Notas iniciais
E aí gente! Tenho uma boa notícia: MINHA INTERNET VOLTOU! Yeeeeeah! O que significa que eu vou postar dia sim e dia não. Se for todo dia, meu estoque de capítulos prontos acaba, daí eu não tenho tempo pra escrever e fica um mês sem atualizar. Tipo isso. Eu me enganei, eu disse capítulo passado que esse iria ter mais ação, mas é só no 8. Esse capítulo é só melação. ;-; Desculpe quem queria mais ação. Vai ter em breve, eu prometo. Obrigado a todos que comentaram. Espero que gostem! Ps: Leiam as notas finais.

Capítulo 6 – Eu prometo.

Olhei para a água a minha volta e percebi que não estava me molhando. Desejei me molhar e aconteceu. Como eu sabia? Já haviam acontecido coisas parecidas muitas vezes comigo. Agora finalmente achei uma explicação plausível.

Fechei os olhos e me senti renovado. Nem videogames me faziam me sentir tão bem quanto à água.

–A água sempre me ajuda a relaxar – digo ainda de olhos fechados.

–Você é com certeza filho de Poseidon, tenho 90% de certeza. E que tal para comprovar que eu estou certa, vamos fazer uma aposta? – Abri um olho.

–Que tipo de aposta?

–Que tal quem fica mais tempo debaixo d’água?

–Aceito. E o que vencedor ganha?

–Que tal um beijo?

–Acho válido. No três? 1, 2, 3!

E submergimos. O que eu não havia contado a Reyna: Meu melhor tempo em baixo d’água era de dezenove minutos. Essa competição ia ser “GG easy”, o que numa linguagem mais acessível, seria muito fácil.

Comecei a contar os segundos. Para uma simples semideusa ela tinha bastante fôlego. Já estava beirando os 40 segundos e ela não subia.

Finalmente depois de uns 10 segundos ela emergiu. Subi de volta também.

–Parece que eu ganhei – sorri – mas para uma filha de Belona teu fôlego é bom!

–Obrigada, eu acho – respondeu ofegante – Bom, eu acho que – ela colocou as mãos em volta de meu pescoço e continuou – o vencedor – foi falando cada vez mais se aproximando de meu rosto – merece o seu prêmio agora.

Coloquei minhas mãos em sua cintura.

Foi um beijo calmo, ambos conhecendo e explorando a boca do outro. Quando o maldito ar acabou nos separamos.

Reyna ainda com suas mãos em volta do meu pescoço deitou sua cabeça em meu peito nu. Após alguns minutos de silêncio ela pergunta:

– No que está pensando?

– Em como eu estaria assustado com todo esse lance de semideus se você não estivesse aqui. — Pude sentir seu sorriso através do meu peito.

– É mesmo? Normalmente sou eu que assusto as pessoas... – ela olhou nos meus olhos e sussurrou – Obrigada.

–Por?

– Porque mesmo eu te conhecendo a muito pouco tempo, eu sinto que você me faz feliz, nunca senti isso por mais ninguém, nem mesmo Jason ou Percy... Obrigada, por tudo. Mesmo você tendo que partir daqui alguns dias – disse Reyna, sendo está última parte sussurrada.

–Não vou partir, — segurei em seu queixo, fazendo-a não desviar seu olhar – bem, talvez eu possa não te ver por algumas semanas, até a minha vida voltar ao normal. Se é que tem como voltar ao normal. Enfim, eu vou vir te visitar sempre que possível. Eu prometo.

Ela se apertou mais a mim. Retribui igualmente o gesto, apertando cada vez mais a sua cintura. Faltava só conseguirmos atravessar nossos corpos, de tanto que o abraço estava sendo apertado. Eu sabia o porquê desse aperto todo. Eu passava segurança para Reyna.

Prometi que iria visitá-la sempre que possível. Provavelmente nenhuma outra pessoa prometeu isso à Reyna. Quase ninguém liga para ela. Essa solidão a fez ser durona, por isso a maioria tem medo dela.

Eu estava decidido a mudar esse jeito durona de Reyna, mostrar a todos que ela não é só uma pessoa fria e dura. Ela tem seu lado meigo e sentimental. Estava disposto a fazer Reyna mostrar isso a todos.

Notas finais
Eu sei. Eu não levo jeito pra escrever romance. Mas foi isso o que saiu e eu até que gostei. Quero comentários sobre o que estão achando da história. Vai me ajudar a melhorar muito. Só pra avisar que amanhã e sexta terá capítulo pra compensar os dias que ficou sem, okay? Okay. Até amanhã então! Pra encher o saco: @Minhonzinhoo (twitter)