Meu Melhor Amigo [Repostando]
11 Capítulo 11
Pov. Catherine
Acordei com o Sol no meu rosto no Domingo de manhã, o tempo em NY estava otimo, e o Sol da manha estava perfeito para um passeio no Central Park.
Eu vi que a cama estava fazia e o cheiro de comida dominada meu quarto, me sentei na cama e vi uma mala no chão, ao lado da cama com algumas coisas para fora.
Me levantei para ir ao banheiro, fiz a minha higiene matinal e penteei meus cabelos, que estavam desgrenhados. Parei por um minuto para me ver no espelho, eu ainda estava nua, isso deixou eu ver cada marca que tinha no meu corpo.
Havia chupas e mordidas pelo meu pescoço, colo ate um pouco abaixo dos seios, minha cintura estava marcada pelo aperto de Vincent. Se Tess e Santana virem isso, eu não vou escapar do interrogatório.
Coloquei um Robe rosa claro que parecia seda e amarrei o cinto. Sai do banheiro e fui direto para a cozinha. Vincent estava mexendo na pia, de costas para mim, com uma calça de moletom e sem camisa e a mesa ja estava arrumada.
Eu andei de vagar ate ele sem fazer barulho, passei meus braços pela sua cintura e beijei seu ombro, ele deu uma gargalhada e eu soltei sua cintura quando ele se virou para mim.
– Bom dia dorminhoca — ele falou e me deu um selinho.
– Bom dia — falei e abracei ele de novo. — Que horas são?
– Onze da manhã — falou.
– Por que você me acordou? — perguntei
– Você estava tão linda dormindo que eu fiquei com pena de te acordar — ele falou e me deu um selinho.
Eu aprofundei o beijo e ele apertou o braço em torno da minha cintura, fazendo nossos corpos se colarem ainda mais, eu arranhei suas costas, ele gemeu um pouco por causa disso. Ele quebrou o beijo.
– Minhas costas estão ardendo de tanto que você arranhou — ele falou e se virou de costas para mim.
As costas dele estava com a marca da minha unha em todo o lugar, algum lugares estavam bem vermelhos e outros nem tanto.
– Você quer competir? — perguntei e abri o cinto do meu robe e abri ele mostrando as chupas e mordidas.
– Olhando assim... — Vincent falou e se aproximou e deu mais uma chupada no meu seio.
Eu gemi quando ele fez isso, meu corpo ja tinha varias marcas, uma a mais, uma a menos nao faria diferença agora. Ele desceu os labios mais um pouco, dando beijinhos molhados e mordeu meu mamilo direito, me fazendo quase gritar, mas eu tapei minha boca.
– Vincent, para — falei praticamente gemendo.
Ele se afastou de mim e sorriu maliciosamente, eu dei uma piscadela para ele e fechei meu robe, me virei de costas e senti ele me puxar. Minhas costas bateram no seu peito e ele me abraçou.
– Eu te amo — ele falou e mordeu meu ouvido.
– Eu também te amo, muito — falei e me soltei de seus braços — mas agora, eu estou com fome.
– Claro Madame — ele falou e pegou dois copos na pia.
Nos sentamos na mesa da sala que estava cheia de coisas otimas e comemos dando gargalhadas e beijos carinhosos. Vincent ainda era o mesmo cara, romantico e educado, bem, educado em certas ocasiões, claro.
Mas ele ainda me fazia rir de qualquer coisa e me deixar corada e me lembrar das nossas aventuras no quintal de casa quando tinhamos 8 anos, ou quando eu era a Princesa e ele o cavaleiro que me salvava do dragão malvado.
Ou quando tinhamos 18 anos que passamos a noite na nossa casa da arvore, com velas, petálas de rosas, cobertor e chocolate com morango, isso foi antes de nós recebermos a nossa carta da faculdade.
Depois de um longo café da manha, ajudei Vincent a tirar a mesa e nós fomos limpando a cozinha, demos mais risada ainda e acabamos nos beijando.
Se sei que Vincent me colocou em cima do balcão, estavamos nós beijando, eu mexia so no seu cabelo, com medo de machucar mais as costas dele e ele ja ia soltando o meu robe quando a campainha tocou.
– Que odio — falei e gritei — Quem é?
– Somos nós — Tess gritou de volta — Eu, Santana e Evan.
– Serio? — Vincent falou para mim baixo -Evan?
– Ele trabalha com a gente — falei.
– Ele estava dando em cima de você ontem — ele falou e eu ri — não é para dar risada. Mas ele estava dando em cima de você.
– Eu sei, mas eu sempre ignorei isso. Agora me tira do balcão — falei e ele me pegou no colo me fazendo gritar e dar risada.
Ele me deixou na porta e eu arrumei o robe abrindo a porta, Vincent voltou para a cozinha para terminar de guardar tudo.
– Oi gente — falei quando abri a porta.
– Acho que chegamos em um mal momento — Santana falou quando olhou o Robe.
– Você acha? Hoje é domingo — falei bloqueando a porta — Eu estou com sono.
O que eu menos queria era os meus amigos estragando meu momento com o Vincent.
– Qual foi o motivo da risada? — Evan perguntou tentando olhar o apartamento.
– Eu escorreguei e dei risada, porque não foi nada serio — expliquei.
– E machucou o pescoço Cat? — Santana perguntou e colocou a mão no meu pescoço.
– Não, isso é outra coisa — falei.
– Oi Vincent — falou Tess — Não adianta se esconder porque o JT me falou que você estava ai, ele trouxe a mala da sua lua de mel que estava pronta para cá.
– Eu vou matar ele — Vincent falou e chegou na porta e ficou atras de mim — Oi.
– Obviamente nós chegamos em uma má hora — Santana falou.
– Não acho — Evan disse e eu senti o Vincent mudar de posição.
Ciumes.
– Vamos Evan — Tess o chamou.
– Mas a gente não ia falar pra Cat... — Evan começou a inventar uma historia e a Santana o puxou.
– Depois nós contamos — ela falou e saiu puxando ele. — E Cat, você esta de folga nessa semana.
– Brigada — falei e fechei a porta.
– De novo, o Evan atrapalhou a gente — Vincent falou e me puxou para ele.
– Sim — falei — De novo. Que tal um banho.
– Eu ia sugerir isso. Porque eu achei uma banheira bem grande lá no seu banheiro, achei que seria uma coisa que não pode ser esquecida — ele me falou e me beijou.
– Vou encher a banheira — falei e fui para o meu banheiro.
Foram 15 minutos até a banheira ficar completamente cheia, coloquei sais minerais para fazer bastante espuma e chamei o Vincent. Ele tirou a calça e cueca junto e entrou primeiro, esperei um tempo ate ele se ajeitar, não que a banheira fosse pequena, na verdade, dava para nadar ali.
Tirei o robe e me sentei no colo dele. Senti que ele ja estava exitado de novo, e eu também. Ele me abraçou e eu me acomodei em seu colo.
– Sabia que você é a pessoa mão perfeita do mundo? — ele me perguntou.
– Sabia que você é a pessoa que eu mais amo nesse mundo? — perguntei a ele e passei meus braços pelo seu pescoço.
– Eu te amo — falou me beijou.
Nós nos beijamos calmamente mas com paixão e desejo, como eu sentia falta dele. Quando dá saudades de alguem você pensa em todo o que passaram e tenta lembrar daquela sensação, mas quando ela esta de volta, você vê que tudo o que você lembrou dele não se comprar a real sensação.
Varias vezes eu tentei lembrar a sensação de ter os labios de Vincent nós meus labios, ou os seus labios na minha pele, não era a mesma coisa que vivenciar esse sensação.
Ele desceu seus labios para meu pescoço, sem morder, apenas com beijos molhados, sua nuca se arrepiava toda hora que eu passava a mão, fazendo massagem.
– Eu estava com tanta saudades de você — ele falou e olhou dentro dos meus olhos. Eu vi eles pretos de desejo.
– Você não faz ideia de como eu sentia falta do seu corpo junto com o meu — falei e beijei seu pescoço, também sem morder, apenas relembrando.
Suas mãos faziam carinho na base das minhas costas e ate metade da minha coluna, ele me segurou na cintura e me posicionou em cima do seu membro e eu sentei em cima dele.
Estavamos completos, não havia mais nada para falar, era desse momento que a sensação nunca é parecida, sentir ele dentro de mim, se movendo lentamente, fazendo nossos corpos ficarem ainda mais unidos.
Ele começou de vagar e foi aumentando a velocidade aos poucos, a agua ficava batendo no meu corpo em movimento, Vincent estava tentando ser carinhoso, mas nós dois perdiamos o controle quando estavamos assim, nada impedia a gente.
Eu gemia bastante, e Vincent também, era inevitavel e impossivel não gemer nessa situação.
– CAT — ele gritou, mas não tão alto — Olhe para mim.
Foi o que eu fiz, eu encarei aqueles olhos que sempre me deixavam sem palavras ou me fazia sorrir. Eu sentia que estava perto de ter um orgasmo e Vincent também.
Nós estavamos nos olhando quando gozamos, nós gritamos dessa vez. Foi um momento magico, acho que era a saudade, de novo, mais acho que era por que estavamos ainda mais conectados, nossas mãos se juntaram e nossos labios se colidiram.
– Eu te amo — falei e ele saiu de dentro de mim. Isso me fez gemer triste. Ele deu uma risada.
– Eu quero ficar com você para sempre — falou e ouvimos meu celular tocar. — Será que nunca vamos ter paz?
– Não sei meu amor — falei e peguei meu celular que estava em cima da tampa da privada. — Chandler
– Chandler, preciso que você venha na delegacia — Joe falou — é sobre o seu caso.
– Ok Joe, daqui a pouco estou ai — falei e ja ia desligar quando ele falou.
– Preciso que você traga o pai da menina, o Dr. Keller, ele precisa ser interrogado — Ele falou e desligou.
– Vamos para o departamento — falei e fiquei triste por que tinha que sair da banheira
– Eu tenho que ser interrogado não é? — ele me perguntou.
– Sim, você morava com elas e relaxa, Joe sabe que você não sabia disso — falei e sai da banheira.
Peguei a toalha que estava separada e me enrolei nela, Vincent fez o mesmo. Fui para o quarto e separei minha roupa que eu usava para trabalhar. Calça jeans, botas comprida com um saltinho, uma bata regata vinho e uma jaqueta de couro marrom. Arrumei meu distintivo e a arma no cinto e quando vi, Vincent ja estava pronto pra sair.
Fomos rapido para o departamento, Joe e Tess estavam na porta quando chegamos, nós entramos e vimos que na fila para o interrogatorio estavam o JT, o pai da Alex, os pais do Vincent e agora o Vincent. Na minha mesa e na mesa da Tess estava a Santana com a Megan.
– Vamos começar o interrogatorio, Vargas, Chandler e eu — Joe falou e entramos na sala de interrogatorio. — Nós vamos começar com a Alex e logo em seguida a mãe dela, depois as testemunhas que estão la fora.
Alex Salter foi a primeira entrar, ela me olhou com odio no começo e tentou avançar em cima de mim.
– Agora Alex, é melhor você contar — Tess falou.
– Não tenho nada para contar — Ela disse.
– Você tem, encobriu um sequestro de perto, você sabia que a menina não era filha da sua irmã, mas mesmo assim mentiu. — Eu falei com raiva.
– Eu não sabia que era a sua filha — ela falou — E não fiz nada.
– Fez sim, fazia parte do plano — falou Joe.
– Eu admito que minha mãe roubou um bebê para ser neta dela, ela é aquele tipo de pessoa que não admite que perdeu, nem que eu outra pessoa precise, para ela não importa, ela tem que ser a maior — Alex admitiu.
– Proxima — Joe gritou.
– Espera! — Alex falou — Vincent não é uma pessoa qualquer, ele é uma boa pessoa, minha mãe falou que eu seria uma pessoa importante se eu ficasse com ele, uma parte para eu ficar com ele era o dinheiro que ele me daria no futuro, um otimo medico, pai advogado e ele amava tanto a pestinha que não gosta de mim.
– E com razão — falou Tess e o policial levou Alex para longe e trouxe a sua mãe.
– Ola Catherine, é bom ve-la de novo — falou ela toda cinica.
– Chegou a hora de dar algumas respostas — falei me aproximando dela.
– Vou admitir uma coisa, so peguei a sua filha porque você era bem nova, podia ter mais filhos — ela falou e riu.
– Agora você se ferrou -Tess falou para ela.
– Eu sei, mas eu fiz a melhor coisa do mundo pegando aquele bebê...
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