Meu Melhor Amigo, Meu Amor?

11 Um acidente - Capítulo 11


::POVs Natsu::

Estavamos indo em direção a casa de Levy.

Um carro estava passando, então eu parei. Mas a Luce, que estava distraída mechendo em seu celular, não.

– Lucy! — Gritei tentando segura — lá

Mas já era tarde de mais, para mim empedi — lá.

:: POVs Lucy ::

Ouvi Natsu gritar meu nome. E derrepente veio um clarão.

:: POVs Natsu ::

– Lucy fala comigo! — Disse a segurando em meu colo — Fala comigo! Onegai! — Disse com lágrimas escorrendo em meu rosto

– Na...Natsu... — Disse ela feichando seus pequenos olhos chocolate

– Lucy... Lucy não me deixe!

:: POVs Lucy ::

Ouvi Natsu gritar algo, mas não consegui assimilar... Já estava tudo escuro, não conseguia mais ver nada...

:: POVs Natsu ::

Lucy não acordava e pelo que via estava muito ferida. Olhei para os lados procurando o filho da mãe que havia atropelado a minha Lucy.

Vi bem longe do local onde eu e Lucy nos encontravamos o celular da mesma. Sai correndo em direção dele. Graças a Deus, ele estava funcionado. Liguei para emergencia, disseram que iria demorar meia hora até eles chegarem.

– Não dá tempo — Disse desligando o celular

Peguei a loura em meu colo, e me dirigi o mais rápido que pude até o pronto socorro.

Quando chegamos no hospital, não havia quase ninguém. Fui desesperado até a recepção.

– Me ajude, ela acabou de ser atropelada por um carro — Disse e a recepicionista ficou pasma ao ver o estado de Lucy.

– Venha por aqui senhor — Disse ela me levando a um quarto onde havia um médico sentado — Com licença! — Disse ela batendo na porta

– Pode entrar — Disse o homem

– Essa senhora, acabou de ser atropelada.

– Ah! sim, obrigado por traze-lá, agora pode se retirar — Disse o mesmo e a mesma se retirou — E o senhor por favor, coloque-a na maca. O senhor vai acompanha-lá?

– Sim, eu vou... — Ele não me deixou completar a frase

– O senhor deve ser o marido dela, pelo jeito, certo? — Perguntou me fazendo corar levemente

– Não, ainda não sou. Você acha que ela vai ficar bem?

– Claro, ainda mais com um namorado que se preocupa com ela, desse jeito ela irá se recuperar be rápido — Disse o mesmo sorrindo. Sem palavras dei um sorriso fechado a ele.

:: POVs Lucy ::

Acordei em um lugar estranho, cheio de nuvens. Um local onde nunca havia estado. Será que o pior havia acontecido a mim?

–Lucy...Lucy — Ouvi uma voz me chamar, fui seguindo a mesma e me deparei, com uma pequena gatinha com asas — Você deve estar se perguntando onde está, não é mesmo?

– H...hai, hai...

– Você está no céu

– Eu morri?! — Perguntei desesperada

– Não, quando uma pessoa pessoa passa pela morte e não morre por pouco, ela tem o direito de fazer três pedido.

– Qualquer coisa?

– Sim, qualquer coisa

Depois de um baita tempo a pensar. Decidi o que queria.

– Então, já decidiu? — Perguntou a gata impaciente

– Já, mas só dois...

– O seu amigo, nesse exato momento está chorando ao seu ado de preocupação, e se perguntando por que você ainda não acordou. Então faça o pedido logo! — Disse ela, provavelmente querendo me matar de algum modo

– Está bem! — Gritei — Primeiro eu quero me casar com a pessoa mais importante da minha vida, segundo quero ser super feliz com a pessoa e com nossos filho, e antes de fazer o terceiro, quero te perguntar uma coisa...

– Prosiga.

– Eu vou morrer ou viver?

– Lucy querida, você vai viver. Agora diga o seu último pedido.

– Eu, eu, eu quero saber quem é a pessoa mais importante da minha vida.

– Está bem querida, mas todos os seu pedidos vão demorar para acontecer e provavelmente muito...

– Ah! sim

– Lucy, tem alguém que quer te ver antes de você voltar. Venha — Disse a gata me fazendo voar com a mesma em minhas costas — Aqui está ela Freed — Freed, ele é meu pai, mas como? — Como vi em minha visão, mas infelizmente o tempo dela está por se acabar.

– Arigatô Charles! — Disse meu pai — Luce, senti tanto a sua falta querida, estou tão feliz por você ter encontrado esse seu amigo que se preocupa tento com você — Disse meu pai chrando e e abraçando com um sorriso em seu rosto.

– Também senti sua falta papai! — Disse o abraçando mais forte

– Lucy, Freed. O tempo acabou. — Disse Charles um pouco triste — Sayonara Lucy!

– Sayonara papai, Charles. Arigatô!

Depois disso eu comecei a cair e derrepente abri os olhos, estava tudo tão claro. Não conseguia ver nada, então comecei a piscar.

Levantei um pouco meu corpo da cama. E dei de cara com um rosado segurando a minha mão e chorando feito criança.

– Natsu, eu estou bem — Disse com um sorriso em meu rosto e passando a mão em seus cabelos roseós.

– Lucy... — Disse ele me abraçando — Eu pensei que você não voltaria para mim, não atravese mais sem olhar, por favor.

– Calma Natsu, eu estou bem... — O mesmo me interrompeu e me soltou olhando para mim.

– Lucy, você quebrou aperna. Você vai prescisar, pelo que o médico disse, de ajuda para tomar banho por alguns dias.

– Nani?! — Perguntei assustada

– Luce... é que... é... como eu posso te dizer

– Fala!

– Você não consegue andar por enquanto... — Disse Natsu um pouco triste — Isso é culpa minha!

– Natsu, não é culpa sua, a culpa é... — Ele não me deixou terminar

– Não me diga que a culpa é sua! — Gritou — Se eu tivesse te segurado, nem se fosse só para te chamar a atenção, mais não... eu não consegui te salvar. Aquele filho da mãe que te atropelou e depois saiu correndo como se nada tivesse acontecido... — Cortei-o

– Grosso!

– Oque? Eu te salvei, acho que mereço mais que um grosso. Que tal um beijo?

– Eu não sou uma princesinha de contos de fadas para ser sava, e também não sou uma das mocinhas que os super heróis salvam para receber beijos.

– Então o que eu ganho?

– Você quer ganhar algo por ter me salvado?! Pensei que era importante para você!

– Claro que é Luce! Eu até irei te dar banho, mas eu gostaria de ganhar algo por ter te salvado.

– Primeiramente Natsu: Vo-cê não v-ai me dar ba-nho! Segundo: Você ganha... rufem os tambores... Sorevete! — Disse chaclalhando as mãos.

– Está bem Luce, vamos? — Disse o rosinha me passando duas muletas.

– Vamos! — Disse sorrindo

♥ Continua... ♥

Notas finais
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