Meu Primeiro Amor ?!

17 \"Boa Sorte Peeta\"


Notas iniciais
OI GENTEEEEE TD BLZ???? Eu não sou a Mell mas gosto muito dessa fic assim como ela. Eu sou a Lary Everdeen sou a nova co-autora da fic, vou ser a beta dessa fic pq eu amo essa fic e arrumei um jeito de contribuir para o seu andamento. Ah a Mell mandou avisar que estará se esforçando pra sempre postar, pra receber mais recomendações... né... Faz tempo que não recebe... Então é isso gente, esse cap ficou ótimo, acho que vcs vão amaaaaaaaaaaar!
Mell e eu esperamos que vcs gostem...

***Enjoy***
Cap. 17 Todos se entre olharam na mesa do jantar, e começaram a rir, vê se pode, qual era o motivo da graça... — Qual é o motivo da graça? — perguntei, e já estava ficando brava quando minha mãe me disse. — Ah filha você esta tão coradinha linda, e o que o Peeta disse foi tão lindo... Mas quem não sabia que eles estavam namorando, levanta a mão... – ela olhou pela mesa e viu que ninguém levantou então voltou a me encarar. – Então filha acha que isso responde sua pergunta, todos já sabíamos que vocês estavam juntos. – ela disse ainda rindo. — Desde quando? – pergunto inocente sentando novamente. — Ah faz algum tempo, no inicio fiquei surpresa, meio brava... Não sabia se vocês estavam brincando um com outro ou algo assim... Fiquei chateada por você não me falar nada, até lembrar eu mesma na sua idade que fiz o mesmo, e também por confiar na educação que te dei e que Tom deu a Peeta, então me tranqüilizei... Queria ver até onde ia, apesar de que algumas vezes tive uma imensa vontade de pega-los no flagra, principalmente quando ficavam se agarrando pela casa. – Eu já estava corada há muito tempo, agora devia estar roxa de vergonha... Até o Peeta começou a corar. — É filho também fiquei um pouco chateado por você não me falar nada, — foi a vez do Tom. – Mas a Clair me disse que provavelmente você não falou nada porque a Katniss pediu, então fiquei na minha... Mas eu gostaria muito que vocês evitassem a padaria como alvo. – Ai não, alguém pode cavar um buraco pra eu me jogar, por favor? — Ah eles não fazem um casalzinho lindo? – Prim pergunta, e em uníssono ela, minha mãe e Rue soltam um – Won... A partir daí eu não consegui mais encarar ninguém, até o Peeta falar... — Porque você ainda esta corada? E o mais preocupante esta quieta? – ele ainda pergunta? — Ah Peeta, porque todos já sabiam e não falaram nada, se eu soubesse que todos já sabiam não teria escondido... — Minha linda, meu AMOR para de drama, por favor, você ficou chateada porque todos já sabiam o que estávamos tentando esconder deles? – ele me lança um sorriso torto mais lindo do mundo. Sim é verdade eu queria que fosse surpresa, tipo a que minha mãe fez quando disse que se casaria novamente. Mas todos já sabiam que sem graça. — Mas amor, você viu que minha mãe falou pro Tom, que com certeza fui eu que pedi pra você não contar nada pra eles... – Porque eu falaria isso, poderia ter sido o Peeta, não... Não poderia! Foi assim nosso jantar, todos continuaram pegando no nosso pé, até que finalmente percebi que isso ainda duraria um tempo, e Peeta estava tão à vontade, nem corava mais quando alguém comentava sobre onde e como nos flagraram, ainda bem, que foram situações em que estávamos mais comportados, por que senão eu com certeza cavaria um buraco e me jogaria dentro. Considerei toda a situação, e decidi ser cara de pau igual a ele, afinal eu não poderia ignorar todos por muito tempo, quando todos já estavam dispersos e não éramos mais o centro da atenção, puxei para a varanda onde nos beijamos pela primeira vez.

- Peeta não sou tão boa com palavras como você, mas quero dizer que eu amei, e me emocionei muito com cada palavra sua, quero fazer minhas todas as palavras que você disse a meu respeito, porque são verdadeiras, eu te amo Peeta Mellark, por suas convicções e crenças que são fortes, como jamais vi em alguém e desta forma consigo sentir como é intenso os seus sentimentos, pelo os quais você se aproxima e se apaixona, você leva a serio e se dedica a tudo que faz, sempre busca o melhor das pessoas e dar o melhor para as pessoas que ama, não admite nada mais que o perfeito, mas é bondoso e paciente, sabe exatamente o que e quando fazer. E com isto eu tenho aprendido algo muito maior, você vem me ensinando muitas coisas, e nem imagina quanto tenho a te agradecer... Não só profissionalmente, você tem me mostrado uma Katniss que nem eu mesma sabia que existia. Você é um homem incrível, de uma espécie rara, pois vive comigo toda a nossa fantasia de amor, a compaixão do bem querer ao próximo e a bondade de fazer algo para ajudar ao demais... – nem preciso dizer que antes mesmo de eu terminar meu pequeno discurso quando ele tomou meus lábios nos dele, e me beijou mais uma vez.

Mas é engraçado como cada beijo é diferente do outro, este é carregado de sentimentos, intenso demais, como tem sido estes meses que estamos juntos, apesar do pouco tempo, parece que estamos juntos uma vida, acredito que é devido a intensidade que vivemos cada beijo, cada olhar, cada discussão... Enfim tudo.

*** A semana passou depressa, pois foi corrida... Conhecemos a casa que o Tom e minha mãe estavam pensando em comprar, e devo dizer que ela é linda, minha mãe havia dito que não era tão grande, pra mim ela é enorme... Cada um ficaria com um quarto, e é claro que Peeta e eu ficaríamos com os quartos menores e bem separados um do outro, não entendi porque toda essa preocupação se quisermos fazer alguma coisa, faremos em casa ou não. Mas infelizmente os pais não pensam assim, então nem questionamos a separação dos quartos. Mas a pior parte da semana foi quando minha mãe chamou meu pai e a Johanna pra almoçarem em casa, e contou pra eles que se casaria e falar sobre o destino da nossa casa. Meu pai ficou branco, e a Johanna deu uns pulinhos junto com a minha mãe, até pareciam velhas amigas, enquanto minha mãe contava detalhes a pedido de Johanna, meu pai ficava cada vez mais pálido. Não entendi a reação dele, ele mesmo já se casou novamente, e Prim também tomou partido da minha mãe, e a saída dele foi culpar sua reação na pobre casa, ninguém caiu no papo dele, então ele voltou atrás... Disse que não se importa com a venda da casa, que ela é nossa e que podemos fazer o que quisermos, mas ele logo começa a jogar um psicológico, dizendo que foi a casa que fomos criadas, e que há muitas historias e lembranças... E blá blá blá... Coitado do meu pai, e isso também renderam algumas noites de sofá pra ele... Eu me acabava de rir quando a Johanna o colocava pra dormir na sala... Nem no meu quarto ou de Prim ele podia dormir, pois ela trancava, ele tinha que dormir no sofá, ela é má... Mas ele mereceu. Mas minha hora estava chegando, o Peeta pressionando para contarmos logo pro meu pai sobre o namoro, e eu sempre enrolando. Tentei enrolar o Peeta que ficou furioso comigo por causa disso, mas tentei fazer com que ele visse a situação com meus olhos. — Pensa comigo amor, meu pai quase surtou quando soube do casamento da minha mãe, quase enfartou quando tocamos no assunto de vender a casa, o que aconteceria se ele soubesse que estou namorando o enteado da minha mãe, e pior, que vamos morar na mesma casa??? – dramatizei – Com certeza ele irá colocar um rastreador em mim e outro em você, não poderemos chegar a 2 metros de distancia um do outro... Ou ele irá optar pelo jeito mais fácil, que é me encher a paciência até eu concordar em morar com ele... — Ele sentou a meu lado e disse. — Amorzinho agora você pensa comigo, seu pai terá um infarto se ele imaginar que namoramos por tanto tempo, sem ele saber, e pior todos já sabem menos ele... Até mesmo a mulher dele já sabe, imagina só... Já pensou na reação dele? – ele faz uma pequena pausa pra decifrar meu olhar – Amor seu pai é tão dramático como você, ou melhor, você é tão dramática como ele... Ele ficara super chateado, colocará a culpa em mim, no meu pai, em meus antepassados, em toda a família. E eu não vou poder nem me defender, pois eu mesmo ficaria do lado dele. — Então ta bom você venceu. – levanto puxando ele junto, ele me encara com um ponto de interrogação estampado em sua face. Sei exatamente o que esta passando pela cabecinha loira dele. – Ta me olhando assim por quê? Você não quer dar mais uma boa noticia pro meu pai, vamos então. — Não espera ai, vamos combinar de fazer alguma coisa antes, eu posso cozinhar o prato preferido dele, ou algum doce que ele goste né, não custa tentar agradar um pouco. – Tão lindo e tão inocente. — Meu amor, meu pai vai te matar e você ainda quer alimentá-lo?... Que alma bondosa a sua. – Ele revira os olhos, mais eu não sorrio. – Lindo eu não to brincando. – O sorrisinho que esta se formando em seus lábios, some rapidamente. – Vamos logo vai, se é pra encarar o velho é melhor que seja logo! Ligo pra Johanna pra avisar que eles terão visitas, enquanto Peeta recupera o ar e tenta se acalmar, nunca o vi tão nervoso. — Olá Joh... Tudo bem? — Oi Kat, tudo na mesma e você? – pelo jeito que ela falou meu pai esta por perto e ela esta atiçando a paciência dele. — Meu pai esta por perto né? – Só pergunto pra confirmar o que já tinha certeza. — Uhum. – ela se limita. — É Joh, acho que sua situação vai piorar um pouquinho, estou indo com o Peeta ai falar com meu pai. — Ahh sério? – ela pergunta maliciosa. – Que boa noticia, vem sim minha linda, vamos adorar sua visita. — Johanna às vezes eu tenho medo de você. – digo brincando, mas é a pura verdade. — Ah aproveita e traz o Peeta, não quero que fique andando sozinha até tarde, e ele é uma companhia e tanto. – Nem preciso dizer que ela sabe neh, há algum tempo também, antes de contarmos pra todos. — Você é má Joh, você é má. — Te aguardo Kat, não demore. – ela diz e desliga o telefone. Aproximo-me de Peeta que parece mais calmo, mas encara a TV sem prestar realmente atenção. — E ai mor mais calmo? – ela me lança um sorrisinho, que diz “não”. — Você sabe que não, mas vamos acabar logo com isso. – assinto com a cabeça e seguimos para a casa do meu pai. *** Peeta e eu chegamos de mãos dadas até a porta da casa do meu pai, penso ser melhor entrarmos um de cada vez, não evidenciando nosso compromisso, mas quando tento soltar a mão de Peeta ele não permite apertando ainda mais minha mão e me encara sorrindo. Johanna abre a porta, nos encara e volta seu olhar para nossas mãos entrelaçadas. — Hummm, boa noite! – ela diz. — Boa noite Joh. – Respondemos juntos, e entramos na casa. — Boa sorte. – Ela diz baixinho e só nos dois escutamos, mais já era tarde, pois meu pai nos aguardava com um sorriso nos lábios, até ver Peeta e eu de mãos dadas, e ele virou uma estatua, não mexia um músculo sequer, não tirava os olhos de nossas mãos, será que ele esta respirando?! — Oi Pai. – foi a coisa mais inteligente que consegui pronunciar. — Boa noite Ben... Sr Everdeen. – Olho do meu pai para Peeta, e percebo que ele também notou a hostilidade no olhar de meu pai, quando faço menção de intervir, ele continua. – Bom Sr Everdeen, nos viemos aqui para comunicar a vocês que estamos namorando. – Meu pai saiu do transe. — Comunicar? – ele pergunta sarcastico, e sinto que chegou a minha vez de dizer alguma coisa. — Sim pai comunicar, Peeta e eu já estamos juntos há algum tempo, mas eu estava com certo receio de contar pra vocês, quando digo “vocês”, incluo a mamãe e o Tom também. Mas nós nos amamos e já somos maiores de idade, em breve estaremos na faculdade, então sim estamos aqui pra comunicar que estamos namorando. – não sei de onde saiu isso, mas nem meu pai segurou o riso. — Nossa filha, agora eu tive medo de você... Esta aprendendo isso com a Johanna é? – quando brinco as pessoas riem, quando falo sério, as pessoas ainda riem... O que acontece... Ninguém me leva a serio? — Pai porque você esta rindo??? Nem aqui, as pessoas me levam a sério? — O que você prefere que eu voe no pescoço do Peeta? – ele volta o olhar para Peeta – Porque eu ainda posso fazer isso. — Ah pai para de graça... Até parece que você faria alguma coisa?... Sua idade não permite. – Pelo olhar que ele me lança, acho que falei demais. – Brincadeirinha papai. – Vou até ele e o abraço como uma criança. Ele afaga meus cabelos, e diz em meu ouvido. — Minha menininha quando foi que você cresceu hein? — Eu sempre serei sua menininha. – respondo ainda abraçada a ele. *** Dois Meses Depois Olho no espelho e estou um caco, preciso dormir... Não, preciso hibernar. Olho para o relógio e vejo que não tenho muito tempo pra isso, então é melhor deitar logo, me sinto no direito de dormir até mais tarde amanha, sei que eu não vou conseguir, porque ninguém vai deixar, mas não custa tentar né... Não precisei contar até 1 e apaguei. Qual é o motivo do meu cansaço? Esses dois meses foram os mais corridos da minha vida, depois do jantar de noivado da minha mãe, aconteceu tudo muito rápido, eles marcaram a data do casamento combinamos que compraríamos a casa do centro da cidade, que posso dizer, é linda, grande, confortável e já tem cara de lar... Apesar de que sentirei muito falta dessa casa onde fui criada, do meu quarto, com todos meus rabiscos de criança, escondidos pelas várias “mãos de tinta”, a sala, a escada que eu sempre desci correndo e deslizada pelo corrimão, da cozinha... Não da cozinha não vou sentir falta! Enfim vou sentir saudades, mas sentiria de qualquer jeito, pois daqui a alguns meses estarei mudando novamente, para faculdade, já estou com frio na barriga só de pensar. Ah já defini o curso também, e todos riram da minha cara quando disse que gostaria de fazer Engenharia de Alimentos. Ok até eu me surpreendi, mas tem sido muito divertido aprender a cozinhar com o Peeta, ele gosta de testar sabores, inventar pratos, geralmente ele gosta de testar sabores adocicados, estes eu não gosto muito, pra mim, ou é doce ou é salgado... Esses eu acabado deixando de lado, o que mais me interessou foi o modo de armazenagem, refrigeração, embalagem dos alimentos perecíveis e não perecíveis, isto realmente me fascinou, não imaginava que havia toda a logística que há por traz, Peeta só faltou dar pulinhos de alegria, quando demonstrei meu interesse, conversou com alguns amigos do pai dele, que são donos e chefes de cozinha em restaurantes locais, e pude ver de perto, mas só me decidi quando soube que teria algumas matérias iguais as de Peeta, ou seja poderia fazer algumas aulas com ele... Perfeito. O nosso namoro está lindo, perfeito, romântico... Quero dizer não esses últimos dias, estamos ocupados demais, o Peeta com a padaria, e eu ajudando minha mãe com a casa nova e o casamento... Agora minha mãe esta de férias do hospital, mas antes tudo sobrou pra mim, o Tom até me dispensou da padaria até o casamento, pois eu não conseguiria fazer tudo ao mesmo tempo, bendita hora que me ofereci para ajudar a mobiliar a casa e preparar o casamento, minha mãe deixou tudo na minha mão, ela só dava a ultima palavra e pagava de resto eu fazia tudo. Assim que o Tom e minha mãe fecharam a compra da casa, fiquei encarregada da mobília e reforma. Finalmente estava tudo pronto, a casa “nova” mobiliada e a casa “velha” ainda mobiliada também, pelo menos a sala e cozinha e o quarto da minha mãe vai permanecer intacto... Somente os moveis do meu quarto e de Prim irá pra casa nova, decidimos continuar com os mesmo moveis, pois reduziria um pouco o impacto da mudança, ou seja, não há quase mais nada no meu quarto, somente a cama, penteadeira e algumas roupas, que serão enviadas para a casa nova nesta semana. E o grande dia chegou... Nosso grande dia, da minha mãe e meu. Ela esta uma pilha de nervos, tudo briga, tudo chora, tudo ri, tudo explode. Eu não estou muito diferente dela, cansada ao extremo, e descontando tudo no meu lindo, tadinho ele esta passando um doce comigo, e o Tom com minha mãe. Mas está tudo pronto, e creio que dará tudo certo tanto pra noite da minha mãe, quanto pra minha. Pois é minha noite, minha e do Peeta, depois de tanto tempo enrolando ele, decidi que seria hoje após o casamento, pois a atenção não estaria em nós e sim em nossos pais. E como eles irão viajar esta noite após o casamento não teremos problemas. O mais engraçado foi contar com a ajuda da Johanna e da Madge, foi hilário elas me dando dicas, e planejando, estavam mais animadas que eu. Bom tive que contar com a ajuda delas, pois combinamos que eu “dormiria” na casa de Madge enquanto na verdade estaria na casa do lago com Peeta, mas ele nem sonha. E Johanna para me dar cobertura tanto devido às chaves da casa quanto pra ficar com as meninas, ela “nos” chamou pra dormir lá, eu recusei afirmando que dormiria na casa da minha amiga, que estava morrendo de saudades, o que não é mentira, mas ainda teríamos tempo pra matar as saudades. Prim aceitou na hora e Rue nem preciso dizer, a pequena adora uma bagunça. Então tudo resolvido Johanna e Madge passariam na casa hoje de manha, pra deixar comidas, bebidas e arrumar a casa, estou com medo dessa arrumação das duas, elas pensam muito igual, nunca vi, facilmente passariam por mãe e filha, se não fossem tão diferentes fisicamente. E o meu lindo, ele pensa que estará na casa nova sozinho, coitadinho do meu amor.
Notas finais
E AÊ GOSTARAM??? Bem eu amei esse cap, to ansiosa pelo próximo, to vendo que o Peeta vai ganhar uma coisinha da Everdeen!!!kkkkk
Gente assim que a Mell me der o cap eu beto e posto ta legal???
MAS eu gosto muito de reviews assim como a Mell. A Mell é super legal com isso, nunca a vi reclamando dos reviews, eu tb sou legal...QUANDO EU GANHO REVIEW, eu sou chata demais com isso, temos 56 leitores e só 13 comentaram, 13 gente, jura? De 56, muito triste isso gente, a Mell se mata pra escrever esses caps e vcs fantasminhas ñ aparecem, que coisa em?
Mas deixando a chatisse de lado, obrigada a todos que comentaram no anterior, eu fiquei muito feliz assim como a Mell amou cada um dos comentários. Obrigada isso motiva a continuar... E vcs fantasminhas não motivam em nada.
Um bj e até logo!! REVIEWS OU RECOMENDAÇÕES???