Notas iniciais
Hallo minhas lindas leitoras :D
Hoje, como todas nós sabemos é um dia muito mais que especial, nossos bebês completam 23 aninhos, eu fico boba pensando no quanto cresceram e se tornaram essas beldades que tanto amamos, mas enfim aqui fica o meu PARABÉNS a eles e é isso...
Mais um capítulo pra vocês, e espero que gostem... Boa leitura.
Happy Birthday Tom and Bill Kaulitz ♥

Eu ainda estava chocado com a possível novidade, minha cabeça não funcionava, um filho, Laura podia estar grávida de um filho meu. O que de certa maneira até me deixava feliz, se fosse qualquer outra garota eu não sei o que faria, talvez, ficaria furioso, mas Laura, por ser ela é diferente, cenas de como seria o bebê invadiam minha mente e até um sorriso bobo brotava em meus lábios. Antes de Bill começar a me interrogar sai da cozinha e fui rumo ao quarto de Laura. A porta estava aberta então entrei sem bater, ela estava encolhida na cama abraçada a um travesseiro, pensativa.

– Oi. — Disse e ela me olhou. – Ta tudo bem? Sentei-me.

– Você não acredita né? Eu não to grávida. Ela sentou-se na cama ficando de frente pra mim.

– Não sei, é confuso.

– Não pode ser verdade, Tom, não pode. Eu não posso estar grávida, eu não quero estar.

– É tão ruim assim estar grávida de um filho meu? Perguntei triste, do jeito que ela falava parecia à pior coisa do mundo.

– Não! Não é por isso. Tenta se por no meu lugar, não é um brinquedo é um filho Tom, eu não estou preparada pra ter um filho, pra ser mãe, não agora, eu só tenho 19 anos, não é hora pra isso... Ela estava desesperada.

– É uma situação semelhante a minha, eu também não estou preparado pra ser pai, na verdade eu nunca quis ter filhos, é tão complicado quanto para você.

– Eu não tenho como cuidar duma criança...

– Você não estará sozinha, todos estarão ao seu lado, eu estarei. — Segurei sua mão. – Eu sei o que deve estar pensando, eu nunca quis ter filhos, sempre fui um mulherengo, mas eu jamais te deixaria sozinha, e se você quiser a gente pode até casar...

– Casar? – Ela riu. – Fico maluco Tom, estamos em pleno século XXI ninguém mais se casa só por causa duma gravidez.

– Você não quer casar comigo, é isso?

– O que aconteceu com você? Ta com febre? – Ela colocou a mão em minha testa. – Você só pode estar doente, falando em casamento.

– Eu sei que é estranho, mas eu também posso querer me casar.

– E daí eu sou a escolhida? Ela arqueou a sobrancelha esquerda.

– Sinceramente? De todas as mulheres que eu já namorei, enfim tive alguma coisa, a única que eu casaria é você.

– Ta chega Tom esse papo ta me enjoando. Ela me olhou com cara de espanto e nós caímos na gargalhada.

*** 2 Semanas depois ***

[Laura]

– Kikaaaaa... Chamava por ela desesperada.

– Que foi Laura? Ela apareceu na porta.

– Minha corrente viu onde eu deixei?

– Por acaso é aquela ali no criado mudo?

– Ai como eu me esqueci que tinha posto ela ali.

– Tudo isso é só por causa desse jantar?

– Ai Kika não começa ta. Ai droga cadê meu outro sapato... Procurava por meu sapato desesperadamente.

– Ta ali ó. Ela ria e apontava para o lugar onde o sapato se encontrava.

– Eu não vejo a hora de chegar nesse restaurante, não tive tempo de comer nada durante o dia todo, estou morrendo de fome, meu estômago implora por comida. — Ri. – Como estou? Disse me olhando no espelho, analisando meu visual.

– Ta linda. Vem vamos Tom já está a sua espera.

Descemos e lá estava Tom, mais lindo do que nunca no pé da escada me esperando e, quando me viu um enorme sorriso tomou conta de seus lábios.

– Uau! Você está linda. Ele segurou minha mão e depois me girou.

– Obrigada. Sorri.

– Vamos? Ele perguntou-me.

– Sim. Ele foi rumo à porta, ainda segurando minha mão e, somente, quando chegamos à garagem ele a soltou.

Entramos no carro e seguimos em direção ao restaurante que Tom havia feito uma reserva para nós.

Na metade do caminho começou a cair uma forte chuva, com fortes trovões e relâmpagos, me fazendo estremecer de medo. E logo um estrondoso barulho fez com que Tom parasse o carro assustado.

– O que foi isso? Perguntei espantada.

– Acho que furou um pneu.

– O quê? Não! Você ta brincando né?

– Não. – Ele disse pegando o celular. – Vou ligar pro Bill vim buscar a gente. – Discou o número. – Ah, mas que droga...

– O que foi? Perguntei.

– A bateria acabou. Pelo menos temos o teu celular pra poder ligar.

– Não, nós não temos. Meu celular ficou em casa em cima da minha cama.

– Bom, então só nos resta esperar essa chuva passar. Suspirei. Do jeito que tava não passaria nunca.



[Tom]



O tempo parecia ter congelado cada minuto levava uma eternidade para passar, Laura estava quase dormindo ao meu lado e aquela chuva só aumentava.

– Ta com frio? A olhei toda encolhida no banco.

– Um pouco. Ela disse bocejando. Tirei meu casaco e lhe entreguei.

– Mas e você? Não está com frio?

– Não. – Respondi. – Pegue, precisa mais do que eu.

– Obrigada. Sorriu vestindo o casaco.

– Por que não passa para o banco de trás? Assim poderá dormir enquanto esperamos. Falei e ela tirou os sapatos e pulou, com um pouco de dificuldade, para o banco de trás.

A chuva ficou ainda mais forte, assim como os relâmpagos e trovões dando aquela noite uma digna cena de filme de terror. Laura estava inquieta no banco de trás, olhei pelo espelho retrovisor e a vi observando o tempo lá fora.

– Você tem medo de tempestades? Perguntei rindo da hipótese.

– Medo? Imagina, olha isso. – Ela apontava pra janela do carro. – É pânico, terror, do jeito que eu to sou capaz de parir. – Ela pôs a cabeça entre o banco do caroneiro e do motorista. – O filho que nem to esperando. – Voltou ao seu lugar. – Aqui nesse carro. Não me contive e tive que rir de Laura.

– Nossa é tanto medo assim? E o que você fazia quando tinha tempestades?

– Eu ia dormir com meu pai, mas agora eu não sei o que eu faço. — A cara de desespero de Laura era hilária, e logo me passou uma ideia pela cabeça, sem pensar duas vezes pulei pro banco de trás. — O que você ta fazendo? Ela perguntou.

– Bom você não tem seu pai, mas tem eu.

– Não cabemos nesse banco. Ela riu.

– É no comprimento você até cabe, mas eu não. Ri.

– Você é muito bobo. Ela disse deitando-se de frente para mim.

– Ta melhor assim? Falei enlaçando meu braço em sua cintura.

– Bem melhor. Laura aconchegou-se em meu peito e dormiu e, eu vendo aquela doce criatura dormindo serenamente acabei adormecendo também.


Notas finais
Então ? Reviews ?
Pra quem lê "Mente Esquecida": Gente eu não abandonei a fic nem nada ta? Eu só não irei postá-la por um tempo, talvez demore, talvez não, eu realmente estou sem criatividade nenhuma para a fic.
Pra quem lê "Senzafine": Bom a Senzafine eu estou postando conforme dá, uma semana sim, outra não, enfim conforme tenho tempo para escrever e essa fic aqui eu pretendo postá-la toda semana, mas caso não puder eu postarei assim que der, pelo menos até encerrar o trimestre na escola e meu trabalho ta me matando gente, mesmo sendo pouquíssimas horas, eu me estresso muito, mas enfim...
Ah eu também estou postando uma nova fic que se chama: "You'll Always Find Your Way Back To Me" se alguém quiser ler aqui está o link: http://fanfiction.com.br/historia/257674/You_Will_Always_Find_Your_Way_Back_To_Me
E até mais ;*