Meu Pior Pesadelo

1 Como Tudo Começou


Notas iniciais
Olá pessoal! Eu resolvi fazer algo mais estilo Shoujo-drama e dando mais atenção a história e não a "sexo". Por isso, se você está procurando uma fanfic mais quente, em breve estarei postando vários. Essa fanfic é mais como uma realidade paralela. Nesta realidade o Lysandre basicamente não lembra da Docete.

Nunca me senti tão triste na minha vida. Estou sozinha. Estou acabada. Completamente destroçada. Não acredito que isso aconteceu. Por que logo comigo? Porque logo com o Lysandre? Por que logo com nós dois? Por que ele esqueceu de mim? Tenho certeza de estar vivendo no meu pior pesadelo.

Tudo aconteceu quando eu ainda estava no colegial. Eu era uma garota muito animada, não parava quieta na escola. Estava sempre querendo saber mais dos meus colegas e conhecê-los melhor. Até que Castiel me apresentou este garoto mistérioso chamado Lysandre. Eles tinham uma banda e tocavam no porão da escola. Até eu descobrir isso, eu havia pensado que ele era um fantasma, rs. Foi uma boa época. Eu estava curiosa para saber mais deste garoto tão mistérioso e inigmático.

Ele era realmente muito fechado e ficava bastante irritado quando eu tentava saber mais da vida dele (não tenho culpa se sou curiosa).

O tempo passou e nós fomos ficando mais íntimos. Com o tempo ele foi me contando mais sobre si e até que chegou o dia em que finalmente começamos a namorar. Foi muito lindo. Ele me levava para passear e nós estávamos realmente apaixonados um pelo outro.

Não demorou muito para que nós... Bem... começassemos a "evoluir" no nosso namoro (Se é que me entendem), mas isso não vem ao caso. Pelo menos não por enquanto.

O Lysandre começou a ter problemas na família dele. Seu pai estava muito doente e não havia muitas esperanças para que ele sobrevivesse. Lysandre estava arrasado. Ele não conseguia prestar atenção nas aulas e sempre que eu falava com ele, e ele acabava se perdendo em seus pensamentos. Coitado. Se eu pelo menos pudesse ajudar.

É uma pena, pois o Lysandre não quer que eu me preocupe com ele. Ele sempre quer me passar a ideia de que está bem, mas no fundo eu sei que não está nada bem. E eu quero ajudar, mas ele não me deixa ajudá-lo. Ver o Lysandre sofrer me faz sofrer também. E vê-lo reprimindo seus sentimentos só para que eu não me preocupe, me deixa ainda mais preucupada. Eu queria tanto poder fazer alguma coisa...

Infelizmente, o pai de Lysandre veio a falecer. Nunca irei me esquecer do olhar fundo do Lysandre no velório de seu pai. É como se tivessem arrancado toda a felicidade do Lysandre. Eu estava muito angústiada. Até que um dia, aconteceu uma tragédia.

Nina começou a perturbar o Lysandre, provavelmente querendo consolá-lo, mas como é intrometida! Ela acha que vai ajudar o Lysandre lembrando a toda hora a morte de seu pai? Até que o Lysandre resolveu se pronunciar sobre a Nina. Ele começou a falar tudo que estava engasgado para a Nina. Falou que nunca mais queria ver ela é que nunca mais ela se intrometesse em sua vida. Eu nunca vi o Lysandre falar daquele jeito. Eu realmente fiquei assustada com a falta de "vitorianismo" nas palavras de Lysandre.

Nina por sua vez começou a chorar feito uma criancinha de colo e no mesmo estante Lysandre havia se dado conta de que havia pegado pesado e resolveu correr atrás dela. Eu corri junto para pará-lo. Nina corria desorientada não olhando nada ao seu redor e Lysandre corria atrás dela para tentar acalmá-la... até que a tragédia aconteceu. O Lysandre foi atropelado.

Ver aquilo me deixou em estado de choque. Minha visão começou a embarçar. Eu só ouvia o som estridente da ambulância em quanto perdia os meus sentidos.

Quando eu acordei, estava em uma cama de hospital tentando entender o que estava acontecendo. Até que eu me lembrei do que aconteceu com o Lysandre e levantei bruscamente da cama gritando o nome de Lysandre. As enfermeiras me seguraram e me colocaram na cama. Disseram que estava tudo bem com o Lysandre e que eu deveria descansar.

—Vocês não entendem! Eu não posso ficar aqui! O Lysandre precisa de mim! — gritei me contorcendo numa tentativa falha de me soltar.

—Já falamos que o Lysandre está bem. Ele precisa de repouso e você também! No estado em que está não poderá fazer nada pelo seu namorado. — disse uma das enfermeiras.

—Não, não! O Lysandre precisa de mim! Ele precisa... — disse arrasada.

—Você não pode se esforçar ou acabará perdendo o bebê! — exclamou a outra enfermeira.

—Bebê? M-mas do que estão falando?

—É isso mesmo que você ouviu. Você está grávida!

Notas finais
Este é o primeiro capítulo. Espero que gostem e não deixem de comentar o que acharam.