Meu Parceiro De Apartamento
25 Capítulo 25 - Novidades E Afins
Notas iniciais
Voltei com mais um capítulo pra vocês, está bem... legal. *w* Tirem suas curiosidades logo. AHEUAEAHEAU
Comentem ♥
Aviso: hoje postei uma one-shot de GaLe do anime Fairy Tail, se alguém gosta de ambos, deixem um comentário com o que acharam, ok? *-* Agradecerei desde já!
Eu já estava imóvel após ver a foto que eu não queria ver de modo algum, arregalei meus olhos em direção para a tela do celular de David que me encarava com um rosto de desaprovação, ao mesmo tempo senti tristeza por ele não acreditar em mim, mas eu teria que me explicar, o Peter não poderia sair tão bem nessa história, eu não tinha certeza se poderia ter sido ele quem pediu para baterem aquela foto.
– D-David – gaguejei –, eu não...
– Você não o quê? Vai me dizer que não foi culpa sua?
– Claro que não! – gritei – Você acha que eu ia beijar meu amigo? Eu te amo.
– Por que não? Vocês andavam juntos demais... – me irritei com sua desconfiança.
– Quer dizer que não confia em mim? – abaixei a cabeça – Tinha uma prostituta te agarrando aqui um dia desses e eu não desconfiei de você.
– Você sabe que é diferente, Rosely pega qualquer um popular da escola.
– Diferente uma ova, que merda, David, se não acredita em mim não acha melhor terminarmos?
– Eu não disse isso! – foi vez dele de gritar.
– Pois me deixe te contar – o encarei com raiva – O Peter me disse que se apaixonou por mim desde que me conheceu, mas eu só o vi como amigo, você entende? Eu amei você, David, você!
Ele me olhou atônito, eu também fiquei sem jeito pelo modo que eu disse “eu amei você”, ficamos calados com um tempo enquanto David apagava a mensagem.
– Não desconfio de você, mas vocês estavam em uma parte isolada da faculdade, por quê? – me encarou novamente, o olhei de volta.
– Bem – suspirei –, Peter queria me contar esse “segredo” desde um tempo atrás, mas nunca dava certo, daí você disse que teria mais 10 minutos de aula, então aproveitei para saber, só que quando fomos até esse lugar comecei a estranhar um pouco...
– Acredito em você, mas o que aconteceu depois... disso? – perguntou um tanto enciumado, eu o entendia, então minha raiva havia passado.
– Nós conversamos sobre, eu o expliquei quem eu amava de verdade – olhei em seus olhos um tanto rubra – Você não se importa de continuarmos sendo amigos, não é? Eu sei que nossa amizade vai ser diferente, mas eu quero saber como anda a Eliza...
David olhou para as paredes um pouco pensativo, eu esperei uma resposta, mesmo que ele me obrigasse a não falar com ele, eu não deixaria, pois Eliza precisava de mim, assim como eu dela, com certeza eu não queria perder uma companhia tão boa.
– Certo – sorriu amarelo –, vocês podem se falar, mas tenho medo de que a escola esteja sabendo disso...
– Eu acho que não.
– Como sabe?
– Eu acho que a pessoa que te mandou queria que apenas você soubesse, eu sei que pode ter sido o Peter, mas não tenho muita certeza, até porque eu acho que ele não gostaria de ver o meu mal e não daria tempo para ele chamar alguém pra bater aquela foto.
– Como assim? Então...
– Talvez seja alguma garota, e eu imagino quem seja. – suspirei.
– Tem razão, amanhã falarei com ela, iremos para a faculdade como hoje, como se nada houvesse acontecido.
– Certo! – sorri, logo recebi um beijo de David que me surpreendeu.
– É só pra não deixar que o Peter tenha sido o último a te beijar. – sorriu indo até o quarto, corei.
Agradeci imensamente por não ter brigado com David, mas se eu soubesse quem era a pessoa que havia tirado aquela foto, eu não perdoaria, mesmo que fosse aquela Rosely, eu tinha certeza que ela só queria me ver longe dele, então não havia porque deixá-la imune.
Fui para meu quarto bocejando forte depois de toda aquela turbulência, me deitei na cama enquanto pensava no que fazer, não era hora para perguntar algo a alguém, peguei meu celular que estava na bolsa e mexi-o um pouco. Resolvi ligar para mamãe.
Depois de algumas chamadas, Verônica atendeu.
Residência Raynes?
– Olá, Verô. – eu disse sorridente.
Meu Deus, Liza, que saudades – comemorou, soltei uma risada – Por que não telefonou antes?
– Desculpe, mas aconteceram muitas coisas.
Como vai indo a faculdade? Já começou?
– Sim, está tudo bem, mas tenho outra novidade, mas chame a mamãe, ela está?
Está sim, irei chamá-la.
– Não, não, vou ligar para o celular dela, diga-a para colocar à viva voz, quero que as duas escutem a conversa. – sorri maliciosa.
Como queira, vou até lá.
– Certo. – e desliguei para logo discar seu número de celular.
Mais uma chamada rapidamente minha mãe atendeu.
Filha?
– Oi, mãe, Verônica te contou de uma novidade?
Sim sim, quero saber, o que é? Já mudei para o viva voz. – parecia alegre e curiosa.
– Bem, não tem o tal David? David Chevalier.
O homem que mora com você!
– Ele mesmo – sorri –, nós estamos começando um namoro.
Ouvi gritos desesperados das duas, ri delas. A verdade era que minha mãe sempre queria que eu namorasse, mas desde que fui traída eu não pensava mais naquilo, pelo menos até aquele dia.
FILHA, ele é um gato, quero falar com ele!
– Para mãe – corei –, ele nem sabe que eu liguei...
Pois pode ir até ele para chamá-lo. – ouvi Verônica comemorando, parecia mais que eu ia me casar.
– T-Tá, eu vou.
Me levantei da cama e fui até seu quarto com certo receio, minha mãe gostava de falar, gostava até demais, mas era melhor que ela já soubesse, até porque sair transando com alguém sem nem seus pais conhecerem, é meio tenso, pelo menos para mim. Não que eu queira transar com ele. Ok, deixa para lá.
Bati fraco em sua porta que estava entreaberta, mas não ouvi ninguém então ousei abri-la, talvez ele estivesse no banho, mas isso nem passou pela minha cabeça. Escutei a porta do banheiro se abrir e me virei bruscamente.
– D-David? – ruborizei e virei o rosto quando o vi apenas de cueca Box branca saindo pela porta, ele me olhou assustado, acabei por desligar o celular.
– Liza? O que faz aqui? – ele não parecia incomodado, pegou uma toalha em cima da cama e cobriu aquela região, não que eu não estivesse gostando da visão. Ok, deixa para lá de novo...
– Eu... eu só... – a vergonha era tanta que eu havia se esquecido do celular.
– Ah, já sei – sorriu com certa malícia, tive medo – Queria me ver sem roupa, não era?
– IDIOTA! – gritei querendo sair do quarto, mas ele puxou meu braço me fazendo voar até seu peitoral desnudo.
– Calma, Liza – sorriu beijando minha cabeça –, eu sei que você deve ter curiosidade com isso, mas vamos com calma.
Meu coração já batia em um ritmo frenético, eu sentia sua respiração muito bem, mas tentei parecer tranquila. Logo senti seus lábios se apoderarem dos meus, óbvio que retribui com ânsia de mais, muito mais.
David segurou minha cintura com veemência, e eu, sem saber o que realmente estava acontecendo, passei meus dedos em sua nuca dando leves arranhões no local.
Algum tempo nos beijando já foi capaz de senti-lo querer mais, e isso já era um momento de perigo para mim. De repente ele me pegou no colo e me levantou na altura de sua pelve me levando até sua cama, tremi com o ato, mas acabei deixando. Uma trilha de beijos pelo meu pescoço foi ocasionada, senti meus pelos se eriçarem, David me colocou na cama e subiu em cima de mim para novamente me beijar, e beijar, e beijar...
Quando sua mão se moveu até a barra de minha blusa ouvi meu celular tocar, me separei de David, mas ainda por baixo do mesmo, atendi.
– Liza? Será que agora posso conhecê-lo?
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