Meu Anjo Da Guarda

3 Why would Afraid Of An Angel


(Mônica)

O Resto do dia correu normalmente e logo era noite, passou o dia inteiro chovendo então não consegue ir a praia surfar mais agora o céu estava limpo sem nenhuma nuvem e as estrelas estavam mais bonitas do que nunca. Minha mãe me chamou para jantar e eu disse que estava muito cansada e sem fome. Deitei e lembrei que faz um tempo que não rezo para meu anjo da guarda e comecei a rezar depois tive uma ideia maluca de escrever uma carta para ele mais claro que eu não colocaria no correio porque eu não sou maluca o suficiente para fazer isso.

“Meu Anjo da Guarda, olha eu sei que é estranho eu estar escrevendo essa carta mais é que eu gostaria de saber se foi você que me salvou naquele dia, e sei que isso parece maluquice mais eu queria te ver e nem mesmo sei se você vai ler essa carta mais oque vale é a intenção” – terminei de escrever e coloquei na minha cômoda. Pela manhã acordei toda quebrada estralei as juntas que se alguém ouvisse ia achar que estava quebrando todos os meus ossos, minha mãe já me falou várias vezes que não se deve fazer isso mais quem se importa? Troquei de roupa Desci e senti um cheiro delicioso.

Mônica: Hmmm fazendo sua especialidade?

Luísa: Sim estou fazendo panquecas! – ela disse sorrindo e depois desfez o sorriso quando olhou para o lugar vazio na mesa.

Mônica: Não fica assim mãe se era pra ser assim a gente não pode fazer nada.

Luísa: Pois é então agora vamos seguir em frente. – ela disse dando um sorriso meio amarelo mais no fundo ele me parecia sincero.

Mônica: Então vou começar meu dia bem comendo suas maravilhosas panquecas. – eu disse animada.

Luísa: Nossa ta animada em?

Mônica: É hoje eu to me sentindo melhor. – eu disse comendo as panquecas e tomando meu Ades de Goiaba

Luísa: Como você pode gostar desse suco? Tem gosto de vomito. – ela disse fazendo careta.

Mônica: Fazer oque né. – eu disse terminando de comer e subindo as escadas até meu quarto peguei e procurei meu Ipod ele estava em cima da cômoda quando olhei para ela a carta não estava mais lá minha mãe provavelmente deve ter jogado no lixo sem saber oque era, peguei meu Ipod e desci as escadas correndo só que a boa notícia foi que dessa vez não sai rolando escada a baixo.

Mônica: Mãe vou pra praia. – eu disse tirando minha blusa e ficando de biquíni.

Luísa: Tenha cuidado. – como se ir a praia fosse perigoso pensei e depois sai pela porta indo até a praia hoje era sábado por isso a praia estava cheia de gente fui surfar e depois fiquei com fome novamente. Sim sou uma porca que não engorda de ruim que sou.vi uns bolinhos de camarão tentadores não resisti a melhor coisa que Deus já criou no mundo, COMIDA! (tirando os delicinha né hehehehe) comprei alguns e sentei pra tomar com refrigerante. Depois de algum tempo comecei a me coçar e me coçar não conseguia mais parar de coçar fui até em casa e me olhei no espelho e quase cai pra trás, eu estava toda vermelha e a coceira parecia que nunca ia parar.

Mônica: Mãe me socorre! – eu disse choramingando.

Luísa: Filha oque ouve com você?

Mônica: Só o fato de sua macumba ter dado certo. – eu falei e ela fez um olhar de reprovação. – para de me olhar assim e me salva! – eu disse sem paciência.

Luísa: Oque você comeu?

Mônica: Nada só uns bolinhos de... – Oh, merda! Sou alérgica a camarão como eu fui burra. – Droga! Eu comi camarão tinha me esquecido.

Luísa: Só você mesmo pra esquecer que é alérgica a uma coisa.

Mônica: Não vamos discutir isso agora né?

Luísa: Entra no carro vou pegar seus documentos.

Mônica: Ta. – eu disse entrando no carro e o médico me atendeu e não foi nada de mais apenas me fez tomar soro oque me fez ter um ataque porque eu tinha medo de agulha mais depois tudo acabou bem e agora estou em casa e felizmente não estou mais me coçando e já voltei a meu estado anormal de sempre. Entrei pela porta seguida de minha mãe resmungando pela vergonha que eu fiz ela passar por fazer um escândalo por causa de uma agulha resolvi não dar ouvidos e fui até meu quarto e pulei na cama. Pois é, mais um dia que eu quase me matei que Ótimo pensei com sarcasmo e fechei os olhos pra tentar descansar e novamente ouvi aquela voz me chamar isso ta me assustando.

“Mônica” – isso ta me dando medo em.

Mônica: Quem ta ai? – eu disse sentando na cama e sentindo um vento nos meus cabelos.

“Não posso dizer” – a voz falou novamente.

Mônica: Então porque diabos está aqui? – eu falei ainda assustada.

“ Queria ouvir sua voz”

Mônica: Eita diz logo quem é você ou eu vou gritar- eu disse abrindo a boca e fechando os olhos me preparando para gritar até que sinto uma mão na minha boca. Eu abro os olhos e vejo o mesmo garoto perfeito daquele dia mais ele estava muito mais bonito parece que a cada dia ele fica mais lindo. Ele estava muito perto oque me fez corar um pouco e ele deve ter percebido e se afastou.

Mônica: Quem é você, e oque você é?- eu disse quando finalmente livrando da mão dele mais eu ainda estava assustada com aquilo.

Sou sem anjo da guarda. – ele disse dando um sorriso encantador me fazendo cair da cama e me levantar rapidamente fazendo ele rir.

Mônica: Então você deve ter nome, certo? – eu disse rindo.

Meu nome é Cebolácio mais me chamam de Cebola. – eu segurei o riso saindo um som estranho eu estava já enfartando de tentar segurar o riso então comecei a rir e me joguei no chão ainda gargalhando sorte que minha mãe saiu com umas vadias que ela chama de amigas.

Ora pare de rir. – ele disse com uma cara de raiva fofa muito engraçada me fazendo rir mais ainda depois de alguns minutos consegui me controlar.

Mônica: Nome meio estranho para um anjo tão lindo. – eu sorrindo mal acreditando no que eu disse. e ele ficou olhando pro chão parecia estar envergonhado.- Olha o anjinho ta envergonhadinho. – eu disse puxando suas bochechas macias e rindo.

Cebola: Eu não estou envergonhado! – ele disse finalmente me olhando e depois desviando o olhar.

Mônica: Sei, — eu disse sentando na cama.- e olhei para sua asas abri a gaveta e tirei a pena dele. – Acho que deixou cair isso. – eu disse mostrando a ele.

Cebola: Como sabe que era minha?

Mônica: Tem um cheiro bom. – eu disse cheirando a pena dele E depois espirando fazendo ele rir um pouco e percebi que ele tinha covinhas. – ai que fofo você tem covinhas. – eu disse apertando de novo suas bochechas ,oque está acontecendo comigo? Ficar perto desse anjo ta me deixando muito estranha, mais do que já sou.

Cebola: Para de fazer isso, você é muito forte isso doe. – tinha esquecido da minha força de brutamonte.

Mônica: Ah desculpa é que eu tinha esquecido desse detalhe. – eu disse rindo e me jogando de novo na cama. – mais então oque você veio fazer aqui?

Cebola: Você me pediu pra me ver ue .

Mônica: Não achei que você fosse aparecer. – eu falei olhando para ele.

Cebola: E eu achei que você teria medo de mim.

Mônica: Porque eu teria?

Cebola: Sei lá não é todo dia que se vê um anjo no seu quarto.

Mônica: Não tenho medo de você sei que não me faria mal, afinal seu trabalho é exatamente o contrário. – disse me levantando até a varanda e ele me seguiu.

Cebola: Eu nunca tinha aparecido antes para nenhum humano essa é a primeira vez.

Mônica: Mais porque você resolveu aparecer logo pra mim.

Cebola: Não sei você é diferente dos outros humanos, você é especial. – ele disse sorrindo para mim.

Mônica: Eu? Especial? Só pode estar de brincadeira eu sou como qualquer garota da minha escola.

Cebola: Não é verdade você tem tudo que elas não tem.

Mônica: Nunca fiz o tipo de garota normal.

Cebola: Pra mim elas que são anormais.

Mônica: Não precisa me bajular só porque é meu anjo da guarda.

Cebola: Não estou te bajulando estou falando a verdade.- fiquei um tempo olhando pra ele depois desviei o olhar.

Mônica: Bom eu vou tomar banho que eu to podre. – eu disse pegando a toalha e desconversando.

Cebola: Você não está podre.

Mônica: É jeito de falar bobinho. – eu disse dando um tapa na cabeça dele.

Cebola: Ai sua louca.

Mônica: Não viu nada. – disse indo até o banheiro do meu quarto.

Cebola: Eu vou com você.

Mônica: Mais nem a pau que eu vou deixar você me ver sem roupa.

Cebola: Porque não?

Mônica: Isso é desrespeito ta pensando oque anjinho. – eu disse fechando a porta na cara dele.

Tomei meu banho e coloquei meu short e minha blusa de dormir mais decente que eu achei ou seja quase não tinha pano nele porque eu sou muito calorenta e se pudesse eu dormia sem roupa mais agora que sei da existência do meu “querido” anjo da guarda desisto dessa ideia. Sai do banheiro e ele estava sentado ao lado da minha cama me olhando.

Mônica: Que foi? Nunca viu uma humana de roupa curta.

Cebola: Já vi pior que isso ai mais elas não eram tão bonitas como você. – eu corei com suas palavras nunca tinha ouvido um elogio de um garoto mais ele não era um garoto era um anjo.

Mônica: Bom vou dormir xau. – fechei os olhos e abri um pouco uns dos meus olhos e ele ainda estava lá me olhando. – você não vai embora?

Cebola: Eu sempre estive aqui todas as noites só você que não me vê.

Mônica: Ata. – eu disse fechado meus olhos novamente senti suas mãos no meu rosto e suas mãos eram macias e quentes era bom sentir seu toque, acabei adormecendo enquanto ele mexia no meu cabelo e acho que a ficha ainda não caiu que eu acabei de conhecer um anjo, “meu” anjo.