelos dois, mas eu não vou permitir que aconteça conosco o mesmo que aconteceu a meus pais, eu nunca tive um sonho concreto por me formar em algo que eu quisesse fazer pro resto da minha vida, este desejo nasceu através dele, e eu não posso permitir que ele jogue isso pro alto, ele é tão esforçado e talentoso... E esta decidido ele vai fazer este curso querendo ou não!

Saio do banho um pouco melhor e mais confiante também, não vou fazer nenhuma estupidez como querer terminar com ele ou algo do tipo, isso é idiotice, não vivo mais sem meu loiro, mas posso aprender a lidar com a distancia, vou ter que aprender, e afinal temos tantos meios de comunicação que pode ser que eu nem sinta tanto a distancia... O que eu estou falando, para de ser tonta Katniss, ainda não inventaram um meio de comunicação onde podemos sentir o cheiro, o beijo, o toque... Ai isso sim é uma missão impossível, ficar sem meu lindo... Mas vou ser forte!

Deixo a camisa e a calça de gestante de lado, e coloco um vestido um pouco mais curto dos que venho usando, tenho que aproveitar enquanto ainda posso usá-los, sapato bico fino de salto alto, seco meus cabelos, deixando-os ondulados e faço uma maquiagem marcando bem os olhos.

E quando eu saio do banheiro, lá esta meu lindo sentado na minha cama, apesar da carinha de cansaço esta lindo com a roupa que separei para ele, e a barba por fazer, ele fica extremamente sexy assim, não permito que ele levante muito menos fale, sento em seu colo e deposito um leve beijo em seus lábios, e vou seguindo até seu pescoço, inalo seu cheiro misturado ao perfume que ele usa e deposito um beijo molhado ali... Posso sentir seus pelos arrepiados e suas mãos pesadas apertando minha carne, abro meus olhos e ao encará-lo um frio percorre por meu baixo ventre... Os olhos de Peeta estão negros de desejo, provocando o meu também, ele tira uma das mãos que apertava minha coxa, e toca no meu rosto carinhosamente me puxando para um beijo, mas mesmo ele deixando claro sua intensão de me beijar, sou surpreendida pela intensidade com que ele me beija, um beijo nem um pouco casto mas voraz, enquanto suas mãos voltam a passear pelo meu corpo sem pudor algum, e eu correspondo a cada beijo e cada toque, pois o desejo tanto quanto ou até mais que ele neste momento. Ele ajeita meu corpo ao seu para que fiquemos de frente um para o outro, e se levanta me levando junto e eu logo entrelaço minhas pernas em seu quadril, não entendo muito bem o que ele quer fazer, mas não consigo pensar direito quando estou em seus braços, quando chegamos a porta do meu quarto e escuto o barulho da chave, percebo o que ele quer fazer, até então estávamos somente dando um “amasso” antes de sairmos, mas ele não estava pensando assim, ele queria chegar ao finalmente, não que eu não queira, mas eu não me arrumei toda a toa, eu quero minha aliança...

- Amor... – interrompo um beijo enquanto ele me deita na cama.

- hum – ele mal se da ao trabalho de responder, e deita sobre mim, apoiando seu peso em um braço enquanto volta a beijar meu pescoço e colo.

- Nós não vamos sair pra jantar? – pergunto inocente, tento ficar imóvel, mas hoje ele esta num assanhamento só, e não consigo deixar de tirar uma casquinha dele.

- Sim nós vamos... – ele diz me lançando aquele sorriso torto... Ahhhh quem eu estou querendo enganar, a aliança pode ficar pra depois, antes eu preciso dele. Novamente entrelaço minhas pernas e seu quadril e o puxo para mim, ele abre um largo sorriso antes de voltar a me beijar com paixão

Infelizmente não fomos até o fim, se não perderíamos nossa reserva no restaurante, e enquanto eu estava no banheiro tentando me recompor pra sairmos, lá estava Peeta do meu lado, me tentando a todo o momento, ele esta impossível hoje, e ainda me culpava dizendo que eu o estava provocando.

Chegamos ao restaurante e pedimos meu mais novo prato favorito, o ensopado... Peeta engata uma conversa sem muito sentido, perguntando como foi meu dia, e como estava nosso bebê, que logo teríamos que montar o quartinho e começar a escolher o nome, e eu pensando em quando e como ele me surpreenderia me pedindo em casamento, mas quanto mais o tempo passava menos eu acreditava que isso aconteceria hoje, se aconteceria algum dia, isso deu uma oscilada no meu humor, já que ele perguntava toda hora o que eu tinha, e eu dizia que estava cansada.

- Já que esta tão cansada, vamos embora então... – ele disse de bom humor, e pediu para que o garçom trouxesse a conta.

Ah Peeta, você me paga, vai dormir sozinho hoje e por um longo tempo... Sério que você não teve a idéia mais clichê do mundo, me pedir em casamento no meu aniversário. Entro bufando no carro, enquanto ele permanece imperturbável.

- Amor pode tirando esse biquinho da cara, eu tenho uma surpresa pra você... – ele diz assim que saímos do estacionamento do restaurante, e a conversa ficou mais interessante, mesmo assim não quero deixar transparecer, apenas dou de ombros e pergunto.

- O que?

- É surpresa, não vou te contar... E vou ter que vendá-la pra você não trapacear. – ele diz pegando a venda preta.

- Ah não amor, vai borrar toda minha maquiagem...

- Larga de ser teimosa e chatinha... Deixa eu colocar logo essa venda... Vem aqui... – ele estende a venda, me aproximo e ele a coloca em mim, mas antes que eu me afaste ele toma meus lábios nos seus num beijo calmo e delicioso.

***

- Peeta, onde estamos indo???... Ha um tempão você esta dirigindo e não chegamos nunca, estou ficando impaciente e vou tirar essa venda... – digo exagerando no tom de voz.

- Sua exagerada, só faz 20 minutos que saímos do restaurante... Mas fica calminha aí, já estamos chegando... Mais 5 minutos... – ele fala, me deixando mais ansiosa. Em menos de 5 minutos ele para o carro.

- Chegamos... – ele anuncia. – agora a senhorita fica ai paradinha, que eu vou abrir a porta pra você.

- Não posso tirar a venda?

- É claro que não... – ele diz num tom divertido na voz.

Ouço a porta se abrir e fechar do lado do motorista, e logo ele está abrindo minha porta.

- Você vai continuar com a venda, e eu te guio... Ok?

- Ok. – digo com um frio na barriga, o que será que ele está aprontando hein. – O que você esta aprontando hein amor? – pergunto após sair do carro, e ele me abraçar por trás depositando um beijo na minha nuca.

- Você vai adorar, eu te garanto! – ele diz numa voz sedutora em meu ouvido, fazendo meu desejo por ele aumentar, como se fosse pouco. Seguro suas mãos que me envolvem num abraço apertado e me viro, mesmo vendada sei perfeitamente o caminho até seus lábios, pois eu sei “de cor” cada milímetro do corpo dele, começo beijando seu pescoço e sinto sua pele arrepiar por onde meus lábios tocam, quando chego a seus lábios, esqueço qual é o sentido de respirar, seus lábios são quentes e convidativos, e ele me beija como se eu fosse de cristal e pudesse quebrar a qualquer momento, nossos beijos sempre começam ternos e delicados, e vão para algo mais voraz, mas dessa vez não, Peeta mantém um beijo delicado e cheio de ternura, muito diferente de poucas horas atrás, e o jeito que ele me segura, acredito de verdade que ele esteja com medo de me quebrar ou machucar, é então que eu me lembro do anel, o quão delicado é, e sorrio enquanto nos beijamos... Ele interrompe o beijo me dando um selinho e pergunta.

- O que foi? – Como não posso falar sobre o anel.

- Eu te amo! – digo sorrindo, já que não posso olhar em seus olhos.

- Eu também te amo, mas agora vamos, se não vamos congelar aqui fora. – ele fala enquanto me guia até o local onde esta minha surpresa.

Ele abre a porta e entra comigo ainda me abraçando por trás, aqui dentro esta quente, quero tirar este casaco, mas não antes de saber onde estamos. Ele coloca as mãos em meus olhos por cima da venda e enquanto a tira diz:

- Surpresa!

E realmente foi uma surpresa enorme, abro um largo sorriso e começo a cumprimentar todos os presente, e estão todos aqui, minha mãe, Prim, Rue, Tom, Madge e Gale, tia Hazele e meus primos, o Odair e a Annie, alguns amigos dos meus pais, Johanna e o meu pai. Fico paralisada ao encarar esta ultima pessoa, desvio o olhar e só então começo a reparar que estou num lugar familiar, familiar até demais. Fico sem reação e não sei mais pra onde olhar, me viro pra Peeta que permanece atrás de mim. Ele esta com um olhar sereno, enquanto eu mordo meu lábio inferior de nervoso.

- Calma... – posso ler seus lábios, apesar de não emitir som algum.

- Filha.. – ouço uma das minhas vozes favoritas, que tantas vezes cantou pra mim quando criança, e até mesmo adolescente, porque sempre amei vê-lo cantando, e uma vez minha mãe me disse que foi isso que a fez se apaixonar por ele, sua voz. Ele toca em meu ombro eu me viro e encaro seus olhos, o céu nublado que são suas íris tão parecidos com os meus,eles transmitem tantos sentimentos que não consigo decifrar, pois os meus estão gritando em minha mente, e minha visão fica turva, pois as lagrimas vem fazendo-me desviar meus olhos dos seus, é então que sou surpreendida pelo abraço, não é um abraço comum, é o dele, o abraço que eu precisava tanto, o abraço que me fazia tanta falta.

- Pai eu... – eu começo enquanto retribuo seu abraço, e acho que eu o estou sufocando, mas não me importo esperei tanto por isso que não vou deixá-lo me afastar... Mas ele não me afasta ao contrario me aperta ainda mais para si. Eu começo novamente – Pai eu... – mas ele não me permiti concluir.

- Eu sei filha, me perdoa também... Eu... Eu... – o interrompo.

- Eu sei pai... – eu digo em meio a um sorriso. Com meu pai sempre foi assim, não precisávamos de muitas palavras, quase nenhuma... Nos entendíamos com um olhar, um sorriso, um abraço, sempre fomos cúmplices.

- Enfim, vocês fizeram as pazes... Eu não aguentava mais o Everdeen chorão e mal humorado que estava convivendo essas semanas... – disse Johanna nos abraçando, e me fazendo lembrar que tínhamos plateia, sequei inutilmente às lagrimas que insistiam em cair.

Passei a cumprimentar todos os presentes, mas meus olhos não se desviavam por muito tempo do meu pai, e o mesmo acontecia com ele, pois nossos olhos sempre se encontravam, recebi muito mimos dos meus amigos e família, Madge e Annie estavam tão animadas que eu logo disse pra elas ficarem gravidas também, foi ai que elas murcharam rapidinho, garotas abusadas, já o Finn e o Gale cercaram Peeta, dizendo que eles teriam uma séria conversa lá fora, mas eu sabia que era brincadeira, pois logo eles estavam pior que as mulheres, falando sem parar, apesar de todos os presentes, e mimos, abraços e palavras carinhosas, o melhor presente da noite foi meu pai, e o mais surpreendente veio dele, que me deu um kit de banho para bebês, que continha sabonete liquido, shampoo, óleo pós banho, talco e outros mimos, tudo muito cheirosinho e fofinho e tudo azul, acho que ele estava querendo dizer que quer um menino. Encaro ele, meio incrédula pelo presente.

- É minha maneira, de pedir perdão e dizer que eu vou amar e cuidar do meu neto, assim como amo e sempre cuidarei de você. – como eu ainda não havia parado de chorar, nem liguei quando mais algumas lagrimas escaparam.

- Neto? – pergunto em meio a um sorriso.

- Sim... Acho que vai ser um meninão...

- Eu também acho... Um mini Peeta... – digo e meu pai torce o nariz – você e o Peeta... – fico sem jeito de perguntar e meu pai solta uma gargalhada.

- Eu só não o matei, porque sei que ele me dará netos lindos...

- Sei... Pode admitir pai, você ama o Peeta, se tivesse um filho homem com certeza iria querer um igual a ele. – digo me gabando, pois é verdade.

- Mas eu tenho duas meninas que compensam muito bem, e outra agora ele é meu filho também... – as palavras dele me confortaram. Mas falando em Peeta cadê ele, que eu não o vejo a algum tempo.

- Falando no Peeta, o senhor o viu por ai pai?

- Vi sim... – ele apontou para o pequeno palco que há no bar, e logo vi Peeta colocando um enorme bolo em uma mesa e seguindo para o palco. Meu pai me guiou até o local, e assim que chegamos e ele me viu pegou o microfone.

- Boa noite família, amigos... Obrigado por estarem aqui compartilhando dessa noite de festa conosco, obrigado Ben por ceder o espaço, e pelo lindo presente para Katniss... – ele acenou para o meu pai, esboçando o meu sorriso torto favorito. – Há alguns anos atrás eu estive nesse mesmo palco cantando para essa mesma garota – ele me encara e semicerra os olhos – mas acho que no dia ela não se tocou que era pra ela, bem típico de Katniss Everdeen – faço cara de tédio e todos riem – mas hoje é declarado, KATNISS EVERDEEN – ele enfatiza meu nome – essa música é pra você. – ele pega o violão e começa a tocar uma melodia calma e envolvente. – Faz algum tempo que eu não faço isso, mas o que eu não faço por você... – ele diz antes de começar a cantar.

Uma Criança com seu Olhar (Acústica)

Charlie Brown Jr

A canção que eu te dei... A canção que eu te dei...

Que bom é acordar e encontrar você, depois de tantas chances perdidas, eu quero esperar pelo amanhecer, quero ver o sol refletindo em você. – ele começa mas eu não reconheço a música, apenas a melodia não me é estranha.


Aqui estou, na difícil missão
de levar a você uma mensagem
que possa ser como uma luz ou um mantra.

Nós não somos mais crianças.
Um dia acontece e a gente tem que crescer,
Temos que encarar a responsa.
Eu não deixei de achar graça das coisas,
Simplesmente hoje eu quero ser levado a sério.
As coisas mudam sempre,
Mas a vida não é só como eu espero.

Existe um dom natural que todos temos.
Nossas escolhas vão dizer pra onde iremos...
Mas se for pra falar de algo bom,
eu sempre vou lembrar de você.

Difícil não lembrar do que nunca se esqueceu.
Fácil perceber que o seu amor é meu!
Difícil não lembrar do que nunca se esqueceu.
Fácil perceber que o meu amor é seu! – nem preciso dizer que eu já chorava igual a uma louca né!

Eu quero estar amanhã ao seu lado quando você acordar.
Eu quero estar amanhã sossegado, continuar a te amar.
Eu quero um sonho realizado, uma criança com seu olhar.
Eu quero estar sempre ao seu lado,
você me traz paz!

Armadilhas do tempo são como o vento,
Levando as folhas pra lugares distantes...
Meu pensamento é o mesmo que o seu,
Mas o meu coração bate mais forte que antes.

Certamente, na história,
Eu vim de muito longe só pra ter você!
Fui pra muito longe pra encontrar você!
Eu te entreguei... – ele para de tocar.


— Eu te entreguei meu coração Katniss... – ele fala ao microfone enquanto deixa o violão de lado, e desce do palco vindo em minha direção. – Eu te entreguei tudo que há de bom em mim, não há sonhos, não há planos e nem um futuro se você não estiver a meu lado, eu não quero que você me faça feliz, eu quero te fazer feliz... – tento esboçar alguma resposta a sua declaração, mas ele começa a se abaixar ficando apoiado em um joelho, e as lagrimas que já não eram poucas, começam a descer num ritmo frenético enquanto ouço alguns gritinhos pelo salão, com certeza são de Mad e Annie ou Prim e Rue, não vi quando ele tirou a caixinha provavelmente do bolso, ou se alguém a entregou a ele, pois eu tentava secar as lagrimas, enquanto Peeta puxava minha mão. – Katniss – ele diz alto e eu o encaro – quer casar comigo?


— Ah Peeta isso é pergunta que se faça... – digo num fio de voz, mas acho que todos entendem pois começam a rir... – É claro que eu quero. – digo um pouco mais alto, enquanto ele coloca o delicado anel em meu dedo anelar... Eu o puxo para que ele se levante, mas antes ele toca e beija minha barriga, e quando finalmente ele levanta eu o beijo, e tento colocar todo meu amor e paixão nesse beijo. Quando nos separamos mais por falta de ar, do que pela plateia, pego a caixinha que ainda esta na sua mão e pego a aliança dele.


— Amor, obrigada por tudo que você sempre fez e faz por mim, obrigada por ser o homem que é, por me amar e demonstrar isso todos os dias, as vezes me sinto um pouco egoísta por você abrir mão de algo por minha causa, por menor que seja, mas eu vou ter uma vida inteira pra recompensar isso e pra te fazer feliz também, porque a sua felicidade é a minha felicidade, o que te faz rir me faz rir, e o que te faz chorar me chorar, seus sonhos são meus sonhos e seus planos os meus planos... Eu te amo Peeta. – Encerro minha pequena declaração, perdida na imensidão que são seus olhos, enquanto coloco a aliança que já havia posicionado em seu dedo. Ele também não segura a emoção e deixa as lagrimas escorrerem, enquanto me puxa para mais um beijo, cheio de significados.

Notas finais
Lindo né?
Gente, de agr em diante os caps serão menores, devido a minha falta de tempo e a da Mell, se a gente for escrever tantos caps grandes serão de 15 em 15 dias então, melhor assim.
Até o próximo!
Bjs...

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