Meu Conto De Fadas Inverso?
14 Capítulo TREZE
Notas iniciais
Bom, aí está um rápido capítulo de Meu conto de fadas Inversos.
Espero que gostem!
Mal acordei e senti a forte dor de cabeça que me consumia por dentro
Isso acontece, geralmente, quando choro por muito tempo.
Mas esse foi um dos primeiro motivo de meu mal humor.
O segundo é que havia olheira em baixo dos meus olhos.
E a razão é por mim não ter descansado o bastante.
E quarto motivo, hoje é segunda- feira.
Isso mesmo, SEGUNDA FEIRA!
De acordo com o gráfico o índice de pessoas que não gostam desse dia, ou seja, o começo da semana, é muito.
Quando digo muito, quero dizer : BEM NUMEROSOS!
E eu, infelizmente faço parte desse grupo de pessoas.
E o último motivo é que estou naqueles dias.
Agora me pergunto mentalmente::
Será que tem como piorar?
............................................................................
Cheguei na escola e caminhei direto para o meu armário.
Não tinha paciência nenhuma para suportar as constantes duvidas amorosas de Caroline,Lição de moral de Elena e Exibicionismo e Convencimento de Damon.
Sim! Car, estava tendo duvidas de com quem ficar. Tyler ou Matt.
Caroline namorava Tyler, mas tinha saudades de seu primeiro amor, Matt.
Elena, andava preocupada com a segurança e bem-estar de todos, com isso, dava meio que “instruções” de como sobreviver ou não se meter em perigo.
Como se ela mesmo conseguisse, o que não é bem o caso.
E , Damon, o vampiro do Paraguai. Bom, sabemos bem como ele é.
Exibicionista como sempre, isso não é novidade para ninguém.
Se tivesse que dar um troféu de mais convencido para alguém, esse alguém seria ele.
Com toda certeza.
Não há duvida alguma.
...........................................................................
O sinal havia acabado de tocar.
Indicando que a aula de História tinha chegado ao fim.
Alaric, estava arrumando o material na sua pasta.
Os alunos saiam apressadamente da sala de aula.
............................................................................
Já com meu almoço na mão, procurava á vista uma mesa vazia.
Mas como suspeitava o refeitório se encontrava cheio.
O que não é sempre assim.
A maioria dos alunos da Robert E. Lee, nessa hora estão espalhados por toda escola.
Uns sentavam no jardim, conversando ou namorando.
Outros sentavam na mesa somente desfrutando de suas comidas e seu tempo livre.
................................................................................
Achei não muito longe uma mesa com um garoto sentado nela.
Estava me preparando para pedir licença, quando prestei atenção nele.
E não demorou para mim perceber que era Karl.
Sim, o vendedor da locadora.
Bonn: Karl?
Ele se virou e realmente estava certa.
Karl: Bonnie. Tudo bem?
Bonn: Tudo e você?
Karl: Também.
Bonn: Não sabia que você estudava. Quer dizer pensava que já havia terminado o ensino. E contudo menos que estudava na Robert E. Lee?
O que era totalmente verdade.
Karl: Tecnicamente era para mim já ter terminado, mas por problemas familiares não pude terminar. E também não sabia que também estudava aqui?
Bonn: Sempre estudei. Engraçado que nunca nos encontramos né?
Karl: É. Essa escola é muito grande mesmo.
E almoçamos entre conversas. Aproveitamos para nos conhecer mais.
...............................................................................
Já era de noite quando voltei para casa.
Direto da escola havia ido para a livraria comprar uns livros.
O que era para ser uma “passadinha rápida”, foi praticamente á tarde toda.
Perdi a noção do tempo em meio de tantos livros.
Estava quase entrando na minha casa, quando senti um puxão.
Bonn: Hey!
O puxão aconteceu tão de repente e rápido que não tive tempo de ver quem era.
XXX: Nos ignorou á manhã toda e ficou de papinho com um estranho. Que feio, Bonnie. Nunca disseram que não se deve conversar com estranhos.
Bonn: Para começo de conversa, Salvatore, não ignorei ninguém. Simplesmente não quis me sentar com vocês, hoje. Estranho pode ser para você, mas para mim não é. E se fiquei de “papinho” ou não, não é da sua conta.
Damon: Você tem razão, isso não é da minha conta. Mas isso é.
Enquanto sentia o seu forte braço em minha cintura e a sua língua numa envolvente dança junto da minha.
E por incrível que pareça, dessa vez, não sentia culpa nenhuma. Quer dizer, não me permitia sentir...
Não no momento.
........................................................................................
Notas finais
Espero que gostem!
Kiss, kiss
Fale com o autor