Meu Meio Irmão

23 Um passo para a vingança.


Notas iniciais
Esse capitulo é meu "decisivo" então preciso saber o que acharam, obggg por todos os reviews, vcs são as melhores!! Vocês que fazem com que essa fic continue..

HARRY POV.


Um sentimento se apossou do meu corpo, um sentimento que nunca tive antes... Medo. Medo de perder Lucy. Liguei para ela e só dava caixa postal. Não tinha jeito, teria que ligar pra ele.


– Alo? – Sebastian disse atendendo a ligação.

– Cadê a Lucy? – perguntei nervoso.

– Ah Harry... Oi pra você também! Ela tá na sala, por quê?

– Tem certeza?

– Vou lá ver, te ligo daqui á uns minutos – ele disse finalizando a ligação.


Não podia ficar parado esperando ele ir lá ver. Não com a minha Lucy podendo estar correndo perigo. Sai do quarto e fui bater no quarto de Derek.


– E ai? – ele disse abrindo a porta do quarto e me deixando entrar.


– Você ainda tem? Tem o programa que baixei pra você de rastreamento? – perguntei apressado.


– Tenho... Tá ali no computador – ele disse me mostrando onde estava.


– Obrigado. – falei.


Peguei meu celular e o conectei com o aparelho. Demorou um pouco e o aparelho me deu o local exato de a onde estava a pessoa quando me mandou a mensagem... Colégio Marling.


As coisas tinham fugido do meu controle e eu nunca me perdoaria se alguma coisa acontece com ela. Meu celular tocou e era o Sebastian.


– Harry... Ela não está aqui, e ninguém a viu – ele disse preocupado – O que houve?

– Pegaram a Lucy – falei deixando lagrimas caírem do meu rosto.

Desliguei o celular e Derek estava me olhando assustado. Ele nunca havia me visto naquele estado... chorando.


– Que houve irmão? – ele perguntou me observando.


– Reúne os caras e me encontre na caçamba quando for meia noite – falei indo para o quarto e mudando de roupa. Preparei algumas coisas para botar na mochila. Procurei na mala uma silenciadora e botei junto ao meu corpo. Antes disso, eu precisava passar em casa.


Olhei no relógio e já eram quase 7 horas, meus pais já notaram a falta de Lucy com certeza. Não queria ir lá, mas não podia deixar de ir... Talvez lá tivesse uma pista da Lucy.


Observei por algum tempo a casa de longe. Minha mãe estava no sofá chorando e meu pai estava andando de um lado para o outro nervoso com alguém no telefone. Decidi que era agora, tinha que entrar lá. Não bati na porta, entrei direto, e eles me olharam surpresos.


– CADÊ A LUCY? – meu pai perguntou gritando.


– Pegaram ela – falei subindo a escada e indo em direção ao quarto dela.


– Como assim? – meu pai disse chorando atrás de mim.


– Sequestraram ela, eu preciso ver se tem alguma coisa aqui – falei revirando o quarto, mas não encontrei nada.


– Eu vou encontrar ela, nem que seja a ultima coisa que eu faça – falei e meu pai me deu um abraço apertado. Fiquei estático, parado. Não retribui, apenas prometi que ia trazê-la de volta.


O sangue borbulhava em minhas veias, eu queria matar o filho da puta que á pegou. Estava jorrando ódio pelo olhar. Minha pele estava fervendo. E eu estava louco para matar. Meu celular tocou, peguei-o e era o tal numero me ligando.

Agora que eu estou com sua querida garota, você não sabe o quanto isso me deixa satisfeito e o melhor é saber que ela espera um filho seu e uma pena por que essa criança não vai sobreviver pra contar historia. E não tem nem como rastrear o celular dela porque por acaso ele já foi quebrado em milhões de pedacinhos – uma voz masculina ecoou de modo desafiador.

– Eu posso não saber quem você é, e posso não saber o que você quer, mas eu quero que saiba que eu sou um pesadelo para pessoas como você, se não solta-la, eu vou caça-lo, vou encontra-lo e vou mata-lo. Lembra-se do que me falou? Concordo plenamente com você, eu serei capaz de virar um demônio em busca de vingança e só serei capaz de parar quando vir o sangue sujo derramado em minha mão, e esse sangue será o teu e como você mesmo disse, será ai onde o jogo começa. – Respondi com raiva e um silencio brotou do outro lado, mas ainda sim podia sentir a respiração do cara.


– Boa sorte para você, porque se eu te pegar... Eu te mato, sem dó nem piedade – falei desligando á ligação.

Taquei o celular longe com todo ódio que estava sentido, vi-o se quebrar em milhões de pedacinhos. Olhei em direção a praça e vi uns caras. Eles não me pareciam estranhos. Fui me aproximando mais e mais e reconhecia um deles. James.


– Fale ae, Styles – ele disse pegando um cigarro, acendendo e botando na boca.


– Então esse é o famoso Harry? – um dos caras perguntou, e James assentiu.


– Se junta ai – outro sugeriu.


Estava sem cabeça e acabei aceitando. Nunca tinha feito isso, mas sabe quando tudo começa á dar errado? E sua vida está uma merda? A pessoa que eu mais amo nesse mundo está correndo risco por minha culpa e eu não posso fazer nada por enquanto para impedir. Sei que com esses caras o caminho vai ser sujo, vou encontrar um pouco da felicidade que me falta para continuar lutando, e talvez tivesse outros caminhos, mas foi esse que eu escolhi... Drogas. Porque dá Lucy eu não desisto nunca. Eu faço tudo por ela.


Um dos caras abriu a mochila e tirou de lá um pacotinho e uma folha de seda, eu precisava daquilo, peguei e enrolei a maconha lá depois acendi, aquela sensação era única, desde que soube que a Lucy tinha sido sequestrada eu só queria morrer por saber que não pude protegê-la, isso me matava por dentro, mais agora a droga já estava fazendo efeito e isso me deixava mais leve, me fazia esquecer um pouco dos problemas.


– Como faço para achar uma pessoa? – perguntei.


– Aqui você não irá achar ninguém, nem se tentasse... A máfia daqui é muito fraca, mas se você quiser muito, eu posso te botar na máfia em Miami. – James disse.


– Tudo bem! Mas não quero receber ordens de ninguém.


– Essa pessoa deve ser muito especial para você se arriscar assim... Mas como sou seu amigo, consigo fazer você o dono dá máfia de lá. – ele disse.


– Não confio em ninguém lá, vou levar meus homens – falei e ele concordou.


– Preciso te dá uns conselhos – ele disse e eu ri ironicamente.


– Qual é styles, você é foda aqui, mas lá ninguém te conhece – ele disse e eu parei para prestar atenção nas orientações que ele ia me falar.


– Vou mostrar para eles do que você é capaz e eles vão te aceitar na hora, você só tem que mostrar que é mesmo muito bom... Você vai começar do nada, vai criar sua própria máfia, você vai comandar tudo e uma vez que se entra nisso nunca mais sai, vai ter que ter paciência e se mandar bem nisso, poderá ter tudo que quiser.


Notas finais
Desculpem a demora, é que ultimamente está tudo mt corrido...