Meu Gêmeo Favorito (Versão 1.0)
38 Gemialidades
Notas iniciais
Capítulo 38 – Gemialidades
Pov. Percy
– EU VOU MATAR VOCÊ JACKSON! – Gritou Annie.
– Qual deles? – perguntou Duncan
– OS DOIS!
– Eita! – exclamei
– Então você começa com o Percy enquanto eu corro pra bem longe daqui – meu irmão disse.
– Não senhor. – falou Malena – Eu ajudo, a Annie mata o Percy e eu mato você, que tal? Olha que maravilha!
– Olha... – comecei – A gente só fez isso pra ajudar na batalha.
– Porque vamos precisar. – concordou Nico
– Eu acho que pela primeira vez eu concordo com alguma coisa que você diz, Cabeça de Alga – disse Annabeth
– Essa aí me ama mesmo. – sussurrei para Duncan
~//~
– Ainda bem que chegaram! – exclamou minha mãe assim que adentramos o apartamento – É bom começarem a se arrumarem, hoje vai ser a festa de lançamento do meu primeiro livro! Estejam lindos.
– Eu nem sabia que a senhora estava escrevendo um livro mãe – falei indignado.
– Era surpresa mesmo. É sobre a vida de dois gêmeos. Pois é... – suspirou ela – Eu pretendia te contar hoje sobre o seu irmão, mas parece que as coisas deram uma pequena mudada. E a propósito, Duncan querido, Paul quer te conhecer e tem um quarto sobrando aqui, ele é seu.
– Quem é Paul? – perguntou Duncan
– Meu padrasto. Nosso na verdade – respondi – Vem.
Então Paul conheceu Duncan, e eles pareceram se dar bem. Isso é bom. Muito bom. Mostrei o quarto ao Peixe dos Infernos e disse que poderia dar um toque Punk Doido para o ambiente quando quisesse, desde que ele não quebrasse o apartamento e nem explodisse nada.
O levei até o meu quarto e jogamos vídeo game por um bom tempo. Ouvi rumores, ou ouvi pela parede mesmo que as duas loirinhas estavam se arrumando já fazia horas. Quando faltava uma hora para sairmos e após Duncan ter me humilhado em todos os jogos começamos a nos arrumar.
Ei, pare de me zoar aí. É eu sei. Duncan é bom demais em todos os jogos. Eu não pude fazer nada, ok? Nada. Apenas perder piamente.
Quando saí do banho, meu irmão já estava arrumado. Eu acho, mas só acho que ele curte umas roupas escuras. Mas vou ficar só achando mesmo. Duncan vestia calças, terno e sapato pretos, uma camisa cinza escura juntamente com uma gravata azul escura. Pelo menos tinha azul. Curti.
– Se eu fosse gay eu arrancaria sua roupa agora. – falei assim que ele se virou
– Meu querido, – disse ele – qualquer um quer arrancar minhas roupas a qualquer momento.
– Deixa a Malena ficar sabendo disso.
– A propósito caro irmão, está muito bonito essa noite. – disse com uma voz calorosa de narrador de filme da Disney – De fato, se eu fosse gay eu te dava uns pegas. E não ouse roubar minha frase, Jackson.
– Droga – sussurrei.
Eu estava vestido com calças e terno preto risca-giz, sapatos pretos, uma camisa branca com detalhes azuis e uma gravata azul.
Assim, saímos juntos do quarto e assim que adentramos a sala meu queixo caiu, Duncan devia estar com a mesma reação, pois parou de andar. Eu acho que só faltava eu babar ali. Deixa essa parte enquanto eu durmo.
Tanto Annabeth quanto Malena estavam lindas pra caralho. Mas é claro que a minha Sabidinha ganha, porque né... Ela é minha.
– Caralho! – exclamamos eu e Duncan ao mesmo tempo – Vocês estão mais lindas que o normal!
Annabeth estava usando um vestido azul, se ela queria me provocar ela conseguiu. E Malena estava usando um vestido verde. Não entendo necas de vestido, então não vou especificá-los, apenas imaginem duas loiras gostosas da porra, eu sei que vocês conseguem, eu acredito.
– Que bom que estão prontos. – disse minha mãe chegando no recinto com um vestido vermelho de lacrar qualquer um.
– Vamos sair agora – disse Paul, que estava com um terno preto e camisa vermelha combinando com o vestido de minha mãe.
– Se você fosse uns anos mais nova, eu te pegaria Sally. – não preciso nem dizer quem falou isso, não é? Duncan Jackson!
– Ei! – protestaram Paul e Malena.
– É a verdade gente! – Meu irmão declarou e todos rimos.
~//~
Pov. Duncan
As meninas estavam fabulosamente lindas, tive que me controlar para não agarrar Malena ali mesmo. Pare de pensar com a cabeça de baixo, Duncan. E pare de olhar para as pernas dela, vão achar que você é tarado porra.
Descemos do carro e Paul deu as chaves para o manobrista que estava de prontidão por ali. Então adentramos o grande salão. E essa porra era grande mesmo. Havia aqueles lustres gigantes pendendo do teto, um segundo andar que parecia um negócio mais vip, muitas mesas espalhadas, um palco ao fundo e a parte que eu mais gostei: Um buffet gigante no centro, acompanhado de um barzinho mais ao lado.
Quando percebi, estávamos rodeados de pessoas. Todas elas cumprimentando e parabenizando Sally. Após várias rodadas de parabéns e apresentações “Esse é meu marido..., esses são meus filhos..., essas são minhas noras..., blá blá blá...”, coisas assim, pudemos finalmente nos sentar na mesa reservada especialmente para a família Jackson.
Olhei ao redor e vi que o lugar já estava um pouco cheio. Vi duas adolescentes olhando fixamente para mim. Encarei-as e sorri. Elas riram, ficaram coradas e começaram a ficar meio histéricas. Droga.
Eu não tenho nada contra fãs me encontrarem e tirarem fotos, pedir autógrafos, bater um papo e tal, porém a estrela da noite era Sally e não eu. Não gosto de criar confusão. Por isso, fiz um sinal de silêncio para as garotas e falei sem emitir som: Depois a gente conversa.
– Com quem está trocando sinais? – perguntou-me a loira mais linda desse mundo.
– Com duas fãs naquela mesa ali. – respondi-lhe dando um selinho em seguida
– Meninos, vou dar início à festa, okay? – pronunciou Sally – Fiquem aqui.
– Eu só quero saber quando eu vou poder atacar aquela comida toda. – falamos eu e Percy ao mesmo tempo.
– Gêmeos são fodas, ein – concluiu Paul rindo.
– Boa noite a todos! – disse Sally no microfone em cima do palco – Obrigada a todos pela presença. É muito importante ter vocês aqui. Queria fazer um agradecimento especial ao professor Blofis, que também é meu marido, sem ele nada disso aqui seria possível. Obrigada querido. Obrigada também aos meus filhos Percy e Duncan — essa é a parte em que a gente grita — e, as suas namoradas Annabeth e Malena, obrigada pelo apoio gente. Mas antes de o livro ser lançado oficialmente e eu chorar muito por essa conquista, vamos comer, porque saco vazio não para em pé. O jantar está oficialmente servido! – E com isso colocou o microfone num pedestal e voltou até a mesa.
– Finalmente né... – falei – Estou morrendo de fome.
– ATACAR! – Gritou Percy em direção ao grande buffet.
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
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