Meu Meio Irmão

35 Não foi minha intenção


Notas iniciais
Eu queria agradecer MUITO a Luana Maysa pela recomendação, muito obrigada lindaaaaa!! E queria agradecer a TODOS os reviews, e peço que deixei reviews rápidos para eu postar rápido e poder acabar com a 1 temporada antes do dia 31 se der...

LUCY POV.


Um sorriso de felicidade brotou no meu rosto e era como se a metade de mim tivesse voltado. Ele estava tão lindo, tão saudável, tão puro. Como se eu tivesse vendo um anjo em mais de meus sonhos que tinha constantemente com ele. Aproximei-me dele e tentei o toca-lo, mas não senti nada. Pisquei meus olhos repentinas vezes e ele despareceu. Aquilo não tinha passado de apenas uma alucinação, uma coisa inventada da minha cabeça. Lagrimas caíram pelo meu rosto e eu já estava cansada daquilo tudo. Estava cansada de sofrer, de chorar. Eu iria ser diferente. Não iria ser mais a garota que indefesa que chora, eu vou ser vingativa e forte. Eu vou atrás da Camila até o fim do mundo se for preciso para fazê-la pagar pelo que fez. Ela vai sentir a minha dor na pele. Eu cansei de ser frágil.


– Lucy? – ouvi Harry me chamar.


– Estou indo – sequei as lagrimas com raiva e peguei algo para comer, apesar da minha fome ter sumido.


HARRY POV.


Acordei cedo e Lucy ainda estava dormindo. Não quis acorda-la então deixei um recado e sai com os meninos. Precisava encontrar os caras que queriam Henrique morto o mais rápido possível, antes que Henrique conseguisse me matar.


LUCY POV.


Harry não parou em casa um minuto sequer, ele saiu com os meninos e não voltou mais. Por um lado eu entendia que eles tinham que conquistar metade de Miami e fazer com que eles ficassem do nosso lado, mas eu sentia falta dele. Não gostava de ficar naquele galpão sozinha. Decidi ligar para Emily. Rodei meio mundo atrás do numero dela no celular, estava tão bêbada naquela noite que nem lembrava aonde tinha posto o numero.


– Emi? – perguntei quando finalmente achei o numero.

– Achei que nunca ia me ligar! – ela disse rindo.

– Quer fazer alguma coisa hoje?

– Claro! Vamos á praia, você precisa conhecer Miami – ela disse animada.

– Não sei se o Harry vai gostar disso...

– Ele não manda em você, vamos lu! – ela disse me convencendo.

– Tudo bem, você ganhou... Daqui a pouco agente se encontra lá.


Procurei um biquíni, quando finalmente achei, me vesti (http://www.polyvore.com/semtitulo20/set?id=66071840) e decidi ligar para Harry.


– Harry... Vou à praia com uma amiga, tem como você me levar até lá?

– O que Lucy? Não! Você é minha mulher, não quero você andando sozinha por ai.

– Eu não vou estar sozinha! Mas se você não quer me levar, tudo bem, eu me viro – desliguei o celular e o taquei longe.


Peguei minha bolsa e joguei tudo que precisaria ali. Fui para a garagem, e lá havia três carros, mas apenas um me chamou atenção. A lamborghini do Harry, ele tinha uma adoração por aquele carro. Quase nunca ele saia com ele porque tinha medo que acontecesse alguma coisa. Peguei a chave da lamborghini e liguei aquela maquina. Depois liguei o radio e botei em uma estação qualquer. Sai da garagem e abaixei o vidro, queria sentir o vento forte batendo em meus cabelos, aquilo me dava uma sensação de liberdade e talvez aquele seja o motivo pelo qual Harry idolatrava aquele carro.


Estacionei em um lugar qualquer na praia e fui andando pela areia até encontrar Emily.


– Lucy! – ela disse vindo na minha direção e me abraçando forte.


– Emi, quem são? – perguntei rindo quando notei que havia pelo menos mais umas seis pessoas junto com ela.


– São só uns amigos – ela riu.


Comprimente a todos e fui até a agua me molhar. Estava quente e minha pele já estava queimando no sol. Ri quando uma onda acertou Emi e ela quase caiu. Depois saímos da agua e notei que já estava escurecendo.


– Vou ter que ir embora – falei.


– Já? – Emi perguntou surpresa.


– É...


– Tudo bem então – ela disse me abraçando.


Retribui o abraço e sai procurando o carro. Quando finalmente o achei não acreditava no que estava vendo. O carro tinha um arranhão de uns 10 centímetros na lateral. Eu estava totalmente ferrada. Harry com certeza ia me matar. Eu sabia que ele amava aquele carro e foi um erro ter saído com ele. Eu tinha que fazer alguma coisa. Liguei para Justin.


– Justin?

– Fala ai problema – ele disse rindo.

– O Harry está em casa?

– Tá, e ele tá puto com você, qual é Lucy você conhece ele e sabe como ele é, pensou o que quando desligou o telefone na cara dele?

– Não estou com tempo para lição de moral agora, preciso da sua ajuda – disse rude.

– Ih... Qual foi dessa vez?

– Eu arranhei o carro do Harry, a lamborghini, foi sem querer... -Justin me interrompeu.

– Caralho Lucy!

– Escuta, quero que o distraia para eu conseguir deixar o carro ai sem ele ver, e quero que ache alguém para consertar isso.

–Qual tamanho do arranhão?

– uns 10 centímetros na lateral – disse e ouvi-o chiar baixo do outro lado da linha “puta que pariu”

– Tá, vou ligar para um amigo e vê se ele dá jeito, trás o carro para cá – Justin disse terminando a ligação.


HARRY POV.


Ouvi o barulho da garagem se abrindo e devia ser a Lucy. Fui caminhando até a garagem, enquanto Justin tentava me impedir com um papo estranho de que eu tinha que “esfriar a cabeça” primeiro. Estava pouco me fudendo para o que ele me dizia. Cheguei à garagem e não acreditei no que vi.


LUCY POV.


–Harry, eu posso te explicar! – gritei quando vi pegando a chave de um carro que havia lá e saindo com o mesmo.


–Não! Por favor! Não vai... – tentei impedi-lo, mas foi impossível.


Ele provavelmente iria fazer alguma coisa errada e a culpa de tudo aquilo era somente minha.


HARRY POV.


Estacionei em um lugar qualquer. Abri o compartimento do porta-luvas. Peguei uma trouxinha de pó e umas notas de dinheiro que tinha por ali. Montei a carreirinha em cima do painel e com a ajuda da nota puxei tudo pra dentro. Mas que merda eu estava fazendo? Enterrei a cabeça no volante e peguei uma garrafa de bebida que encontrei no banco de trás e acabei com ela em dois tempos.


Aquilo era ridículo, eu me sentia fraco. Fraco por todo o problema que tinha recorria às drogas e a bebida. Eu era ridículo. Não sabia nem como achar alguém em Miami. Achava que achar Camila seria a coisa mais fácil do mundo, mas todo dia eu procurava por ela e não tinha nenhum sinal. Hoje o dia não tinha sido nada fácil, todos os caras com quem falamos não deram uma resposta direta e talvez eu estivesse perdido. Decidi que já estava na hora de voltar para casa. A droga e a bebida já tinham começado a fazer efeito.


Notas finais
Gostaram???? Desculpem não responder os reviews, é que to sem tempo, mas eu li TODOS e vcs são umas lindas, e vou responder assim que eu tiver com o tempo!! bjs e até o proximo