Meu Grande Amor -LiTor.
11 Capítulo 11- Parece Mais Não É.
Notas iniciais
Agradeço imensamente a todos que comentaram, e dedico esse capitulo a todas vocês.
Desculpem mesmo pela demoro meus amores!
Boa Leitura!
"Pensa! O pensamento tem poder.
Mas não adianta só pensar.
Você também tem que dizer!
Diz! Porque as palavras têm poder.
Mas não adianta só dizer.
Você também tem que fazer!
Faz! Porque você só vai saber se o final vai ser feliz depois que tudo acontecer."
Pov: Vitor On.
Eu sentia que esse ano seria demais. Irritar a Lia era uma das coisas mais legais que eu fazia. Eu pelo menos, conseguia que ela falasse comigo, já que não gostava muito disso.
Depois de todo o sermão sobre a bagunça que fizemos no primeiro dia de aula, e da Lia ficar vermelha de raiva por já ter arrumado problemas, seguimos com as aulas.
Já na hora do recreio, a Fatinha ficou esperando a Lia na porta, com o Gil, enquanto ela guardava algumas coisas. Eu já tinha até uma surpresinha para mais tarde.
-E ai Liazinha? Beleza? -perguntei me aproximando dela.
-Poderia estar melhor, mais infelizmente não estou. -respondeu ela sem nem me olhar.
-O que eu fiz pra você em? Não fiz nada. -falei.
-Não fez nada? -perguntou ela ironicamente. -Você nasceu Vitor. Vocês nasceu. Foi isso que você fez. Nasceu. Nasceu pra estragar com a minha vida toda. -disse ela desta vez me olhando nos olhos.
-A Lia, pensa bem, vai? -disse rindo.
-Vitor, eu não vou voltar com você. Se é isso que você quer me dizer, eu já te respondo antes. Quando você briga comigo, diz umas coisas desnecessarias, e eu não sei que parte do que você me diz é verdade. -disse ela. -Como é que eu vou saber se todos os ''eu te amo'' que você me diz são de verdade. Cara, eu sei muito bem que você e a Ju não estavam tão sérios, e eu não quero ficar vivendo contos de fadas. Quero alguma coisa livre. Por favor, será que pode me deixar em paz agora? -perguntou ela se levantando da cadeira.
-Vamos ver por quanto tempo você vai conseguir manter com a sua promessa Lia. Vamos ver. Aposto que não é por muito tempo. -disse a provocando.
-Diz isso por quê não conhece Lia Martins. -disse Fatinha, entrando na sala.
-Deu pra escutar conversa agora Fatinha? -perguntei a olhando.
-Não. Mais com a Lia eu dei sim. Acho que você não é muito certo pra ela, e ela é minha melhor amiga. Normal que eu queira o bem dela. E se você não intendeu, ela quer que você fique longe dela. -disse Fatinha me surpreendendo.
-Tá contra mim? -perguntei.
-Não. Só quero que respeite o pedido da Lia, e você não está fazendo isso anjo. -respondeu.
-Mais...
-Fatinha, chega de perder tempo com o Vitor. Ele é pior que parede. Agora vamos que eu não quero mais problemas para mim. -disse Lia puxando Fatinha pela mão, e saindo da sala.
-Lia, se prepara, por quê a sua promessa, vai ao fim mais tarde. -falei enquanto ela ainda estava na porta.
-Me polpe das suas falas sem compromisso. -disse Lia indo para o intervalo, irritada.
-Olha Vitor, eu vou te dar só um aviso, ok? Se você machucar a Lia de novo, como fez das outras vezes que esteve com ela, eu juro que eu quebro a sua cara. E sem nem pensar se tem amizade ou não tá? -alertou Gil.
-Fica tranquilo Gil, e não precisa dar uma de ''mamãe''! -disse passando por ele e saindo.
Tranquilamente, eu posso falar uma coisa? Tenho certeza que o Gil não teria que ficar se preocupando, se a Lia parasse de ser chata.
-Vitor, posso falar com você? -perguntou Ju se aproximando de mim.
-Ju? Claro que pode. Fala ai. -respondi.
-Então... É que eu vi o clima que está rolando entre você e a Lia e queria pedir desculpas pela confusão que eu causei hoje mais cedo. Acho que eu estou exagerando, e demorando um pouco pra intender que você não quer mais nada comigo. -disse Ju.
What? A Ju estava me pedindo desculpas? É isso mesmo? Ela estava realmente falando que estava errada ao causar aquela confusão toda?
-Ju... Por mim tudo bem... Não rola nada entre mim e a Lia... Não mais. Eu gosto muito dela, mais não rola mais nada. -falei. -Poderiamos voltar a ser como antes, ou não?
-Vitor, eu não vou aturar ser como antes, por quê eu não vou aguentar papinho de amigo apaixonado. -falou ela.
-Não digo em razão de amizade. -disse.
-Cala a boca Vitor. Eu sei que você gosta da Lia. E outra, eu não quero que você me use pra esquecer dela, por quê você sabe que gosta dela. -falou.
-Você tem razão Ju... Eu gosto da Lia. Pena que ela não quer nada comigo. -falei, querendo que ela me ajudasse com a Lia.
-Hum... É, tá bem na cara mesmo né? Eu só não ofereço minha ajuda, por quê não vai adiantar e... Olha, eu vou ser sincera com você. Eu queria mudar o disco, mais isso não está dando certo intendeu? Tá difícil intender que eu fui trocada. -disse Ju me olhando fixo.
-É... Não deve ser fácil. Mais o seu gostinho de vingança está no ar. E você não liga mais né? -perguntei. -Agora tem o Dinho...
-O Dinho vai embora e tudo vai voltar. Eu não vou te prometer que vou parar de azucrinar a Lia, por quê eu tenho que... Sei lá... Pensar. -respondeu. -Bom... Eu já pedi desculpas... Com licença. -disse ela saindo.
Pelo menos ela foi bem convincênte. É claro que ela não estava arrependida, e com essa ceninha, do jeito que a Lia é, vai acabar tomando um tapa na cara. No começo ela caia. Mais com certeza agora, ela esta SEM paciência. E isso é bom pra quem? Pra mim, é claro.
Pov: Lia On.
Cara, como o Vitor consegue ser tão chato??? Eu odeio aquele garoto. Se um dia eu amei, ou sei lá, foi coisa que ficou pra trás.
O problema é que ele não parava de me olhar. Nas aulas ele me olhava, e agora, eu não podia dar um passo que ele continuava me observando. Vi ele conversando com a Ju, e eu juro que tive vontade de ir lá... Mais o que é que eu estou falando?
-Lia... Lia! -disse Fatinha estralando os dedos em frente a minha cara.
-Oi Fatinha, algum problema? -perguntei.
-Todos. Você está super longe do colégio, e isso está passando dos limites não está não? -perguntou. -Se eu fosse você, corria atrás do anjo, e tirava a ''paty '' do pé dele, de uma vez por todas.
-Fatinha, para! -repreendi. -Eu não tenho nada com o Vitor, e você sabe muito bem disso. Se ele quiser ficar com a ''paty'', o problema é dele, não meu. E outra, eu não quero nunca mais, falar com ele.
-Lia, quantos Vitor Machado igual a esse que você gosta, você acha que existe? Um. Só um. E você vai acabar perdendo o cara da sua vida. -disse Fatinha.
-Fatinha, para com esse papinho de psicologo, por quê você não é assim. E outra, eu tenho problemas demais, pra ter que te aguentar. Pra mim isso não dá certo. -falei.
E não dá mesmo. A Fatinha esta com essa histórias agora. Muito diferente. Mais tranquilo... Vocês ainda não viram a Fatinha em ação. E ela está entrando em ação, com certeza.
-Lia, será que eu posso falar com você? -perguntou Vitor, indo até mim, sem que eu nem percebesse.
-Poderia sim, pena que não estou com um pingo de vontade falar com pessoas sem noção, e sem palavra também, assim como você. -falei debochadamente.
-Lia, para de ser infântil. Você não quer nada comigo e eu já intendi. Não precisa ficar jogando essas coisas na minha cara agora. Será que podemos ter uma conversa exclaressedora de uma vez por todas? -perguntou.
-Desde que não repita tudo que eu já sei. E admita que é um idiota. -disse.
-Para. -pediu. -Eu vou falar com você, e vamos exclarecer coisas que não ficaram exclaressidas em um fim de namoro com pressa.
-Vai terminar o que não começou? -perguntei o surpreendendo.
-Talvez. -disse ele sorrindo.
-Pois pode transformar seu talvez em NUNCA. -falei rindo.
-Pode parar de me tratar mal por favor? -perguntou.
-Não estou te tratando mal. Só quero que sinta o que eu sentia quando você falava assim comigo. -falei.
-Falo com você mais tarde. -falou ele saindo.
A Fatinha nem o Gil me impediram de me proibir a nada. Nem hoje, nem nunca. Na verdade, nem tiveram tempo por quê o sinal bateu e eu entrei antes dele na sala de aula.
Eu queria conversar logo com o Vitor, pra ele parar de uma vez também, de me provocar. Já deu o que tinha que dar, não deu não?
Pov: Fatinha On.
Eu não estou contra o Vitor... Mais acabei escutando uma conversa super estranha dele, ao telefone, com alguém que eu não sei.
A partir daquele dia, decidi que não queria a Lia com ele. Ele é meu amigo, e eu não vou confronta-lo, mais a Lia NÃO VAI andar com ele enquanto eu não descobrir o que está rolando.
E se depender de mim, ela volta com o Dinho. Isso mesmo, e eu ainda dou o maior apoio. Era uma grande fã deles dois. Apesar de achar Lia e Vitor lindos...
Mais já chega né? Quero o bem da minha melhor amiga, e não vou escolher o mais bonito, ou o mais divertido. Vou escolher... Na verdade, vou ajudar, e aconselhar, com aquele que eu achar mais correto. E no momento, com certeza não era o Vitor.
-Fatinha, está acontecendo alguma coisa com você? -perguntou a Paty, que acabava de chegar. -Você está no mundo da lua.
-Qual é o seu problema em? -perguntei. -Me deixa em paz.
-Pelo menos presta a atenção na aula, por quê a professora tá vindo ai. E eu te digo, não arruma confusão no primeiro dia. -aconselhou.
-Juliana Menezes, eu não preciso que você me diga o que é bom pra mim e o que não é. -disse me levantando.
-Fatinha, senta... -disse Vitor, que estava ao meu lado.
E assim, as aulas se passaram. O Pilha, que era primo do Vitor, me mandando bilhetes, que não eram respondidos, e eu via muito bem, a Paty, conversando com o Vitor nas horas vagas.
Será mesmo que ele tem valor pela vida?
Pov: Ju On.
Passei o restante das aulas conversando com o Vitor. Mesmo sendo meu ex, ele era muito fofo! Não que estivesse tudo lindo, por quê eu saquei na hora o que ele queria quando falou comigo mais cedo.
Porém, o que está acontecendo é quase um Parece Mas Não É. O Dinho pediu para que eu agisse normalmente, por quê com o tempo passava, mais isso apenas com ele. Comigo não. Comigo ninguém tem a mesma liberdade.
Depois de todas as mais intediantes aulas, o sinal bateu, e todos sairam correndo. Menos a Lia, que parecia cada vez mais intediada com o colégio. As vezes o que eu mais queria era falar com ela, mais ao mesmo tempo sei lá...
Chega Juliana! A Lia é uma chata que não dá valor pra nada. Sai do colégio e corri ao ver o Dinho me esperando no portão.
-Ju! Demorou em? -disse ele me abraçando.
-Fiquei... Observando... -disse.
-Pois então... Eu estava pensando... Mais tarde eu vou passar na casa da Lia, pra falar com ela, você quer ir? -perguntou.
Não. Eu não acredito que ele está me perguntando isso. Quantas vezes eu vou ter que dizer que eu não quero me desculpar com a Lia?
-Desculpa Dinho... Eu sinto muito... Mais... Quer saber, você sabe muito bem que eu não vou. Você sabe que eu não quero que seja assim intendeu? Eu não quero pedir desculpas, e não quero que peçam desculpas para mim. -falei.
-Ju, pelo menos vamos tentar, por mim. -pediu.
-Olha Dinho, me pedi outra coisa. Mais por favor, se você quer falar com a Lia, tenta sozinho. Mais não conte comigo. -disse saindo.
Não. Eu não era orgulhosa, mais também não queria que as coisas funcionassem assim. Será que eu fui dura demais com ele? Quer saber, vou parar de me preocupar. Ele sabe o que se passa no meu mundo, mais não intende.
Pov: Lia On.
Decidi que ficaria durante a tarde, estudando no colégio. O Mathias permitiu que eu ficasse na biblioteca. Claro que a minha BFF e o meu maninho amado não estavam nem ai pra isso, e foram embora voando assim que bateu o sinal.
Marcela daria aulas a tarde, e não me esperaria para ir embora, já que provavelmente, dava pra ver que eu não estava nem um pouco concentrada no que eu iria fazer.
Na saida, vi a Ju conversando com o Dinho. Pra mim era bom, apesar da minha grande vontade de falar com ele. O que mais me incomodou foi o Vitor conversando com a Paty, como diz a Fatinha. -já até me acostumei a chamar ela assim.
Estava lendo algumas coisas, que eu achei muito interessante, por sinal. Até que eu estava concentrada. ESTAVA. Eu disse muito certo. Estava concentrada até sentir alguém me abraçar por trás. Colocando uma das mãos nos meus olhos.
-Adivinha quem é? -disse o Vitor.
Como eu sabia que era o Vitor? Simples resposta. Ele era INCONFUNDIVELMENTE INCONFUNDIVEL. Eu nunca esqueceria aquele perfume que ele usava, e... CHEGA!
-Vitor, tira as suas patinhas de mim. -disse saindo de perto dele.
-Poxa Lia! Precisava? -perguntou.
-Já disse que você não encosta mais em mim. -falei dura. -Mais vem cá... O que você está fazendo aqui? -perguntei.
-Achou que ia fugir de mim né... Pois não vai não. Eu falei com a Marcela e ela disse que você iria estudar. E como você disse que queria falar comigo, eu vim atrás de você. Serve? -respondeu.
-Eu mato a Marcela. -disse me virando.
Porém, quando eu menos esperava, o idiota do Vitor, pegou uma caixinha de glitter e jogou inteirinha em cima de mim. Idiota.
-Agora você está brilhando. -disse ele em tom divertido.
-Mais do que eu já brilho? -perguntei entrando na brincadeira.
É claro que aquilo não era sério. Estava apenas brincando, pra depois sair correndo dali.
-Quer ficar mais colorida ainda? -perguntou ele jogando mais uma caixinha.
-CARA, VOCÊ ENLOUQUECEU? OLHA A BAGUNÇA QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI! EU QUERIA ESTUDAR, E VOCÊ VEM JOGANDO AS COISAS? -perguntei.
-Só joguei um pouco de glitter meu amor. -disse ele sorrindo.
E do nada entramos numa brincadeira no minimo divertida. Ele se defendia dos tapas que levava com os livros, e estava uma bagunça. O chão todo com glitter colorido, assim como eu, e ele, que estavamos praticamente em uma guerra colorida. O pior foi quando ele colocou cola no meu cabelo. Ai eu perdi a paciência de uma vez por todas. Joguei suco na roupa dele, que ficou praticamente transparente. Fizemos guerra de papel, de tinta, e no final, estavamos paressendo um jardim em pessoa. Pra fazer ideia, eu estava toda suja. Meu cabelo tinha cola, pó de giz, tudo que se possa imaginar. O Vitor estava com a camiseta praticamente transparente. E o chão pior que nós.
-Cara, olha essa bagunça. -disse me deitando no chão.
-Foi divertido. -disse ele também se deitando.
-Foi divertido por que você ainda consegue se mecher. -falei divertida.
-Tá ruim aqui também. Você jogou suco em mim. -disse ele.
-Cara, eu estou brilhando! -disse olhando para mim mesma.
-Você fica linda de qualquer jeito. -disse ele me olhando nos olhos.
Pra falar bem a verdade, eu estava encantada com aquele olhar. De novo. Era incrivel. Eu olhava para seus labios, e eles para os meus. Estavamos perigosamente perto, quando escutamos um barulho, e nos separamos rapidamente.
-Que barulho foi esse? -perguntei assustada.
-Poxa Lia, sei lá, vou lá dar uma olhada. -falou ele se levantando.
-Vitor, você não pode sair assim daqui. Temos que arrumar tudo isso. -falei também me levantando.
-LIA. -ele gritou. -OLHA A HORA QUE JÁ É. ISSO AQUI JÁ FECHOU FAZ TEMPO. -disse ele olhando para o relógio.
-Vitor, pelo amor de deus, não diz isso. -disse começando a ficar nervosa.
-Eu vou dar uma olhada. Calma ai. -disse ele abrindo a porta e saindo.
Isso não poderia estar acontecendo. Tudo estava tão bom...
Eu estava realmente desesperada. E tudo isso não demorou a piorar...
-Lia, eu tentei todas as portas e janelas. Nada aberto. -disse Vitor entrando desesperado.
-Isso quer dizer que...
-Isso, que estamos presos aqui dentro. -disse ele.
-Para de brincadeira cara. -disse sem paciência.
-Lia, Lia... Parece que vai ter que me aturar por um tempinho... -disse ele se aproximando de mim.
-Mais nem nunca. -disse me afastando.
Droga... Parecia que tudo estava contra mim, e a favor do Vitor. A primeira coisa que me aconteceu, pra começar a piorar, foi a luz que caiu.
Tudo ficou completamente escuro. E isso não era o pior. Eu morria de medo de escuro. Desde de pequena. Do nada comecei a gritar, até que o Vitor me segurou.
-Lia, o que foi? -perguntou Vitor calmamente.
-Vitor... Eu tenho... Eu tenho medo disso. -disse nervosa, fechando os olhos.
-Calma ai, você tem medo de escuro? -perguntou ele rindo.
-Tenho. Na verdade é trauma, pânico, sei lá... Quando eu era pequena, tinha uns seis anos de idade... Morava aqui no Rio, fiquei presa em casa, num dia sem energia. Eu fique com muito medo, e desde aquele dia, eu tenho esse pânico de escuro. Eu fico com falta de ar, sei lá... -disse me sentando na cadeira.
-Cara, como eu ia imaginar isso? Meu amor, todo mundo tem alguma coisa que não gosta... Eu não, é claro. -disse ele, me fazendo rir.
-Você é de pedra. Não tem medo de nada. -disse rindo.
Eu não via ele, mais ele me segurava pela mão. Só sei que sentado ao meu lado ele estava.
-Lia... Sabia que eu te amo? -perguntou ele me abraçando.
-Sabia. Mais gosto de escutar. -falei, o abraçando também.
De uma certa forma, eu retribui o abraço. Era incrivel o modo como ele me passava paz. Mais me passava...
-Pois saiba que eu te amo de verdade, e queria demais... Que você me aceitasse de volta. -falou ele se aproximando de mim.
E depois disso, eu acho que dormi... Não sei o que aconteceu. Mais eu dormi... Antes só pensava no que iria acontecer amanhã de manhã...
''É Vitor... Parece que perdi de você... De novo...''
Notas finais
Comentem em minhas queridas!
Não perdão o capitulo de amanhã!
Comentem, recomendem, favoritem, enfim... Não me abandonem.
Desculpas novamente pela demora!
Amo muito vocês!
Até amanhã!
BeiJUs!
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