Notas iniciais
Olá meus amores...

Desculpem mais uma vez pois não consegui postar no fds... Mas aqui estou eu com mais um capítulo...

Notem que...

* ele esta pequeno... Mas prometo recompesa-lo postando mais um ou dois capítulos nessa semana...

* não consegui revisar também, como estou postando do trabalho não tive tempo para... e geralmente quando estou revisando sempre deixo o capítulo maior.

Bom espero que gostem... Se não gostarem já sabem, desconto na autora... hahaha

Boa leitura...

- Nossa que calor é esse??? Ta indo pra onde??? – ela disse referindo- se a minha roupa.

- Eu to com calor você não ta não?? O aquecedor esta ligado?? – tentei tirar o foco dela de mim. Mas ao olhar para Peeta, tudo se iluminou dentro de mim... Ele estava me encarava com o mesmo olhar de hoje de manha, na casa dele, pra ser mais precisa quando estávamos na cama dele ao me ver com aquela roupa, me senti satisfeita... Acho que mais satisfeita do que hoje há algumas horas atrás. Bem feito Mellark ficou na mão neh... Minha vontade era de gargalhar, e eu já não conseguia conter o sorriso no meu rosto, e ele o incomodo... Então cheguei mais perto e sentei-me no braço da poltrona onde ele estava sentando...

- O que vocês estão assistindo? – Pergunto sem direcionar a pergunta a alguém especifico.

- Nada de interessante. – diz Prim que agora estava mudando de canal, e pude perceber que eu não era mais o foco dela, muito ao contrario de Peeta, que se mexia constantemente na poltrona, olhei pra ele com o canto dos olhos, e vi o quanto ele me “secava”, sorri ainda mais satisfeita.

- Então já esta quase na hora do almoço, e não quero que o Tom pense que estou matando a filha dele fome... – digo isso sorrindo e olhando para Rue – Peeta já pra cozinha... – digo dando risada, me viro para Peeta e aponto para a cozinha, e Rue e Prim caem na gargalhada junto comigo.

- É Peeta, como diz minha mãe, ajoelhou tem rezar!! – essa foi a Prim, tirando uma com a cara dele.

- Ninguém mandou se oferecer. – eu disse levantando as mãos em sinal de rendição.

- Eu não to falando nada... – Peeta disse sem humor – Vamos logo Katniss, você vai ser minha ajudante hoje... Vocês vão ver como cozinho bem, nunca mais vão querer saber da comida da Clair.

- Ah isso é fácil, minha mãe só cozinha bem quando ela quer. – Prim ta debochada hoje...

- Mas é verdade, meu irmão cozinha muito bem... – Rue palpitou defendendo o irmão.

- É isso aí gatinha me defende, pois hoje estou em desvantagem. – ele disse batendo na mão da irmã, num cumprimento que geralmente meninos fazem.

- Ok ok Sr Eu Sei Cozinhar, vamos logo senão esse almoço não sai hoje. – digo empurrando-o pela cintura até a cozinha.

Chegamos na cozinha, e a primeira coisa que penso que ele fará é me agarrar, mas isso não acontece. Apesar dele não conseguir desviar por muito tempo seus olhos de mim. Fico incomodada, será que não consegui causar o efeito que eu queria?

- Você esta bem Peeta?! – pergunto – Parece meio desconfortável... – digo tentando arrancar alguma coisa dele.

- Eu desconfortável? Porque estaria? – ele diz me encarando, mas seus olhos não me enganam e ele logo se entrega desviando seus olhos dos meus para percorrer por meu corpo. Sorrio tímida, mas pra ele pensar que estou intimidada com o olhar dele, não porque estou de fato. — Ta vamos colocar a mão na massa... O que podemos fazer? – ele diz desviando o olhar..

Nossa dispensa dá até vergonha, hoje é dia de minha mãe fazer as compras, então não tem muita coisa com o que trabalhar, principalmente para o Peeta que manja de cozinha. Peço para que Peeta fique a vontade para fuçar e pegar o que ele quiser nos armários e geladeira, no inicio ele fica um pouco tímido, mas logo parece estar na cozinha da casa dele.

- Eai Sr Chefe, temos esperança de um almoço decente?? – pergunto – Temos macarrão instantâneo. – digo já imaginando a reação dele. Ele faz uma careta e responde.

- Macarrão instantâneo? Com certeza não... Fica tranquila vou fazer um risoto de queijo e file mignon... Ta bom pra vc? – ele perguntou irônico.

- Ta perfeito, nem sabia que tinha tudo isso na minha geladeira. – disse dando risada e eu realmente sabia como ele faria isso, uma missão impossível.

Para não ficar muito constrangida, resolvo bater um bolo (de caixinha é obvio) de chocolate com calda de chocolate, porque isso tem de sobra em casa, pois doce nunca pode faltar em uma casa onde moram 3 mulheres. Enquanto estamos na cozinha não somos interrompidos pelas meninas, elas estão entretidas em alguma coisa, porque escuto barulho nas escadas toda a hora... Então sempre que posso toco e encosto-me em Peeta fingindo que estou procurando ou pegando alguma coisa, sinto o seu perfume e penso besteira, como eu queria que ele me agarrasse agora, nunca pensei que um homem ficaria tão sexy na cozinha... Foco Katniss, você quer provocá-lo não ser provocada por ele, enquanto estou fazendo a calda do bolo, peço sua opinião, pego um pouco da calda com uma colher, assopro e levo a sua boca.

- Está gostoso? – pergunto e quando tiro a colher de sua boca coloco na minha, aproveitando o gostinho de Peeta com chocolate... Hum bom!!

- Esta muito bom Katniss. – O que não esta muito bom é você me chamando de Katniss toda hora e desviando sempre que tento tocá-lo.

- Hum, não achei... Acho que ta faltando alguma coisa... – minto, pois estava uma delicia, principalmente com o gostinho da boca dele. Mas como hoje estou com uma vontade imensa de irritar e provocar lavo a colher seco-a e novamente pego um pouco de calda.

- Ah agora sim, esta uma delicia. – digo. Ele entende minha provocação e revira os olhos.

- Vou chamar as meninas pra almoçar.

- Ok. – digo dando risada da minha bobeira.

Almoçamos e partimos para a sobremesa logo em seguida, e sou muito elogiada, não pelo bolo porque como é de caixinha Peeta diz que não vale, mas a calda estava realmente deliciosa, e isso todos notaram, fico orgulhosa afinal não sou tão ruim na cozinha quanto eu pensava. Nossa tarde foi bem tranqüila e divertida, parei de provocar o Peeta, pois percebi que ele não estava gostando nada nada das minhas “criancices”, maquiei e fiz vários penteados em Rue, o que ela estava adorando... Pegou algumas roupas e sapatos meus, todos que Prim indicou, e ficou desfilando pela sala para mostrar a Peeta, e ele ficou como nosso fotografo particular.

Pegamos Prim de jeito que até então estava fugindo de ser maquiada por mim, pois ela sabia o que esperar, e começamos a maquiá-la, Rue e eu. Quando terminamos começou outra sessão de fotos agora com Prim, no começo ela queria nos matar, pois ela parecia uma palhacinha de tão colorida que estava depois acabou entrando na brincadeira e se divertindo. Já estava anoitecendo quando Prim e Rue estavam assistindo TV e Peeta me puxou de canto.

- Depois nós podemos conversar sobre o que aconteceu hoje? – ele pergunta sério

- Peeta, desculpa pela minha reação, sei que exagerei – considerei o que estava falando – o dia inteiro exagerei, é que eu fiquei louca só de pensar naquela garota te tocando e sendo tocada por você, — ele abriu a boca pra dizer algo, mas eu não deixei – eu entendo, sei que não posso te cobrar nada, nem nos falavamos naquela epóca e eu era um poço de timidez, e zuadinha — fiz uma careta e ele negou com a cabeça não concordando com o que eu dizia. — mas neste momento eu não quero conversar sobre isso, podemos falar disso outra hora ou nunca se você preferir – sorri fraco – mas não agora e não hoje.

Ele me abraçou e disse – minha ciumentinha, tive vontade te de agarrar a tarde inteira. – ambos sorrimos.

- Ciumenta? Queria ver se fosse ao contrario. – Digo e ele me olha com os arregalados.

- Eu não brigaria com você... Mataria ele, só isso... Jamais brigaria com você. – ele diz com os lábios muito próximo aos meus – vem aqui... – ele me puxa e nos tranca dentro do banheiro.

- Peeta as meninas vão descobrir. – digo sussurrando.

- Vão nada, é rapidinho, só quero um beijo. – Impossível negar qualquer coisa a ele. Ele me cola nossos corpos, e me dá um beijo de tirar o fôlego. Suas mãos começam a apertar literalmente meu corpo um tanto sem pudor, pois ele começa apertando minha cintura o que até então é normal, mas logo suas mãos deslizam para meu quadril e vão em direção a meu bumbum, onde ele aperta com vontade, o que faz ficar roxa de vergonha mesmo estando sozinhos e lhe chamar a atenção batendo em seu braço.

- Peeta... – sussurro em seus lábios.

- O que foi? – ele devolve no mesmo tom, com um sorriso torto em seus lábios – você que começou quem mandou me provocar, a sua sorte é que nossas irmãs estão aqui. – ele diz. Minha sorte ou meu azar? Saímos do banheiro do mesmo jeito que entramos, tentando fazer o menor barulho possível e tentando nos recompor, as meninas permaneciam na sala entretidas.

- Hora de ir pra casa pentelha. – Peeta diz pegando Rue do sofá e colocando-a sobre seu ombro. Enquanto ela reclamava e batia nas costas dele pedindo pra descer, nos despedimos, eu os acompanhei até o portão e fiquei esperando até eles entrassem no carro. Devo estar com cara de boba, já que ao entrar Prim me encara desconfiada.

- Ta me olhando assim por quê? – pergunto na defensiva.

- Não pense que eu não percebi — ela diz mantendo seu olhar fixo em mim, como se ela pudesse ler meus pensamentos ou movimentos.

- Percebeu o que? – pergunto fazendo cara de pouco caso.

- O jeito que você ficava olhando pro Peeta, e colocou essa roupa só pra chamar a atenção dele. Que coisa feia irmãzinha. – ela disse com um sorriso cínico e malicioso. Essa garota esta abusada.

- Ai Prim não viaja vai... E desde quando eu me visto pra chamar a atenção de alguém? – desde hoje.

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Alguns meses depois...

Notas finais
Eai??? Quem quer matar a autora levanta a mão... ahsuaushaus

Brinks... Mandem reviews... Bjoooo