Meu Parceiro De Apartamento
29 Capítulo 29 - Uma noite para recordar (+18)
Notas iniciais
Espera... MAIS UMA RECOMENDAÇÃO? 'O' Lilow, muuuuuuuito obrigada, eu nunca pensei que eu teria mais uma com um rumo dessa fic. ♥ Mesmo sendo pequena, eu adorei! *-*
E bem, peço desculpas pelo capítulo passado por causa dos parágrafos, o Nyah tá ferrando com eles. :c
Enfim, esse capítulo não tá muito bom, eu queria deixar maior, mas preciso estudar! 3=
Boa leitura!
–D-David... eu quero dormir com você...
Me assustei com o que eu mesma havia dito, mas aquilo era o que eu queria, certo? Eu pensei que com David eu não me arrependeria jamais por fazer tal ato. Ele me olhava incrédulo, eu só olhava para o chão esperando por uma resposta, aquele silencio me deixava bem desconfortável.
– Liza, você tá bem? –perguntou pegando minha mão e levantando.
–Idiota! Claro que sim!
–Bem, acho que a melhor das hipóteses seria pensar que você nunca diria isso em uma consequência normal.
–V-Você não quer? –corei e soltei sua mão. –D-Desculpa, ér... eu não me importo, a gente pode deixar pra lá e...
–Como é? –arregalou os olhos e me abraçou. –Eu nunca diria isso, é óbvio que eu quero.
–Então por que você...
–Eu não quero que se arrependa, sei que você é virgem, ninguém nunca sabe o que pode acontecer no futuro...
–Mas já é comum, não é? Você prefere esperar para lua de mel...? –me senti uma idiota dizendo aquilo. Ter a primeira vez na lua de mel já é uma coisa bem antiquada, mesmo que eu sempre sonhasse com isso, não era o estilo dele.
–Você que sabe, só quero que saiba que se concordar em fazer isso agora, não me responsabilizarei por meus atos. –riu malicioso, tremi.
–Eu quero...
–Então se prepare, Liza. –disse me segurando pela cintura e aprofundando o beijo.
Segurei sua nuca e fiquei me deliciando com aquela maravilhosa sensação, não era um beijo comum, era mais desesperado e excitante, eu percebia seu desespero de me beijar, e eu, claro, ajudei no percurso.
David, ainda me beijando, foi me levante até o quarto onde ficava nossas roupas e afins. Senti certo medo, mas cedi e o acompanhei até a porta que ele abriu sem vê-la, até porque eu não queria deixar de beijá-lo de modo algum.
Ele abriu a porta e logo a fechou com o pé, meu oxigênio já havia ido embora naquele momento, tentei o beijar mais, mas não dava, eu precisava respirar. David me encarou e deu um sorriso.
–Quer ir ao banheiro pra se preparar?
–A-Acho melhor... –respondi indo até lá e dando-lhe um selinho.
Entrei no banheiro, pensando no que ele faria enquanto eu estivesse lá. Primeiro tratei de tomar um longo banho e me produzir muito, eu nem sabia o que fazer, já havia pesquisado na internet quando eu era mais nova com umas amigas da escola no 1° ano. E bem, no momento em que você está lá parece bem tranquilo e você pensa: “Nossa, quem vai ficar nervosa? É só uma dorzinha.”. Mas na verdade, dava muito nervosismo, não sabia o porquê, mas talvez fosse medo de não deixá-lo satisfeito e ter que mostrar meu corpo a ele. Corei enquanto tirava o sabonete de meu corpo.
Saí do chuveiro, sequei meus cabelos e meu corpo, coloquei um lingerie preto que havia lá (dei graças por ter uma no banheiro) e me vesti. Como não havia dado tempo para que eu me preparasse mais, tive que vestir aquela.
E o pior, o que vestir por cima? Pensei em ir de toalha, mas também de colocar a roupa novamente. Passei minutos longos pensando nisso e optei por vestir a roupa.
Saí do banheiro devagar para primeiramente ver David e o que ele estava vestindo. E tive uma ótima visão: Ele estava sentado na cama sem blusa mexendo nos cabelos arrepiados e ainda um pouco úmidos da praia. Corei um pouco e fui até ele, que, ao perceber minha presença sorriu e levantou-se até mim.
–Preparada?
–É, acho...
–Eu estava brincando em não me responsabilizar, ok? Se quiser parar, pode pedir. –riu infantilmente.
–Não, David –o encarei, o mesmo parou de rir. –Não pare com nada, se eu aceitei, é porque eu estou pronta.
–Eu te amo, sabia?
–Acho que sim. –sorri marota e me aproximei um pouco mais.
David me beijou novamente me levando para a cama, mas não, ele não havia ficado por cima de mim, ele se levantou me deixando um pouco confusa, só percebi o que ele queria quando o vi apagar a luz deixando tudo realmente escuro, até agradeci mentalmente por ele ter feito isso, mas voltei a me agitar quando ele ligou o abajur, o quarto ficou com um toque amarelado escuro.
–Pensou que eu deixasse tudo desligado? –sorriu voltando a me beijar.
Nem me deu tempo para responder quando senti seus lábios em meu pescoço, queixo, olhos, rosto e boca. Eu segurava os gemidos como podia, era realmente vergonhoso quando eu soltava um simples arfar de prazer.
Com cada passo ritmado, aquelas mãos habilidosas e aquela boca extremamente perfeita, me dei conta que ele estava tirando minha blusa, eu parecia uma pedra que nem me movia corretamente. Tentei me mover de um lado para outro e levantei os braços para que eu retirasse a blusa, e assim foi feito!
Tentei esconder meus seios ainda cobertos pelo sutiã com uma mão, David voltou a beijar meu pescoço e puxou meu braço para cima, me deixando à mercê dele.
–Tão linda... –interrompeu os beijos.
–D-David, desculpe não estar fazendo como você quer...
–Como assim?
–Eu estou com muita vergonha, isso é constrangedor demais!
–É claro, é sua primeira vez!
–Mesmo assim, eu pensei que fosse mais tranquilo...
–Só relaxe, ok? Você é perfeita –sorriu beijando minha barriga, acabei por soltar um leve gemido. –Ah, não segure seus gemidos, assim não posso saber se está gostando...
–C-Certo. –cerrei os olhos.
De repente senti sua mão apertar meu seio direito enquanto dizia coisas totalmente pervertidas em meu ouvido, gemi em resposta, o senti sorrir vitorioso com meu ato, corei absurdamente. Retirou meu sutiã com uma habilidade incrível, e sem que eu me desse conta, ele abocanhou um de meus seios e massageou o outro, gemi algo e segurei seus cabelos com veemência, os sons que saiam dele eram mais excitantes que qualquer coisa, ele sugava meu mamilo com agilidade e dava beijos ao redor, meus pelos estavam de pé com tudo aquilo. David levou seus dedos para meu short e abriu os botões, minha mente já estava ficando nublada que eu nem percebi quando ele jogou meu short no chão e acariciou minhas pernas.
Naquele momento eu já estava apenas com minhas roupas íntimas, daí percebi o que estava acontecendo quando David retirou sua bermuda ficando apenas de cueca Box, é, estava com um volume fora do normal lá. Droga, eu também estava excitada demais.
–Por que está se mexendo tanto? –perguntou malicioso quando eu roçava minhas pernas sem parar, até porque era a primeira vez que eu via David daquele jeito.
–N-Não to não...
–Vamos ver, então. –sorriu enquanto descia até a altura de minha calcinha, gelei.
David, bem lentamente foi retirando minha calcinha. Era óbvio que isso iria acontecer, mas na hora eu senti um medo tremendo, nem eu sabia decifrar. Quando senti um de seus dedos passando por minha intimidade soltei meio que um grito de prazer, mas logo me arrependi tremendamente.
Ele, lentamente introduziu sua língua dentro de mim, arqueei as costas imediatamente e abri um pouco mais minhas pernas automaticamente.
David narrando
Nunca pensei que eu amaria tanto a Liza, por nenhum momento eu pensei que faria isso com ela algum dia, ou até namorar ela! Era algo surreal. Eu me sentia mais excitando ouvindo ela gemendo meu nome e se movendo com a minha língua, o gosto, o cheiro, o corpo, tudo dela era maravilhoso.
Amar. Essa é uma palavra que eu nunca mais disse depois de tanto tempo, não sei como, mas Liza me lembrava a... Bem, seus jeitos eram bem parecidos, mas eu percebi que meus sentimentos por Liza era bem maiores agora.
Enquanto eu a estimulava senti seu corpo se contrair, percebi que ela iria gozar, e era óbvio que eu não deixaria passar, até porque eu sabia que ela não sentiria prazer na sua primeira vez, me deixava angustiado ter que pensar em machucá-la, mesmo por meros minutos. Ouvi Liza soltar um grito mais alto enquanto seu sabor delicioso passava pela minha boca, sorri satisfeito e olhei em seus olhos claros, ela arfava e suava muito, com certeza se fora todas suas forças.
Voltei à estaca zero e continuei com as carícias em todo seu corpo. Quando vi que novamente ela estava pronta, retirei minha cueca tentando não deixá-la com medo, mas seus olhos se direcionaram para mim um tanto assustados.
–Não vou te machucar. –disse tentando confortá-la.
–E-Eu sei...
–Te amo.
–Eu também. –sorriu e me abraçou.
Peguei uma camisinha que tinha em uma gaveta ao lado e a coloquei em meu membro, me posicionei entre suas duas pernas e beijei sua testa antes de penetrá-la, optei por ir com tudo, a dor seria grande, mas acabaria mais rápido. Quando penetrei, a ouvi soltar um grito alto de dor, me senti culpado, mas parei dentro dela e fiquei beijando seus lábios.
Quando senti sua respiração se comportar, fiz um movimento lento de vai e vem e a ouvi gemer, mas não de dor. Fui mais rápido com os movimentos, até porque nem eu estava mais aguentando ficar parado, segurei sua cintura enquanto ela arranhava minhas costas sensualmente.
Tentei segurar o máximo possível, mas logo gozei. Liza estava extremamente corada, pensei em dizer algo, mas percebi que ela estava cansada, me deitei ao seu lado e acabamos dormindo.
Notas finais
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