Notas iniciais
Desculpem a demora, eu só quero agradecer ao review de todas, obrigada mesmo!! continuem comentando.. espero que gostem do capitulo, bjks amorecos.

HARRY POV.

Peguei o celular e li a mensagem “Foi incrível noite passada, você é mesmo tudo aquilo que diziam e muito mais, podemos marcar algo de novo. Que tal? Beijos Camila”.

Puta merda, ela tinha que me mandar isso logo agora que eu estava me acertando com a Lucy? Não tinha hora pior.

- Lucy, eu posso te explicar.

- Não Harry, não tem explicação, como pode ficar com ela e comigo na mesma noite? – ela se levantou do sofá e subiu para o quarto.

-Lucy, me escuta. – gritei indo atrás dela.

Bati na porta milhões de vezes, mas todas as tentativas foram em vão. Acabei dormindo ali sentado do lado da porta mesmo. Ouvi a porta abri e meus olhos de imediato se abriram.

- Lucy- segurei no braço dela, mas ela se livrou dele e saiu.

Fui para o meu quarto, troquei de roupa e lavei o rosto para acordar, não tinha dormido nada. Desci e ela já tinha tomado café, tomei o meu sozinho e aquilo me fez mal. Entramos no carro e o silencio ainda reinava, exceto pelas vezes que eu tentava puxar um assunto, mas era tudo em vão.

- Vai ficar sem falar comigo mesmo? – a olhei.

- Quando os nossos pais voltarem hoje, tudo vai ser como antes, vamos esquecer o que aconteceu.

O celular dela tocou e ela rodou a bolsa toda para atender, eu ri daquilo, ela sempre perdia o celular na bolsa de tanta coisa que ela levava lá.

LUCY POV.

- Alo? – disse quando finalmente achei o celular.

- Filha, deu um problema na viajem e vamos ter que ficar, mas tempo.

- O que? – perguntei incrédula.

- Isso mesmo, manda um beijo para o seu irmão e se cuida – ela disse finalizando a ligação.

Olhei para Harry e ele estava me olhando.

- Posso perguntar o que aconteceu?

- Eles vão ficar mas tempo lá – disse olhando pela janela, mas consegui ouvir uma risadinha dele.

HARRY POV.

Talvez isso fosse um sinal ou algo do destino, vai saber. Só sei que hoje eu vou fazer de tudo para que a Lucy volte a ficar comigo.

- Então quer dizer que vamos continuar naquela casa, sozinhos? – a olhei e ela soltou um sorriso.

Estacionei o carro e ela desceu para encontrar o Sebastian. Desci também e fui andando até a sala.

- Oi gatinho – fui parado pela Camila.

- Tchau – tentei ir, mas ela me impediu de novo.

- Não quer mais nada comigo é isso?

- Isso mesmo, agora eu tenho outra que vale mais que qualquer uma aqui – dei um sorriso ao pensar na Lucy.

- Tá me trocando? – ela começou a chorar.

- Foi só uma noite, me esquece garota – a olhei.

- Se eu descobri quem ela é, eu juro que eu mato – ela secou o choro.

- Você não encosta um dedo nela – sai andando e deixei-a lá.

Fiquei a aula toda pensando em um jeito de impressionar a Lucy, mas nada vinha na minha cabeça, até que me lembrei de algo.

Dessa vez não fiz ela me esperar na hora da saída, sai mais cedo e consegui chegar antes dela. A levei para casa e algumas vezes durante o caminho conseguia puxar algum assunto.

- Vou sair hoje – ela disse entrando em casa.

- Que horas volta? – joguei minha mochila no sofá como sempre.

- Umas 9, vou sair com o Sebastian – forcei um sorriso para ela, e ela subiu para quarto.

Fiquei no sofá á esperando sair, finalmente ela saiu. Estava nervoso, nunca tinha feito algo romântico para ninguém, não era meu estilo.

Empurrei o sofá para a cozinha e botei a mesa grande que tinha na cozinha na sala. Eu tinha certa força que ia além de mim.

Aos 14 anos eu ia entrar para trabalhar para o governo, estava em treinamento especial e quando fiz 16 anos já conseguia matar alguém com as minhas próprias mãos, meu pai sempre me deu apoio, mas eu percebi que não queria fazer isso e quando fiz 17 anos larguei, mas aos 17 já tinha adquirido todo conhecimento necessário, então o governo queria me manter lá só que meu pai conseguiu enrolar eles falando que eu não usaria minhas habilidades para nada.

Acendi umas velas pela casa, fiz uma comida que tinha visto num programa de TV, arrumei a mesa e melhorei a decoração. Subi para o meu quarto, tomei um banho e botei um terno que eu tinha usado há um tempo num casamento, nem lembrava que eu o tinha. Desci e já era quase 9 horas. Ouvi o barulho do carro á deixando no portão, apaguei as luzes e tomei minha posição em frente à mesa onde estava o jantar.

LUCY POV.

Sebastian estacionou em frente a minha casa.

-Obrigada, foi legal hoje- dei um beijo no rosto dele e desci do carro.

-Boa noite chata — Ele disse saindo com o carro e eu dei língua para ele.

Abri a porta e estava tudo apagado, acendi a luz e meu coração foi a mil.

-Harry- disse me aproximando dele e aquilo foi à única coisa que eu consegui dizer.

-Me desculpa eu fui um idiota, fui não... Eu sou um idiota.

— Eu não sei não Harry — olhei para o chão e senti ele se aproximar de mim

-Foi a maior burrice que eu já fiz você não sabe o quanto eu me arrependo – Ele passou a mão em meu cabelo.

-Harry... -ele me interrompeu.

— Não fala nada, só janta comigo... não faz desfeito, eu que fiz a comida — ele deu um sorriso.

— Tá bom — o olhei e ele puxou a cadeira para eu sentar.

Sentei e ele se sentou ao meu lado e me serviu a comida, enquanto isso o silencio reinava, não sabia o que fazer, nem o que falar e ele parecia que estava com medo de levar outro fora.

-Foi você mesmo quem fez? — disse quebrando o silencio.

— Eu tentei, ficou bom? — ele me olhou esperando a resposta.

-Razoável — dei uma risada e voltei a comer.

— O seu encontro foi bom?


-Não foi um encontro — cruzei as pernas debaixo da mesa.

-Ata- ele sorriu — Sabia que eu nunca fiz isso para ninguém? Você é a primeira. — Senti minhas bochechas ficarem vermelha.

-Espero que a ultima também — ele riu.

Acabamos o jantar e ficamos conversando no sofá, por um minuto ficou um silencio, até que ele falou algo que eu nunca esperaria ouvir dele:

-Eu consigo ouvir as batidas do seu coração e sabe? Eu conseguiria ouvir esse som para sempre.


-Essa foi à coisa mais fofa que você já me disse — me enchei em seus braços.

-Eu tenho meus momentos — Ele sorriu e ficamos nos olhando, até que nossos olhares permaneceram fixos um no outro e nossos lábios se encontraram em um beijo violento, para recuperar o folego ele começou a dar pequenas mordidas suaves em minha boca me deixando louca, nesse momento ele me tocava com carinho. Deitamos juntos no sofá aconchegando nossos corpos em uma perfeita sincronia eu ficando por baixo e ele por cima eu gostava daquela sensação de ficar sem controle nenhum sobre mim mesma. Suas mãos foram rápidas e tiraram o meu sutiã e cuidadosamente ele acaricio meus seios. Afundei minhas unhas nas costas dele e percebi que ele só estava de cueca e o volume que o membro dele fazia já era visível, estava tão perdida que nem vi a hora que ele tirou o meu short, entrelacei meus dedos no cabelo dele e sem me controlar sussurrava o nome dele enquanto aquelas sensações tomavam conta de mim, ele desceu a mão arrancando minha calcinha e começou a me estimular, sentia o meu corpo se arrepiar em pequenos choques de energia. Troquei de posição e sem tirar o meu foco do olhar dele fui descendo até sua cueca... Tirei o membro dele para fora e fazia movimento de vai e vem devagar e ele gemia baixo, amentei a velocidade e os gemidos também aumentaram.

- Harry isso é errado – disse o olhando.

- Fala não se você quiser que eu pare.

HARRY POV.

O corpo dela era lindo. A inocência que ela tinha era visível, quando toquei nela já sabia que ela era virgem, não sei se devia tirar a inocência dela, ela era minha irmã, mas ela me deixou louco e isso já não era mais uma coisa que eu podia controlar.

Comecei a roçar o meu pau na coxa dela e fui subindo lentamente e senti seu corpo ficar mole. Penetrei um dedo a fazendo dar um impulso para cima, depois ela foi se aliviando, quando percebi que ela estava bem mais relaxada, abri as pernas dela e posicionando meu pau na entradinha da buceta dela penetrei-a bem devagar fazendo a gritar quando sentiu meu membro dentro dela, comecei um vai e vem ritmado e devagar, mas depois aumentei o ritmo, nossos corpos se mexiam ritmados. Ela rolou na cama ficando por cima de mim, sentou no meu pau e começou a cavalgar de forma extraordinária, comecei a me movimentar ao mesmo tempo, chupando seus seios e seu pescoço, começamos a nos sentir um no outro, tinha encaixado tudo perfeito tínhamos um equilíbrio. Ela me apertou forte ficando um pouco tremula quando chegou ao seu ápice, depois de segundos senti meu gozo sair a fazendo cair ao meu lado na cama com a respiração ainda muito forte.

Tudo isso só aumentou a minha vontade sobre ela, estou fissurado com o jeito que essa menina sabe me dar prazer... Não tenho palavras pra explicar o quanto fico louco quando ela me olha dentro dos olhos com aquele olhar, o sorriso dela não se compara a nada do que eu já tenha visto na vida, ela não se compara a nada que eu já tenha visto. Pode explodir o mundo lá fora, mas enquanto ela transar comigo dessa maneira não vai ter importância nenhuma.

LUCY POV.

Caímos deitados no sofá, deitei minha cabeça em seu peito e fazia carinho em sua pele.

- Harry... O que vamos fazer agora? Quer dizer, com os nossos pais? – o olhei.

- Não to conseguindo pensar em nada agora, mas dizem que tudo que é proibido é mais gostoso – ele deu um sorriso malicioso- Vamos dar um jeito Lucy – ele juntou as mãos nas minhas e acabamos dormindo ali mesmo.

Acordamos com o sol invadindo a sala, olhei no relógio e já estávamos atrasados.

Me vesti rápido (http://www.polyvore.com/semtitulo9/set?.locale=pt-br&id=54687942) e ele fez a mesma coisa. Chegamos à escola e ficamos mais um tempo dentro do carro.

-Harry, eu não sei não, somos irmãos — ele riu.

-Irmãos não fazem o que agente fez, e uma hora ou outra eles vão ter que saber, são nossos amigos, eles não vão contar para os nossos pais ou algo do tipo, confia em mim — ele desceu do carro e abriu a porta pra mim, ele esticou a mão e eu a segurei, seguimos o caminho de mãos dadas e eu apertava sua mão forte.

-Tá todo mundo olhando — disse e ele olhou para as pessoas. Ele realmente não estava nem ai para o que eles estavam pensando.

-Relaxa Lucy, isso pode ser errado mas eu vou para o inferno mesmo — ele sorriu e entramos na escola.

-Vou para minha aula- o olhei e ele juntou nossos lábios.

Fui andando e ele foi para a sala dele. O que agente tá fazendo? Isso é loucura.

HARRY POV.

-Então é ela?- Camila entrou no meu caminho.

— Pois é — dei um sorriso.

-Sua I-R-M-Ã.

— meia irmã. — continuei a andar e ela ficou lá parada.

CAMILA POV.

Estou fissurada por ele, estou obcecada, é como se eu precisasse dele para viver é quase que uma obrigação, meu corpo pede mais e mais, aquela noite é a única lembrança que eu tenho de nós dois, e vê-lo com outra faz com que meu corpo se queime em chamas, eu precisava fazer alguma coisa, custasse o que custasse. Eu iria acabar com aquela relação, nem que fosse a ultima coisa que eu fizesse.

Notas finais
O que será que camila pode fazer? ai ai...