Meu Babá É Nick Jonas
16 Capítulo 16
Notas iniciais
CAPITULO MUITO TRISTE E QUE EU ACHO QUE FARÁ VOCES CHORAREM
NICK NARRANDO
Aquele pesadelo, foi um dos piores que eu já tive. Miles ficou acordada a noite toda e eu me senti cupado por tudo. Tentei não dormir, o que estava dificil sentindo a maciez perfeita daqueles cabelos cacheados.
-Pequena, me faz um favorzinho? -Eu sussurrei em seu ouvido, com uma voz sexy.
-Fala, lindo. -Ela disse com uma cara de quem não entendeu nada, mas eu acho que ela entendeu algumas coisas.
-Promete que vai sempre ser minha, que sempre vai me amar, sempre vai estar aqui, sempre vou poder te beijar e tocar em voce e que voce nunca irá me deixar? Promete? -Eu disse, olhando-a nos olhos, ela sorriu docemente e me beijou, um beijo calmo, desesperado e apaixonado.
Prometo com todas as minhas forças. -Ela disse entre o beijo. Quebramos o beijo e ela sorriu sapeca.
-Por que desse sorriso sapeca no rosto? -Eu disse beijando seu pescoço.
-Nada, vou tomar um banho. -Ela disse um uma expressão de agonia e de dor.
-Que foi pequena? -Eu perguntei abraçando-a.
-Nick, estou com muita — Ela parou com um gemido e continuou com dificuldades -muita dor na cintura -Ea parou quando uma lágrima correu descendo de seu rosto — Nick, me ajuda, por favor me ajuda. -Ela disse apertando minha mão, peguei uma camisola e uma calcinha, vesti a Miles e me vesti rapidamente. Liguei o carro e a coloquei no banco de passageiros. Eram 4:52 da madrugada, haviam poucos carros naquela rua. Segui até o hospital e parei sem me preocupar com o preço do estacionamento, que por sinal era caro. Miles gritava de dor em meus braços, percebi sangue escorrendo em suas pernas, eu corria muito. Cheguei até a portaria do hospítal e os médicos de plantão me olharam assustados.
-O que aconteceu com ela? -Uma infermeira perguntou
-Nós estávamos dormindo, eu tive um pesadelo e ela acordou, começamos a conversar e ela reclamou de dores muito fortes na cintura. Ela está grávida, de mim. -Eu disse rapidamente prara a enfermeira e para a recepsionista, enquanto eu via levarem ela para a sala de emergencias.
-Qual a idade dela, meu jovem? -A recepsionista disse me encarando com uma expressão assustada
-17 anos. -Ela perguntou me cortando
-Voce tem quantos anos? Voce é o que dela? Quem é o pai da criança? -Eu me assustei com a expressão assustada dela e disse:
-Eu tenho 21, eu sou babá dela e eu sou eu eu sou o pai da criança. -Eu disse e ela e ela anotou tudo em um papel.
As horas foram passando, eu andava de um lado pra o outro naquele corredor vazio e sem vida, esperando que o médico viesse e me dicesse que ela estava bem, ouvi os passos do médico e vi sua expressão de desespero.
-Doutor, como ela está? -Ele disse que não com a cabeça e chegou perto de mim.
-Ela irá se recuperar. Mas, o bebê não sobreviveu, tivemos que retirá-lo ou ela correria risco de morte. -As lágrimas correram pelo meu rosto, não e importava nada naquele momento, eu havia perdido meu filho.
-Não, não Doutor é impossivel. -Ele colocou a mão sobre meu ombro, tentando me conssolar.
-Filho, aquela criança, ela já estava doente dentro da barriga dela,
CONTINUA...
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