Notas iniciais
Oláá!! Primeiramente gostaria de dizer que esta é minha primeira fic sobre Delena. Já escrevi sobre outras coisas mais hoje estou apenas com esta que estou começando agora.
Peço sempre que leiam as notas iniciais, pois qualquer coisa estarei avisando aqui.
Esta fic está disponível também no Wattpad, mas eu não sei mexer lá direito então...
Bom, o primeiro capitulo é em primeira pessoa, e quem conta é a Elena, mas os proximos capitulos serão narrados por narrador e não por personagens. É que eu queria que vocês intendessem mais ou menos como um é com o outro, e para verem como a Elena se sente em relação ao Damon.
Espero de todo coração que vocês gostem, e comentem, Bjos

-Sim, Elena, eu acho que você tem capacidade para participar desse concurso. –repetia Matt pela décima vez, enquanto caminhávamos para o colégio. O dia está ensolarado, e todos os jardins das casas em que passávamos se encontravam cheios de flores coloridas. Dias assim tinham uma leveza especial.

-Preste atenção, Matt. Carolyne Forbes está participando. A maioria das meninas estão se escrevendo apenas por influência dos amigos e dos pais. Ninguém tem chance. Carolyne é a rainha do baile do final de ano desde que entramos no ensino médio. –repeti também pela decima vez. O colégio de Mistic Falls promovia todo ano uma seletiva de garotas para concorrer a rainha do baile de final de ano. Normalmente, todas as meninas do terceiro ano do Ensino Médio estariam se matando para ficar com o corpo sarado, e a pele perfeita. Mas não era este o nosso caso. Carolyne Forbes surpreendeu a todos por sua beleza, e desde o primeiro ano ganha o titulo de rainha. Isso afastou completamente as outras meninas. Por que todas elas tem a sã consciência de saber que ninguém compete com Carolyne Forbes, simplesmente por que ela é Carolyne Forbes. Todas as meninas que quisessem se inscrever poderiam fazer isso, mas apenas dez delas seria selecionada para as aulas, onde aprenderiam os bons modos, e determinadas danças para serem apresentadas no ultimo dia de aula. No caso das meninas do terceiro, era uma data muito importante. E todas gostariam de tentar ser classificadas. Mas a ideia de competir com Carolyne desanimava a qualquer um.

-É porque a maioria das garotas bonitas tem medo de competir e perder o titulo que já tem. Nenhuma delas gostaria de ser lembrada como apenas mais uma aluna que se inscreveu e perdeu. Sendo assim, preferem aproveitar a formatura ao invés de se preocupar com modos e aparência. –refletiu Matt. Este ano, ele e os outros meninos com os quais eu andava, falavam disso desde o começo do ano. Estávamos quase em junho, e eles ainda comentavam sobre uma hipótese de me inscrever no concurso.

-Todas as garotas se preocupam com aparência Matt. –sorri para ele. –Carolyne apenas a trata como algo sagrado. Diferente do restante que parece não ligar muito para isso.

-Eu particularmente te acho muito mais gata que ela, senhorita Elena Gilbert. –Matt passou os braços ao redor do meu pescoço. Já havia explicado para ele que essa atitude poderia não ser muito bem vista pelas pessoas daqui. Eu era vizinha de Matt desde que eu tinha dez anos de idade, mas ele se mudou quando eu tinha onze e voltou agora, que estou com dezesseis. Mas as coisas não parecem ter mudado muito.

Chagamos na escola exatamente dez minutos antes do sinal, então ainda tínhamos algum tempo antes de entrar para a primeira aula. Observei a movimentação. Era o penúltimo dia para se inscrever para o concurso, e as inscrições ocorriam no intervalo de cada aula. Observei a longa fila de meninas que estavam tirando a sorte. Provavelmente metade delas desistiria de se inscrever, por que quem estava registrando as inscrições era a Rainha do baile do ano passado, a própria Carolyne. Do lado dela, Damon Salvatore, o ridículo, e do outro, Stefan Salvatore, seu primo. Os dois não tinham nada de parecido. Stefan era moreno, e Damon tinha olhos azuis e cabelos pretos, e além disso era mais alto. Stefan não era daqui, mas morava na casa de Damon. Eu não me simpatizava por nenhum deles. Até por que eles andavam com Carolyne e sua querida amicíssima Clary. Os dois formavam o pior quarteto escolar existente na face da terra.

Me despedi de Matt e segui para a minha aula, que era diferente da dele. Ainda bem, por que não gosto muito de viver feito chiclete com ele. Vi que mais da metade da fila das meninas que eu havia observado mais cedo saiu murmurando e xingando por que não haviam conseguido ainda fazer a inscrição. Carolyne ria. Provavelmente seu nome era o primeiro da lista. Isto por que ela era filha da xerife mais humilde da cidade toda. Síndrome Salvatore, por que sinceramente, eu já fui uma boa amiga dela.

A primeira e a segunda aula passaram lentamente pois a matéria era chata demais para ser suportada. Mas na terceira, alguém bateu a porta, ainda bem, justamente na hora em que íamos começa-la. Ótimo, iriamos perder tempo. Carolyne Forbes adentrou sala adentro com um sorriso simpático para a professora de química. Provavelmente, puxa saco dela.

-Gostaria de saber se nesta sala há alguma garota interessada a participar do concurso para a Rainha do final de Ano. Porém eu, como também participante e ganhadora a dois anos, digo que se preparem para perder, por que sinceramente, acho que não tem ninguém aqui com a menor chance de ganhar. –todas as garotas olharam para baixo. Até algumas que supostamente estariam interessadas. Todas com raivas e chateadas pelas palavras de Carolyne, mas ao mesmo tempo cogitando que não, elas não ganhariam. Alguns meninos deram risada, o que fez Carolyne gargalhar. Mexeu na unha com expressão de desinteresse. –Bom, vou me retirando então. Melhor sair como uma simples aluna do que como uma perdedora né? –olhou para a professora. Os meninos riram novamente. Provavelmente todos eles a amavam. Mas a minha raiva foi maior que minha racionalidade. Não levantei apenas a mão, como também me levantei. Todos da sala se viraram para mim.

-Carolyne, pode colocar meu nome na sua pranchetinha ridícula, e por favor, trate de coloca-lo na ficha de inscrição, por que sabotagem é medo de perder não é? –falei debochada. Os olhares espantados me deixaram envergonhada.

-Vai participar, Gilbert? Que pena, péssima despedida. –ela disse, anotando na prancheta minhas informações, que eu sei que ela sabia.

-Se não quer que a gente participe, é porque tem medo de não ganhar. Caso contrario estaria mais confiante em si mesma, e iria parar de enrolar enquanto escreve para que outras pessoas não tenham a oportunidade de participar. –Carolyne ficou sem voz por um minuto, mas não o suficiente para que todos percebessem que ela havia perdido a pose. Provavelmente aquelas palavras nunca haviam sido diretamente pronunciadas a ela.

-Tudo bem para mim, Gilbert. A vitória já é minha. Por mim, não haveria nem seletiva. –a ridícula sorriu para a professora e se retirou, mas bateu a porta. Ótimo, pelo menos a deixei irritada.

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Sai da sala assim que bateu o sinal, e senti minhas bochechas ficarem completamente vermelhas quando percebi que todos me olhavam. Provavelmente a escola inteira sabia da versão de Carolyne sobre a possível ofensa sofrida por ela. Matt estava me esperando encostado no meu armário, e me olhava com uma expressão risonha.

-O que é, você também vai me olhar como seu eu fosse louca? –perguntei mal humorada. Não eram uma ou duas pessoas. Eram todas elas. Estávamos em Mistic Falls, é claro.

-Não, na verdade adorei sua atitude. Apesar de que creio que não exatamente do jeito que chegou até mim foi a história. Se quiser explicar sua versão e saber a do lado oposto... –Matt sugeriu. Não, eu preferia nem ficar sabendo.

-Não quero saber de nada. Sei das minhas intenções e sei do que aconteceu, Matt. Carolyne não pode sair humilhando a todo mundo. Falei o que deveria ser dito. –virei as costas para Matt, que me puxou de volta e fez com que eu me virasse para ele.

-Amo você Elena. E amo seu jeito de lidar com as coisas. –normalmente Matt dizia isso com ar de brincadeira. Mas dessa vez, Matt me olhava seriamente. Eram palavras serias demais para que eu respondesse. Eu também amava Matt. Mas não do mesmo jeito, e com o mesmo sentido, das palavras que foram por ele pronunciadas.

Sorri de volta para ele, que me olhou desapontado. Ele deveria esperar um “Eu também”, há mais ou menos uns três ou quatro anos. Me virei e sai, esperando que ele me virasse de novo para ele, mas não. Ele não virou-me de volta. E eu sai. Quando virei o corredor, ele ainda estava encostado no armário, e continuava a me olhar.

Peguei uma bandeja no refeitório e me sentei na mesma mesa em que estava sentada Bonnie Bennet. Provavelmente, uma das únicas garotas em que eu confiava nesta escola. Ela e Rebekah, eram minhas melhores amigas desde que Carolyne saiu do nosso “grupo”.

-Elena, estamos pensando em fazer a seletiva do grupo das lideres de torcida. O que você acha? –Rebekah parecia animada e disposta a interagir. É obvio que ela e Bonnie tinham todo o perfil físico necessário. Não andavam com Carolyne e sua turma apenas por que não queriam. Para elas, eu não podia falar de minha rival, pois elas se simpatizavam com ela. Mas nunca tentaram nos unir. Não são nem loucas, é claro.

-Acho que você e Bonnie conseguem com certeza uma vaga. –respondi tomando meu suco de uva. A única coisa que eu gostava da bandeja que eu peguei. Provavelmente eu esperaria Matt e daria tudo para ele.

-Como assim eu e Bonnie? Você também pode vir. –Rebekah falou.

-Carolyne chamou vocês, Rebekah. E provavelmente já sabem do que aconteceu na versão da loira falsa. –as duas trocaram olhares. –Hoje durante a aula.

Bonnie ia falar alguma coisa, mas alguém bateu na mesa no meu lado e eu levei um tremendo susto, quase engasgando com meu suco de uva. Me virei disposta a xingar o imbecil que provavelmente havia feito de proposito. Bonnie e Rebekah sorriam uma para a outra. Virei-me para o lado e encontrei o idolatrado idiota mais ridículo dessa escola: Damon Salvatore.

-Olá garotas. –Damon falou som sua sexy voz. Isso era o que as meninas falavam. Eu já achava que a voz dele parecia o grasnado de um pato.

-Oi Damon. –Bonnie e Éponine responderam juntas, animadamente.

-Clary pediu, em nome de Carolyne, para que eu me informasse se vocês iriam hoje no treino das lideres de torcida. Ou sei lá o que há hoje. –Damon revirou seus olhos claros.

-Vamos, é claro que vamos. –Bonnie se apressou em responder.

-As três? –vi que ele se referia a mim, Bonnie e Rebekah. Me virei para ele.

-Não, só elas. –respondi tomando meu suco de uva, com desinteresse. Alias, Matt estava demorando. Talvez eu tivesse de comer toda minha comida sozinha para não ter que jogar fora. De repente, por algum motivo desconhecido, senti vontade de jogar o suco em Damon. Por que ele me lembrava Carolyne e estava ali em nome dela e de sua amiguinha Clary.

-Okay, Elena Gilbert. –Damon piscou para mim e deu meia volta. Minhas duas amigas me olharam de um modo estilo “Ele piscou para você !!!!!!!!!”. Como se eu também adorasse Damon como elas.

O sinal que anunciava o fim do intervalo bateu, e todos os alunos se levantaram reclamões. Bonnie se pendurou no meu braço, enquanto Rebekah ia para outro lado. Tínhamos aulas diferentes agora. Eu e Bonnie íamos para Gramatica, que coincidentemente era a mesma aula que Matt. Nos encontramos na porta da sala, e ele evitou me olhar nos olhos.

-Esta animada Bonnie? –Matt perguntou passando os braços ao redor do pescoço de Bonnie. Os dois também eram bem amigos.

-Você não sabe da maior Matt. –Matt olhou para Bonnie com um olhar “me conte”, e Bonnie prosseguiu. –Damon piscou para Elena, e ainda a chamou de Elena Gilbert!!! ELENA Gilbert!!! –ela quase gritava.

-BONNIE! –repreendi. –Matt não tem nada haver com isso!

-Claro que tem Elena. Ele tem que saber com que tipo de concorrente está lidando. E neste caso o concorrente é O Damon Salvatore! –daqui a pouco, escutariam Bonnie falando do chato do Damon.

Revirei os olhos e entrei na sala, os deixando para o lado de fora. Eu já estava com vergonha por conta da minha ultima atitude com Matt. Se ela queria falar dele, que falasse bem longe de mim.

Havia até me esquecido que minha aula de gramatica era com os Salvatore. Os dois sempre no mesmo lugar, mesmo que não fosse obrigatório que se sentassem todos os dias nos mesmos. Stefan na terceira carteira, e Damon na quarta. O primo mais novo, como sempre, encobrindo o mais velho. Das cinco aulas que eu tinha com Damon na semana, em todos ele não demonstrava o mínimo interesse, mexendo sempre no celular, ou fazendo piadinhas sem graça.

Sobravam poucas carteiras quando entrei na sala. A da frente de Stefan, e a quarta da fileira da parede. Além de uma atrás de Clary. Me apressei para a fileira do lado da parede. Damon se encontrava do lado, mas o espaço era grande e eu poderia fingir que ele não existia. Não sei se gostava menos de Damon ou Stefan. Achava o ultimo muito sínico. A bondade e o romantismo que todas as garotas comentavam que ele tinha, era para mim uma faixa para competir com Damon, que era meio “selvagem e sem educação”, qual das duas personalidades conseguia atrair mais garotas.

Matt e Bonnie entraram logo em seguida e pareciam não ter tido muita preocupação em decidir aonde sentariam. Matt foi para trás de Clary. Talvez ele morresse de amores por ela também. E Bonnie foi para frente de Stefan.

A senhora Ellie entrou na sala de aula, já anunciando que teríamos uma prova surpresa, e para azar de todos, a nota contaria na media. Gramatica era chato, e além de tudo muito difícil. E a professora também não gostava muito de colaborar com nossas notas. Pediu que todos deixassem apenas as canetas, lápis e borrachas em cima das mesas e distribuiu as provas. Meus olhos percorreram todas as doze questões. Eu andava prestando bastante atenção ultimamente, e percebi que ficaria em duvida em, no máximo, duas questões. Nos primeiros quinze minutos de prova, senti alguém me cutucando. Disfarçadamente olhei para trás. Na quinta carteira, atrás de mim estava sentada Alice, e me passou uma borracha. Arqueei minhas sobrancelhas. Alice era a garota mais inteligente da sala. Nunca me pediria alguma resposta. Até por que puder perceber que sua prova já estava praticamente toda completa. Li o que estava escrito. Em letras quase não legíveis, alguém me pedia a resposta da numero cinco. Olhei para o lado. Bonnie fazia sua prova, mas vi um celular em baixo de sua carteira. Stefan respondia tudo com muita calma. Revirei os olhos ao ver Clary e Matt de risinhos, provavelmente trocando respostas. Enfim, olhei para Damon. Ele me olhava com as sobrancelhas erguidas. Juntou as mãos como se fosse rezar, pedindo que eu lhe passasse a resposta. A prova dele estava em branco. A senhora Ellie correu os olhos pela sala e voltou a ler seu livro. Devolvi a borracha para Alice e a observei de canto de olho, devolvê-la para o idiota do Damon. Por que ele iria cogitar que eu passaria a resposta para ele? Que aprendesse a fazer algo que não fosse retardadisse.

Voltei a fazer minha prova. Estava quase terminando. Mas não conseguia me concentrar por que alguém ficava jogando pontas de lápis em mim. E eu nem precisava me virar para saber que aquele ogro do Damon não havia ainda perdido as esperanças de que eu lhe passasse as respostas. Revirei os olhos e encostei-me na carteira, de onde podia observar o Salvatore. Ele tentou algum tipo de comunicação diferente, mexendo o celular em suas mãos, ou tentando pronunciar palavras que eu não conseguia entender. Se eu pudesse xinga-lo, faria isso neste momento. Ele estava me atrapalhando completamente. Neguei com a cabeça e sorri ironicamente. Ele revirou os olhos e me mostrou o dedo do meio. Nossa, que droga, como se eu fosse correr contar pra professora. Inclinei-me novamente sobre minha prova. De repente, algo voou sobre minha carteira e caiu no chão. Reconheci a borracha do idiota novamente. Resolvi pega-la, e eu não iria devolvê-la. A não ser que eu socasse ele antes, ou o fizesse come-la. Me abaixei e percebi Damon arregalar os olhos. Pude ver os pés da professora Ellie por debaixo da mesa e senti meu coração disparar.

-Senhorita Gilbert, e senhor Salvatore. –ela arqueou as sobrancelhas. Voltei a me sentar normalmente. Seria muito inútil torcer para que o motivo para o qual ela estava nos chamando fosse outro?

-Senhor Ellie, eu... –ela colocou as mãos na frente do corpo, exigindo que eu desse a ela qualquer coisa que eu tivesse nas mãos. –Mas...

-Os dois para fora da sala. Do senhor Salvatore, não é anormal, mas não esperava isso de você senhorita Gilbert. –ela nos deu as costas e levou nossas provas. –Para a biblioteca.

Olhei para Damon. Ele continuava sentado, me encarando. Como ele era falso. Eu não estava em condições de perder nota em uma prova que eu sabia responder quase tudo. O Salvatore iria me pagar. Nunca eu deixaria isso passar despercebido. Eu devia ter jogado aquele suco de uva nele mais cedo. Na verdade, sua intenção desde o inicio deve ter sido a de que a professora achasse que eu estava colando. Carolyne provavelmente havia mandado ele se vingar de mim em nome dela. E como para ele uma nota não fazia diferença, que mal isso faria a ele? Alias, quantos anos ele devia ter? No mínimo 18. Já que ele já podia dirigir. A sala fazia a prova calmamente. Apenas Matt tentava fingir que não estava olhando. Olhei para ele e sorri fracamente, mas ele não retribuiu. Ainda faltava meia hora pro tempo terminar.

Damon levantou e pareceu me esperar. Ele só podia estar brincando com minha cara se achava que eu iria querer falar com ele depois do que aconteceu. Ignorei sua presença ali e sai da sala. Ele atrás de mim. Me virei para o lado do bebedouro, enquanto ele seguiu, graças a Deus, para a biblioteca.

Acho que ele sempre vai ser o cara que eu mais vou odiar neste mundo.

Notas finais
Obrigada a todas que leram ♥, comentem por favooor! Logo tem a continuação !