Notas iniciais
Meus anjos, Não estou postando todos os dias, porque voltei para o trabalho. Mas vou postar pelo menos 3 vezes na semana, podem ficar tranquilos meus amores. E Espero que estejam gostando d História Bjus

Charlie chegou triste em casa, sua mãe notou que ele veio calado o caminho todo. Ela não perguntou nada pois a morte de Kevin era recente e ela imaginou que fosse isso que o deixava deprimido. Ele mal comeu seu almoço e foi para seu quarto, ele se deitou na cama e ficou olhando para o teto, imaginando o que fazer agora que Nick foi embora. Essa semana ele estaria em casa pois teriam reuniões com professores na escola e eles ficariam a semana toda de folga. Charlie se virava na cama até que pegou o celular que estava na mesinha ao lado da cama e procurou o número de Mary

– Alô – a menina disse no telefone

– Mary você pode me levar a um lugar hoje? – Perguntou Charlie

– Claro Char mas onde?

–Venha aqui que eu te falo – Ele disse desligando o celular.

Charlie foi até a cozinha onde sua mãe estava e se sentou perto dela para pedir permissão de sair com Mary, sua mãe negou várias vezes, mas ao ver a cara triste de seu filho acabou aceitando, um pouco preocupada mas tranqüila por saber que ele sairia com Mary. Não era uma garota cem por cento responsável Mas ela tomaria conta de Charlie isso a senhora Haskel tinha certeza, por isso ficou tranqüila.

Ele foi se arrumar, logo Mary bateu na porta. Ela e Katerina estavam ali, claro Katerina pegou o carro de sua mãe para poder sair, ela era a única ali que sabia pilotar um carro.

– Juízo – Gritou a senhora Haskel da porta quando todos estavam dentro do carro

Katerina buzinou para confirmar.

Eles saíram. Charlie explicou o caminho para Katerina, ele estava no banco de trás. Mary estava do lado da amiga que estava concentrada dirigindo.

– Então você vai atrás dele? – Perguntou Mary

– Sim, eu não deveria ter deixado ele ir embora – Respondeu Charlie de cabeça baixa

– Então vamos rumo a sua felicidade – Gritou Katerina olhando fixamente para frente

Mary ligou o rádio, estava tocando uma música muito divertida, todos começamos a cantar. A estrada estava muito tranqüila.

Depois de um tempo dirigindo Katerina notou que a gasolina do carro estava acabando, ela sabia que teríamos que parar para abastecer. Mas ainda estávamos longe de um posto, isso preocupou um pouco, mas não desanimamos continuamos na estrada. Katerina viu ao longe uma placa indicando um posto de beira de estrada a alguns minutos dali.

– Bom, vamos ao posto, precisamos abastecer – Murmurou Katerina

– Certo eu preciso mesmo ir para o banheiro – Mary falou coçando a cabeça

– Somos dois – Concordou Charlie

Katerina continuou com o carro, e logo avistaram um posto realmente. Era um posto totalmente abandonado, mas parecia que ainda estava funcionando. O lugar era sinistro parecia aqueles postos de gasolina de filmes de terror. Era tudo sujo e velho enferrujado, mas Katerina não tinha opção, ou parava pra abastecer ou ficava na estrada. Ela parou o carro perto da bomba de gasolina e desceu do carro, na varanda do posto havia um velho senhor com um chapéu de palha todo desfiado sentado em uma velha cadeira.

– Olá, eu quero abastecer meu carro – Perguntava Katerina se aproximando do velho senhor devagar, um pouco assustada

– Eu não trabalho aqui moça – Respondeu o senhor de cabeça baixa

– Ai e agora quem é que trabalha aqui – Ela Resmungou

– Eu – Respondeu um homem alto, era um belo rapaz loiro de um sorriso brilhante, seus olhos eram verdes e ele tinha uma pele bem clara, não dava pra ver muito bem pois estava um pouco suja de graxa, assim como suas mãos e suas roupas.

– Me desculpa, eu não tinha te visto – Falou Katerina com a mão no peito, ela se assustou

– Tudo bem, venha eu vou colocar gasolina pra você – Disse o rapaz andando em direção ao carro da moça.

Ao chegar, o rapaz olhou no carro e balançou a cabeça. Katerina ficou olhando para sua reação.

– o que foi? – Ela perguntou

– Seu carro está vazando óleo, mesmo se colocar gasolina seu carro vai ficar na estrada – Respondeu o rapaz

– Droga, e agora

– Eu posso concertar, mas isso vai levar mais ou menos umas 3 horas – Disse o rapaz com o sorriso no rosto ainda

– Não dá, não, vai escurecer e eu preciso levar Charlie de volta – Resmungava Katerina

– Bom, você pode ir, mas vai escurecer e essa estrada é perigosa a noite, ainda mais para vocês que são adolescentes – O rapaz insistiu

Katerina se apoiou no vidro do carro e começou a contar aos amigos o que estava se passando. Charlie ficou desapontado por não poder encontrar Nick, mas também não queria arriscar ficar no meio da estrada a noite, ele já tinha passado por muita coisa e não estava querendo passar por outra.

Mary não se importou muito, ela adorava aventuras, mas se preocupou com a mãe de Charlie. Mas ao menos o celular funcionava ali, e ele ligaria pra avisar que estava tudo bem e que não voltariam hoje pra casa. Foi o que ele fez, ligou para casa e avisou que o carro precisava ser concertado e que não sairiam a noite pela estrada. Sua mãe até achou melhor eles não saírem durante a noite, ela preferia que eles esperassem o dia seguinte, Charlie disse que dormiriam no carro lá no posto e que ficaria tudo bem, depois desligou o celular.

– No carro? Não precisam dormir no carro – Disse o rapaz se aproximando deles

– E onde a gente vai dormir? – Perguntou Mary

– Minha casa fica aqui atrás do posto, é uma casa simples, Mas vocês podem passar a noite ali – Respondeu o rapaz sorrindo

– Não sei não — disse Charlie um pouco desconfiado.

– Olha eu sei que vocês podem estar desconfiados, com receio, mas juro que não sou nenhum assassino, pra falar a verdade eu não mato nem animais, sou um amante dos bichinhos – Respondeu o rapaz rindo de si mesmo

– Olha está bem, temos de aceitar mesmo, porque mesmo que você fosse um assassino ainda estaríamos com o carro quebrado – Respondeu Katerina

– Bom então onde é sua casa, preciso ir no banheiro urgente – Disse Mary aflita

O Rapaz ensinou o caminho e os amigos foram para a casinha. Era realmente uma casa bem simples, eles entraram e viram que apesar de simples era grande, haviam dois quartos no final do corredor, onde ele falou que eles poderiam dormir pois eram quartos vagos. Eles deixaram as suas coisas lá. Mary e Charlie correram para o banheiro.

Enquanto o rapaz concertava o carro, eles ficaram jogando baralho em cima de uma mesa próxima ao velho senhor que ainda estava ali, mastigando um palito de cabeça baixa. O sol não demorou muito para se por, eles entraram para dentro de casa, o velho senhor entrou no posto e apagou as luzes. Depois que o rapaz acabou de concertar o carro ele entrou em sua casa e eles estavam todos na sala sentados no pequeno sofá.

– É vi que hoje vou ter que me sentar no chão – Sorriu o rapaz

– Quem é aquele velho senhor? – Perguntou Mary

– O Senhor sely? – Disse o rapaz, pegando uma garrafinha de água – eu o conheci quando ele veio pedir comida aqui, ele disse que não tinha pra onde ir, e eu deixei ele viver ali no posto, ele poderia trabalhar como segurança e em troca eu dava comida e um abrigo a ele

– Você é uma boa pessoa – Disse Katerina

– Obrigado ele respondeu

– Mas e sua família? – Perguntou Charlie curioso

– Bom, minha família mora em outra cidade, eles me deixaram tomando conta daqui, e eu bom estou até hoje.

Eles passaram tempo conversando, O rapaz riu com as histórias de Mary e de Katerina, Charlie notou que o rapaz estava se divertindo. Depois ele se levantou e foi até seu quarto.

– Bom, se precisarem de mim é só me chamar, meu nome é Joe – falou o rapaz sorrindo

Os outros se levantaram e foram para o quarto, Katerina e Mary deitaram mais tranqüila depois das conversas com Joe, elas dormiram logo. Charlie não conseguia dormir, ficava pensando em Nick e resolveu se levantar e ir conversar um pouco mais com Joe para passar o tempo. Ele notou que o rapaz ainda estava acordado pois o luz do quarto estava acesa.

Charlie entrou no quarto de Joe, o rapaz havia acabado de sair do banho, ele estava se secando com a toalha completamente nu. Ele talvez se esqueceu de fechar a porta, não era costume pois vivia sozinho. Charlie ficou ali escondido, espiando o rapaz. Agora sem graxa pelo corpo, Charlie notou que era um lindo rapaz, bem musculoso, seu peito até brilhava na luz, mostrando sua barriga tanquinho e as coxas enormes bem malhadas. Charlie se sentiu atraído, não era normal o que ele estava sentindo, mas ele não podia controlar.

Quando o rapaz viu Charlie ali escondido espiando, foi até o garoto e o puxou para o quarto. Joe segurou a mão de Charlie e começou a passar em seu peito alisando.

– Não posso fazer isso – Charlie sussurrou e tentou sair do quarto

– Você pode, você quer, — Disse o rapaz abraçando Charlie sussurrando no ouvido dele.

Charlie respirou fundo, depois virou para o rapaz outra vez e o beijou, intensamente. O Rapaz logo o jogou na cama. Charlie ficou nu na frente do rapaz, que alisava seu corpo e admirava sua beleza. Entre beijos e carícias, os dois se entregaram a um romance proibido. Eles passaram muito tempo ali, até que adormeceram abraçados como se fossem um casal que vive a muitos anos juntos.