Notas iniciais
Descuppaaaa a demora, amores da minha vida, é que eu tava sem inspiração e eu estava com problemas emocionais...bom agora já estou melhhor, então decidi postarrr, boa leitura!
CAPITULO MUITO TRISTE E QUE EU ACHO QUE FARÁ VOCES CHORAREM

NICK NARRANDO

Aquele pesadelo, foi um dos piores que eu já tive. Miles ficou acordada a noite toda e eu me senti cupado por tudo. Tentei não dormir, o que estava dificil sentindo a maciez perfeita daqueles cabelos cacheados.

-Pequena, me faz um favorzinho? -Eu sussurrei em seu ouvido, com uma voz sexy.

-Fala, lindo. -Ela disse com uma cara de quem não entendeu nada, mas eu acho que ela entendeu algumas coisas.

-Promete que vai sempre ser minha, que sempre vai me amar, sempre vai estar aqui, sempre vou poder te beijar e tocar em voce e que voce nunca irá me deixar? Promete? -Eu disse, olhando-a nos olhos, ela sorriu docemente e me beijou, um beijo calmo, desesperado e apaixonado.

Prometo com todas as minhas forças. -Ela disse entre o beijo. Quebramos o beijo e ela sorriu sapeca.

-Por que desse sorriso sapeca no rosto? -Eu disse beijando seu pescoço.

-Nada, vou tomar um banho. -Ela disse um uma expressão de agonia e de dor.

-Que foi pequena? -Eu perguntei abraçando-a.

-Nick, estou com muita — Ela parou com um gemido e continuou com dificuldades -muita dor na cintura -Ea parou quando uma lágrima correu descendo de seu rosto — Nick, me ajuda, por favor me ajuda. -Ela disse apertando minha mão, peguei uma camisola e uma calcinha, vesti a Miles e me vesti rapidamente. Liguei o carro e a coloquei no banco de passageiros. Eram 4:52 da madrugada, haviam poucos carros naquela rua. Segui até o hospital e parei sem me preocupar com o preço do estacionamento, que por sinal era caro. Miles gritava de dor em meus braços, percebi sangue escorrendo em suas pernas, eu corria muito. Cheguei até a portaria do hospítal e os médicos de plantão me olharam assustados.

-O que aconteceu com ela? -Uma infermeira perguntou

-Nós estávamos dormindo, eu tive um pesadelo e ela acordou, começamos a conversar e ela reclamou de dores muito fortes na cintura. Ela está grávida, de mim. -Eu disse rapidamente prara a enfermeira e para a recepsionista, enquanto eu via levarem ela para a sala de emergencias.

-Qual a idade dela, meu jovem? -A recepsionista disse me encarando com uma expressão assustada

-17 anos. -Ela perguntou me cortando

-Voce tem quantos anos? Voce é o que dela? Quem é o pai da criança? -Eu me assustei com a expressão assustada dela e disse:

-Eu tenho 21, eu sou babá dela e eu sou eu eu sou o pai da criança. -Eu disse e ela e ela anotou tudo em um papel.

As horas foram passando, eu andava de um lado pra o outro naquele corredor vazio e sem vida, esperando que o médico viesse e me dicesse que ela estava bem, ouvi os passos do médico e vi sua expressão de desespero.

-Doutor, como ela está? -Ele disse que não com a cabeça e chegou perto de mim.

-Ela irá se recuperar. Mas, o bebê não sobreviveu, tivemos que retirá-lo ou ela correria risco de morte. -As lágrimas correram pelo meu rosto, não e importava nada naquele momento, eu havia perdido meu filho.

-Não, não Doutor é impossivel. -Ele colocou a mão sobre meu ombro, tentando me conssolar.

-Filho, aquela criança, ela já estava doente dentro da barriga dela,

CONTINUA...