Notas iniciais
Olá amores, mais um cap. para vcs!!!
Boa leitura!!!

1 mês depois

Jacob parava sua picape a frente de casa, estava cheio de serviço, mas não abria mão de almoçar com Clair todos os dias. Queria ter ido buscá-la na escola, mas se atrasou e acabou pedindo para Maria.

Entrou em casa já procurando pelo barulho de sempre, afinal uma casa com uma criança de 4 anos nunca era silenciosa, principalmente se essa criança fosse hiperativa e travessa como sua Clair. Porém o que encontrou foi justamente o oposto do esperado, a casa estava escura e silenciosa. Olhou o relógio no pulso e ele marcava 13:00 horas, a essa hora Clair já devia ter chegado da escola, enrugou a testa. Onde teriam ido ela e Maria?

Tirou o celular do bolso e rapidamente discou o número de Maria, enquanto o telefone chamava e ela não atendia forçava sua mente a lembrar se ela tinha lhe avisado que ao pegar Clair na escola iriam a algum lugar, mas nada.

O telefone disparou e Maria não o atendeu, bufou irritado. Tentou mais uma vez e o telefone voltou a cair na caixa postal, não deixou recado. Foi até a cozinha, poderia ter algum bilhete lá, mas não encontrou nada. Por fim subiu as escadas e foi ate seu quarto, estava suado, precisava de um banho urgente, se não as visse chegar assim que saísse do banho voltaria a ligar.

Jacob demorou 20 minutos no banho, trocou de roupa e desceu as escadas a procura das duas, mas a casa continuava com aquele silêncio incômodo. Voltou a discar o número de Maria no celular, novamente ela não o atendeu.

- Onde diabos essas duas se meteram? – Se perguntou irritado. Inquieto, resolveu ir até a escola, talvez Clair tivesse alguma atividade demorada ou até mesmo poderia estar de castigo e Maria estaria lá esperando.

Em menos de 10 minutos Jacob parava sua picape a frente da escola, quase não existia movimento, apenas via o zelador varrendo a frente da escola e logo mais a frente o porteiro.

- Boa tarde, sabe me informar se minha filha Clair ainda encontra-se ai dentro? – Perguntou ao porteiro, que enrugou a testa antes de respondê-lo.

- Boa tarde! Não tem mais nenhuma criança na escola, todos já foram. A sua menina saiu a uns 40 minutos com a senhora que vem buscá-la quase todos os dias – Declarou o porteiro intrigado – Algum problema? – Perguntou.

- Já era pra elas terem chegado em casa. Por acaso não lembra se a escola tem algum evento extra classe essa tarde? – Jacob voltou a perguntar.

- Não, não, a feira de ciências será apenas no mês que vem – Declarou.

- Obrigado então... – Jacob agradeceu rapidamente e voltou a andar ate a picape. Se perguntava onde as duas estariam metidas? Maria não iria sair com Clair sem sua permissão, estava começando a se preocupar.

Jacob voltou pra casa pensando que talvez elas pudessem ter voltado enquanto tinha ido à escola, mas a casa continuava vazia. Voltou a pegar seu telefone e ligou para Raquel, contudo sua irmã informou não ter visto nenhuma das duas, estava de saída para a associação, tinha uma reunião, por isso seguia mais cedo. Não queria deixar Raquel preocupada, sendo assim desligou dando uma desculpa qualquer.

Já preocupado e inquieto Jacob até cogitou a possibilidade de ligar ou passar na casa de Bella, mas logo descartou a hipótese, Maria não a levaria até lá sem o seu consentimento, principalmente sabendo o motivo que levou Bella a deixar aquela casa.

As horas começaram a passar e nenhum sinal nem de Clair nem de Maria, Jacob já tinha ligado uma dezena de vezes para o celular da jovem senhora e todas as vezes a ligação caia na caixa postal. Estava beirando o desespero e decidiu que se elas não chegassem em casa em alguns minutos iria até a delegacia declarar as duas como desaparecidas.

A tarde já estava indo embora, os raros raios de sol já não existiam, Jacob então entrou na picape para seguir até a delegacia de Forks, mas antes de chegar a dar partida no carro avistou uma figura conhecida se aproximar da casa, era Maria. Ele não tinha palavras para expressar o alívio que sentiu naquele momento, mas a sensação passou tão rápido quanto veio, ela estava sozinha, onde estaria Clair?

Maria caminhava mancando em direção a casa de Jacob. Era facilmente notado seu estado deplorável, além de suas roupas estarem amassadas e sujas, sua testa sangrava e um filete de sangue lhe escorria pela bochecha.

Jacob correu em direção a mulher que entrou em desespero ao vê-lo, o mesmo que ele sentiu ao ver o estado que ela se encontrava. Nervoso, aflito, nem pensou em suas feridas, a segurou pelos braços a procura de respostas.

- Onde esta Clair? – Perguntou em desespero. Se Maria estava naquele estado como estaria a sua menina? Maria começou a chorar, entre lágrimas balbuciou palavras soltas e sem sentido.

- Maria, não estou entendendo nada. Preciso saber se Clair esta bem – Ele pediu nervosamente.

- Eu não sei – Ela falou entre lágrimas.

- Como não sabe? Ela saiu da escola com você – Ele declarou alterado, sua voz rouca soou indignada.

Vendo o estado de nervos da mulher Jacob entendeu que não adiantava nada gritar com ela, a levou para casa, lhe deu um copo de água com açúcar e pediu que ela se acalmasse e contasse tudo o que havia acontecido.

Maria segurava o copo com as mãos tremulas, ainda não podia acreditar no que havia acontecido. Tomou mais um longo gole antes de começar a falar.

- Peguei Clair na escola como todos os dias, a turma dela largou uns minutos mais tarde, estavam concluindo um trabalho, quando saímos a maioria das crianças já tinham ido. Viemos andando pelo caminho de sempre, Clair tagarelando o tempo inteiro e parando para colher flores a beira da estrada – Maria contava entre lágrimas, o que deixava Jacob ainda mais aflito – De repente ouvi o som de passos, mas antes que visse quem se aproximava senti uma pancada forte na cabeça, depois disso não lembro de mais nada – Contou chorando, Jacob se desesperou! – Acordei no meio da floresta, procurei por Clair mais ela não estava por perto, então vim o mais rápido que pude. Eu sinto muito Jacob! – Ela concluiu aos soluços.

- Vamos a delegacia!!! – Ele declarou a levando até o carro. Enquanto dirigia a mais de 100 km por hora rezava silenciosamente para que sua princesinha estivesse bem. E jurou, mataria quem quer que fosse o infeliz que encostasse um dedo nela.

No caminho ele ligou para Paul e Raquel contando o acontecido, todos estavam aflitos com o rapto da menina e se prontificaram a fazer o possível para encontrá-la.

Na delegacia Jacob prestou queixa do sequestro, Maria contou mais uma vez tudo que havia acontecido ate o momento que recebeu a pancada em sua cabeça. De lá foi encaminhada para o hospital de Forks para receber os devidos cuidados, Jacob voltou para a reserva. A polícia faria a sua parte procurando por Clair, mas ele não ficaria parado de braços cruzados a espera de notícias, ia procurá-la por conta própria e não descansaria enquanto não tivesse sua menina novamente na segurança de seus braços.

Não contou a polícia sobre o episódio com Bella, não queria nem podia explicar a condição de Clair para o delegado, que era conhecido dos Cullens. Mas se ela tivesse por trás daquela atrocidade ele saberia de uma forma ou de outra. Dirigiu como um louco em direção a vila dos pescadores. Assim que chegou no local correu em direção a casa de cerca branca que conhecia muito bem.

Bella estava sentada nos degraus a frente da casa, o céu estava escuro, mas ela admirava uma única estrela solitária que via. Tomou um susto ao ver a figura de Jacob parada a sua frente.

- Onde esta Clair? – Ele perguntou com a voz grave, estridente, a assustando.

- Como? – Bella perguntou enrugando a testa.

- Clair? Onde ela está? – Voltou a perguntar dando um passo em direção a Bella. Seus olhos negros estavam aflitos, raivosos e fizeram Bella estremecer.

- Por acaso enlouqueceu? Ela deve estar na sua casa, onde ela vive. Não a vi desde aquele dia na praia, a aproximadamente um mês atrás. Por que esta me perguntando isso? E porque me olha assim? – Bella perguntou ficando de pé, subitamente nervosa, seu estômago se contorcia, não estava tendo bons pressentimentos.

- Tem certeza disso? Por acaso não foi você quem a levou de Maria essa tarde, e deixou a pobre mulher com um grave ferimento na cabeça? — Ele perguntou vendo os olhos de Bella se arregalarem em choque.

- Não, de forma alguma!!! Bem se vê que você não me conhece Jacob! Nunca seria capaz de fazer algo para ferir ou machucar outra pessoa. Preferia morrer do que causar qualquer dano a Clair – Jurou deixando as primeiras lágrimas caírem. Jacob a olhava atentamente – Pode não acreditar em mim, mas seria incapaz de tamanha atrocidade, não fui eu que tentei envenená-la e nunca a levaria de você, muito pelo contrário, até aceitei o casamento para resguardá-la – Bella chorava em desespero, quem estaria com sua menina? Será que teriam lhe feito mal?

- Não minta pra mim Bella – Ele ordenou, mas sua voz rouca, grave, logo mudou de tom – Por favor, se esta com ela me diga de uma vez – Agora ele suplicava, pedia, seus olhos negros estavam vermelhos com lágrimas iminentes. Bella teve o ímpeto de abraçá-lo, via o quanto ele estava arrasado com o sumiço de Clair, mas não fez, deixou seus braços insistentemente repousarem ao lado do corpo.

- Juro por tudo que é mais sagrado, pela memória dos meus pais, não fui eu Jacob! Nunca faria isso com você, com ela, com as pessoas que eu amo – Bella falou olhando profundamente nos olhos dele. Jacob via a verdade contida nas palavras e no olhar do anjo, mas não podia ter 100% de certeza que ela falava a verdade. Talvez ela fosse uma atriz digna de Oscar. Não podia confiar nela, mesmo que seu coração gritasse por isso.

- Temos que ir a polícia – Bella falou enxugando algumas lágrimas que lhe dificultavam a vista. Precisava pensar com coerência, o quanto antes achassem Clair melhor.

- Já foi notificado, todos estão procurando por ela – Jacob respondeu no automático. Estava subitamente cansado, tudo que queria era ter sua menina sã e salva novamente em seus braços.

- Também vou procurá-la, quero ajudar nas buscas – Bella estava decidida, Jacob torceu os lábios num sorriso irônico.

- Não, você fica aqui. É noite, já tenho muito com o que me preocupar, não quero ter que procurar por mais uma desaparecida – Ele disse virando as costas.

- Jacob? – Bella chamou antes que ele se afastasse, ele virou o rosto na direção dela – Por favor, me dê noticias! – Implorou, ele assentiu silenciosamente e se foi.

Jacob caminhou pela areia da praia sentindo que seu mundo havia ruído, sem Bella e sem Clair se sentia doente, uma sensação terrível se apoderava dele a cada minuto que não recebia notícias da sua pequena. A conversa com Bella foi tensa, mas ele saiu da pequena casinha acreditando que ela falava a verdade. Era inocente, acreditava nela, só esperava não se decepcionar.

Entrou na picape e coçou os olhos cansadamente, desde aquela tarde não havia parado, sentia suas forças serem exauridas do corpo, mas não ia desistir enquanto não encontrasse sua filha. Resolveu dirigir pelas muitas estradas que davam acesso as praias, aos penhascos, a floresta, talvez pudesse encontrar alguma pista que o levasse até ela.

No caminho cruzou com um carro de polícia, também estavam procurando por Clair. Atendeu uma ligação de Raquel, informando que Paul também estava procurando pela floresta juntos com alguns amigos, Embry e Becca também estavam a caminho, naquele momento toda ajuda era bem vinda.

Bella ficou na porta de sua casa, seu coração comprimido dentro do peito, aflito, temeroso pelo que poderia ter acontecido a sua menina. Queria ajudar de qualquer maneira, mas o que faria? Era fraca, e Jacob havia pedido para que ficasse em casa. Suspirou voltando a sentar nos degraus, silenciosamente fez um pedido fervoroso a Deus para que ele protegesse Clair, guiasse os caminhos de Jacob e dos policiais para que ela fosse logo encontrada, sem danos, sem máculas.

A noite se fez presente ainda mais fria, escura, e a única estrela que antes iluminava o céu havia se apagado. Nenhum som era ouvido além do quebrar das ondas nos arrecifes, a noite estava mortalmente silenciosa. Bella deu um pulo ao ouvir o som estridente do celular, correu para dentro da casa e alcançou o aparelho sobre a mesa de centro. Ao checar o número percebeu que não era nenhum conhecido, mesmo assim atendeu rapidamente.

- Alô! – Respondeu urgente.

- Isabella – Soou a voz do outro lado da linha. Era estranha, abafada, não se parecia com a de ninguém que conhecesse.

- Sim. – Respondeu à espera que a pessoa se identificasse.

- Escute bem o que vou falar, não pretendo repetir. Estou com a menina, se quiser vê-la novamente é melhor seguir todas as instruções e exigências – Disse a voz abafada, Bella arfou, suas pernas ficaram bambas e ela caiu sentada no sofá.

- Clair... – Sussurrou sentindo seu coração parar de bater.

- Sim, se quiser vê-la novamente vai seguir tudo que eu disser – A voz ameaçou e Bella sentiu seu estômago se contrair.

- Por favor, não a machuque! Faço tudo que quiser – Garantiu já sentindo uma grossa lágrima deslizar por seu rosto.

- É bom fazer mesmo caso contrário nunca mais verá a menina. Pegue caneta é papel, vou passar algumas coordenadas, é melhor não esquecê-las – Avisou o sequestrador.

Bella correu até o quarto, abriu a gaveta do criado mudo, pegou um bloco de notas e uma caneta.

- Pode falar, estarei anotando – Disse satisfeita por sua voz sair firme.

- Vai me encontrar as 11:00 da manhã no quilômetro 5 da rodovia que liga Forks as praias do litoral sul, vai me trazer a quantia de 1 milhão de dólares, o que é uma bagatela para uma viúva podre de rica como você. Vai deixar seu carro no posto de gasolina abandonado e andar cerca de 500 metros pela floresta, até encontrar uma pequena clareira. Estarei lá a sua espera. É muito simples, trocaremos o dinheiro pela menina.

- Por favor, permita que Clair volte pra casa imediatamente, prometo lhe dar todo o dinheiro que quiser – Bella tentou barganhar, mas a voz do outro lado da linha soou irritada.

- Pensa que sou idiota? A menina será libertada assim que você trouxer o dinheiro. É melhor não avisar a ninguém desse nosso acordo. Não queremos a polícia metida nisso, muito menos que a menina se machuque. E nem pense em avisar a fera, virá sozinha! Se por um momento desconfiar que descumpriu nosso trato essa pequena criança irritante vai pagar um preço alto, me entendeu?

- Sim, não vou dizer nada a ninguém, irei sozinha, amanhã estarei lá com o dinheiro – Bella jurou, faria qualquer coisa para salvar Clair.

- Boa menina – A voz sussurrou satisfeita desligando o telefone imediatamente.

Ao desligar o telefone Bella se desesperou, ingênua não sabia se teria essa quantia em sua conta, mal mexia no dinheiro que Emmett depositava todo mês, possuía também o valor extra que vinha pedindo a Emmett e que depositava numa conta que havia aberto em nome de Clair.

Tinha medo, receio do que poderia acontecer com ela quando se encontrasse com o crápula que havia sequestrado uma criança inocente por dinheiro, mas não ia deixar seus medos se interporem a segurança de Clair, se fosse preciso daria sua própria vida pela dela.

Bella passou toda a noite em claro, pensando em como seria a manhã seguinte, em como Clair estaria na posse desse estranho. Além de preocupar-se com a menina também pensava em Jacob, viu o quanto ele estava desolado.

Assim que o dia amanheceu Bella tomou um banho rápido, vestiu jeans e camiseta, calçou as sapatilhas mais confortáveis que possuía, passou uma bolsa de viagem pelas costas, seria útil para abrigar o dinheiro e saiu a caminho do banco. Vagou pela cidade até que a agência abrisse, e se surpreendeu ao perceber que tinha em sua conta pessoal uma quantia muito superior ao pedido, nem ela mesmo sabia o dinheiro que possuía. O gerente se espantou pelo saque repentino de um valor tão alto, mas mesmo nervosa Bella inventou uma boa história. Iria usar o dinheiro para comprar uma mansão na praia, o negócio era muito bom, tinham muitos interessados na casa, não podia perdê-la, por isso a pressa e o dono queria o dinheiro em espécie. Após uma dezena de perguntas o gerente acabou liberando a quantia e ela respirou mais aliviada.

Bella pediu que colocassem todo o dinheiro na mochila, a colocou de volta nas costas e saiu do banco um pouco incomoda pelo peso. Entrou em seu carro e rumou para o local indicado. Iria trazer Clair de volta para Jacob a qualquer custo, jurou a si mesma.

Notas finais
N/Cléa: Olá amores!
As coisas não estão sendo fáceis para Jacob, Clair e Bella. Agora mais essa, a menina foi sequestrada, quem será o raptor? A pessoa vinha espreitando a menina por todo esse tempo? Será que coincide com a pessoa que tentou envenena-la? Totalmente desesperado Jacob ate cogitou a hipótese de Bella ter armado tudo, contudo ao se deparar com ela percebeu que falava a verdade, era inocente.
Agora a tensão esta no ar, afinal Bella irá sozinha ao encontro da pessoa que detem Clair em seu domínio. Como será esse encontro? O anjo, mesmo com toda sua fragilidade vai conseguir libertar a menina das garras do sequestrador? E Jacob, será que ela consegue resgatar Clair antes mesmo de Bella ou da policia? Como será o desfecho disso tudo? Muitas perguntas e todas serão respondidas no prox. cap.
Comentem bastante, indiquem, me estimulem a postar o cap. o quanto antes, totalmente adepta a incentivos =)
Bjs e muito obrigado pelo apoio de sempre!!!
(***)
N/Aloenne: Olá meninas!
Nossa, capítulo tenso esse!
Pobre Jacob, como se não bastasse o fato de estar longe do "anjo" agora sente a dor de não ter Clair ao seu lado sã e salva. E quem será q foi o responsável por tal atrocidade com a criança?
Entendo a desconfiança de Jacob para com Bella, até pq os acontecimentos não estão a favor dela, mas q bom q ele pode entender q ela não teve nada a ver com o sumiço de Clair.
E será q esse sequestro terá um bom desfecho? Vamos torcer pra q tudo dê certo né?
Mais uma vez mto obrigada a todas q leem e q comentam! Cléa merece.
Bjs e logo tem mais