Meu Anjo Da Guarda

13 No território Inimigo


Notas iniciais
Oi gente quero avisar que esse é o penúltimo capítulo e que eu não sei ainda quando vou postar o próximo depende da quantidade de comentários. E eu queria pedir para quem gosta da saga Percy Jackson e os Olímpianos para acompanhar e comentar minha nova fanfic na categoria http://fanfiction.com.br/historia/480980/Predestinada/ o shipper é Perachel (Percy e Rachel) quem não gosta pelo menos dê uma olhada para me dar uma forcinha obrigada.

(Cebola)

Há mais de semanas que estou nesse lugar nojento e ainda não consegui pensar em nada. Eu estava amarrado em minha forma humana com correntes fortes de magia negra e estava tão fraco que mal podia me transformar em anjo. Vi Do contra e tive vontade de vomitar só não vomitei porque não tinha muita comida em meu estômago.

Do Contra: Está gostando da Estadia? – Quem gostaria de estar em um castelo cheio de monstros infernais e armadilhas.

Cebola: Seu maldito filho de lúcifer. – eu disse estremecendo de raiva. – Você tem tanto medo de me enfrentar novamente que precisa de um exército inteiro.

Do Contra: É melhor você ficar quietinho, só não lhe mato agora porque quero que Mônica veja você morrer. A propósito me encontrei com ela. – ele disse sorrindo maldoso.

Cebola: Fique longe dela você vai ver quando eu estiver livre vou reduzi-lo a pó. – ele me olhou furioso e me chutou com força.

Do Contra: Tome coma vai ser a última vez mesmo. – ele disse jogando o prato de comida em cima de mim. Não tive outra alternativa e comecei a comer aquela comida daquele imundo pelo menos era um pouco melhor do que morrer. Eu estava com muita saudade de Mônica meu peito doída de pensar que aquele idiota podia ter feito algo de ruim para ela, mas felizmente eu e Mônica tínhamos uma conexão e sentia que ela não estava em perigo. Era quase enlouquecedora a sensação de que a coisa mais preciosa de minha existência não estivesse ali ao meu lado, mas eu sentia que tudo daria certo no final só que quando se está a beira da morte não é fácil ser lá muito otimista.

(Mônica)

Estamos voando de avião rumo ao Ceará e a todo momento não parava de pensar em Cebola. Todos da nossa equipe estavam lá e eu já tinha feito amizade com todos menos com franja Franja que era muito misterioso parecia querer se manter sempre afastado de mim. Magali me explicara que sereias tinham um cheiro muito forte e toda vez que ele chegava perto de mim sentia vontade de chupar todo o meu sangue ok aquilo era BEM tranquilizante mesmo assim ele parecia ser alguém legal. Eu senta enorme vontade de voltar a água novamente e parece que eu posso entender alguns seres do mar ,mas não parece que seja apenas porque sou uma sereia, Magali havia falado que era muito estranho o fato de eu ter vários poderes diferentes sendo apenas uma híbrida e minha mãe sempre tinha um olhar estranho quando Magali falava sobre isso, ela tinha algo a esconder.

Franja: Mônica. – disse Franja que estava sentado na cadeira atrás de mim no avião.

Mônica: Sim? – eu disse olhando para trás. Ele pareceu hesitar um pouco.

Franja: Pode vir comigo até o banheiro? – Hã? Esse é o tipo de pergunta que se faça a uma pessoa porque tipo quando se é uma amiga é normal, mas um garoto e ainda meio que desconhecido a gente pensa merda.

Mônica: Para quê? – eu disse confusa.

Franja: Não leve para maldade só quero conversar com você algo que não posso conversar aqui alguém pode ouvir. – ele disse num sussurro. Todos estavam dormindo e as luzes do avião estavam escuras.

Mônica: Que seja rápido. – eu disse me levantando da poltrona e indo até o banheiro que era um pouco espaçoso e Franja veio logo atrás e fechei a porta. – Pode falar.

Franja: Oque eu tenho a te pedir pode soar um pouco estranho. – ele disse um pouco envergonhado.

Mônica: Diga.

Franja: Seu sangue Mônica ele tem um cheiro forte e muito bom eu não consigo mais suportar ficar a metros de você. – ele disse me olhando eu não estava gostando daquela conversa. – Estamos viajando há um tempo e minha garganta está muito seca não sei se consigo me controlar.

Mônica: O-oque quer dizer com isso. – eu disse gaguejando eu estava com muito medo.

Franja: Poderia deixar que eu bem... chupe um pouco de seu sangue? – olhei para ele assustada.

Mônica: Você não vai me machucar vai?

Franja: Eu nunca faria isso vai ser rápido eu prometo. – eu não queria aceitar uma proposta maluca daquelas, mas ele me parecia fraco.

Mônica: Está bem vá rápido. – Fechei meus olhos esperando pela dor. Ele encostou seus dentes na pele do meu pescoço a mordendo. No começo doeu um pouco, mas logo a dor passou e relaxei um pouco a sensação chega a ser boa. Logo ele se separou de mim.

Franja: Obrigada Mônica e me desculpe se te assustei.

Mônica: De nada. – eu disse com um sorriso fraco voltando para minha cadeira onde dormi não muito bem acabei tendo vários pesadelos. As 5:00 da manhã já estávamos em Fortaleza no Ceará. Fiquei por alguns poucos minutos observando o nascer do sol no aeroporto depois fomos para o apartamento que minha mãe havia alugado para nós todos.

Cascão: Quando vamos acabar com Do Contra e seu exército idiota. – disse Cascão furioso.

Magali: Precisamos ter calma primeiro temos que descansar não vai adiantar de nada lutarmos cansados da viagem e eu sei que ele não vai matar Cebola ele quer que chantagear Mônica.

Marina: Como sabe disso?

Magali: Eu sinto isso.

Luísa: Magali tem razão vamos comer depois descansar não consegui dormir quase nada naquele avião estou com minhas costas doendo muito. – disse minha mãe deitando no sofá da sala. Todos comemos e foram descansar eu até tentei, mas não conseguia dormir sabendo que Cebola estaria por ai nessa enorme cidade. Enfim conseguir dar um cochilo de meia hora. Comemos e pegamos nossas coisas e colocamos numa mochila e Magali colocou seu livro de feitiços que eu não havia notado que ela tinha. Minha mãe correu até nós vindo da sala.

Luísa: Eu sei onde Cebola está. – ela disse ofegante. – Ele está em um lugar subterrâneo na rua ************ — Saímos rapidamente pela porta eles estavam na rua vizinha corremos tão rápido que tudo a nosso redor mais parecia um borão. Em frente há um prédio tinham vários anjos com asas pretas.

Magali: Ataquem. – Magali disse e todos atacamos eles e em menos de 1 minuto todos tinham virado pó.

Mônica: É tão fácil assim?

Cascão: Não, eles facilitaram nossa entrada eles só estavam ai para nenhum humano entrar.

Mônica: Quem entraria nesse lugar asqueroso.

Quim: Pouco importa vamos invadir. – Quim deu um chute na porta a fazendo cair e lá dentro tinham milhares de anjos negros todos eram diferentes, mas sempre com a mesma aparência malvada e maliciosa que de Do Contra. Vi um lago dentro da “caverna” tive a ideia de usar meus poderes eu já havia feito aquilo antes. Enquanto todos se atacavam me concentrei e uma onda enorme da Lagoa com uma força tão grande que derrubou parte dos anjos. Peguei minha espada que havia ganhado de minha mãe a espada só feria seres imortais. Cortei vários ao meio e mesmo assim pareciam nunca acabar. Franja arrancou a cabeça de dois deles com apenas um puxão ele era realmente incrível, Cascão em sua forma de lobo transformava vários em pó de uma só vez. Todos lutavam muito bem e eram rápidos todos os anjos iam para cima deles nenhum vinha para cima de mim Do Contra deve ter proibido eles de me matarem resolvi tirar proveito disso. Decepei alguns facilmente. Alguns minutos tínhamos acabado com parte deles restavam alguns aproveitei que eles iam todos para cima de meu amigos corri entre eles para um túnel e lá estava Cebola amarado na parede com correntes tentei soltar ele, mas as correntes eram muito fortes pareciam ter algum tipo de magia.

Mônica: Meu Deus Cebola você está machucado. – eu disse o abraçado de leve.

Cebola: Não se preocupe meu amor. – ele disse sorrindo.

Nunca ouviu falar que quando você chega nos lugares deve primeiro falar com o dono da casa?- Me virei para trás e lá estava Do Contra com sua cara maldosa e suas asas negras. Tive vontade de destruí-lo, mas seria burrice sem ajuda e o lugar estava cheio de outros anjos tinha que pensar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.